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TUDO de FILOSOFIA para o ENEM em 40 MINUTOS

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This video provides a comprehensive 40-minute review of philosophy for the ENEM exam, covering key thinkers and concepts from ancient Greece to postmodernism. It emphasizes understanding and memorization for exam success, advising viewers to take notes. The content progresses chronologically, starting with the transition from myth to rational thought in ancient Greece, through medieval philosophy's religious integration, the modern epistemological debates of rationalism and empiricism, Kant's synthesis, political philosophy including contract theories, and concluding with existentialism, Nietzsche, Foucault, Freud, Arendt, Rawls, Habermas, and Jonas.

Full Transcript (Bilingual)

https://www.youtube.com/watch?v=UK6OKSsastQ
Translation: pt-BR

[00:00] Em alguns minutos eu vou te explicar.
Em alguns minutos eu vou te explicar.

[00:01] Em alguns minutos eu vou te explicar todo o conteúdo de filosofia que você precisa dominar pra prova do Enem.
Em alguns minutos eu vou te explicar todo o conteúdo de filosofia que você precisa dominar para a prova do Enem.

[00:03] Todo o conteúdo de filosofia que você precisa dominar pra prova do Enem para que você consiga fazer mais acertos na área de ciências humanas.
Todo o conteúdo de filosofia que você precisa dominar para a prova do Enem para que você consiga fazer mais acertos na área de ciências humanas.

[00:07] Então olha se você não estudou nada de filosofia até esse momento do ano, fica comigo aqui nessa aula.
Então, olha, se você não estudou nada de filosofia até esse momento do ano, fica comigo aqui nessa aula.

[00:11] Fica comigo aqui nessa aula, presta bastante atenção.
Fica comigo aqui nessa aula, presta bastante atenção.

[00:12] Presta bastante atenção porque depois dessa aula você vai saber tudo.
Presta bastante atenção porque depois dessa aula você vai saber tudo.

[00:14] Porque depois dessa aula você vai saber tudo, literalmente tudo que você tem que de fato dominar para conseguir acertar todas as questões de Filosofia na sua prova de ciências humanas do ENEM desse ano.
Porque depois dessa aula você vai saber tudo, literalmente tudo que você tem que de fato dominar para conseguir acertar todas as questões de Filosofia na sua prova de ciências humanas do Enem desse ano.

[00:23] Um conselho, se você vai assistir essa aula agora, nesse momento, pega pelo menos um caderno e uma caneta e vá fazendo anotações sobre todos os pontos que a gente vai passar em cada momento da aula.
Um conselho: se você vai assistir essa aula agora, nesse momento, pega pelo menos um caderno e uma caneta e vá fazendo anotações sobre todos os pontos que a gente vai passar em cada momento da aula.

[00:31] Por quê? Não adianta você escutar tudo que eu vou te falar aqui se depois você não vai ter nenhum material teórico para revisar essas informações.
Por quê? Não adianta você escutar tudo que eu vou te falar aqui se depois você não vai ter nenhum material teórico para revisar essas informações.

[00:36] Lembre-se de que o importante é que você entenda, mas que você também internalize alguns pontos, memorize alguns detalhes para lá na hora da prova quando o Enem cobrar determinados tópicos, você consiga trazer à tona esse conhecimento teórico que você vai aprender aqui nessa aula para então conseguir acertar mais questões sobre essa disciplina.
Lembre-se de que o importante é que você entenda, mas que você também internalize alguns pontos, memorize alguns detalhes para que na hora da prova, quando o Enem cobrar determinados tópicos, você consiga trazer à tona esse conhecimento teórico que você vai aprender aqui nessa aula para então conseguir acertar mais questões sobre essa disciplina.

[00:53] Conforme eu for passando por cada etapa da nossa aula, eu vou colocar aqui no vídeo legendas para você poder se situar melhor sobre cada uma das informações que a gente vai.
Conforme eu for passando por cada etapa da nossa aula, eu vou colocar aqui no vídeo legendas para você poder se situar melhor sobre cada uma das informações que a gente vai.

[01:00] uma das informações que a gente vai estar abordando para que você consiga estar abordando para que você consiga construir assim uma linha de raciocínio.
Uma das informações que vamos abordar para que você consiga construir uma linha de raciocínio.

[01:03] construir assim uma linha de raciocínio mais completa garantindo todo o entendimento disso vamos lá a filosofia.
Construir uma linha de raciocínio mais completa, garantindo todo o entendimento disso. Vamos lá, a filosofia.

[01:07] É uma disciplina que surge lá na Grécia antiga quando a gente pensa na filosofia ocidental.
É uma disciplina que surge lá na Grécia antiga quando pensamos na filosofia ocidental.

[01:10] antiga quando a gente pensa na filosofia ocidental antes da filosofia existia o mito.
Antiga. Quando pensamos na filosofia ocidental, antes da filosofia existia o mito.

[01:14] o mito era uma forma de você explicar a realidade o mito era a maneira como os homens explicavam tudo.
O mito era uma forma de você explicar a realidade. O mito era a maneira como os homens explicavam tudo.

[01:19] explicar a realidade o mito era a maneira como os homens explicavam tudo que acontecia ao redor ali no ambiente físico.
Explicar a realidade. O mito era a maneira como os homens explicavam tudo que acontecia ao redor ali no ambiente físico.

[01:23] físico e aí esse mito ele era uma forma de conhecimento oral transmitido por meio da fala que geralmente era transmitido em praça pública por poetas.
Físico. E aí esse mito era uma forma de conhecimento oral transmitido por meio da fala, que geralmente era transmitido em praça pública por poetas.

[01:30] meio da fala que geralmente era transmitido em praça pública por poetas conhecidos como rapsodos.
Meio da fala, que geralmente era transmitido em praça pública por poetas conhecidos como rapsodos.

[01:32] conhecidos como rapsodos depois de um tempo por conta da invenção da escrita a consolidação da democracia na Grécia antiga.
Conhecidos como rapsodos. Depois de um tempo, por conta da invenção da escrita, a consolidação da democracia na Grécia antiga.

[01:37] tempo por conta da invenção da escrita a consolidação da democracia na Grécia antiga o surgimento de sistemas monetários de trocas comerciais.
Tempo, por conta da invenção da escrita, a consolidação da democracia na Grécia antiga, o surgimento de sistemas monetários de trocas comerciais.

[01:40] antiga o surgimento de sistemas monetários de trocas comerciais Você tem uma transição gradual da mitologia pra filosofia.
Antiga, o surgimento de sistemas monetários de trocas comerciais. Você tem uma transição gradual da mitologia para a filosofia.

[01:43] monetários de trocas comerciais Você tem uma transição gradual da mitologia pra filosofia e a filosofia é essa disciplina que busca explicar tudo com uma base racional.
Monetários de trocas comerciais. Você tem uma transição gradual da mitologia para a filosofia, e a filosofia é essa disciplina que busca explicar tudo com uma base racional.

[01:49] filosofia e a filosofia é essa disciplina que busca explicar tudo com uma base racional buscando trazer a tona explicações que façam sentido no aspecto Lógico.
Filosofia. E a filosofia é essa disciplina que busca explicar tudo com uma base racional, buscando trazer à tona explicações que façam sentido no aspecto lógico.

[01:53] uma base racional buscando trazer a tona explicações que façam sentido no aspecto Lógico que tem uma certa razão fundamentada por trás.
Uma base racional, buscando trazer à tona explicações que façam sentido no aspecto lógico, que tem uma certa razão fundamentada por trás.

[01:55] Lógico que tem uma certa razão fundamentada por trás Então você Abandona Dona o pensamento mitológico e
Lógico, que tem uma certa razão fundamentada por trás. Então você abandona o pensamento mitológico e

[02:01] Abandona Dona o pensamento mitológico e passa a explicar tudo com uma lógica racional pensando que agora A ideia é você tentar abdicar de explicações que não tinham Um fundamento visível na natureza ou que eram baseadas por exemplo na religião para trazer a tona uma visão muito mais lógica e objetiva.
Abandona-se o pensamento mitológico e passa-se a explicar tudo com uma lógica racional, pensando que agora a ideia é você tentar abdicar de explicações que não tinham um fundamento visível na natureza ou que eram baseadas, por exemplo, na religião, para trazer à tona uma visão muito mais lógica e objetiva.

[02:18] Essa transição de mitologia para filosofia inclusive não aconteceu do dia pra noite foi algo gradual que foi se Dan na Grécia antiga com o surgimento da filosofia.
Essa transição de mitologia para filosofia, inclusive, não aconteceu do dia para a noite, foi algo gradual que foi se dando na Grécia antiga com o surgimento da filosofia.

[02:25] Nós entramos então na primeira etapa da filosofia que é a filosofia antiga e dentro da filosofia antiga os primeiros filósofos foram os pré-socráticos.
Nós entramos então na primeira etapa da filosofia, que é a filosofia antiga, e dentro da filosofia antiga, os primeiros filósofos foram os pré-socráticos.

[02:32] Os pré-socráticos eram filósofos que investigavam a natureza aquilo que a gente chama de fizes e esses filósofos eles buscavam entender o princípio originário de todas as coisas que é o que a gente chama de arqué.
Os pré-socráticos eram filósofos que investigavam a natureza, aquilo que a gente chama de physis, e esses filósofos buscavam entender o princípio originário de todas as coisas, que é o que a gente chama de arché.

[02:45] Dentro esses filósofos existem alguns representantes que você precisa conhecer.
Dentro desses filósofos, existem alguns representantes que você precisa conhecer.

[02:49] Nós temos por exemplo o tal de Mileto que dizia que a arqué era água temos também Demócrito que dizia que arqué era o átomo temos Pitágoras que dizia que arqué era o número temos anaximenes que dizia que arqué era o ar O anaximandro
Nós temos, por exemplo, Tales de Mileto, que dizia que a arché era água, temos também Demócrito, que dizia que a arché era o átomo, temos Pitágoras, que dizia que a arché era o número, temos Anaxímenes, que dizia que a arché era o ar. Anaximandro

[03:03] dizia que arqué era o ar O anaximandro que dizia que arqué era o apon o
dizia que o arqué era o ar. Anaximandro dizia que o arqué era o ápeiron.

[03:06] que dizia que arqué era o apon o princípio indeterminado temos dois
que dizia que o arqué era o ápeiron, o princípio indeterminado. Temos dois

[03:08] princípio indeterminado temos dois filósofos muito importantes que aí eu
princípio indeterminado. Temos dois filósofos muito importantes que aí eu

[03:09] filósofos muito importantes que aí eu peço para você dar um destaque para eles
filósofos muito importantes que aí eu peço para você dar um destaque para eles.

[03:11] peço para você dar um destaque para eles que eram Heráclito e Parmênides o
peço para você dar um destaque para eles, que eram Heráclito e Parmênides. O

[03:13] que eram Heráclito e Parmênides o Heráclito dizia que a arqué era o
que eram Heráclito e Parmênides. O Heráclito dizia que o arqué era o

[03:15] Heráclito dizia que a arqué era o mobilismo tudo flui tudo tá em constante
Heráclito dizia que o arqué era o mobilismo: tudo flui, tudo está em constante

[03:17] mobilismo tudo flui tudo tá em constante movimento e o parmenides dizia que arqué
mobilismo. Tudo flui, tudo está em constante movimento. E Parmênides dizia que o arqué

[03:19] movimento e o parmenides dizia que arqué era o imobilismo ou seja tudo é estático
movimento. E Parmênides dizia que o arqué era o imobilismo, ou seja, tudo é estático.

[03:22] era o imobilismo ou seja tudo é estático nada muda tudo é fixo há ainda o
era o imobilismo, ou seja, tudo é estático. Nada muda, tudo é fixo. Há ainda o

[03:24] nada muda tudo é fixo há ainda o empedocles que não é tão importante
nada muda, tudo é fixo. Há ainda Empédocles, que não é tão importante

[03:26] empedocles que não é tão importante assim mas que dizia que arqué seriam os
Empédocles, que não é tão importante assim, mas que dizia que o arqué seriam os

[03:28] assim mas que dizia que arqué seriam os quatro elementos água ar terra e fogo
assim: os quatro elementos: água, ar, terra e fogo.

[03:30] quatro elementos água ar terra e fogo cabe destacar também na teoria dos prcr
quatro elementos: água, ar, terra e fogo. Cabe destacar também na teoria dos pré-

[03:31] cabe destacar também na teoria dos prcr táticos que o princípio maior que era
cabe destacar também na teoria dos pré-socráticos que o princípio maior que era

[03:33] táticos que o princípio maior que era estudado por eles era a Cosmologia essa
socráticos, que era estudado por eles, era a Cosmologia. Essa

[03:35] estudado por eles era a Cosmologia essa tentativas ia explicar basicamente as
estudado por eles, era a Cosmologia. Essa tentativa ia explicar basicamente as

[03:37] tentativas ia explicar basicamente as características do universo buscando
tentativa ia explicar basicamente as características do universo, buscando

[03:38] características do universo buscando encontrar Esse princípio originário das
características do universo, buscando encontrar esse princípio originário das

[03:40] encontrar Esse princípio originário das coisas que eles chamavam de arqué vez ou
encontrar esse princípio originário das coisas, que eles chamavam de arqué. Vez ou

[03:42] coisas que eles chamavam de arqué vez ou outras você pode também encontrar o
coisas, que eles chamavam de arqué. Vez ou outra, você pode também encontrar o

[03:43] outras você pode também encontrar o termo cosmogonia para fazer referência a
outra, você pode também encontrar o termo cosmogonia para fazer referência a

[03:45] termo cosmogonia para fazer referência a isso mas o mais comum é o termo
termo cosmogonia para fazer referência a isso, mas o mais comum é o termo

[03:46] isso mas o mais comum é o termo cosmologia que diz respeito ao uso da
isso, mas o mais comum é o termo cosmologia, que diz respeito ao uso da

[03:48] cosmologia que diz respeito ao uso da razão para tentar entender o universo a
cosmologia, que diz respeito ao uso da razão para tentar entender o universo. A

[03:50] razão para tentar entender o universo a natureza temos além dos press socráticos
razão para tentar entender o universo. A natureza. Temos, além dos pré-socráticos,

[03:52] natureza temos além dos press socráticos os sofistas o sofistas eram filósofos
natureza. Temos, além dos pré-socráticos, os sofistas. Os sofistas eram filósofos

[03:54] os sofistas o sofistas eram filósofos que desenvolveram a argumentação
sofistas. Os sofistas eram filósofos que desenvolveram a argumentação

[03:56] que desenvolveram a argumentação retórica pros sofistas a verdade é
argumentação retórica. Para os sofistas, a verdade é

[03:58] retórica pros sofistas a verdade é relativa ou seja eles não diziam que
retórica. Para os sofistas, a verdade é relativa, ou seja, eles não diziam que

[04:00] relativa ou seja eles não diziam que existia o certo e o errado tudo seria
relativa. Ou seja, eles não diziam que existia o certo e o errado. Tudo seria

[04:02] existia o certo e o errado tudo seria relativo e dependeria do contexto os
relativo e dependeria do contexto. Os

[04:04] relativo e dependeria do contexto os sofistas inclusive vendiam esse conhecimento na Grécia antiga pros jovens que queriam ingressar na política.
Era relativo e dependeria do contexto. Os sofistas, inclusive, vendiam esse conhecimento na Grécia antiga para os jovens que queriam ingressar na política.

[04:09] jovens que queriam ingressar na política queriam desenvolver melhor as suas habilidades de argumentação para poder se destacar na política.
Os jovens que queriam ingressar na política queriam desenvolver melhor as suas habilidades de argumentação para poder se destacar na política.

[04:13] e aí toda a teoria do sofista se deu em torno da chamada argumentação retórica na qual eles criavam ali um jogo de palavras e raciocínios que tinh um papel não de trazer a tona o conhecimento verdadeiro mas sim de persuadir de convencer o interlocutor aquela pessoa com quem eles estavam falando.
E aí toda a teoria do sofista se deu em torno da chamada argumentação retórica, na qual eles criavam ali um jogo de palavras e raciocínios que tinham um papel não de trazer à tona o conhecimento verdadeiro, mas sim de persuadir, de convencer o interlocutor, aquela pessoa com quem eles estavam falando.

[04:26] e aí depois do sofista surge o nosso grande Grosso da filosofia antiga que é o Sócrates.
E aí, depois do sofista, surge o nosso grande expoente da filosofia antiga, que é Sócrates.

[04:30] o Sócrates basicamente fala que o conhecimento ele tem que ser baseado no entendimento do homem da natureza humana então diferente dos pré-socráticos Sócrates buscou investigar o homem buscou entender a natureza humana de forma propriamente dita.
Sócrates, basicamente, fala que o conhecimento ele tem que ser baseado no entendimento do homem, da natureza humana. Então, diferente dos pré-socráticos, Sócrates buscou investigar o homem, buscou entender a natureza humana de forma propriamente dita.

[04:44] tanto que ele falava né sobre aquela famosa frase conhece-te a ti mesmo.
Tanto que ele falava, né, sobre aquela famosa frase: 'Conhece-te a ti mesmo'.

[04:45] Sócrates buscou fazer um estudo centrado no ser humano ele fez uma oposição ao relativismo sofista ou seja ele dizia que os sofistas traziam a tona um conhecimento que era falso.
Sócrates buscou fazer um estudo centrado no ser humano. Ele fez uma oposição ao relativismo sofista, ou seja, ele dizia que os sofistas traziam à tona um conhecimento que era falso.

[04:57] ele era contrário aos sofistas ele até chamou os sofistas de Mercenários do saber e Sócrates também é um filósofo que traduz a ideia de reconhecer a própria.
Ele era contrário aos sofistas, ele até chamou os sofistas de mercenários do saber. E Sócrates também é um filósofo que traduz a ideia de reconhecer a própria.

[05:05] A ideia de reconhecer a própria ignorância, ou seja, Sócrates tem até aquela frase famosa que diz: "Só sei que nada sei".
A ideia de reconhecer a própria ignorância, ou seja, Sócrates tem até aquela frase famosa que diz: "Só sei que nada sei".

[05:11] Por quê? Porque Sócrates fala que assim, a única certeza que ele tem é que ele não sabe de nada.
Por quê? Porque Sócrates fala que assim, a única certeza que ele tem é que ele não sabe de nada.

[05:14] Então ele primeiro parte da dúvida, parte do princípio de que ele não sabe nada para depois tentar chegar a verdades, a conclusões propriamente ditas.
Então ele primeiro parte da dúvida, parte do princípio de que ele não sabe nada para depois tentar chegar a verdades, a conclusões propriamente ditas.

[05:22] Por isso ele desenvolveu o chamado método socrático.
Por isso ele desenvolveu o chamado método socrático.

[05:24] O método socrático era basicamente um diálogo que Sócrates estabelecia com as pessoas que andavam lá pelas ruas da Grécia antiga.
O método socrático era basicamente um diálogo que Sócrates estabelecia com as pessoas que andavam lá pelas ruas da Grécia antiga.

[05:30] E a ideia do método socrático é basicamente um diálogo, é você conversar com essa pessoa e aí, a partir disso, tentar chegar a um conhecimento verdadeiro.
E a ideia do método socrático é basicamente um diálogo, é você conversar com essa pessoa e aí, a partir disso, tentar chegar a um conhecimento verdadeiro.

[05:38] O método socrático era dividido em ironia e maieutica.
O método socrático era dividido em ironia e maieutica.

[05:40] A ironia era o momento em que Sócrates fazia uma série de perguntas pro seu interlocutor para que esse interlocutor percebesse as contradições daquilo que ele acreditava ser verdadeiro.
A ironia era o momento em que Sócrates fazia uma série de perguntas pro seu interlocutor para que esse interlocutor percebesse as contradições daquilo que ele acreditava ser verdadeiro.

[05:49] E depois a segunda etapa era maieutica, que é a ideia de você dar a luz ao conhecimento.
E depois a segunda etapa era maieutica, que é a ideia de você dar a luz ao conhecimento.

[05:55] Era quando, a partir daquelas perguntas, a partir da etapa da ironia, Sócrates ajudava o interlocutor a chegar a conclusões verdadeiras, a conhecimentos que agora não eram mais falsos, mas que tinham sido fundamentados a partir desse diálogo, a partir dessa...
Era quando, a partir daquelas perguntas, a partir da etapa da ironia, Sócrates ajudava o interlocutor a chegar a conclusões verdadeiras, a conhecimentos que agora não eram mais falsos, mas que tinham sido fundamentados a partir desse diálogo, a partir dessa...

[06:06] A partir desse diálogo, a partir dessa conversa, um detalhe é que o método socrático, ele segue o princípio da chamada dialética socrática.
A partir desse diálogo, a partir dessa conversa, um detalhe é que o método socrático segue o princípio da chamada dialética socrática.

[06:12] Que é um termo que você também pode encontrar na sua questão.
Que é um termo que você também pode encontrar na sua questão.

[06:13] Depois de Sócrates surge um filósofo muito importante que é Platão.
Depois de Sócrates surge um filósofo muito importante que é Platão.

[06:17] Platão foi discípulo de Sócrates e Platão desenvolveu três grandes teorias que você precisa conhecer.
Platão foi discípulo de Sócrates e Platão desenvolveu três grandes teorias que você precisa conhecer.

[06:23] A primeira teoria é a teoria das ideias.
A primeira teoria é a teoria das ideias.

[06:25] De acordo com Platão, o mundo ele é dividido em duas instâncias.
De acordo com Platão, o mundo é dividido em duas instâncias.

[06:27] Existe um mundo sensível e existe o mundo inteligível.
Existe um mundo sensível e existe o mundo inteligível.

[06:31] O mundo sensível é o mundo que está ligado aos sentidos, a sua visão, audição, paladar, tato ou olfato.
O mundo sensível é o mundo que está ligado aos sentidos, a sua visão, audição, paladar, tato ou olfato.

[06:40] E esse mundo sensível ele não gera conhecimento, de acordo com Platão.
E esse mundo sensível não gera conhecimento, de acordo com Platão.

[06:42] Ele é um mundo que gera apenas a opinião, o que Platão chamou de doxa.
Ele é um mundo que gera apenas a opinião, o que Platão chamou de doxa.

[06:46] Ele seria um mundo falso, um mundo que te engana.
Ele seria um mundo falso, um mundo que te engana.

[06:49] Já o mundo inteligível seria um mundo que estaria num plano superior, é o chamado mundo das ideias.
Já o mundo inteligível seria um mundo que estaria num plano superior, é o chamado mundo das ideias.

[06:55] Esse mundo inteligível, por sua vez, ele sim te leva à formação de um conhecimento verdadeiro.
Esse mundo inteligível, por sua vez, ele sim te leva à formação de um conhecimento verdadeiro.

[07:00] Te leva ao alcance da chamada episteme.
Te leva ao alcance da chamada episteme.

[07:02] E de acordo com Platão, esse mundo inteligível é o que deveria ser prioridade para os homens.
E de acordo com Platão, esse mundo inteligível é o que deveria ser prioridade para os homens.

[07:06] que deveria ser prioridade PR os homens porque o mundo sensível ele é falso o
que deveria ser prioridade para os homens porque o mundo sensível ele é falso.

[07:09] porque o mundo sensível ele é falso o uso dos Sentidos te leva a um
porque o mundo sensível ele é falso, o uso dos sentidos te leva a um

[07:10] uso dos Sentidos te leva a um conhecimento que não é verdadeiro por
uso dos sentidos te leva a um conhecimento que não é verdadeiro.

[07:12] conhecimento que não é verdadeiro por isso o homem Ele deve preconizar pelo
conhecimento que não é verdadeiro, por isso o homem ele deve preconizar pelo

[07:14] isso o homem Ele deve preconizar pelo mundo inteligível até chegar nas
isso o homem ele deve preconizar pelo mundo inteligível até chegar nas

[07:15] mundo inteligível até chegar nas verdades universais até chegar nesse
mundo inteligível até chegar nas verdades universais, até chegar nesse

[07:17] verdades universais até chegar nesse conhecimento propriamente dito fazendo
verdades universais, até chegar nesse conhecimento propriamente dito, fazendo

[07:19] conhecimento propriamente dito fazendo uso da razão cabe destacar que a segunda
conhecimento propriamente dito, fazendo uso da razão. Cabe destacar que a segunda

[07:21] uso da razão cabe destacar que a segunda teoria importante de Platão é a teoria
uso da razão, cabe destacar que a segunda teoria importante de Platão é a teoria

[07:23] teoria importante de Platão é a teoria da reminiscência em que Platão fala o
teoria importante de Platão é a teoria da reminiscência, em que Platão fala o

[07:25] da reminiscência em que Platão fala o seguinte Olha o homem Ele detém todo o
da reminiscência, em que Platão fala o seguinte: Olha, o homem ele detém todo o

[07:28] conhecimento do universo só que quando ele nasce ele simplesmente se esquece de
conhecimento do universo, só que quando ele nasce, ele simplesmente se esquece de

[07:30] ele nasce ele simplesmente se esquece de todo esse conhecimento Então tudo aquilo
ele nasce, ele simplesmente se esquece de todo esse conhecimento. Então, tudo aquilo

[07:32] todo esse conhecimento Então tudo aquilo que o homem vai adquirindo de
todo esse conhecimento. Então, tudo aquilo que o homem vai adquirindo de

[07:33] que o homem vai adquirindo de conhecimento ao longo da sua existência
que o homem vai adquirindo de conhecimento ao longo da sua existência

[07:34] conhecimento ao longo da sua existência nada mais é do que a lembrança de um
conhecimento ao longo da sua existência, nada mais é do que a lembrança de um

[07:36] nada mais é do que a lembrança de um conhecimento que ele já tinha quando ele
nada mais é do que a lembrança de um conhecimento que ele já tinha quando ele

[07:38] conhecimento que ele já tinha quando ele ainda não era nascido isso é a ideia da
conhecimento que ele já tinha quando ele ainda não era nascido. Isso é a ideia da

[07:40] ainda não era nascido isso é a ideia da teoria da reminiscência cabe destacar
ainda não era nascido. Isso é a ideia da teoria da reminiscência. Cabe destacar

[07:42] teoria da reminiscência cabe destacar também que de vez em quando você vai
teoria da reminiscência. Cabe destacar também que de vez em quando você vai

[07:44] também que de vez em quando você vai encontrar Nas questões de filosofia a
também que de vez em quando você vai encontrar nas questões de filosofia a

[07:46] encontrar Nas questões de filosofia a alegoria da caverna que é aquela imagem
encontrar nas questões de filosofia a alegoria da caverna, que é aquela imagem

[07:48] alegoria da caverna que é aquela imagem clássica das pessoas que ficam dentro da
alegoria da caverna, que é aquela imagem clássica das pessoas que ficam dentro da

[07:50] clássica das pessoas que ficam dentro da caverna representando ali a visualização
clássica das pessoas que ficam dentro da caverna, representando ali a visualização

[07:52] caverna representando ali a visualização do mundo sensível enquanto que as
caverna, representando ali a visualização do mundo sensível, enquanto que as

[07:54] do mundo sensível enquanto que as pessoas que estão fora da caverna já
do mundo sensível, enquanto que as pessoas que estão fora da caverna já

[07:56] pessoas que estão fora da caverna já estão conseguindo ter ali o conhe ento
pessoas que estão fora da caverna já estão conseguindo ter ali o conhecimento

[07:57] estão conseguindo ter ali o conhe ento verdadeiro que seria o mundo inteligível
estão conseguindo ter ali o conhecimento verdadeiro, que seria o mundo inteligível.

[07:59] verdadeiro que seria o mundo inteligível E aí essa ideia também é algo
verdadeiro, que seria o mundo inteligível. E aí, essa ideia também é algo

[08:01] E aí essa ideia também é algo relacionado a essa Teoria de Platão
E aí, essa ideia também é algo relacionado a essa teoria de Platão.

[08:03] relacionado a essa Teoria de Platão Platão também desenvolveu um terceiro
relacionado a essa teoria de Platão. Platão também desenvolveu um terceiro

[08:07] Platão também desenvolveu um terceiro aspecto teórico que é a teoria política.
Platão também desenvolveu um terceiro aspecto teórico que é a teoria política.

[08:09] Aspecto teórico que é a teoria política Platão fala o seguinte: A Cidade Ideal.
Aspecto teórico que é a teoria política Platão fala o seguinte: A Cidade Ideal.

[08:12] O governo ideal ele tem que ser estabelecido da seguinte maneira.
O governo ideal ele tem que ser estabelecido da seguinte maneira.

[08:13] Vão ter as pessoas que vão ocupar o terceiro estamento da sociedade que vão estar numa classe mais baixa que serão os produtores.
Vão ter as pessoas que vão ocupar o terceiro estamento da sociedade que vão estar numa classe mais baixa que serão os produtores.

[08:17] Eles que vão fazer a subsistência, a produção de alimentos.
Eles que vão fazer a subsistência, a produção de alimentos.

[08:23] Existem os indivíduos que vão ficar ali numa etapa intermediária que seriam os guardiões que iriam fazer a proteção da cidade.
Existem os indivíduos que vão ficar ali numa etapa intermediária que seriam os guardiões que iriam fazer a proteção da cidade.

[08:28] E existe aqueles que exerceriam a política que seriam os políticos.
E existe aqueles que exerceriam a política que seriam os políticos.

[08:30] E para Platão, quem deveria exercer a atividade política são os filósofos.
E para Platão, quem deveria exercer a atividade política são os filósofos.

[08:35] Tanto que a teoria política de Platão é uma teoria baseada na sofocracia.
Tanto que a teoria política de Platão é uma teoria baseada na sofocracia.

[08:38] Porque para Platão, os filósofos eles são indivíduos superiores, eles estão mais aptos a exercer a política em relação a outros indivíduos.
Porque para Platão, os filósofos eles são indivíduos superiores, eles estão mais aptos a exercer a política em relação a outros indivíduos.

[08:47] E por isso eles é quem devem exercer o governo político e não a população.
E por isso eles é quem devem exercer o governo político e não a população.

[08:51] Isso é até uma pegadinha para você lembrar que a teoria política de Platão não é democrática.
Isso é até uma pegadinha para você lembrar que a teoria política de Platão não é democrática.

[08:54] A teoria de política de Platão, ela é até certo ponto elitista, porque restringe o domínio político apenas a um segmento específico da sociedade.
A teoria de política de Platão, ela é até certo ponto elitista, porque restringe o domínio político apenas a um segmento específico da sociedade.

[09:02] Dito isso, a gente parte pro próximo filósofo que é Aristóteles.
Dito isso, a gente parte pro próximo filósofo que é Aristóteles.

[09:03] Só que ele foi contrário à ideia de Platão.
Só que ele foi contrário à ideia de Platão.

[09:07] que ele foi contrário à ideia de Platão Ele desenvolveu uma teoria que vai na contramão daquilo que Platão defendia.
que ele foi contrário à ideia de Platão. Ele desenvolveu uma teoria que vai na contramão daquilo que Platão defendia.

[09:10] contramão daquilo que Platão defendia primeiramente nós temos que pensar na teoria metafísica de Aristóteles o Aristóteles fala que toda coisa é uma substância.
contramão daquilo que Platão defendia. Primeiramente, nós temos que pensar na teoria metafísica de Aristóteles. O Aristóteles fala que toda coisa é uma substância.

[09:16] Aristóteles fala que toda coisa é uma substância O que que é uma substância é uma realidade que existe por si mesma e essa substância ela é composta por uma essência o que seria assim o princípio fundamental que define aquilo tal como ele é e acidentes que são características complementares.
Aristóteles fala que toda coisa é uma substância. O que que é uma substância? É uma realidade que existe por si mesma, e essa substância ela é composta por uma essência, o que seria assim o princípio fundamental que define aquilo tal como ele é, e acidentes, que são características complementares.

[09:29] Aristóteles fala que todas as coisas todas as substâncias elas se apresentam numa condição de ato mas existe a relação de potência ou seja ato é a manifestação atual do ser é como aquela coisa é agora nesse momento e potência é a possibilidade do ser aquilo que aquela substância pode vir a se tornar eventualmente Num futuro próximo.
Aristóteles fala que todas as coisas, todas as substâncias, elas se apresentam numa condição de ato, mas existe a relação de potência. Ou seja, ato é a manifestação atual do ser, é como aquela coisa é agora, nesse momento, e potência é a possibilidade do ser, aquilo que aquela substância pode vir a se tornar eventualmente num futuro próximo.

[09:47] substância pode vir a se tornar eventualmente Num futuro próximo E aí surge a teoria das quatro causas primeiras de Aristóteles essa teoria fala que todas as coisas são segmentadas a partir de quatro causas primeiras.
substância pode vir a se tornar eventualmente num futuro próximo. E aí surge a teoria das quatro causas primeiras de Aristóteles. Essa teoria fala que todas as coisas são segmentadas a partir de quatro causas primeiras.

[09:58] existe a a causa material que é a matéria daquilo que a substância é feita existe a causa formal que tem relação com a forma tem relação com a essência.
Existe a causa material, que é a matéria daquilo que a substância é feita. Existe a causa formal, que tem relação com a forma, tem relação com a essência.

[10:07] com a forma tem relação com a essência daquela determinada substância existe.
A forma tem relação com a essência daquela determinada substância existe.

[10:09] daquela determinada substância existe também a causa eficiente que é o causador.
Daquela determinada substância existe também a causa eficiente, que é o causador.

[10:11] é quem levou a formação daquela substância quem gerou aquela substância.
É quem levou à formação daquela substância, quem gerou aquela substância.

[10:16] e a quarta causa que é a causa final que é a finalidade daquela substância.
E a quarta causa, que é a causa final, que é a finalidade daquela substância.

[10:19] Por que que ela existe para que que ela foi criada essa configuração metafísica de Aristóteles?
Por que ela existe? Para que ela foi criada? Essa configuração metafísica de Aristóteles?

[10:23] Inclusive tem muita relação com aquilo que a gente chama de teleologismo que é o estudo filosófico dos fins.
Inclusive, tem muita relação com aquilo que a gente chama de teleologismo, que é o estudo filosófico dos fins.

[10:27] Porque Aristóteles busca em partes estudar a finalidade de cada coisa que existe na realidade e isso faz parte da metafísica aristotélica.
Porque Aristóteles busca, em partes, estudar a finalidade de cada coisa que existe na realidade, e isso faz parte da metafísica aristotélica.

[10:35] O segundo aspecto importante da teoria de Aristóteles é que Aristóteles fala que o homem.
O segundo aspecto importante da teoria de Aristóteles é que Aristóteles fala que o homem.

[10:39] Ele é um animal político por natureza, tanto que existe o termo Zoom politicon.
Ele é um animal político por natureza, tanto que existe o termo 'Zoom politicon'.

[10:44] Ele fala que o homem Ele tá naturalmente predisposto a exercer a política e detalhe isso se deve à característica do homem ser um indivíduo racional.
Ele fala que o homem está naturalmente predisposto a exercer a política. E detalhe: isso se deve à característica do homem ser um indivíduo racional.

[10:54] Mas aqui só toma cuidado com uma coisa também, quando Aristóteles fala sobre política, ele não fala que todos os indivíduos devem exercer a política.
Mas aqui, só toma cuidado com uma coisa também: quando Aristóteles fala sobre política, ele não fala que todos os indivíduos devem exercer a política.

[10:59] O indivíduo que deve exercer atividade política é o indivíduo grego, até porque existia essa questão do preconceito lá na Grécia antiga.
O indivíduo que deve exercer atividade política é o indivíduo grego, até porque existia essa questão do preconceito lá na Grécia antiga.

[11:04] Só quem era da Grécia, quem era um grego nato que poderia.
Só quem era da Grécia, quem era um grego nato, poderia.

[11:07] Quem era um grego Nato que poderia exercer a política é um indivíduo que deveria ter dinheiro deveria ter poses para não precisar ficar trabalhando ele.
Quem era um grego nato que poderia exercer a política é um indivíduo que deveria ter dinheiro, deveria ter posses para não precisar ficar trabalhando.

[11:12] Ele tem que se dedicar integralmente à política.
Ele tem que se dedicar integralmente à política.

[11:15] Devia ser um indivíduo que poderia desfrutar do ócio.
Devia ser um indivíduo que poderia desfrutar do ócio.

[11:17] Ou seja, ele não precisa ser um indivíduo muito ocupado.
Ou seja, ele não precisa ser um indivíduo muito ocupado.

[11:19] Ele tem que ser um indivíduo que tem tempo livre para executar a política.
Ele tem que ser um indivíduo que tem tempo livre para executar a política.

[11:21] E isso iria fundamentar toda a configuração política da organização da pólice.
E isso iria fundamentar toda a configuração política da organização da pólis.

[11:24] A ética aristotélica também é um detalhe importante dentro da teoria de Aristóteles.
A ética aristotélica também é um detalhe importante dentro da teoria de Aristóteles.

[11:28] Porque Aristóteles fala que a causa final do homem é a felicidade.
Porque Aristóteles fala que a causa final do homem é a felicidade.

[11:33] Isso é o que a gente chama de eudaimonismo.
Isso é o que a gente chama de eudaimonismo.

[11:36] Essa ideia de que a causa final do homem, a finalidade maior do homem é sempre a busca pela felicidade.
Essa ideia de que a causa final do homem, a finalidade maior do homem é sempre a busca pela felicidade.

[11:40] E toda a ética aristotélica se baseia no princípio de quê o homem deve agir guiado pela mediania.
E toda a ética aristotélica se baseia no princípio de que o homem deve agir guiado pela mediania.

[11:47] O homem não deve optar pelos extremos.
O homem não deve optar pelos extremos.

[11:49] Ele não pode pecar nem muito pelo excesso nem muito pela falta.
Ele não pode pecar nem muito pelo excesso nem muito pela falta.

[11:50] Ele deve ficar ali na mediania, entre aspas, no meio termo para que ele possa executar todas as suas ações.
Ele deve ficar ali na mediania, entre aspas, no meio termo para que ele possa executar todas as suas ações.

[11:56] Buscando assim ter a conduta que seja mais adequada possível com a realidade.
Buscando assim ter a conduta que seja mais adequada possível com a realidade.

[12:00] Aristóteles até fala na teoria política sobre as formas de governo.
Aristóteles até fala na teoria política sobre as formas de governo.

[12:04] Ele fala que se se uma pessoa executa o domínio político, você tem duas possibilidades.
Ele fala que se uma pessoa executa o domínio político, você tem duas possibilidades.

[12:08] político você tem duas possibilidades Você pode ter a monarquia que é um governo positivo ou a tirania que é um governo negativo ruim se você tem um pequeno grupo exercendo a política Você pode ter uma aristocracia que para Aristóteles era positivo ou uma oligarquia que para Aristóteles era negativo e se todos exercem o domínio político se todos participam da política Você pode ter duas possibilidades você pode pode ter uma politeia ou República que para Aristóteles era positivo e você pode ter uma democracia uma demagogia que aí para Aristóteles já não era tão positivo assim essa distinção das formas de governo é um pouco mais específico Mas se você quiser anotar fica essa informação complementar para você após sairmos de Aristóteles Vamos agora pro período helenista o período helenista é o último tópico da filosofia antiga que você tem que conhecer quando a gente pensa em período helenista a gente tá pensando num contexto da filosofia que surge por conta do domínio macedônico então o Alexandre Magno estabelece o domínio macedônico e aí você começa a ter uma interação entre entre a cultura grega ocidental e a cultura dos povos orientais levando a configuração da filosofia helenista a filosofia helenista é dividida em diversas correntes a gente vai passar por cada uma delas a primeira corrente é o
político você tem duas possibilidades você pode ter a monarquia que é um governo positivo ou a tirania que é um governo negativo ruim se você tem um pequeno grupo exercendo a política você pode ter uma aristocracia que para Aristóteles era positivo ou uma oligarquia que para Aristóteles era negativo e se todos exercem o domínio político se todos participam da política você pode ter duas possibilidades você pode pode ter uma politeia ou República que para Aristóteles era positivo e você pode ter uma democracia uma demagogia que aí para Aristóteles já não era tão positivo assim essa distinção das formas de governo é um pouco mais específico mas se você quiser anotar fica essa informação complementar para você após sairmos de Aristóteles vamos agora pro período helenista o período helenista é o último tópico da filosofia antiga que você tem que conhecer quando a gente pensa em período helenista a gente tá pensando num contexto da filosofia que surge por conta do domínio macedônico então o Alexandre Magno estabelece o domínio macedônico e aí você começa a ter uma interação entre entre a cultura grega ocidental e a cultura dos povos orientais levando a configuração da filosofia helenista a filosofia helenista é dividida em diversas correntes a gente vai passar por cada uma delas a primeira corrente é o

[13:09] Uma delas a primeira corrente é o epicurismo o grande representante do epicurismo o grande representante do epicurismo é o Epicuro.
Uma delas, a primeira corrente, é o Epicurismo. O grande representante do Epicurismo é o Epicuro.

[13:13] O epicurismo ele propõe a ideia de uma vida voltada aos simples prazeres.
O Epicurismo propõe a ideia de uma vida voltada aos simples prazeres.

[13:16] E quando a gente fala de uma vida voltada aos simples prazeres, a gente não tá falando de fama, de riqueza.
E quando falamos de uma vida voltada aos simples prazeres, não estamos falando de fama, de riqueza.

[13:21] A gente tá falando de prazer simples, de fato.
Estamos falando de prazer simples, de fato.

[13:25] Tanto que a ideia buscada pelo epicurismo era a busca pela taraxia, pela imperturbabilidade da alma.
Tanto que a ideia buscada pelo Epicurismo era a busca pela ataraxia, pela imperturbabilidade da alma.

[13:30] E aí o epicurismo ele vai se basear numa vida simples e moderada que seja baseada ali nessa busca por simples prazeres.
E aí o Epicurismo vai se basear numa vida simples e moderada, que seja baseada nessa busca por simples prazeres.

[13:36] Nada muito exuberante.
Nada muito exuberante.

[13:38] A gente também tem o ceticismo ou pirronismo que tem como principal representante o Pirro de Élida.
Também temos o Ceticismo ou Pirronismo, que tem como principal representante Pirro de Élida.

[13:43] O ceticismo fala que nenhum conhecimento verdadeiro, tudo é falso, tudo é relativo.
O Ceticismo diz que nenhum conhecimento é verdadeiro, tudo é falso, tudo é relativo.

[13:47] Não dá para você afirmar que uma coisa necessariamente certeira, que aquilo realmente é daquela forma como você visualiza.
Não dá para afirmar que algo é necessariamente certo, que aquilo realmente é da forma como você visualiza.

[13:54] E aí você traduz assim uma vertente filosófica diferente.
E aí você tem uma vertente filosófica diferente.

[13:56] Temos também o estoicismo.
Temos também o Estoicismo.

[13:58] O estoicismo tem como como grande representante o Zenão de Cício.
O Estoicismo tem como grande representante Zenão de Cício.

[14:02] O Zenão de Cício fala que o homem ele deve desprezar os prazeres.
Zenão de Cício diz que o homem deve desprezar os prazeres.

[14:04] O homem deve buscar basicamente conhecimento sobre a sabedoria do Cosmo, sobre a sabedoria do universo e ele deve
O homem deve buscar basicamente conhecimento sobre a sabedoria do Cosmo, sobre a sabedoria do universo, e ele deve

[14:11] sobre a sabedoria do universo e ele deve viver indiferente aos problemas da vida
sobre a sabedoria do universo e ele deve viver indiferente aos problemas da vida.

[14:13] viver indiferente aos problemas da vida ah você perdeu sua casa seu carro tudo
viver indiferente aos problemas da vida, ah, você perdeu sua casa, seu carro, tudo.

[14:16] ah você perdeu sua casa seu carro tudo bem não se preocupa com isso ah você
ah, você perdeu sua casa, seu carro, tudo bem, não se preocupa com isso, ah, você

[14:18] bem não se preocupa com isso ah você perdeu um braço tudo bem não se preocupa
bem, não se preocupa com isso, ah, você perdeu um braço, tudo bem, não se preocupa.

[14:20] perdeu um braço tudo bem não se preocupa com isso deve viver indiferente aos
perdeu um braço, tudo bem, não se preocupa com isso, deve viver indiferente aos

[14:21] com isso deve viver indiferente aos problemas da vida e temos também o
com isso, deve viver indiferente aos problemas da vida, e temos também o

[14:23] problemas da vida e temos também o cinismo que tem como grande
problemas da vida, e temos também o cinismo, que tem como grande

[14:24] cinismo que tem como grande representante o Diógenes de cop essa
cinismo, que tem como grande representante o Diógenes de Sinope.

[14:27] representante o Diógenes de cop essa corrente ela é uma vertente democrática
representante o Diógenes de Sinope. Essa corrente, ela é uma vertente democrática

[14:29] corrente ela é uma vertente democrática que propõe a ideia de uma vida que seja
corrente, ela é uma vertente democrática que propõe a ideia de uma vida que seja

[14:30] que propõe a ideia de uma vida que seja a mais simples possível até propõe aqui
que propõe a ideia de uma vida que seja a mais simples possível. Até propõe aqui

[14:32] a mais simples possível até propõe aqui a concepção de um desprezo às Convenções
a mais simples possível. Até propõe aqui a concepção de um desprezo às convenções

[14:35] a concepção de um desprezo às Convenções sociais como forma de estilo de vida
a concepção de um desprezo às convenções sociais como forma de estilo de vida.

[14:36] sociais como forma de estilo de vida agora que a gente finalizou a filosofia
sociais como forma de estilo de vida. Agora que a gente finalizou a filosofia

[14:38] agora que a gente finalizou a filosofia antiga a gente vai pra filosofia
agora que a gente finalizou a filosofia antiga, a gente vai para a filosofia

[14:39] antiga a gente vai pra filosofia medieval e filosofia medieval é
antiga. A gente vai para a filosofia medieval, e filosofia medieval é

[14:40] medieval e filosofia medieval é basicamente uma filosofia que tem muita
medieval. E filosofia medieval é basicamente uma filosofia que tem muita

[14:42] basicamente uma filosofia que tem muita correlação com a religião é uma
basicamente uma filosofia que tem muita correlação com a religião. É uma

[14:43] correlação com a religião é uma filosofia que foi desenvolvida pelos
correlação com a religião. É uma filosofia que foi desenvolvida pelos

[14:44] filosofia que foi desenvolvida pelos padres pela própria Igreja Católica no
filosofia que foi desenvolvida pelos padres, pela própria Igreja Católica no

[14:47] padres pela própria Igreja Católica no contexto da idade média e aí você tem
padres, pela própria Igreja Católica, no contexto da Idade Média. E aí você tem

[14:49] contexto da idade média e aí você tem duas grandes correntes de pensamento
contexto da Idade Média. E aí você tem duas grandes correntes de pensamento.

[14:50] duas grandes correntes de pensamento aqui existe a patrística que surge
duas grandes correntes de pensamento. Aqui existe a patrística, que surge

[14:52] aqui existe a patrística que surge primeiramente e a Escolástica que surge
aqui existe a patrística, que surge primeiramente, e a Escolástica, que surge

[14:53] primeiramente e a Escolástica que surge no momento posterior a patrística ela é
primeiramente. E a Escolástica, que surge no momento posterior. A patrística, ela é

[14:56] no momento posterior a patrística ela é uma vertente de pensamento que tem como
no momento posterior. A patrística, ela é uma vertente de pensamento que tem como

[14:57] uma vertente de pensamento que tem como principal representante o Santo
uma vertente de pensamento que tem como principal representante o Santo

[14:59] principal representante o Santo Agostinho de pona a patrística ela é uma
principal representante, o Santo Agostinho de Hipona. A patrística, ela é uma

[15:02] Agostinho de pona a patrística ela é uma vertente que vai ser defendida por Santo
Agostinho de Hipona. A patrística, ela é uma vertente que vai ser defendida por Santo

[15:04] vertente que vai ser defendida por Santo Agostinho de pona a partir de algumas
vertente que vai ser defendida por Santo Agostinho de Hipona, a partir de algumas

[15:05] Agostinho de pona a partir de algumas teorias as teorias de Santo Agostinho de
Agostinho de Hipona, a partir de algumas teorias. As teorias de Santo Agostinho de

[15:07] teorias as teorias de Santo Agostinho de pona são primeira teoria Santo Agostinho
teorias. As teorias de Santo Agostinho de Hipona são: primeira teoria, Santo Agostinho

[15:10] pona são primeira teoria Santo Agostinho de pona fala sobre a teoria da
de Hipona fala sobre a teoria da

[15:11] De Pona fala sobre a teoria da iluminação para Santo Agostinho de Pona.
De Pona fala sobre a teoria da iluminação para Santo Agostinho de Pona.

[15:14] Iluminação para Santo Agostinho de Pona, a fé é anterior à razão, ou seja, primeiro.
Iluminação para Santo Agostinho de Pona, a fé é anterior à razão, ou seja, primeiro.

[15:17] A fé é anterior à razão, ou seja, primeiro você tem a fé e depois surge a razão e a.
A fé é anterior à razão, ou seja, primeiro você tem a fé e depois surge a razão e a.

[15:20] Você tem a fé e depois surge a razão e a teoria da iluminação, ela propõe a.
Você tem a fé e depois surge a razão e a teoria da iluminação, ela propõe a.

[15:21] Teoria da iluminação, ela propõe a seguinte concepção: a razão, por si só, não.
Teoria da iluminação, ela propõe a seguinte concepção: a razão, por si só, não.

[15:23] Seguinte concepção: a razão, por si só, não é suficiente para explicar tudo aquilo.
Seguinte concepção: a razão, por si só, não é suficiente para explicar tudo aquilo.

[15:25] É suficiente para explicar tudo aquilo que existe no mundo, então é necessário.
É suficiente para explicar tudo aquilo que existe no mundo, então é necessário.

[15:27] Que existe no mundo, então é necessário que haja a iluminação de Deus para que a.
Que existe no mundo, então é necessário que haja a iluminação de Deus para que a.

[15:29] Que haja a iluminação de Deus para que a razão possa agir da maneira adequada.
Que haja a iluminação de Deus para que a razão possa agir da maneira adequada.

[15:31] Razão possa agir da maneira adequada para que você obtenha conhecimentos.
Razão possa agir da maneira adequada para que você obtenha conhecimentos.

[15:32] Para que você obtenha conhecimentos verdadeiros daquilo que está presente na.
Para que você obtenha conhecimentos verdadeiros daquilo que está presente na.

[15:34] Verdadeiros daquilo que está presente na realidade, na prática, a razão, ela só.
Verdadeiros daquilo que está presente na realidade, na prática, a razão, ela só.

[15:36] Realidade, na prática, a razão, ela só reforça as verdades que são encontradas.
Realidade, na prática, a razão, ela só reforça as verdades que são encontradas.

[15:39] Reforça as verdades que são encontradas pela fé, então primeiro tem a fé, depois.
Reforça as verdades que são encontradas pela fé, então primeiro tem a fé, depois.

[15:41] Pela fé, então primeiro tem a fé, depois tem a razão, você tem que acreditar em.
Pela fé, então primeiro tem a fé, depois tem a razão, você tem que acreditar em.

[15:42] Tem a razão, você tem que acreditar em Deus, porque se você não acreditar em.
Tem a razão, você tem que acreditar em Deus, porque se você não acreditar em.

[15:43] Deus, porque se você não acreditar em Deus, você não vai passar por esse.
Deus, porque se você não acreditar em Deus, você não vai passar por esse.

[15:45] Deus, você não vai passar por esse processo de iluminação em que a razão.
Deus, você não vai passar por esse processo de iluminação em que a razão.

[15:46] Processo de iluminação em que a razão, ela vai poder executar o seu papel de.
Processo de iluminação em que a razão, ela vai poder executar o seu papel de.

[15:48] Ela vai poder executar o seu papel de levar ao encontro dessas verdades que já.
Ela vai poder executar o seu papel de levar ao encontro dessas verdades que já.

[15:50] Levar ao encontro dessas verdades que já tinham sido delimitadas pela fé. Além.
Levar ao encontro dessas verdades que já tinham sido delimitadas pela fé. Além.

[15:52] Tinham sido delimitadas pela fé. Além disso, existe a teoria de bem e mal para.
Tinham sido delimitadas pela fé. Além disso, existe a teoria de bem e mal para.

[15:54] Disso, existe a teoria de bem e mal para Santo Agostinho de Pona. O bem, ele existe.
Disso, existe a teoria de bem e mal para Santo Agostinho de Pona. O bem, ele existe.

[15:57] Santo Agostinho de Pona, o bem, ele existe e o mal, ele não existe. Existe porque na.
Santo Agostinho de Pona, o bem, ele existe e o mal, ele não existe. Existe porque na.

[15:59] E o mal, ele não existe. Existe porque na prática, o mal é a ausência de bem, então.
E o mal, ele não existe. Existe porque na prática, o mal é a ausência de bem, então.

[16:01] Prática, o mal é a ausência de bem. Então, existe o bem. Se não tiver o bem, você vai.
Prática, o mal é a ausência de bem. Então, existe o bem. Se não tiver o bem, você vai.

[16:03] Ter o quê? O mal. Só que o mal não é uma.
Ter o quê? O mal. Só que o mal não é uma.

[16:05] Coisa que existe por si só, ele só existe.
Coisa que existe por si só, ele só existe.

[16:07] Na ausência do bem. Santo Agostinho.
Na ausência do bem. Santo Agostinho.

[16:09] Também propõe a ideia das confissões, propondo ali uma ética de.
Também propõe a ideia das confissões, propondo ali uma ética de.

[16:12] propond ali uma ética de responsabilidade se o homem Ele comete responsabilidade se o homem Ele comete um pecado ele tem que se confessar isso.
Propõe ali uma ética de responsabilidade: se o homem comete um pecado, ele tem que se confessar.

[16:15] um pecado ele tem que se confessar isso até meio que orienta a conduta humana.
Isso até meio que orienta a conduta humana.

[16:16] até meio que orienta a conduta humana naquele contexto e faz uma distinção.
Naquele contexto, faz uma distinção.

[16:18] naquele contexto e faz uma distinção entre a cidade de Deus e a Cidade dos.
Entre a Cidade de Deus e a Cidade dos Homens.

[16:19] entre a cidade de Deus e a Cidade dos Homens de acordo com Santo Agostinho de.
De acordo com Santo Agostinho de Hipona.

[16:21] Homens de acordo com Santo Agostinho de pona a Cidade de Deus seria perfeita e a.
A Cidade de Deus seria perfeita.

[16:23] pona a Cidade de Deus seria perfeita e a Cidade dos Homens ela seria falha teria.
E a Cidade dos Homens seria falha.

[16:25] Cidade dos Homens ela seria falha teria ali alguns mecanismos que vez ou outra.
Teria ali alguns mecanismos que, vez ou outra, se distanciaram do que seria ideal.

[16:27] ali alguns mecanismos que vez ou outra se distanciaram do que seria ideal.

[16:29] se distanciaram do que seria ideal destaque-se também que o Santa Agostinho.
Destaca-se também que Santo Agostinho de Hipona foi fortemente influenciado por Platão e pela teoria do neoplatonismo na configuração das suas ideias.

[16:31] destaque-se também que o Santa Agostinho de pona ele foi fortemente influenciado.

[16:33] de pona ele foi fortemente influenciado por Platão e pela teoria do.

[16:35] por Platão e pela teoria do neoplatonismo na configuração das suas.

[16:37] neoplatonismo na configuração das suas ideias agora passando pra outra vertente.
Agora, passando para outra vertente, que é a Escolástica, que tem como grande representante São Tomás de Aquino.

[16:39] ideias agora passando pra outra vertente que é a Escolástica que tem como grande.

[16:41] que é a Escolástica que tem como grande representante o São Tomás ja Aquino A.

[16:43] representante o São Tomás ja Aquino A gente vai pensar numa filosofia em que.
A gente vai pensar numa filosofia em que vai haver uma forte influência de Aristóteles.

[16:45] gente vai pensar numa filosofia em que vai haver uma forte influência de.

[16:47] vai haver uma forte influência de Aristóteles o Aristóteles foi quem.
Aristóteles foi quem influenciou fortemente São Tomás de Aquino na configuração da Escolástica.

[16:49] Aristóteles o Aristóteles foi quem influenciou fortemente o São Tomás de.

[16:51] influenciou fortemente o São Tomás de Aquino na configuração da Escolástica e.

[16:53] Aquino na configuração da Escolástica e aqui o São Tomás de aquin ele propõe uma.
E aqui, São Tomás de Aquino propõe uma visão um pouco diferente.

[16:55] aqui o São Tomás de aquin ele propõe uma visão um pouco diferente ele fala que.
Ele fala que você precisa entender para crer.

[16:57] visão um pouco diferente ele fala que você precisa entender para crer por que.

[16:59] você precisa entender para crer por que que isso é legal porque o Santo.
Por que isso é legal? Porque Santo Agostinho de Hipona, lá na patrística, falava que você precisava crer para entender.

[17:00] que isso é legal porque o Santo Agostinho de pona lá na patría ele.

[17:02] Agostinho de pona lá na patría ele falava que você precisava crer para.

[17:04] falava que você precisava crer para entender então era fé primeiro depois a.
Então, era fé primeiro, depois a razão.

[17:07] entender então era fé primeiro depois a razão aqui não aqui o São Tomás ja.
Aqui não. Aqui, São Tomás de Aquino vai falar que você precisa entender para crer.

[17:10] razão aqui não aqui o São Tomás ja Aquino Vai falar que você precisa.

[17:11] Aquino Vai falar que você precisa entender para crer então primeiro a.
Então, primeiro, a razão.

[17:13] entender para crer então primeiro a razão depois a fé só que ele propõe a seguinte ideia a filosofia ela gera um conhecimento imperfeito e a teologia esclarece Então por meio da razão você até vai atingir um certo conhecimento você vai ser um conhecimento imperfeito e depois que você usa a razão Você pode muito bem aplicar a fé para desenvolver melhor esse conhecimento e chegar numa verdade propriamente dita uma coisa importante sobre São Tomás ja Aquino é que ele estabelece a chamada teoria das causas primeiras isso aqui é fortemente influenciado pelo teleologismo lá de Aristóteles ele fala o seguinte Deus existe e eu posso provar como E aí o que que ele fala primeiro Deus é o primeiro motor imóvel ele foi a primeira coisa que surgiu que move todas as coisas mas não é movido por nada segundo ele fala sobre a chamada causa eficiente Poxa todas as coisas têm uma causa eficiente exceto Deus porque Deus é a causa eficiente de tudo que existe no mundo Deus é quem dá a finalidade de tudo aquilo que existe no mundo ele fala sobre os graus de perfeição em que Deus é a única figura que tem o maior grau de perfeição possível fala do necessário in contingente existem coisas que são necessárias existem coisas que são contingentes e necessário nesse caso seria Deus e ele propõe também a ideia da finalidade do ser quem dá a finalidade do ser é Deus porque Deus é o
entender para crer então primeiro a razão depois a fé só que ele propõe a seguinte ideia a filosofia ela gera um conhecimento imperfeito e a teologia esclarece Então por meio da razão você até vai atingir um certo conhecimento você vai ser um conhecimento imperfeito e depois que você usa a razão Você pode muito bem aplicar a fé para desenvolver melhor esse conhecimento e chegar numa verdade propriamente dita uma coisa importante sobre São Tomás ja Aquino é que ele estabelece a chamada teoria das causas primeiras isso aqui é fortemente influenciado pelo teleologismo lá de Aristóteles ele fala o seguinte Deus existe e eu posso provar como E aí o que que ele fala primeiro Deus é o primeiro motor imóvel ele foi a primeira coisa que surgiu que move todas as coisas mas não é movido por nada segundo ele fala sobre a chamada causa eficiente Poxa todas as coisas têm uma causa eficiente exceto Deus porque Deus é a causa eficiente de tudo que existe no mundo Deus é quem dá a finalidade de tudo aquilo que existe no mundo ele fala sobre os graus de perfeição em que Deus é a única figura que tem o maior grau de perfeição possível fala do necessário in contingente existem coisas que são necessárias existem coisas que são contingentes e necessário nesse caso seria Deus e ele propõe também a ideia da finalidade do ser quem dá a finalidade do ser é Deus porque Deus é o

[18:15] finalidade do ser é Deus porque Deus é o primeiro motor imóvel E isso também é uma teoria importante nesse sentido
A finalidade do ser é Deus porque Deus é o primeiro motor imóvel, e isso também é uma teoria importante nesse sentido.

[18:18] agora que a gente sai da filosofia medieval a gente vem pra filosofia moderna e na filosofia moderna a gente começa estudando aqui o tópico de epistemologia
Agora que a gente sai da filosofia medieval, a gente vem para a filosofia moderna, e na filosofia moderna a gente começa estudando aqui o tópico de epistemologia.

[18:25] dentro da epistemologia nós vamos ter aqui duas grandes correntes de pensamento nós vamos ter o racionalismo e vamos ter o empirismo
Dentro da epistemologia, nós vamos ter aqui duas grandes correntes de pensamento: nós vamos ter o racionalismo e vamos ter o empirismo.

[18:30] o racionalismo é uma corrente de pensamento defendida por René Descartes
O racionalismo é uma corrente de pensamento defendida por René Descartes.

[18:33] René decartes falava o seguinte Olha o conhecimento somente pode ser obtido por meio do uso da razão e os sentidos eles são falsos eles nos Enganam
René Descartes falava o seguinte: 'Olha, o conhecimento somente pode ser obtido por meio do uso da razão, e os sentidos, eles são falsos, eles nos enganam'.

[18:42] os sentidos não nos levam a obtenção de conhecimento verdadeiro
Os sentidos não nos levam à obtenção de conhecimento verdadeiro.

[18:43] René decartes desenvolveu o chamado método cartesiano também chamado de método da dúvida ou dúvida metódica hiperbólica
René Descartes desenvolveu o chamado método cartesiano, também chamado de método da dúvida ou dúvida metódica hiperbólica.

[18:49] porque para Descartes para você obter um conhecimento o primeiro passo é você duvidar
Porque, para Descartes, para você obter um conhecimento, o primeiro passo é você duvidar.

[18:53] Então você nunca vai aceitar como verdade algo que você não sabe se necessariamente é realmente verdade
Então você nunca vai aceitar como verdade algo que você não sabe se necessariamente é realmente verdade.

[18:58] então você começa duvidando E aí por meio de algumas etapas você vai chegar na configuração de um conhecimento seguro e inabalável
Então você começa duvidando, e aí, por meio de algumas etapas, você vai chegar na configuração de um conhecimento seguro e inabalável.

[19:05] decards falava que existia um tipos de ideias existem as ideias inatas que já nascem com o homem existem as ideias Adventistas que você vai obter ali por meio do uso dos Sentidos e as imaginativas derivadas ali do seu pensamento
Descartes falava que existiam tipos de ideias: existem as ideias inatas, que já nascem com o homem; existem as ideias adventícias, que você vai obter ali por meio do uso dos sentidos; e as imaginativas, derivadas ali do seu pensamento.

[19:14] Além disso Existem os
Além disso, existem os

[19:16] Pensamento. Além disso, existem os estágios da dúvida, esses estágios são...
Pensamento. Além disso, existem os estágios da dúvida, esses estágios são...

[19:18] Estágios da dúvida, esses estágios são divididos em sonho, então ele fala que o...
Estágios da dúvida, esses estágios são divididos em sonho, então ele fala que o...

[19:21] Sonho pode te levar a uma dúvida, pode...
Sonho pode te levar a uma dúvida, pode...

[19:22] Levar a um conhecimento imperfeito.
Levar a um conhecimento imperfeito.

[19:24] Sentidos. Então, Descartes reconhece que...
Sentidos. Então, Descartes reconhece que...

[19:26] Os sentidos são falhos e eles também...
Os sentidos são falhos e eles também...

[19:28] Podem te levar ao erro, pode te levar a...
Podem te levar ao erro, pode te levar a...

[19:29] Dúvida, pode te levar a um engano e o gênio maligno que, de acordo com Descartes, seria...
Dúvida, pode te levar a um engano e o gênio maligno que, de acordo com Descartes, seria...

[19:31] Ele uma figura que poderia também...
Ele uma figura que poderia também...

[19:33] Impactar diretamente o homem. Uma teoria...
Impactar diretamente o homem. Uma teoria...

[19:34] Bem conhecida de Descartes é a teoria do...
Bem conhecida de Descartes é a teoria do...

[19:35] Cogito ergo sum. Para Descartes, essa...
Cogito ergo sum. Para Descartes, essa...

[19:37] Teoria fala o seguinte: Penso, logo existo.
Teoria fala o seguinte: Penso, logo existo.

[19:39] Que é aquela verdade inabalável que, para Descartes, seria um fato em todas as...
Que é aquela verdade inabalável que, para Descartes, seria um fato em todas as...

[19:42] Situações. Então, se tem uma coisa que...
Situações. Então, se tem uma coisa que...

[19:44] Descartes não duvida, é a ideia de que se...
Descartes não duvida, é a ideia de que se...

[19:46] ele pensa, ele consequentemente existe, ou...
ele pensa, ele consequentemente existe, ou...

[19:48] Ou seja, sua existência é comprovada pelo...
Ou seja, sua existência é comprovada pelo...

[19:49] Fato de que ele consegue pensar. A gente entra então numa outra vertente...
Fato de que ele consegue pensar. A gente entra então numa outra vertente...

[19:51] Filosófica, que é a vertente do empirismo.
Filosófica, que é a vertente do empirismo.

[19:53] O empirismo, ele propõe o oposto do...
O empirismo, ele propõe o oposto do...

[19:54] Racionalismo. Enquanto o racionalismo...
Racionalismo. Enquanto o racionalismo...

[19:56] Falava que o conhecimento era obtido por...
Falava que o conhecimento era obtido por...

[19:58] Meio do uso da razão e que os sentidos...
Meio do uso da razão e que os sentidos...

[20:00] Eram falsos, o empirismo fala que a razão...
Eram falsos, o empirismo fala que a razão...

[20:01] Não leva necessariamente à obtenção do...
Não leva necessariamente à obtenção do...

[20:03] Conhecimento por si só, e que os sentidos...
Conhecimento por si só, e que os sentidos...

[20:05] São a fonte do conhecimento. É por meio...
São a fonte do conhecimento. É por meio...

[20:08] Dos sentidos que você vai conseguir obter...
Dos sentidos que você vai conseguir obter...

[20:10] O conhecimento. E o empirismo, ele tem...
O conhecimento. E o empirismo, ele tem...

[20:17] o conhecimento e o empirismo ele tem três grandes representantes John Lock

[20:19] três grandes representantes John Lock Francis Bacon e David hy para John Lock

[20:22] Francis Bacon e David hy para John Lock Existe uma grande teoria aqui que você

[20:23] Existe uma grande teoria aqui que você tem que conhecer que é a chamada teoria

[20:25] tem que conhecer que é a chamada teoria da tábula rasa para John Lock Quando o

[20:27] da tábula rasa para John Lock Quando o homem nasce ele nasce tendo a sua mente

[20:29] homem nasce ele nasce tendo a sua mente como se fosse uma folha em branco uma

[20:31] como se fosse uma folha em branco uma tábula rasa E aí durante o decorrer da

[20:33] tábula rasa E aí durante o decorrer da sua vida por meio da experiência por

[20:34] sua vida por meio da experiência por meio do uso dos Sentidos ele vai

[20:36] meio do uso dos Sentidos ele vai captando ali informações e juntamente

[20:37] captando ali informações e juntamente com a razão ele vai construindo um

[20:39] com a razão ele vai construindo um conhecimento John Lock inclusive foi um

[20:41] conhecimento John Lock inclusive foi um forte crítico da teoria de hen descart

[20:43] forte crítico da teoria de hen descart ele criticou fortemente ali o inatismo

[20:45] ele criticou fortemente ali o inatismo cartesiano ele falava que cara não

[20:46] cartesiano ele falava que cara não existe isso de ideias inatas isso é

[20:48] existe isso de ideias inatas isso é falso temos também o Francis Bacon

[20:50] falso temos também o Francis Bacon Francis Bacon também era um filósofo

[20:52] Francis Bacon também era um filósofo empirista Francis Bacon propõe a chamada

[20:54] empirista Francis Bacon propõe a chamada teoria dos Ídolos a teoria dos Ídolos é

[20:55] teoria dos Ídolos a teoria dos Ídolos é uma forma de você poder estabelecer ali

[20:57] uma forma de você poder estabelecer ali o reconhe concio de elementos que levam

[21:00] o reconhe concio de elementos que levam o ser humano ao erro a construção de

[21:01] o ser humano ao erro a construção de conhecimento falso ele fala que existe

[21:03] conhecimento falso ele fala que existe por exemplo o ídolo da tribo que é o

[21:06] por exemplo o ídolo da tribo que é o ídolo específico da natureza humana todo

[21:08] ídolo específico da natureza humana todo ser humano passa por isso existe o ídolo

[21:10] ser humano passa por isso existe o ídolo da caverna que é típico do ser enquanto

[21:12] da caverna que é típico do ser enquanto indivíduo existe o ídolo do mercado ou

[21:14] indivíduo existe o ídolo do mercado ou fórum que é proviniente da linguagem da

[21:16] fórum que é proviniente da linguagem da comunicação E existe o ídolo do teatro

[21:17] comunicação E existe o ídolo do teatro que é referente a um aspecto mais

[21:19] que é referente a um aspecto mais cultural moral específico de uma

[21:20] cultural moral específico de uma determinada sociedade um detalhe

[21:22] determinada sociedade um detalhe importante também é que Francis Bacon

[21:24] importante também é que Francis Bacon foi fortemente influenciado pelo

[21:25] foi fortemente influenciado pelo cientificismo Francis Bacon falava que

[21:27] cientificismo Francis Bacon falava que era necessário fazer uso do método

[21:28] era necessário fazer uso do método científico para que a partir disso você

[21:30] científico para que a partir disso você pudesse conhecer a natureza e pudesse

[21:32] pudesse conhecer a natureza e pudesse controlar a natureza Francis Bacon

[21:34] controlar a natureza Francis Bacon também desenvolveu o método indutivo de

[21:35] também desenvolveu o método indutivo de investigação que era um método indutivo

[21:38] investigação que era um método indutivo que era contrário ao método indutivo

[21:40] que era contrário ao método indutivo desenvolvido por Aristóteles porque

[21:42] desenvolvido por Aristóteles porque Aristóteles também desenvolveu um método

[21:43] Aristóteles também desenvolveu um método indutivo e outro detalhe apenas

[21:45] indutivo e outro detalhe apenas complementar é que Francis Bacon era um

[21:47] complementar é que Francis Bacon era um forte crítico da teoria desenvolvida lá

[21:50] forte crítico da teoria desenvolvida lá no contexto da idade antiga ele

[21:51] no contexto da idade antiga ele inclusive criticou fortemente as ideias

[21:54] inclusive criticou fortemente as ideias que foram concebidas no contexto da

[21:56] que foram concebidas no contexto da Escolástica por fim temos David hilme

[21:58] Escolástica por fim temos David hilme David hilme é um filósofo também

[22:00] David hilme é um filósofo também empirista que tinha uma certa influência

[22:02] empirista que tinha uma certa influência ali por parte do ceticismo e que

[22:04] ali por parte do ceticismo e que desenvolveu a teoria da associação de

[22:06] desenvolveu a teoria da associação de ideias que é o item mais importante

[22:07] ideias que é o item mais importante sobre esse filósofo para você ele falava

[22:09] sobre esse filósofo para você ele falava o seguinte a associação de ideias pode

[22:11] o seguinte a associação de ideias pode se dar por diversos elementos Você pode

[22:12] se dar por diversos elementos Você pode ter uma associação de ideias por

[22:15] ter uma associação de ideias por semelhança duas coisas que são

[22:16] semelhança duas coisas que são semelhantes você faz uma associação de

[22:18] semelhantes você faz uma associação de ideias pode ser uma associação de ideias

[22:19] ideias pode ser uma associação de ideias por contiguidade duas coisas que são

[22:21] por contiguidade duas coisas que são basicamente relativamente iguais e nós

[22:23] basicamente relativamente iguais e nós temos também a associação de ideias por

[22:24] temos também a associação de ideias por causa e efeito e essa é a mais

[22:26] causa e efeito e essa é a mais importante para você porque o David H me

[22:28] importante para você porque o David H me falava que olha a sucessão de ideas por

[22:30] falava que olha a sucessão de ideas por causa e efeito é quando você observa um

[22:32] causa e efeito é quando você observa um fenômeno a observa um fenômeno B E aí

[22:34] fenômeno a observa um fenômeno B E aí você fala que o fenômeno B ele ocorreu

[22:36] você fala que o fenômeno B ele ocorreu como consequência do fenômeno a Então

[22:38] como consequência do fenômeno a Então esse foi a causa Esse foi o efeito causa

[22:41] esse foi a causa Esse foi o efeito causa consequência só que ele fala que a

[22:42] consequência só que ele fala que a associção de ideas por causa e efeito o

[22:44] associção de ideas por causa e efeito o que ele chama de causalidade é algo que

[22:47] que ele chama de causalidade é algo que não leva um conhecimento verdadeiro isso

[22:48] não leva um conhecimento verdadeiro isso leva um conhecimento falso na maioria

[22:50] leva um conhecimento falso na maioria das vezes é mais uma informação por

[22:52] das vezes é mais uma informação por acaso que surge por conta ali do hábito

[22:55] acaso que surge por conta ali do hábito do costume e que gera um conhecimento

[22:56] do costume e que gera um conhecimento que você não deve confiar porque pode te

[22:59] que você não deve confiar porque pode te induzir ao erro agora a gente sai do

[23:00] induzir ao erro agora a gente sai do racionalismo empirismo e vai pra teoria

[23:02] racionalismo empirismo e vai pra teoria do Kant Kant é um filósofo que

[23:04] do Kant Kant é um filósofo que desenvolveu a teoria do criticismo ele

[23:06] desenvolveu a teoria do criticismo ele estabeleceu a chamada revolução

[23:07] estabeleceu a chamada revolução copernicana da filosofia ele basicamente

[23:09] copernicana da filosofia ele basicamente faz o seguinte empirismo e racionalismo

[23:11] faz o seguinte empirismo e racionalismo estão brigando né vou conciliar ele meio

[23:13] estão brigando né vou conciliar ele meio que desenvolveu uma teoria para juntar o

[23:15] que desenvolveu uma teoria para juntar o que havia de bom no racionalismo com o

[23:17] que havia de bom no racionalismo com o que havia de bom no empirismo e resolver

[23:19] que havia de bom no empirismo e resolver de uma vez por todas esse embate E aí o

[23:21] de uma vez por todas esse embate E aí o Kant ele propõe uma teoria que segue a

[23:22] Kant ele propõe uma teoria que segue a seguinte lógica Kant fala que nós não

[23:24] seguinte lógica Kant fala que nós não conhecemos as coisas em si as coisas em

[23:27] conhecemos as coisas em si as coisas em si é o que Kant chama de número é algo

[23:29] si é o que Kant chama de número é algo metafísico é algo que extrapola os

[23:31] metafísico é algo que extrapola os limites da razão e aí o que a gente

[23:33] limites da razão e aí o que a gente conhece de fato é o fenômeno Então

[23:35] conhece de fato é o fenômeno Então existe um objeto na realidade esse vai

[23:37] existe um objeto na realidade esse vai ser observado vai ser apresentado ali a

[23:39] ser observado vai ser apresentado ali a você pelos seus sentidos E aí você vai

[23:41] você pelos seus sentidos E aí você vai organizar isso por meio do seu

[23:42] organizar isso por meio do seu pensamento usando a razão para chegar no

[23:44] pensamento usando a razão para chegar no conhecimento verdadeiro então o cant ele

[23:46] conhecimento verdadeiro então o cant ele propõe que os sentidos eles são

[23:47] propõe que os sentidos eles são importantes para obtenção do

[23:48] importantes para obtenção do conhecimento sim a razão é importante

[23:50] conhecimento sim a razão é importante para obtenção do conhecimento sim e aí

[23:52] para obtenção do conhecimento sim e aí ele junta essas duas importâncias para

[23:53] ele junta essas duas importâncias para dizer que o conhecimento envolve tanto a

[23:55] dizer que o conhecimento envolve tanto a razão quanto os sentidos Além disso Kant

[23:58] razão quanto os sentidos Além disso Kant desenvolveu a ideia da menoridade

[23:59] desenvolveu a ideia da menoridade segundo Kant a menoridade é uma condição

[24:02] segundo Kant a menoridade é uma condição primitiva do homem na qual o homem Ele

[24:04] primitiva do homem na qual o homem Ele não é o senhor de si ele não tem ali o

[24:06] não é o senhor de si ele não tem ali o total controle a Total autonomia para

[24:08] total controle a Total autonomia para executar aquilo que ele bem quer E aí

[24:10] executar aquilo que ele bem quer E aí por meio do uso público da razão o homem

[24:12] por meio do uso público da razão o homem sai da condição de menoridade pra

[24:14] sai da condição de menoridade pra condição de maioridade alcançando assim

[24:16] condição de maioridade alcançando assim um estado de esclarecimento agora uma

[24:19] um estado de esclarecimento agora uma coisa muito importante sobre Kant Kant

[24:21] coisa muito importante sobre Kant Kant tem essa vertente filosófica relacionada

[24:23] tem essa vertente filosófica relacionada à epistemologia Mas ele também

[24:25] à epistemologia Mas ele também desenvolveu uma vertente moral que você

[24:27] desenvolveu uma vertente moral que você tem que conhecer que é a chamada ética

[24:29] tem que conhecer que é a chamada ética Kantiana a ética Kantiana é chamada de

[24:32] Kantiana a ética Kantiana é chamada de deontologia porque é basicamente uma

[24:34] deontologia porque é basicamente uma ética do dever Kant fala que as ações do

[24:36] ética do dever Kant fala que as ações do homem elas devem ser pensadas elas devem

[24:39] homem elas devem ser pensadas elas devem ser realizadas de tal forma que quando

[24:41] ser realizadas de tal forma que quando alguém Age de determinado modo essa

[24:43] alguém Age de determinado modo essa pessoa tem que agir tal que a sua ação

[24:46] pessoa tem que agir tal que a sua ação possa se tornar uma lei universal Então

[24:48] possa se tornar uma lei universal Então você quer fazer alguma coisa tá você

[24:49] você quer fazer alguma coisa tá você quer fazer aquela ação x você não sabe

[24:52] quer fazer aquela ação x você não sabe se aquilo é certo ou errado para você

[24:54] se aquilo é certo ou errado para você comprovar se aquilo é certo ou errado

[24:55] comprovar se aquilo é certo ou errado você vai pensar assim pô eu ia gostar

[24:57] você vai pensar assim pô eu ia gostar que alguém fiz fizesse também essa ação

[24:58] que alguém fiz fizesse também essa ação x Se todas as pessoas do mundo fizessem

[25:00] x Se todas as pessoas do mundo fizessem essa ação x isso estaria Ok seria

[25:03] essa ação x isso estaria Ok seria adequado se a resposta fosse sim beleza

[25:05] adequado se a resposta fosse sim beleza então você pode fazer aquela ação x se a

[25:07] então você pode fazer aquela ação x se a resposta for não talvez aquilo que você

[25:08] resposta for não talvez aquilo que você tá pensando em fazer é algo questionável

[25:10] tá pensando em fazer é algo questionável Kant propõe que a ação ela tem que ser

[25:12] Kant propõe que a ação ela tem que ser regida pelos imperativos hipotético e

[25:14] regida pelos imperativos hipotético e categórico para sempre pensar nessa

[25:16] categórico para sempre pensar nessa ideia de você estruturar uma conduta

[25:18] ideia de você estruturar uma conduta ética que seja Universal essa palavra é

[25:21] ética que seja Universal essa palavra é muito importante porque se o homem vai

[25:23] muito importante porque se o homem vai adotar uma ação essa ação tem que ser

[25:24] adotar uma ação essa ação tem que ser dada de forma que ela possa se tornar

[25:26] dada de forma que ela possa se tornar uma lei universal isso tem que ser o que

[25:28] uma lei universal isso tem que ser o que vai basear toda a fundamentação da ação

[25:30] vai basear toda a fundamentação da ação humana agora a gente sai dessa teoria

[25:32] humana agora a gente sai dessa teoria caniana vamos pra teoria da filosofia

[25:34] caniana vamos pra teoria da filosofia política pensando em filosofia política

[25:36] política pensando em filosofia política temos alguns autores que você tem que

[25:37] temos alguns autores que você tem que conhecer o primeiro deles é o Maquiavel

[25:39] conhecer o primeiro deles é o Maquiavel macavel desenvolveu a obra O Príncipe

[25:41] macavel desenvolveu a obra O Príncipe nessa obra ele fala o seguinte a

[25:43] nessa obra ele fala o seguinte a realidade política é diferente daquilo

[25:45] realidade política é diferente daquilo que seria o ideal político porque a

[25:47] que seria o ideal político porque a realidade política ela é baseada num

[25:48] realidade política ela é baseada num jogo de interesses E aí ele fala o

[25:50] jogo de interesses E aí ele fala o seguinte o príncipe o governante ele

[25:52] seguinte o príncipe o governante ele deve fazer uso da virtu o que que é a

[25:55] deve fazer uso da virtu o que que é a virtu a virtu São qualidades e atributos

[25:57] virtu a virtu São qualidades e atributos que o prncipe pode utilizar para fazer a

[25:59] que o prncipe pode utilizar para fazer a organização de um bom governo e isso é

[26:02] organização de um bom governo e isso é importante por dentro do governo

[26:04] importante por dentro do governo propriamente dito pode existir a chamada

[26:06] propriamente dito pode existir a chamada Fort a Fort ou Fortuna na teoria de

[26:09] Fort a Fort ou Fortuna na teoria de Maquiavel é a ideia de que o acaso e o

[26:12] Maquiavel é a ideia de que o acaso e o caus eles fazem parte da vivência humo

[26:13] caus eles fazem parte da vivência humo não tem como você está numa realidade

[26:16] não tem como você está numa realidade que não esteja associada ao acaso e a

[26:17] que não esteja associada ao acaso e a causo e o príncipe ele tem que estar

[26:18] causo e o príncipe ele tem que estar preparado para contornar essas

[26:19] preparado para contornar essas adversidades caso elas surjam fazendo

[26:21] adversidades caso elas surjam fazendo uso da virtu na manutenção do Poder

[26:23] uso da virtu na manutenção do Poder Maquiavel também fala que o príncipe ele

[26:25] Maquiavel também fala que o príncipe ele deve se desvincular dos limites do juízo

[26:28] deve se desvincular dos limites do juízo moral e da religião você pode agir de

[26:30] moral e da religião você pode agir de forma autoritária em determinadas

[26:32] forma autoritária em determinadas circunstâncias se aquilo for necessário

[26:34] circunstâncias se aquilo for necessário para que o poder seja mantido pode o

[26:36] para que o poder seja mantido pode o homem Ele não tem que ficar preso entre

[26:37] homem Ele não tem que ficar preso entre Ah não só vou agir assim porque assim é

[26:39] Ah não só vou agir assim porque assim é certo e só vou agir assim porque assim

[26:41] certo e só vou agir assim porque assim eu sei que é moralmente correto não ele

[26:43] eu sei que é moralmente correto não ele tem que se desvincular daquilo que a

[26:45] tem que se desvincular daquilo que a religião impõe daquilo que a moral impõe

[26:47] religião impõe daquilo que a moral impõe para agir sempre de maneira a sustentar

[26:49] para agir sempre de maneira a sustentar o seu governo da melhor forma possível

[26:51] o seu governo da melhor forma possível tanto que a teoria de Maquiavel tá muito

[26:54] tanto que a teoria de Maquiavel tá muito associada ao absolutismo o contexto dos

[26:57] associada ao absolutismo o contexto dos governos absolutistas que se

[26:58] governos absolutistas que se desenvolveram da idade média paraa idade

[27:00] desenvolveram da idade média paraa idade moderna cabe ressaltar também que de

[27:03] moderna cabe ressaltar também que de acordo com Maquiavel O Príncipe ele deve

[27:05] acordo com Maquiavel O Príncipe ele deve preferir ser temido a ser amado então

[27:08] preferir ser temido a ser amado então assim o ideal seria o quê o homem ser

[27:11] assim o ideal seria o quê o homem ser amado e temido no seu governo político

[27:13] amado e temido no seu governo político seria ótimo mas ele fala que nem sempre

[27:15] seria ótimo mas ele fala que nem sempre isso vai funcionar então se você tá na

[27:17] isso vai funcionar então se você tá na dúvida se você tem que ser amado ou

[27:18] dúvida se você tem que ser amado ou temido pelo povo escolha ser temido

[27:20] temido pelo povo escolha ser temido porque pelo menos assim você consegue

[27:22] porque pelo menos assim você consegue manter o seu poder agora a gente sai da

[27:24] manter o seu poder agora a gente sai da teoria de Maquiavel e vai pra teoria de

[27:26] teoria de Maquiavel e vai pra teoria de montesque montesque é um filósofo que

[27:29] montesque montesque é um filósofo que diferente de Maquiavel não vai est

[27:31] diferente de Maquiavel não vai est defendendo aqui nessa situação o

[27:33] defendendo aqui nessa situação o absolutismo o montesque é um filósofo

[27:35] absolutismo o montesque é um filósofo Iluminista a sua grande contribuição foi

[27:38] Iluminista a sua grande contribuição foi desenvolver a teoria da tripartição dos

[27:39] desenvolver a teoria da tripartição dos poderes é por conta de montesquie que

[27:41] poderes é por conta de montesquie que você tem por exemplo o governo político

[27:43] você tem por exemplo o governo político sendo dividido em Poder Executivo poder

[27:45] sendo dividido em Poder Executivo poder legislativo e poder judiciário ele fala

[27:48] legislativo e poder judiciário ele fala sobre a ideia de que o poder deve frear

[27:50] sobre a ideia de que o poder deve frear o poder Então você tem que dividir o

[27:51] o poder Então você tem que dividir o poder em diversas instâncias para que

[27:53] poder em diversas instâncias para que nenhum deles seja autoritário nenhum

[27:55] nenhum deles seja autoritário nenhum deles tome ações arbitrárias num

[27:56] deles tome ações arbitrárias num contexto geral Ger de sociedade ele fala

[27:59] contexto geral Ger de sociedade ele fala que as leis são divididas em leis

[28:00] que as leis são divididas em leis naturais relacionadas a Deus e as

[28:02] naturais relacionadas a Deus e as positivas desenvolvidas pelo homem que

[28:03] positivas desenvolvidas pelo homem que seriam ali leis imperfeitas temos também

[28:06] seriam ali leis imperfeitas temos também a teoria de Adam Smith Adam Smith é um

[28:08] a teoria de Adam Smith Adam Smith é um filósofo também Liberal assim como o

[28:10] filósofo também Liberal assim como o montesquie ele é um filósofo que

[28:12] montesquie ele é um filósofo que desenvolveu a sua teoria no contexto do

[28:13] desenvolveu a sua teoria no contexto do iluminismo e a grande contribuição de

[28:15] iluminismo e a grande contribuição de Adam Smith é falar que a organização

[28:18] Adam Smith é falar que a organização Econômica da sociedade deve se pautar

[28:20] Econômica da sociedade deve se pautar pelo liberalismo econômico Essa é a

[28:22] pelo liberalismo econômico Essa é a ideia de que existe entre aspas uma mão

[28:24] ideia de que existe entre aspas uma mão invisível que controla a economia o

[28:26] invisível que controla a economia o estado não deve intervir na economia

[28:29] estado não deve intervir na economia porque essa mão invisível é quem vai dar

[28:31] porque essa mão invisível é quem vai dar conta de toda a estruturação Econômica

[28:32] conta de toda a estruturação Econômica daquela respectiva coletividade agora a

[28:34] daquela respectiva coletividade agora a gente entra numa vertente política

[28:36] gente entra numa vertente política conhecida como o estudo dos

[28:38] conhecida como o estudo dos contratualistas os contratualistas são

[28:41] contratualistas os contratualistas são três filósofos que desenvolveram a

[28:43] três filósofos que desenvolveram a teoria do contrato social qual que é

[28:44] teoria do contrato social qual que é essa teoria basicamente A ideia é a

[28:46] essa teoria basicamente A ideia é a seguinte ó antigamente no início da

[28:48] seguinte ó antigamente no início da coletividade da existência humana

[28:50] coletividade da existência humana existia um estado de natureza era uma

[28:53] existia um estado de natureza era uma condição em que a sociedade ainda não

[28:55] condição em que a sociedade ainda não tinha sido formada E aí por conta de de

[28:57] tinha sido formada E aí por conta de de alguns problemas nesse estado de

[28:58] alguns problemas nesse estado de natureza cria-se o contrato social para

[29:01] natureza cria-se o contrato social para que a partir disso você tenha a formação

[29:03] que a partir disso você tenha a formação da sociedade civil para que a partir

[29:05] da sociedade civil para que a partir disso a sociedade seja delimitada seja

[29:07] disso a sociedade seja delimitada seja formada de maneira propriamente dito é

[29:10] formada de maneira propriamente dito é claro que na prática Esse contrato

[29:12] claro que na prática Esse contrato social ele não é objetivo não é algo que

[29:14] social ele não é objetivo não é algo que assim juntou todo mundo na terra e

[29:17] assim juntou todo mundo na terra e assinou um contrato é algo metafórico

[29:19] assinou um contrato é algo metafórico mas é só para indicar que existe um

[29:21] mas é só para indicar que existe um ponto de transição entre o que seria o

[29:23] ponto de transição entre o que seria o estado de natureza e a sociedade

[29:24] estado de natureza e a sociedade propriamente dita que é marcada pelo

[29:26] propriamente dita que é marcada pelo contrato social E aí o primeiro

[29:28] contrato social E aí o primeiro contratualista importante é o thomas

[29:29] contratualista importante é o thomas hops thomas hops fala o seguinte ó no

[29:32] hops thomas hops fala o seguinte ó no estado de natureza os recursos presentes

[29:35] estado de natureza os recursos presentes na natureza são finitos só que o desejo

[29:38] na natureza são finitos só que o desejo dos homens são infinitos E aí isso vai

[29:40] dos homens são infinitos E aí isso vai levar a um embate os homens eles vão

[29:42] levar a um embate os homens eles vão começar a guerrear entre si todos os

[29:44] começar a guerrear entre si todos os homens tornam-se uma potencial ameaça

[29:46] homens tornam-se uma potencial ameaça pros demais e aí por conta disso o homem

[29:50] pros demais e aí por conta disso o homem diante do medo que assola o estado de

[29:52] diante do medo que assola o estado de natureza ele firma o contrato social

[29:54] natureza ele firma o contrato social passando a viver em sociedade e na

[29:56] passando a viver em sociedade e na delimitação do contrato social o Thomas

[29:58] delimitação do contrato social o Thomas SS defende uma monarquia absolutista ele

[30:00] SS defende uma monarquia absolutista ele fala que deve ser dado todo poder ao rei

[30:02] fala que deve ser dado todo poder ao rei porque o rei é quem vai fazer a

[30:03] porque o rei é quem vai fazer a organização política para garantir assim

[30:05] organização política para garantir assim a paz a ordem naquela coletividade um

[30:07] a paz a ordem naquela coletividade um outro filósofo importante também

[30:09] outro filósofo importante também contratualista é o John Lock pera aí

[30:11] contratualista é o John Lock pera aí Vini o John Lock que você falou lá no

[30:12] Vini o John Lock que você falou lá no empirismo sim o mesmo John Lock o John

[30:14] empirismo sim o mesmo John Lock o John Locke ele é um filósofo contratualista

[30:16] Locke ele é um filósofo contratualista que fala o seguinte no estado de

[30:18] que fala o seguinte no estado de natureza você tem inicialmente uma

[30:20] natureza você tem inicialmente uma situação relativamente harmônica não é

[30:22] situação relativamente harmônica não é tão caótica como o estádio de natureza

[30:24] tão caótica como o estádio de natureza de Thomas hobbs só que o detalhe é que

[30:26] de Thomas hobbs só que o detalhe é que no estádio de natureza do John Lock cada

[30:29] no estádio de natureza do John Lock cada um é juiz de si mesmo não existe assim

[30:31] um é juiz de si mesmo não existe assim uma lei fixa Universal formal que regule

[30:33] uma lei fixa Universal formal que regule a ação entre os homens então cada um

[30:35] a ação entre os homens então cada um julga como certo e errado as condutas de

[30:37] julga como certo e errado as condutas de acordo com a sua própria percepção E aí

[30:39] acordo com a sua própria percepção E aí ele fala que o homem tentando proteger a

[30:42] ele fala que o homem tentando proteger a sua vida a sua liberdade e a sua

[30:44] sua vida a sua liberdade e a sua propriedade ele vai sair do estado de

[30:46] propriedade ele vai sair do estado de natureza vai firmar o contrato social e

[30:48] natureza vai firmar o contrato social e vai passar a viver em sociedade um

[30:50] vai passar a viver em sociedade um detalhe interessante é que diferente do

[30:52] detalhe interessante é que diferente do Thomas SS que defendia a monarquia

[30:53] Thomas SS que defendia a monarquia absolutista John Lock já defende muito

[30:55] absolutista John Lock já defende muito mais uma Monarquia Constitucional pode

[30:57] mais uma Monarquia Constitucional pode ser dado poder ao rei beleza Só que vai

[30:59] ser dado poder ao rei beleza Só que vai ser algo agora mais formal com a delação

[31:01] ser algo agora mais formal com a delação de leis algo mais claro assim até para

[31:03] de leis algo mais claro assim até para não deixar que esse Rei seja um

[31:04] não deixar que esse Rei seja um indivíduo autoritário e por fim temos a

[31:07] indivíduo autoritário e por fim temos a última teoria propriamente dita do

[31:09] última teoria propriamente dita do contratualismo que é a teoria de

[31:10] contratualismo que é a teoria de Rousseau o Jan Jax Rousseau ele fala o

[31:13] Rousseau o Jan Jax Rousseau ele fala o seguinte no estado de natureza em tese o

[31:15] seguinte no estado de natureza em tese o homem seria bom tanto que existe na

[31:17] homem seria bom tanto que existe na teoria de Rousseau a teoria do bom

[31:18] teoria de Rousseau a teoria do bom selvagem a ideia de que o homem Ele

[31:20] selvagem a ideia de que o homem Ele viveria numa condição harmônica com os

[31:22] viveria numa condição harmônica com os outros homens no estado de natureza só

[31:23] outros homens no estado de natureza só que para Rousseau quando você tem o

[31:25] que para Rousseau quando você tem o surgimento da propriedade no estado da

[31:27] surgimento da propriedade no estado da natureza você cria uma sociedade

[31:28] natureza você cria uma sociedade desigual que começa a levar a embates a

[31:31] desigual que começa a levar a embates a conflitos entre esses homens e aí você

[31:32] conflitos entre esses homens e aí você firma o contrato social levando a

[31:34] firma o contrato social levando a configuração da sociedade tanto que tem

[31:36] configuração da sociedade tanto que tem aquela frase clássica de Rousseau que

[31:38] aquela frase clássica de Rousseau que fala o homem nasce bom a sociedade o

[31:40] fala o homem nasce bom a sociedade o corrompe exatamente por essa visão mais

[31:41] corrompe exatamente por essa visão mais negativa sobre a transição do Estado de

[31:44] negativa sobre a transição do Estado de natureza por contrato social pensando

[31:46] natureza por contrato social pensando inclusive em Thomas hoves existe uma

[31:47] inclusive em Thomas hoves existe uma outra frase que dá para você associar

[31:49] outra frase que dá para você associar que é a frase o homem é o lobo do homem

[31:51] que é a frase o homem é o lobo do homem essa ideia de que estag de natureza

[31:52] essa ideia de que estag de natureza todos são uma potencial ameaça e por

[31:54] todos são uma potencial ameaça e por isso você passa pro contrato social

[31:55] isso você passa pro contrato social falando ainda da teoria do do Rousseau

[31:57] falando ainda da teoria do do Rousseau cabe só destacar que aqui ele propõe a

[31:59] cabe só destacar que aqui ele propõe a valorização da vontade geral dentro da

[32:02] valorização da vontade geral dentro da sociedade e aí ele propõe a ideia de

[32:04] sociedade e aí ele propõe a ideia de como ele entra nessa coletividade por

[32:05] como ele entra nessa coletividade por meio do contrato social buscando

[32:07] meio do contrato social buscando garantir o bem de todos ao seu redor o

[32:10] garantir o bem de todos ao seu redor o seu próprio bem e as suas liberdades

[32:12] seu próprio bem e as suas liberdades individuais que serão respaldadas dessa

[32:13] individuais que serão respaldadas dessa maneira aqui Ele defende até mesmo uma

[32:15] maneira aqui Ele defende até mesmo uma espécie de democracia direta diferente

[32:17] espécie de democracia direta diferente da monarquia absolutista de Thomas hops

[32:19] da monarquia absolutista de Thomas hops e da Monarquia Constitucional de John

[32:21] e da Monarquia Constitucional de John Lock agora a gente sai da filosofia

[32:22] Lock agora a gente sai da filosofia política passa a falar sobre uma pequena

[32:24] política passa a falar sobre uma pequena vertente ética barra moral que já caiu

[32:26] vertente ética barra moral que já caiu no ENEM algumas vezes que você tem que

[32:27] no ENEM algumas vezes que você tem que conhecer que é o utilitarismo o

[32:29] conhecer que é o utilitarismo o utilitarismo ele é uma corrente de

[32:30] utilitarismo ele é uma corrente de pensamento ética que propõe o seguinte

[32:33] pensamento ética que propõe o seguinte você deve procurar pela adoção de ações

[32:35] você deve procurar pela adoção de ações que sempre proporcionem a maior

[32:37] que sempre proporcionem a maior quantidade de bem possível e a menor

[32:39] quantidade de bem possível e a menor quantidade de dano possível os dois

[32:41] quantidade de dano possível os dois grandes representantes do utilitarismo

[32:43] grandes representantes do utilitarismo São stch mill e Jeremy benton além do

[32:46] São stch mill e Jeremy benton além do utilitarismo temos uma vertente

[32:47] utilitarismo temos uma vertente conhecida como existencialismo o grande

[32:49] conhecida como existencialismo o grande representante do existencialismo é o

[32:51] representante do existencialismo é o Sartre o Sartre ele fala que o homem

[32:54] Sartre o Sartre ele fala que o homem quando ele nasce ele traz consigo o nada

[32:56] quando ele nasce ele traz consigo o nada e do durante a sua existência que ele

[32:58] e do durante a sua existência que ele vai se configurando é que ele vai

[32:59] vai se configurando é que ele vai construindo algo Ele fala também que o

[33:01] construindo algo Ele fala também que o homem Ele tá condenado a ser livre ou

[33:03] homem Ele tá condenado a ser livre ou seja o homem Ele nasce e ele é livre

[33:06] seja o homem Ele nasce e ele é livre simplesmente ele é totalmente livre ele

[33:08] simplesmente ele é totalmente livre ele é responsável por suas próprias ações

[33:10] é responsável por suas próprias ações ele até fala que o fato do homem ser

[33:11] ele até fala que o fato do homem ser extremamente livre é algo que pode levar

[33:13] extremamente livre é algo que pode levar a o sofrimento no longo prazo e ele

[33:15] a o sofrimento no longo prazo e ele divide o comportamento do homem em dois

[33:17] divide o comportamento do homem em dois tipos comportamento autêntico e

[33:18] tipos comportamento autêntico e comportamento inautêntico o

[33:19] comportamento inautêntico o comportamento inautêntico é aquele

[33:21] comportamento inautêntico é aquele comportamento de má fé é um homem que

[33:22] comportamento de má fé é um homem que geralmente tá mais acomodado que se

[33:24] geralmente tá mais acomodado que se vincula a determinados papéis sociais

[33:25] vincula a determinados papéis sociais que tenta fazer a ter terização de

[33:27] que tenta fazer a ter terização de responsabilidades O que é algo negativo

[33:29] responsabilidades O que é algo negativo paraa Sartre já que segundo Sartre o

[33:31] paraa Sartre já que segundo Sartre o homem Ele é livre por essência e ele é

[33:33] homem Ele é livre por essência e ele é responsável por seus atos e isso acaba

[33:35] responsável por seus atos e isso acaba levando a uma consequência se o homem é

[33:37] levando a uma consequência se o homem é responsável por seus atos ele também é

[33:39] responsável por seus atos ele também é responsável pelas demais pessoas ao seu

[33:40] responsável pelas demais pessoas ao seu redor Porque dependendo da maneira como

[33:41] redor Porque dependendo da maneira como ele age Isso pode impactar as pessoas

[33:43] ele age Isso pode impactar as pessoas que estão ali ao seu entorno um outro

[33:45] que estão ali ao seu entorno um outro filósofo muito polêmico por acaso é o

[33:47] filósofo muito polêmico por acaso é o niet o niet ele faz uma filosofia

[33:49] niet o niet ele faz uma filosofia dividida em vários aspectos aqui a gente

[33:51] dividida em vários aspectos aqui a gente vai falar dos principais que tem mais

[33:52] vai falar dos principais que tem mais chance de cair na sua prova de forma

[33:53] chance de cair na sua prova de forma conteudista primeira coisa o niet ele é

[33:56] conteudista primeira coisa o niet ele é adoto chamado do método do Martelo então

[33:58] adoto chamado do método do Martelo então cara se tem alguém na filosofia que

[34:00] cara se tem alguém na filosofia que critica todas as demais correntes

[34:01] critica todas as demais correntes filosóficas Esse cara é niet ele meio

[34:03] filosóficas Esse cara é niet ele meio que tenta estruturar ali esse método

[34:05] que tenta estruturar ali esse método como a forma de demonstrar os conceitos

[34:07] como a forma de demonstrar os conceitos que eram falhos e que foram usados em

[34:09] que eram falhos e que foram usados em outras épocas para legitimar o que seria

[34:11] outras épocas para legitimar o que seria o bem e o que seria o mal niet também é

[34:14] o bem e o que seria o mal niet também é um forte crítico da religião um forte

[34:16] um forte crítico da religião um forte crítico da Igreja Católica ele fala até

[34:19] crítico da Igreja Católica ele fala até que existe a moral do Senhor e a moral

[34:21] que existe a moral do Senhor e a moral do rebanho a moral do rebanho é aquele

[34:23] do rebanho a moral do rebanho é aquele homem que segue arrisca tudo aquilo que

[34:25] homem que segue arrisca tudo aquilo que lhe é imposto então por exemplo toda

[34:27] lhe é imposto então por exemplo toda aquela orientação dada pela religião é

[34:29] aquela orientação dada pela religião é algo que é seguido a cegas pelo

[34:32] algo que é seguido a cegas pelo indivíduo que segue essa chamada moral

[34:33] indivíduo que segue essa chamada moral do rebanho que para ele seria negativa

[34:35] do rebanho que para ele seria negativa já a moral do senhor é o indivíduo que é

[34:37] já a moral do senhor é o indivíduo que é mais autônomo que é senhor de suas ações

[34:39] mais autônomo que é senhor de suas ações que não fica preso a essas condutas

[34:40] que não fica preso a essas condutas éticas e Morais que lhe são impostas

[34:42] éticas e Morais que lhe são impostas dentro da sociedade enquanto a moral de

[34:44] dentro da sociedade enquanto a moral de rebanho essa moral do escravo é uma

[34:46] rebanho essa moral do escravo é uma moral que leva ao enfraquecimento do

[34:49] moral que leva ao enfraquecimento do homem porque domestica o homem a moral

[34:51] homem porque domestica o homem a moral do senhor é aquela que tá associada à

[34:53] do senhor é aquela que tá associada à vontade de potência segundo os conceitos

[34:55] vontade de potência segundo os conceitos de nit que aí sim vai vai levar esse

[34:57] de nit que aí sim vai vai levar esse homem a uma elevação para uma categoria

[34:59] homem a uma elevação para uma categoria superior uma coisa que nietz propõe como

[35:01] superior uma coisa que nietz propõe como solução pro problema que o homem

[35:02] solução pro problema que o homem vivencia dessa ideia de ele tá sujeito a

[35:05] vivencia dessa ideia de ele tá sujeito a conceitos que muitas vezes não são os

[35:06] conceitos que muitas vezes não são os devidos conceitos verdadeiros é o homem

[35:09] devidos conceitos verdadeiros é o homem fazer uso da chamada vontade de potência

[35:10] fazer uso da chamada vontade de potência para ele poder ir além do bem e do mal

[35:13] para ele poder ir além do bem e do mal restabelecendo assim o equilíbrio Entre

[35:14] restabelecendo assim o equilíbrio Entre a Razão e a emoção e aí você teria ali a

[35:16] a Razão e a emoção e aí você teria ali a configuração do chamado Superhomem

[35:18] configuração do chamado Superhomem dentro da teoria de niet outro detalhe

[35:20] dentro da teoria de niet outro detalhe niet era forte crítico da filosofia

[35:22] niet era forte crítico da filosofia antiga proposta lá por Sócrates por

[35:24] antiga proposta lá por Sócrates por Aristóteles aquele uso específico da

[35:26] Aristóteles aquele uso específico da razão como se aquilo fosse sempre O que

[35:28] razão como se aquilo fosse sempre O que levaria uma verdade absoluta é algo que

[35:29] levaria uma verdade absoluta é algo que é fortemente criticado por niet e outros

[35:31] é fortemente criticado por niet e outros dois conceitos para finalizarmos niet é

[35:32] dois conceitos para finalizarmos niet é que niet fala sobre a ideia do nilismo

[35:34] que niet fala sobre a ideia do nilismo de acordo com o niet o contexto em que

[35:36] de acordo com o niet o contexto em que ele desenvolveu a filosofia estava

[35:37] ele desenvolveu a filosofia estava associado a um estremecimento dos

[35:38] associado a um estremecimento dos valores daí que surge a frase de niet

[35:40] valores daí que surge a frase de niet Deus está morto para niet não existiam

[35:42] Deus está morto para niet não existiam valores rígidos Morais sólidos éticos

[35:44] valores rígidos Morais sólidos éticos que pudessem fundamentar a ação do homem

[35:46] que pudessem fundamentar a ação do homem até porque você tava ali no contexto em

[35:47] até porque você tava ali no contexto em que você tinha guerras que muitas vezes

[35:48] que você tinha guerras que muitas vezes levavam essa visão um pouco mais caótica

[35:50] levavam essa visão um pouco mais caótica sobre a realidade e nit também

[35:52] sobre a realidade e nit também desenvolve a ideia do amor fat é a ideia

[35:54] desenvolve a ideia do amor fat é a ideia de você ter meio que amor ao destino

[35:55] de você ter meio que amor ao destino porque todos acontecimentos da realidade

[35:57] porque todos acontecimentos da realidade obedecem a um ordem causal da natureza e

[35:59] obedecem a um ordem causal da natureza e não adianta você tentar Contrariar isso

[36:01] não adianta você tentar Contrariar isso outro filósofo importante é Michel

[36:03] outro filósofo importante é Michel Foucault quando a gente pensa em Michel

[36:04] Foucault quando a gente pensa em Michel fouc a gente pensa num filósofo que

[36:06] fouc a gente pensa num filósofo que também desenvolve várias teorias mas as

[36:07] também desenvolve várias teorias mas as principais importantes para você é a

[36:09] principais importantes para você é a teoria relacionada à configuração das

[36:11] teoria relacionada à configuração das prisões ele fala que dentro da

[36:13] prisões ele fala que dentro da coletividade da sociedade atual que ele

[36:15] coletividade da sociedade atual que ele analisou no desenvolvimento da sua

[36:16] analisou no desenvolvimento da sua filosofia a prisão ela serve como

[36:19] filosofia a prisão ela serve como mecanismo paraa docilização dos corpos

[36:21] mecanismo paraa docilização dos corpos na medida em que você consegue vigiar e

[36:23] na medida em que você consegue vigiar e punir aquele indivíduo levando assim a

[36:24] punir aquele indivíduo levando assim a sua domesticação dentro da soci edade

[36:27] sua domesticação dentro da soci edade Ele fala também que a sociedade está

[36:28] Ele fala também que a sociedade está pautada por pequenas escalas de poder

[36:30] pautada por pequenas escalas de poder ele fala sobre a microfísica do poder e

[36:32] ele fala sobre a microfísica do poder e aí tal como as prisões essa microfísica

[36:34] aí tal como as prisões essa microfísica do Poder essas pequenas redes de poder

[36:36] do Poder essas pequenas redes de poder como a escola a igreja determinadas

[36:39] como a escola a igreja determinadas ambientes sociais vão Então meio que

[36:41] ambientes sociais vão Então meio que orientar o indivído para que ele possa

[36:43] orientar o indivído para que ele possa agir de determinado modo x e não de

[36:45] agir de determinado modo x e não de determinado modo Y novamente criando

[36:47] determinado modo Y novamente criando discursos normativos que vão fazer com

[36:48] discursos normativos que vão fazer com que esse indivíduo siga uma rígida

[36:50] que esse indivíduo siga uma rígida disciplina social que seria o

[36:51] disciplina social que seria o preconizado temos um outro filósofo

[36:53] preconizado temos um outro filósofo conhecido como Freud o Freud foi o

[36:54] conhecido como Freud o Freud foi o grande indivíduo que desenvolveu a

[36:56] grande indivíduo que desenvolveu a chamada psicanálise de acordo com Freud

[36:58] chamada psicanálise de acordo com Freud o intelecto humano ele é dividido em

[37:00] o intelecto humano ele é dividido em Consciente e inconsciente o inconsciente

[37:03] Consciente e inconsciente o inconsciente é como se fosse aquilo que tá à cegas

[37:05] é como se fosse aquilo que tá à cegas aquilo que tá obscuro é aquilo que o

[37:07] aquilo que tá obscuro é aquilo que o indivíduo de fato não tem consciência e

[37:08] indivíduo de fato não tem consciência e ele fala que por meio da psicanálise é

[37:10] ele fala que por meio da psicanálise é possível abstrair informações do

[37:11] possível abstrair informações do inconsciente desse indivíduo para se

[37:13] inconsciente desse indivíduo para se chegar a informações mais claras no

[37:15] chegar a informações mais claras no consciente trazendo a tona esse

[37:17] consciente trazendo a tona esse conhecimento que às vezes pode ser útil

[37:18] conhecimento que às vezes pode ser útil ali na medicina e em outras áreas também

[37:20] ali na medicina e em outras áreas também uma outra filosofia importante é Hana

[37:21] uma outra filosofia importante é Hana arent ela basicamente desenvolve a ideia

[37:23] arent ela basicamente desenvolve a ideia da banalidade do mal ela mostra como que

[37:26] da banalidade do mal ela mostra como que uma pessoa

[37:27] uma pessoa Teoricamente normal pode executar atos

[37:30] Teoricamente normal pode executar atos condenáveis em determinadas situações e

[37:32] condenáveis em determinadas situações e aí ela avalia a questão de Jerusalém

[37:34] aí ela avalia a questão de Jerusalém para desenvolver toda essa concepção

[37:36] para desenvolver toda essa concepção propriamente dita outro filósofo

[37:37] propriamente dita outro filósofo relevante é o John House John House é um

[37:39] relevante é o John House John House é um filósofo Liberal que propõe ali a ideia

[37:41] filósofo Liberal que propõe ali a ideia de uma espécie de neocontratualismo e

[37:43] de uma espécie de neocontratualismo e que fala sobre a importância da justiça

[37:45] que fala sobre a importância da justiça e da Equidade para a organização social

[37:47] e da Equidade para a organização social ele fala como principal contribuição que

[37:50] ele fala como principal contribuição que para que a atividade política seja

[37:52] para que a atividade política seja exercida por um determinado indivíduo

[37:53] exercida por um determinado indivíduo esse indivíduo tem que fazer uso do

[37:55] esse indivíduo tem que fazer uso do chamado véu da ignorância que seria uma

[37:57] chamado véu da ignorância que seria uma forma dele poder partir de um princípio

[37:58] forma dele poder partir de um princípio de indiferença no momento de tomar as

[38:00] de indiferença no momento de tomar as decisões para ele não ser influenciado

[38:02] decisões para ele não ser influenciado por qualquer tipo de parcialidade que

[38:03] por qualquer tipo de parcialidade que possa induzir a tomar uma ação que não

[38:06] possa induzir a tomar uma ação que não seria a adequada pensando na ideia de

[38:08] seria a adequada pensando na ideia de uma busca pela justiça de uma busca pela

[38:10] uma busca pela justiça de uma busca pela Equidade um outro filósofo importante é

[38:12] Equidade um outro filósofo importante é o jugan habermans o jugan habermans ele

[38:15] o jugan habermans o jugan habermans ele basicamente vai analisar uma vertente

[38:17] basicamente vai analisar uma vertente filosófica mais ligada à política e ele

[38:19] filosófica mais ligada à política e ele vai falar que para que a democracia que

[38:21] vai falar que para que a democracia que era o objetivo maior na teoria política

[38:23] era o objetivo maior na teoria política de rmas possa ser alcançada da forma

[38:25] de rmas possa ser alcançada da forma adequada é importante que haja a

[38:28] adequada é importante que haja a comunicação entre as pessoas tanto que a

[38:30] comunicação entre as pessoas tanto que a teoria de habermas é desenvolvida como

[38:32] teoria de habermas é desenvolvida como Sera chamada teoria do agir comunicativo

[38:35] Sera chamada teoria do agir comunicativo você deve ter a ação política sendo

[38:36] você deve ter a ação política sendo executada em função da comunicação entre

[38:38] executada em função da comunicação entre indivíduos e essa comunicação tem que

[38:40] indivíduos e essa comunicação tem que ser fundamentada na razão para que a

[38:42] ser fundamentada na razão para que a partir disso o melhor argumento seguindo

[38:43] partir disso o melhor argumento seguindo o viés democrático chegue a obtenção

[38:46] o viés democrático chegue a obtenção daquilo que seria o ideal pra

[38:48] daquilo que seria o ideal pra consolidação democrática pra

[38:49] consolidação democrática pra consolidação da sociedade do melhor modo

[38:51] consolidação da sociedade do melhor modo possível e por fim o nosso último

[38:53] possível e por fim o nosso último filósofo agora pensando na filosofia

[38:54] filósofo agora pensando na filosofia pós-moderna e aí eu vou pegar o

[38:55] pós-moderna e aí eu vou pegar o principal fil filósofo pós-moderno que

[38:57] principal fil filósofo pós-moderno que já caiu no ENEM pode cair de novo que é

[38:58] já caiu no ENEM pode cair de novo que é o Hans Jonas o Hans Jonas ele

[39:00] o Hans Jonas o Hans Jonas ele basicamente estabelece um pensamento que

[39:02] basicamente estabelece um pensamento que relaciona tecnologia e bioética ele até

[39:04] relaciona tecnologia e bioética ele até propõe aqui o chamado princípio

[39:06] propõe aqui o chamado princípio responsabilidade e mostra como que a

[39:09] responsabilidade e mostra como que a ideia de uma sustentabilidade na relação

[39:11] ideia de uma sustentabilidade na relação do homem com o meio ambiente começa a

[39:13] do homem com o meio ambiente começa a surgir no contexto pós-moderno a partir

[39:15] surgir no contexto pós-moderno a partir de uma heurística do temor os indivíduos

[39:18] de uma heurística do temor os indivíduos começam a ficar com medo nossa se a

[39:19] começam a ficar com medo nossa se a gente continuar mantendo esse tipo de

[39:20] gente continuar mantendo esse tipo de ação a gente vai degradar o meio

[39:21] ação a gente vai degradar o meio ambiente a terra não vai sustentar essas

[39:23] ambiente a terra não vai sustentar essas mudanças e vai haver a extinção do ser

[39:25] mudanças e vai haver a extinção do ser humano e aí isso meio que acaba

[39:27] humano e aí isso meio que acaba fundamentando ali algumas mudanças

[39:28] fundamentando ali algumas mudanças comportamentais nessa lógica O que é um

[39:29] comportamentais nessa lógica O que é um ponto importante a ser considerado aqui

[39:31] ponto importante a ser considerado aqui então pensou em ronas pensou em bioética

[39:33] então pensou em ronas pensou em bioética responsabilidade relação com o meio

[39:35] responsabilidade relação com o meio ambiente é heurística do temor das ações

[39:37] ambiente é heurística do temor das ações pensadas num princípio de

[39:39] pensadas num princípio de sustentabilidade meu Deus por alguns

[39:41] sustentabilidade meu Deus por alguns minutos passamos aqui por todos os

[39:42] minutos passamos aqui por todos os filósofos que você tem que conhecer para

[39:44] filósofos que você tem que conhecer para sua prova do nem você deve ter percebido

[39:45] sua prova do nem você deve ter percebido que para alguns filósofos eu fui mais

[39:47] que para alguns filósofos eu fui mais específico eu detalhei mais algumas

[39:48] específico eu detalhei mais algumas informações porque se a gente pegar ali

[39:50] informações porque se a gente pegar ali os últimos 10 anos de prova do Enem

[39:52] os últimos 10 anos de prova do Enem alguns desses filósofos caem mais na

[39:53] alguns desses filósofos caem mais na prova outros caem menos tanto que para

[39:55] prova outros caem menos tanto que para alguns filósofos eu simplesmente cetei o

[39:57] alguns filósofos eu simplesmente cetei o nome dele falei de uma teoria e passei

[39:58] nome dele falei de uma teoria e passei pro próximo porque para muitos desses

[40:01] pro próximo porque para muitos desses autores você não precisa ter um

[40:02] autores você não precisa ter um detalhamento muito grande de informações

[40:04] detalhamento muito grande de informações para conseguir acertar as questões então

[40:05] para conseguir acertar as questões então eu trouxe para você o essencial aquilo

[40:07] eu trouxe para você o essencial aquilo que você realmente tem que saber porque

[40:09] que você realmente tem que saber porque pode cair de forma conteudista para você

[40:10] pode cair de forma conteudista para você garantir assim mais acertos na prova de

[40:12] garantir assim mais acertos na prova de filosofia do Enem e olha se você gostou

[40:14] filosofia do Enem e olha se você gostou desse vídeo deixa um like aqui embaixo e

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[40:19] mais vídeos como esse para outras disciplinas se você só par eu posso

[40:20] disciplinas se você só par eu posso fazer um vídeo como esse trazendo

[40:22] fazer um vídeo como esse trazendo conteúdos de geografia trazendo

[40:23] conteúdos de geografia trazendo conteúdos de sociologia de história pra

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[40:27] gente fazer aí uma revisão bem completa e garantir assim mais acertos na prova

[40:29] e garantir assim mais acertos na prova do primeiro dia do Enem se você é novo

[40:30] do primeiro dia do Enem se você é novo no canal se inscreve aqui embaixo para

[40:32] no canal se inscreve aqui embaixo para que você possa receber mais conteúdos

[40:33] que você possa receber mais conteúdos voltados à preparação pro Enem e para

[40:34] voltados à preparação pro Enem e para vestibulares tradicionais foi um prazer

[40:36] vestibulares tradicionais foi um prazer estar aqui com vocês nos vemos nos

[40:38] estar aqui com vocês nos vemos nos próximos vídeos e bons

[40:40] próximos vídeos e bons estudos

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