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https://www.youtube.com/watch?v=dSOO6jC5Rug
[00:36] Boa noite, pessoal. Como vocês estão?
[00:39] Boa noite, pessoal. Como vocês estão? Espero que todos estejam bem. Chegamos ao nosso terceiro encontro de contexto histórico filosófico da educação.
[00:47] Pessoal, o código de entrada é 783. Eu já deixei aqui no chat para vocês, tá fixado que fica mais fácil de vocês visualizarem.
[00:58] Lembrando, esse código deve ser colocado lá no aplicativo, no LU app, né? E o aplicativo precisa estar atualizado e a localização precisa estar ativada, tá? Porque senão não aparece essa opção de colocar o código.
[01:10] E aí ao final da aula, faltando uns 10 minutinhos, eu libero para vocês o código de saída, tá bom?
[01:18] Gente, recadinho de hoje. A única coisa que eu tenho para falar para vocês é referente às avaliações, tá?
[01:25] Então eu sempre bato nessa tecla, né, para vocês tomarem cuidado com os prazos das avaliações.
[01:30] Então, nesse momento, não sei se vocês viram, mas nós estamos com as três avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3. A
[01:39] avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3.
[01:42] V1 vocês terão até o dia 27 de abril para responder, então até segunda-feira da semana que vem.
[01:47] A AV2 abriu essa semana e vocês terão até o dia 4 de maio para responder.
[01:52] E a AV3 é o nosso desafio profissional que já está aberto, né, desde a nossa primeira semana da disciplina e ficará aberto, né, até o final da disciplina.
[02:01] Então, até a o final da semana que vem vocês ainda conseguirão responder, né, ao desafio profissional.
[02:08] Então, não deixem pra última hora, tá, pessoal?
[02:10] Cuidado para não perderem esses prazos, para vocês não serem prejudicados, tá?
[02:15] E a AV4 é aquela avaliação que vocês fazem no polo, né?
[02:18] Vocês precisam fazer o agendamento.
[02:21] É só entrar lá em notas e avaliações e clicar em realizar agendamento.
[02:25] Assim vocês conseguem escolher o melhor dia e horário para ir até o Polo realizar essa avaliação.
[02:30] Tá bom, gente?
[02:33] A Joelma perguntou aqui como que adiciona o código.
[02:35] Primeiro dia de Alai.
[02:37] Seja bem-vinda, Joelma.
[02:39] Eh, pessoal, para quem não sabe ainda, né, esse código ele é colocado lá no
[02:41] Esse código ele é colocado lá no aplicativo.
[02:43] Então, Joelma, você precisa baixar o aplicativo, né, que é o Leo app.
[02:45] E aí, quando você entra no aplicativo, no horário da aula, ele já aparece a opção de colocar o código, tá?
[02:50] Então, ele já solicita o código para você.
[02:54] Então, esse código a gente sempre dá aqui no início da aula e ao final da aula a gente libera também o código de saída, tá bom?
[02:59] Mas atenção, porque o aplicativo ele precisa estar atualizado.
[03:05] Então sempre verifica, né, as atualizações, porque senão não aparece essa opção.
[03:07] E o GPS, né, a localização do celular também precisa estar ativa, porque senão não aparece essa opção também, tá bom?
[03:13] Então, tenta aí, né, fala para mim se você conseguiu.
[03:15] Eh, se não conseguir, entra em contato comigo, né?
[03:18] A gente tem o canal que é o Fale com o Mediador.
[03:20] Depois eu te explico direitinho como que funciona.
[03:22] E pessoal, eh para quem tiver problema, né, com o código, não conseguir colocar por algum motivo, eh não precisam se preocupar em relação a isso, porque ninguém aqui será prejudicado, tá, gente?
[03:25] Então, ah, não
[03:43] prejudicado, tá, gente?
[03:43] Então, ah, não consegui, professora, eh, travou, eh, o aplicativo fechou, não apareceu essa opção, não se preocupem, tá?
[03:51] a gente usa esse código para ter um controle de quantos alunos estão acessando a aula, tá?
[04:00] Então não se preocupem caso eh vocês não consigam colocar esse código, é mais para um controle nosso mesmo, tá?
[04:04] Vocês não ficarão com falta.
[04:07] Beleza, gente?
[04:07] Então, de recadinho para hoje era isso.
[04:10] Deixa eu dar uma olhadinha aqui no chat novamente.
[04:16] Felipe tá perguntando da nota do simulado.
[04:20] Felipe, a gente não tem mais simulado, tá?
[04:23] Com essa essa nova metodologia de avaliação, né, que iniciou esse ano com o desafio profissional.
[04:30] Não sei se em que semestre que vocês estão, né, mas o desafio profissional começou a partir desse semestre, né, 2026/1.
[04:37] Eh, é um novo modelo de avaliação.
[04:38] Então, infelizmente os simulados eles foram descontinuados.
[04:40] A gente ainda não tem eh previsão da volta deles, tá?
[04:45] Tem, eh, previsão da volta deles, tá?
[04:47] Mas aí qualquer informação será passada para vocês novamente.
[04:50] Ah, você tá falando do simulado avance.
[04:52] Entendi.
[04:55] O simulado avance, pessoal, para quem atingiu, né, o mínimo de questões lá que é exigido, eh, serve para todas as disciplinas que estão ativas no momento, tá?
[05:04] Então, para todas as disciplinas desse semestre, tá?
[05:06] Então, se vocês fizeram o simulado avance e atingiram lá a pontuação necessária, vai ser incluso, né, essa nota para todas as as matérias desse semestre, tá bom?
[05:22] Bom, eu acho que eu respondi todas as perguntinhas que estavam aqui, pessoal.
[05:27] Como eu sempre falo, né, conforme vocês foram tendo perguntas, vocês podem ir colocando aqui no chat no decorrer da nossa aula que eu vou respondendo, tá?
[05:34] Na medida do possível.
[05:37] Mas o nosso canal oficial é o Fale com mediador, né?
[05:39] Então, se é uma dúvida mais específica, se vocês querem eh falar assim diretamente comigo, né?
[05:43] É uma coisa, ai,
[05:46] diretamente comigo, né?
[05:47] Professor, eu tô com dúvida, por exemplo, no desafio profissional, né?
[05:49] Como que eu faço tal etapa?
[05:51] Então, eu prefiro que vocês me chamem, né?
[05:52] É, abram o chamado lá no Fale com mediador,
[05:55] porque aí desse jeito eu consigo ajudar da melhor forma possível, tá bom?
[05:58] A única coisa que eu peço, pessoal, é para que quando vocês abram o chamado, vocês coloquem a dúvida de vocês com o máximo de detalhes possíveis para eu que eu consiga realmente entender, né, qual é a dúvida de vocês e conseguir ajudar.
[06:12] Tá bom?
[06:12] Deixa eu ver que o Felipe falou.
[06:17] Dá sim, Felipe.
[06:19] Pode ficar tranquilo, tá bom?
[06:22] Imagina.
[06:22] Pessoal, então agora eu vou passar a palavra paraa nossa professora Regente, eh, pra gente dar, né, continuidade ao nosso conteúdo.
[06:29] Boa noite, profe.
[06:31] Boa noite, professora.
[06:31] Boa noite, gente.
[06:35] Sejam bem-vindos, bem-vindas à nossa terceira aula.
[06:37] A quem tá chegando agora também, né, temos algumas pessoas novas chegando no primeiro dia, então, sejam
[06:46] Chegando no primeiro dia, então, sejam muito bem-vindos e bem-vindas.
[06:49] Muito bem-vindos e bem-vindas.
[06:52] Eh, eu vou, tô subindo o nosso material aqui, então vou pedir só um segundinho para vocês.
[06:58] Até esse material carregar aqui, ficar disponível, visível.
[07:07] Pronto, acho que já vai.
[07:11] Acho que sim, né? Tão visualizando.
[07:15] Bom, gente, vamos lá.
[07:17] Então, hoje é o nosso terceiro encontro ao vivo da disciplina, né?
[07:23] Então, eh, nós estamos na nossa penúltima aula, né?
[07:25] Na semana que vem nós já encerraremos a nossa disciplina e com esse encerramento da disciplina vocês também têm o fechamento do prazo do desafio profissional que a professora eh Luana destacou, né?
[07:39] Então, não percam de vista esses prazos, tá?
[07:41] Sempre se organizem para entregar tudo dentro do tempo, limite, né, para que
[07:47] dentro do tempo, limite, né, para que depois vocês não fiquem com nenhuma pendência ali nas avaliações.
[07:51] E para quem tá chegando agora, gente, eh nós já tivemos duas aulas, eu vou pedir que vocês acessem essas aulas gravadas, né?
[08:00] Então vocês têm acesso às aulas gravadas pelo AVA de vocês.
[08:02] Quando vocês acessam lá semestre 2026/1, a disciplina, né, contexto histórico filosófico da educação, lá vocês têm um espacinho de aulas gravadas.
[08:14] Todas as aulas que a gente realiza aqui ao vivo, elas são gravadas e elas são disponibilizadas, né, lá no AVA de vocês.
[08:21] Então, acessem essas gravações, eh, para que vocês possam se atualizar em relação ao conteúdo e conseguir avançar com essa disciplina, né?
[08:33] Então, lá na primeira aula nós falamos bastante sobre o desafio profissional, por exemplo, né?
[08:39] foi um encontro bem voltado à orientação sobre essa atividade.
[08:41] Então, vejam essa aula, entendam o que é essa avaliação para que vocês possam concluir a
[08:49] para que vocês possam concluir a atividade e realizar a postagem, tudo certinho, tá?
[08:53] E a partir da segunda aula, a gente tem, né, uma dedicação eh bem mais voltada ao conteúdo.
[08:58] Na primeira aula a gente também falou um pouco do conteúdo, mas a partir da segunda a gente tem se dedicado exclusivamente ao conteúdo, assim como, né, faremos na aula de hoje.
[09:08] Então, só para deixar esse recadinho para vocês, especialmente para quem tá chegando agora, eh, não deixem de se atualizar, tá gente?
[09:15] É importante acessar essas gravações, acessar esses materiais para que vocês possam avançar no conteúdo e não ficar com nenhuma pendência ali das avaliações, tá bom?
[09:26] Gente, vamos lá.
[09:26] Eu trouxe um vídeo pra gente começar a nossa aula com uma reflexão, né?
[09:33] Eh, hoje a gente vai seguir falando, eh, na semana passada, vou jogar aqui pras nossas metas de aprendizagem, só pra gente relembrar, né, onde a gente parou, o que que a gente avançou.
[09:44] a gente falou sobre o surgimento da escrita, né?
[09:46] Nós falamos sobre alguns modelos de educação, educação na Grécia antiga, em
[09:49] Educação, educação na Grécia antiga, em Roma.
[09:54] Eh, nós falamos sobre a educação Roma.
[09:56] Eh, nós falamos sobre a educação do hebraica, né, egípcia, enfim, nós falamos de alguns modelos educacionais,
[09:59] como que esses modelos educacionais da antiguidade também de alguma maneira
[10:02] refletem a maneira como nós, né, organizamos a nossa educação atualmente.
[10:08] Hoje nós vamos avançar, né, para essas transformações da era moderna.
[10:10] Então nós vamos falar um pouquinho ali do período medieval,
[10:14] essa organização educacional do período medieval, que já é algo que tá ali, né, da nossa segunda unidade,
[10:17] as transformações que ocorrem para essa transição, paraa era moderna, né,
[10:21] em que também a gente vai identificar algumas mudanças que são apresentadas pelo renascimento, né, eh, pela reforma protestante.
[10:34] Então, a gente vai ter alguns movimentos ali que vão refletir nos modelos educacionais e que vão construindo um caminho, entendimento pra gente identificar também como que o nosso modelo atual ele vai sendo construído, né?
[10:49] Eh, e por fim, a gente
[10:52] construído, né?
[10:54] E, por fim, a gente já vai se aproximar, vamos ver, eu espero que a gente consiga dar conta disso no nosso tempo, mas se der esse tempinho final, a gente já vai se aproximar da educação, da história da educação brasileira, né?
[11:05] Então, já olhando uma perspectiva mais local, eh, trabalhando especialmente esse contexto da educação colonial jesuítica, né, para que depois a gente possa então eh olhar para as principais referências, olhar para pros principais pensadores da educação, né, brasileira, as nossas referências, como que a gente foi organizando o nosso currículo, eh, a referência que hoje temos com a BNCC, né?
[11:30] Então, na próxima aula, nós vamos ter esse olhar um pouco mais dessa concepção que a gente já identifica, que já se materializa, né, na referência que nós temos hoje de educação.
[11:40] Eh, mas eu queria trazer na aula de hoje e na semana que vem também a proposta que a gente possa fazer isso, trazer um vídeo que que gere uma reflexão, né?
[11:50] Então, não necessariamente é um vídeo que ele tá localizado nessa distribuição eh
[11:55] tá localizado nessa distribuição eh desses períodos aqui, né, eh históricos,
[11:58] desses períodos aqui, né, eh históricos, considerando uma certa cronologia.
[12:00] considerando uma certa cronologia.
[12:03] um debate já mais atual, mas para isso para que isso possa acompanhar, possa eh
[12:06] contribuir também com as nossas
[12:08] reflexões ao longo da disciplina.
[12:11] Então vamos lá, gente.
[12:13] Vou passar o vídeo aqui para vocês.
[12:16] Eu espero que todo mundo consiga acompanhar, consiga ouvir.
[12:19] Caso não, deixa eu copiar o link aqui.
[12:23] Eu vou deixar já ele aqui disponível para vocês.
[12:25] Caso alguém não consiga, né, acompanhar ou, enfim, não reproduza
[12:27] corretamente aqui o vídeo, aí eu vou
[12:29] deixar o link para que vocês possam assistir depois, tá?
[12:32] Então aqui o nome do do vídeo é a educação dos povos indígenas e
[12:34] quilombolas.
[12:36] Então vamos lá, gente.
[12:39] É um vídeo curtinho.
[12:41] Tá saindo som prof normal
[17:12] Er.
[17:31] Gente, quem não conseguiu acompanhar aqui, acesse o link ali que eu encaminhei.
[17:35] Eu até testei o link aqui, tá abrindo normalmente eh, esse link que eu mandei para vocês.
[17:42] Mas bom, vamos lá.
[17:46] Então esse esse é um vídeo, né, que eu selecionei, eu já tinha assistido ele há algum tempo e deixei ele separado pra gente trabalhar em algum momento aqui na aula, conversar a respeito.
[17:55] Daí eu queria trazer, né, no início da aula de hoje, eh, é desse canal Aurê.
[18:03] E e quem fala aqui no vídeo, né, especialmente é a Maria eh Lopes, que ela é uma pesquisadora das relações étnico-raciais na educação.
[18:11] E ela vai apresentar alguns pontos importantes,
[18:14] apresentar alguns pontos importantes, né?
[18:16] Então, ela vai falar da necessidade da LDB ela cumprir, né, com o seu objetivo, com aquilo que está apresentado nessa estrutura, né, nesse conteúdo da LDB, para que se alcance de alguma maneira uma efetivação para uma prática educacional que leve em consideração saberes e culturas dos povos indígenas, da população negra, de comunidades remanescentes de quilombo, né?
[18:42] Então ela vai falar dessa importância, ela vai destacar alguns aspectos ali, tanto essa questão das referências, quais são as referências que estão na escola hoje, né?
[18:50] Que referências, que livros, que histórias estão sendo contadas.
[18:55] Então, pensar como que esse currículo ele também levea em consideração esses saberes, né?
[19:00] e não siga apenas como uma estrutura que reproduza uma única via do conhecimento.
[19:06] Eh, eu acho que isso já cabe muito pra nossa discussão inicial, porque tem uma relação muito profunda com o que a gente discutiu nas aulas anteriores, né?
[19:16] discutiu nas aulas anteriores, né?
[19:18] quando a gente falou das sociedades ágrafas, quando a gente fala de outras vias de produção do conhecimento, que não só o caminho do da do conhecimento escrito, né, que nem é isso que a a pesquisadora tá falando, né, porque eh ela não diz eh eh de não contemplar esses conhecimentos escritos, mesmo porque temos autores, né, eh de diferentes etnias, enfim.
[19:40] E o que ela vai trazer é contemplar essas diferentes perspectivas mesmo, né?
[19:45] Então, pensar essas referências diversas, pensar experiências diversas, né, pensar como que essas narrativas elas também estão ali contempladas nesse currículo para que a gente não siga refém de um currículo que ainda é uma herança colonial, que é algo que a gente vai ver, por exemplo, na aula de hoje, né, desse processo da educação jesuística, né, de uma de uma educação eh muito imbricada nessa nos morais e preceitos religiosos.
[20:15] Então, eh, como contemplar esses outros saberes?
[20:15] Para além disso,
[20:17] esses outros saberes?
[20:21] Para além disso, ela vai falar também de algo que é muito importante, né, que é pensar eh os dados em relação a essas populações a partir de uma perspectiva eh educacional,
[20:30] considerando taxa de evasão escolar, eh taxa de analfabetismo, né, fatores como desigualdade, enfim, como que a educação, quando a gente olha para esses índices, né, de desigualdade, de acesso, de analfabetismo, de evasão, escolar,
[20:47] como que ela denuncia que ainda isso reflete em alguns marcadores sociais, né?
[20:53] Então, nós podemos considerar aqui marcadores de gênero, mas especialmente, considerando o contexto brasileiro, marcadores raciais e étnicos, né?
[21:03] Eh, e também essas localizações.
[21:07] Então, a gente pensar em comunidades de maior vulnerabilidade, pensar em comunidades indígenas, né?
[21:12] ou seja, populações que não estão em grandes centros, em espaços
[21:18] não estão em grandes centros, em espaços eh mais privilegiados de acesso, com eh mais privilegiados de acesso, com vias de acesso facilitadas a esses vias de acesso facilitadas a esses centros escolares, né?
[21:24] Então, ela vai trazer vários aspectos aqui pra gente refletir e pensar eh a importância de levar a sério o plano de educação nacional eh que prevê, né, as diretrizes, eh as diretrizes educacionais voltadas a a essa área de debate, né, como escolas em zonas rurais, né, escolas eh para crianças quilombolas.
[21:50] Então, ela vai trazer esses assuntos à tona para quê? Para escancarar que ainda exige uma existe uma falha, existe uma desigualdade muito grande nesses acessos.
[21:59] Eh, inclusive na semana passada alguém trouxe esse tópico, né, como como um disparador assim de uma reflexão e eu disse que a gente teria um vídeo.
[22:10] Acabou não dando tempo da gente trabalhar esse vídeo na semana passada, então eu optei por abrir a aula com ele para que a gente possa trazer essa reflexão eh como
[22:20] gente possa trazer essa reflexão eh como uma provocação, né, essa esse debate
[22:22] uma provocação, né, essa esse debate proporcionado pela pesquisadora, mas
[22:25] proporcionado pela pesquisadora, mas também esse tema, né, da desigualdade no
[22:27] também esse tema, né, da desigualdade no acesso educacional para que a gente
[22:29] acesso educacional para que a gente possa pensar eh como que aí aqui eu
[22:33] possa pensar eh como que aí aqui eu trouxe essa questão aqui pra gente
[22:35] trouxe essa questão aqui pra gente refletir, né, como garantir que a
[22:37] refletir, né, como garantir que a educação seja de fato para todos
[22:40] educação seja de fato para todos respeitando e valorizando as culturas e
[22:42] respeitando e valorizando as culturas e realidades diversas, né? Então, acho que
[22:45] realidades diversas, né? Então, acho que esse é o ainda é um desafio, eh, essa
[22:48] esse é o ainda é um desafio, eh, essa ainda é uma grande falha educacional,
[22:50] ainda é uma grande falha educacional, né? Algo que a gente percebe nos
[22:52] né? Algo que a gente percebe nos índices, a gente percebe nessas taxas,
[22:55] índices, a gente percebe nessas taxas, né, de evasão, a gente percebe nessas
[22:57] né, de evasão, a gente percebe nessas taxas de analfabetismo.
[23:00] taxas de analfabetismo. Eh, então, como que a gente olha para
[23:02] Eh, então, como que a gente olha para esses cenários? E essa é uma disciplina
[23:05] que é muito bacana, porque a gente olha
[23:07] o contexto histórico filosófico da
[23:09] educação. Então, a gente vai olhar toda
[23:12] essa essa a gente tem estudado essa
[23:14] perspectiva histórica da educação. Hoje
[23:17] iniciamos esse conteúdo, né, da educação
[23:20] iniciamos esse conteúdo, né, da educação no Brasil.
[23:21] Então, a gente também vai no Brasil.
[23:24] Então, a gente também vai perceber como que a educação no Brasil enquanto enquanto instituição, né,
[23:27] enquanto eh instituição escolar, como que ela ela nasce, né, a partir de uma de uma estrutura com uma base religiosa muito
[23:37] muito forte nessa eh que dá sustentação a ela, como que ela tá aliada a um objetivo, né, de colonização do saber,
[23:45] do pensamento e como que isso de alguma maneira ainda herança, né, que a gente eh com efeitos que a gente tem percebido
[23:53] e tem colhido até hoje.
[23:55] Eu vou deixar essa questão aqui para que vocês possam trazer algumas percepções, alguns algumas reflexões a respeito, né?
[24:03] a gente pode manter isso como um tema, na próxima aula, voltar a discutir, trazer um outro vídeo, um outro material pra gente seguir discutindo sobre isso aqui.
[24:15] Eu queria aproveitar antes de seguir, né, pro para um nosso conteúdo aqui mais
[24:20] né, pro para um nosso conteúdo aqui mais pensado, uma estrutura cronológica, né?
[24:23] pensado, uma estrutura cronológica, né, eu queria ler esse comentário da Virna que diz o seguinte:
[24:27] que diz o seguinte: "É muito importante a formação de professores indígenas e quilombolas para contribuição na estrutura curricular, considerar a realidade dos alunos.
[24:37] Fui educadora socioambiental em uma ONG, em uma região vulnerabilizada.
[24:42] E no início era muito difícil relacionar meio ambiente com a realidade deles, porque eu não vivi lá.
[24:50] Acho essa fala que fala importante, né, da Virna, aqui como um caminho de reflexão pra gente pensar também eh esses profissionais, né, que estão presentes.
[24:57] Então, pensar como que a formação, quando a gente pensa, né, a formação que leva em consideração diferentes saberes, diferentes experiências, a gente não fala só de uma formação de nível básico, né, gente?
[25:11] é pensar essa formação e essa continuidade, uma formação que inclusive possa ali conduzir a uma profissão que inclusive vá render eh frutos paraa sua
[25:22] inclusive vá render eh frutos paraa sua própria comunidade, né? Então, tantas
[25:24] própria comunidade, né? Então, tantas pessoas que têm inclusive cada vez mais,
[25:27] pessoas que têm inclusive cada vez mais, né? Que bom que a gente tem visto, eh,
[25:29] né? Que bom que a gente tem visto, eh, cada vez mais, né? Pessoas indígenas,
[25:32] cada vez mais, né? Pessoas indígenas, pessoas quilombolas ocupando as
[25:34] pessoas quilombolas ocupando as universidades, eh se formando, né? e
[25:38] universidades, eh se formando, né? e provocando mesmo essa tensão nessas
[25:40] provocando mesmo essa tensão nessas reflexões e nessas estruturas, né?
[25:43] reflexões e nessas estruturas, né? Quando a gente vê esse vídeo da
[25:45] Quando a gente vê esse vídeo da pesquisadora Maria aqui, a gente tem eh
[25:48] pesquisadora Maria aqui, a gente tem eh um retrato disso, de uma pessoa que
[25:50] um retrato disso, de uma pessoa que acessou esse campo da academia e que
[25:52] acessou esse campo da academia e que aqui dentro, né, da academia consegue
[25:55] aqui dentro, né, da academia consegue provocar essas reflexões, consegue falar
[25:58] provocar essas reflexões, consegue falar sobre a estrutura falha, consegue
[26:00] sobre a estrutura falha, consegue escancarar ainda uma estrutura, eh, que
[26:04] escancarar ainda uma estrutura, eh, que que expressa, né, essa desigualdade
[26:06] que expressa, né, essa desigualdade racial. étnica. Então, a importância
[26:09] racial. étnica. Então, a importância dessas pessoas também estarem nesses
[26:11] dessas pessoas também estarem nesses lugares, eh, e cada vez mais, né, agindo
[26:15] lugares, eh, e cada vez mais, né, agindo com propriedade, trazendo outras
[26:17] com propriedade, trazendo outras perspectivas, outras referências, assim
[26:20] perspectivas, outras referências, assim que a gente vai pouco a pouco
[26:21] que a gente vai pouco a pouco modificando, né, gente, a nossa nossas
[26:24] modificando, né, gente, a nossa nossas instituições. Isso é algo que a gente
[26:26] instituições. Isso é algo que a gente vai perceber ao longo da história como
[26:28] vai perceber ao longo da história como um todo, né?
[26:32] Bom, então a partir desse gancho,
[26:35] Bom, então a partir desse gancho, eh, eu vou só relembrar aqui de uma
[26:37] eh, eu vou só relembrar aqui de uma maneira muito muito resumida mesmo, mas
[26:39] maneira muito muito resumida mesmo, mas só para vocês se conectarem, retomarem
[26:42] só para vocês se conectarem, retomarem um pouco do que a gente falou na semana
[26:44] um pouco do que a gente falou na semana passada, né? A gente falou de alguns
[26:46] passada, né? A gente falou de alguns modelos educacionais da antiguidade.
[26:49] modelos educacionais da antiguidade. Então, a gente falou ali da Grécia
[26:51] Então, a gente falou ali da Grécia antiga, né? a gente falou dessa educação
[26:53] antiga, né? a gente falou dessa educação a partir dessa desse ideal educativo que
[26:57] a partir dessa desse ideal educativo que é a paideia, que é essa noção de uma
[26:59] é a paideia, que é essa noção de uma educação eh que que eh alcance uma
[27:04] educação eh que que eh alcance uma formação integral do indivíduo, né?
[27:06] formação integral do indivíduo, né? Então aqui a gente vai pensar uma
[27:07] Então aqui a gente vai pensar uma formação que une corpo e mente, que
[27:09] formação que une corpo e mente, que pensa essa formação que acontece
[27:11] pensa essa formação que acontece inclusive no convívio social, na
[27:13] inclusive no convívio social, na participação com a sociedade, né? Claro
[27:16] participação com a sociedade, né? Claro que ali, considerando, né, um grupo
[27:18] que ali, considerando, né, um grupo restrito, então as pessoas que são
[27:20] restrito, então as pessoas que são contempladas com essa formação são
[27:22] contempladas com essa formação são homens, né, livres, eh, daquela cidade.
[27:26] homens, né, livres, eh, daquela cidade. Então, é uma é um modelo que a gente vai
[27:30] Então, é uma é um modelo que a gente vai ter essa referência da democracia, mas
[27:32] ter essa referência da democracia, mas que é uma democracia
[27:34] que é uma democracia eh limitada assim, né? Então, a gente
[27:36] eh limitada assim, né? Então, a gente não tem todos os os habitantes desse
[27:40] não tem todos os os habitantes desse dessa sociedade atuando ativamente,
[27:42] dessa sociedade atuando ativamente, sendo beneficiados com essa percepção,
[27:44] sendo beneficiados com essa percepção, com essa eh proposta da Paideia de uma
[27:48] com essa eh proposta da Paideia de uma formação integral do sujeito, né, que a
[27:50] formação integral do sujeito, né, que a gente vai considerar esses homens livres
[27:52] gente vai considerar esses homens livres que nasceram na cidade, que são maiores
[27:54] que nasceram na cidade, que são maiores de idade, né, excluindo mulheres,
[27:57] de idade, né, excluindo mulheres, pessoas estrangeiras, enfim.
[28:00] pessoas estrangeiras, enfim. Eh, diferente ali do modelo educacional
[28:02] Eh, diferente ali do modelo educacional de Esparta, onde a gente tem uma
[28:04] de Esparta, onde a gente tem uma educação mais voltada a essa esse
[28:07] educação mais voltada a essa esse desenvolvimento de habilidades físicas,
[28:10] desenvolvimento de habilidades físicas, eh, de força, né, que visava justamente
[28:13] eh, de força, né, que visava justamente essa formação muito muito associada a
[28:16] essa formação muito muito associada a essa educação militar, que era a
[28:18] essa educação militar, que era a formação desses guerreiros, de homens
[28:20] formação desses guerreiros, de homens que estivessem preparados para defender
[28:23] que estivessem preparados para defender o seu povo, para defender a sua cidade
[28:26] o seu povo, para defender a sua cidade em conflitos, né? Então aqui a gente tem
[28:28] em conflitos, né? Então aqui a gente tem uma educação com outra finalidade que
[28:30] uma educação com outra finalidade que não essa finalidade de sujeitos críticos
[28:33] não essa finalidade de sujeitos críticos pensantes, mas essa finalidade de um
[28:35] pensantes, mas essa finalidade de um corpo eh que esteja pronto, né, para o
[28:38] corpo eh que esteja pronto, né, para o combate.
[28:40] combate. Em Roma, a gente vai ter essa figura do
[28:42] Em Roma, a gente vai ter essa figura do pai de família, né, como uma figura,
[28:45] pai de família, né, como uma figura, eh, que vai que vai ter uma forte
[28:48] eh, que vai que vai ter uma forte influência nesse processo educacional.
[28:50] influência nesse processo educacional. Então, a gente tem eh na Roma antiga, a
[28:53] Então, a gente tem eh na Roma antiga, a partir das leis das 12 tábuas que a
[28:55] partir das leis das 12 tábuas que a gente falou também, né, na semana
[28:56] gente falou também, né, na semana passada, a gente tem essa forte
[28:59] passada, a gente tem essa forte influência eh dessa dessa figura do pai
[29:04] influência eh dessa dessa figura do pai que eh atua nesse processo educacional
[29:07] que eh atua nesse processo educacional de uma maneira muito direta, que a gente
[29:09] de uma maneira muito direta, que a gente nem tá falando de uma educação de
[29:12] nem tá falando de uma educação de jovens, de crianças, mas inclusive na
[29:15] jovens, de crianças, mas inclusive na fase adulta, né, naquele contexto e a
[29:17] fase adulta, né, naquele contexto e a partir das leis das 12 tábuas, os pais
[29:20] partir das leis das 12 tábuas, os pais eles tinham eh muito poder sobre os
[29:23] eles tinham eh muito poder sobre os filhos, mesmo na fase adulta, assim,
[29:25] filhos, mesmo na fase adulta, assim, poder de punição, poder de definir, né,
[29:28] poder de punição, poder de definir, né, algumas eh definir o destino, né, dessas
[29:32] algumas eh definir o destino, né, dessas desses jovens, dessas crianças. Então
[29:35] desses jovens, dessas crianças. Então aqui é uma influência muito forte mesmo
[29:37] aqui é uma influência muito forte mesmo de decisão e de formação, né, de
[29:39] de decisão e de formação, né, de educação a partir dessa figura eh do
[29:42] educação a partir dessa figura eh do Páter Família, que seria essa educação
[29:44] Páter Família, que seria essa educação gerida pelo pai. Depois Roma imperial,
[29:47] gerida pelo pai. Depois Roma imperial, aí a gente já começa a ter uma
[29:49] aí a gente já começa a ter uma influência de ideais gregos,
[29:50] influência de ideais gregos, especialmente a partir da Paideia, né?
[29:54] especialmente a partir da Paideia, né? Também mais uma vez lembrando que essa
[29:55] Também mais uma vez lembrando que essa formação, né, de um sujeito mais
[29:57] formação, né, de um sujeito mais crítico, mais pensante. E lá na educação
[30:00] crítico, mais pensante. E lá na educação egípcia hebraica, aí a gente tem uma
[30:03] egípcia hebraica, aí a gente tem uma educação muito ligada à religião, a ao
[30:06] educação muito ligada à religião, a ao poder político também, porque aqui, né,
[30:08] poder político também, porque aqui, né, a gente tá falando de uma relação ehem
[30:10] a gente tá falando de uma relação ehem que uma coisa está muito embricada na
[30:13] que uma coisa está muito embricada na outra, né? Então, a religião, o poder
[30:15] outra, né? Então, a religião, o poder político, estão dissociados ali. Eh, e a
[30:18] político, estão dissociados ali. Eh, e a gente vai ter a figura dos sacerdotes
[30:20] gente vai ter a figura dos sacerdotes como esses principais responsáveis pelo
[30:22] como esses principais responsáveis pelo ensino, né? Então, eles tinham um
[30:24] ensino, né? Então, eles tinham um conhecimento que era considerado o
[30:26] conhecimento que era considerado o conhecimento sagrado, mas não só, eles
[30:29] conhecimento sagrado, mas não só, eles também tinham um conhecimento
[30:30] também tinham um conhecimento administrativo. Então, veja como que eh
[30:33] administrativo. Então, veja como que eh tem uma relação muito próxima, né,
[30:35] tem uma relação muito próxima, né, desses eh desses preceitos ali sagrados,
[30:38] desses eh desses preceitos ali sagrados, religiosos e também desses aspectos
[30:41] religiosos e também desses aspectos administrativos.
[30:42] administrativos. Então, algumas coisas que vão vão se
[30:45] Então, algumas coisas que vão vão se fazer presente nessa formação, né,
[30:47] fazer presente nessa formação, né, considerando inclusive essas esses
[30:50] considerando inclusive essas esses diferentes campos. aqui a gente tem como
[30:52] diferentes campos. aqui a gente tem como base, né, a religião e esse processo já
[30:55] base, né, a religião e esse processo já de aprendizado, de transmissão de eh de
[30:59] de aprendizado, de transmissão de eh de conhecimento sobre a escrita, né,
[31:02] conhecimento sobre a escrita, né, especialmente a partir dos hieróglifos
[31:03] especialmente a partir dos hieróglifos lá que a gente viu da da escrita
[31:06] lá que a gente viu da da escrita egípcia, dos símbolos, né, dos dos
[31:08] egípcia, dos símbolos, né, dos dos signos ali, mas também a gente vai ter
[31:11] signos ali, mas também a gente vai ter um desenvolvimento de alguns saberes e
[31:13] um desenvolvimento de alguns saberes e alguns conteúdos que começam a ser
[31:15] alguns conteúdos que começam a ser discutidos, como matemática, astronomia,
[31:18] discutidos, como matemática, astronomia, história natural e etc, tá?
[31:21] história natural e etc, tá? Bom, isso aqui só pra gente relembrar
[31:23] Bom, isso aqui só pra gente relembrar algumas coisas, tá? Eh, e aí uma coisa
[31:27] algumas coisas, tá? Eh, e aí uma coisa que eu queria falar aqui com vocês é
[31:30] que eu queria falar aqui com vocês é sobre a difusão dessa cultura escrita,
[31:33] sobre a difusão dessa cultura escrita, né, pra gente fechar um pouco esse
[31:35] né, pra gente fechar um pouco esse conteúdo e e passar ali para pro
[31:37] conteúdo e e passar ali para pro contexto da Idade Média, da Modernidade,
[31:39] contexto da Idade Média, da Modernidade, etc.
[31:41] etc. Vejam só, a gente tem um processo de
[31:43] Vejam só, a gente tem um processo de difusão da cultura escrita
[31:46] difusão da cultura escrita que acontece eh em diferentes momentos
[31:49] que acontece eh em diferentes momentos da história. Então, olha só, uma coisa
[31:52] da história. Então, olha só, uma coisa que vai ser muito eh muito importante
[31:55] que vai ser muito eh muito importante nesse processo, né, vai ser o
[31:58] nesse processo, né, vai ser o desenvolvimento do alfabeto fonético,
[32:01] desenvolvimento do alfabeto fonético, né, desenvolvido pelos fenícios, depois
[32:04] né, desenvolvido pelos fenícios, depois aprimorado, desenvolvido, enfim, eh,
[32:07] aprimorado, desenvolvido, enfim, eh, também pelos gregos. O que que é o
[32:09] também pelos gregos. O que que é o alfabeto fonético, né, gente? É o
[32:11] alfabeto fonético, né, gente? É o alfabeto que a gente utiliza até os dias
[32:13] alfabeto que a gente utiliza até os dias de hoje. Essa noção eh de alfabeto
[32:17] de hoje. Essa noção eh de alfabeto fonético, ela justifica um alfabeto que
[32:19] fonético, ela justifica um alfabeto que ele é elaborado baseado em sons, né?
[32:23] ele é elaborado baseado em sons, né? Então, cada letra é associada a um som.
[32:26] Então, cada letra é associada a um som. Então, a gente tem vogais e consoantes e
[32:29] Então, a gente tem vogais e consoantes e a gente vai ter essa eh distinção a
[32:33] a gente vai ter essa eh distinção a partir dos sons produzidos, né? Então,
[32:35] partir dos sons produzidos, né? Então, as consoantes geralmente elas são alguns
[32:37] as consoantes geralmente elas são alguns efeitos que não são preenchidos, que
[32:39] efeitos que não são preenchidos, que precisam das vogais para serem
[32:41] precisam das vogais para serem preenchidos, né? Então, o som de,
[32:43] preenchidos, né? Então, o som de, [roncando]
[32:44] [roncando] né, a gente tem alguns sons que são
[32:46] né, a gente tem alguns sons que são produzidos eh a partir, né, dessa dessa
[32:51] produzidos eh a partir, né, dessa dessa dessas possibilidades aqui da da nossa
[32:54] dessas possibilidades aqui da da nossa fonética. A gente tem alguns sons que
[32:55] fonética. A gente tem alguns sons que vão ser assimilados como essas
[32:56] vão ser assimilados como essas consoantes. E aí os sons abertos, né,
[32:59] consoantes. E aí os sons abertos, né, preenchidos, a, e, i, o, u, que dão
[33:02] preenchidos, a, e, i, o, u, que dão corpo a essas palavras. Então, o
[33:04] corpo a essas palavras. Então, o alfabeto fonético, ele tá diretamente
[33:07] alfabeto fonético, ele tá diretamente associado aos sons que a gente produz,
[33:09] associado aos sons que a gente produz, né? Então, os nossos sons começam a ser
[33:12] né? Então, os nossos sons começam a ser observados, modulados, para que a gente
[33:15] observados, modulados, para que a gente possa desenvolver palavras e o nosso
[33:17] possa desenvolver palavras e o nosso alfabeto vai sendo eh desenvolvido a
[33:20] alfabeto vai sendo eh desenvolvido a partir disso, tá?
[33:23] partir disso, tá? Aqui a gente tem também eh a tem uma
[33:27] Aqui a gente tem também eh a tem uma coisa que eu queria eu queria falar para
[33:29] coisa que eu queria eu queria falar para vocês, mas deixa eu terminar os tópicos
[33:31] vocês, mas deixa eu terminar os tópicos aqui do do slide, depois eu trago
[33:33] aqui do do slide, depois eu trago algumas curiosidades assim, é só porque
[33:35] algumas curiosidades assim, é só porque o nosso alfabeto eh ele a gente tem
[33:39] o nosso alfabeto eh ele a gente tem lugares que tem alfabetos com modelos
[33:41] lugares que tem alfabetos com modelos distintos, assim, né? Então, eu queria
[33:42] distintos, assim, né? Então, eu queria comentar um pouquinho disso, só a título
[33:45] comentar um pouquinho disso, só a título de curiosidade, mas deixa eu só terminar
[33:46] de curiosidade, mas deixa eu só terminar esses tópicos do slide para não me
[33:49] esses tópicos do slide para não me perder aqui no no ratínio. Então, olha
[33:51] perder aqui no no ratínio. Então, olha só, eh, com o tempo, o que que essa
[33:54] só, eh, com o tempo, o que que essa escrita ela vai ela vai proporcionar,
[33:57] escrita ela vai ela vai proporcionar, né? Ela vai justamente alcançar o seu
[33:59] né? Ela vai justamente alcançar o seu objetivo inicial, né? Ela vai cumprir
[34:01] objetivo inicial, né? Ela vai cumprir com aquele objetivo, eh, que é ser
[34:04] com aquele objetivo, eh, que é ser utilizada em documentos legais,
[34:05] utilizada em documentos legais, comerciais, religiosos, né? que é
[34:08] comerciais, religiosos, né? que é inclusive o que o que dá eh esse pontapé
[34:11] inclusive o que o que dá eh esse pontapé inicial para esse processo de
[34:12] inicial para esse processo de desenvolvimento, né, que expressa essa
[34:14] desenvolvimento, né, que expressa essa necessidade do povo em relação à
[34:16] necessidade do povo em relação à escrita, algo que possa eh registrar,
[34:20] escrita, algo que possa eh registrar, né, que possa registrar esses acordos,
[34:23] né, que possa registrar esses acordos, algo que possa registrar esses acordos
[34:25] algo que possa registrar esses acordos comerciais, algo que possa também
[34:28] comerciais, algo que possa também registrar e preservar alguns saberes,
[34:31] registrar e preservar alguns saberes, né, alguns preceitos, as morais, as
[34:33] né, alguns preceitos, as morais, as passagens religiosas. Então, a a escrita
[34:38] passagens religiosas. Então, a a escrita ela vai cumprir com esse objetivo
[34:39] ela vai cumprir com esse objetivo inicial porque ela vai começar a ser
[34:42] inicial porque ela vai começar a ser utilizada justamente para essas funções,
[34:44] utilizada justamente para essas funções, né? Então ela começa a ter uma
[34:46] né? Então ela começa a ter uma importante função aqui, tanto social
[34:49] importante função aqui, tanto social quanto administrativa.
[34:51] quanto administrativa. Eh, e aí a gente tem, claro, né,
[34:54] Eh, e aí a gente tem, claro, né, importante, eh, destacar que aqui a
[34:57] importante, eh, destacar que aqui a gente tá falando de um acesso muito
[34:59] gente tá falando de um acesso muito restrito a esse recurso, né, a essa
[35:02] restrito a esse recurso, né, a essa linguagem. Então, a gente tem a escrita
[35:05] linguagem. Então, a gente tem a escrita como um recurso, como uma produção de
[35:08] como um recurso, como uma produção de símbolos que permitem, né, uma
[35:10] símbolos que permitem, né, uma comunicação e um registro dessas
[35:12] comunicação e um registro dessas comunicações, desses materiais, desses
[35:14] comunicações, desses materiais, desses saberes. Mas isso vai ser muito
[35:16] saberes. Mas isso vai ser muito restrito, né, esse acesso a esses
[35:19] restrito, né, esse acesso a esses processos de desenvolvimento dessa
[35:21] processos de desenvolvimento dessa escrita, né, ou seja, o que hoje a gente
[35:23] escrita, né, ou seja, o que hoje a gente conhece como processo de alfabetização,
[35:26] conhece como processo de alfabetização, eh, ele vai ser muito lento, né, muito
[35:29] eh, ele vai ser muito lento, né, muito demorado. Então, o acesso à escrita, a
[35:33] demorado. Então, o acesso à escrita, a esse saber, a esse recurso do ler e
[35:35] esse saber, a esse recurso do ler e escrever, ele vai também representar eh
[35:39] escrever, ele vai também representar eh muito poder para determinados grupos,
[35:42] muito poder para determinados grupos, né, especialmente aqui pro clero. Quando
[35:45] né, especialmente aqui pro clero. Quando a gente avançar ali pra Idade Média,
[35:46] a gente avançar ali pra Idade Média, vocês vão ver isso, né? depois quando a
[35:48] vocês vão ver isso, né? depois quando a gente tá em reforma protestante,
[35:50] gente tá em reforma protestante, inclusive ela se encontra muito nesse
[35:52] inclusive ela se encontra muito nesse lugar desse conflito, né, eh, da Igreja
[35:54] lugar desse conflito, né, eh, da Igreja Católica, tentando, eh, ser a a única
[35:58] Católica, tentando, eh, ser a a única que tem acesso, tem esse acesso mais
[36:01] que tem acesso, tem esse acesso mais restrito, né, eh, que detém todo esse
[36:03] restrito, né, eh, que detém todo esse conhecimento. E aí a gente tem essa eh
[36:07] conhecimento. E aí a gente tem essa eh essa relação ali com a reforma que busca
[36:10] essa relação ali com a reforma que busca justamente democratizar o acesso a essas
[36:13] justamente democratizar o acesso a essas escrituras bíblicas, né? Então, isso
[36:15] escrituras bíblicas, né? Então, isso depois vai gerar um conflito. Por quê?
[36:17] depois vai gerar um conflito. Por quê? que isso é poder, né, gente? Então,
[36:19] que isso é poder, né, gente? Então, imagine só, eu digo que eu eu tenho um
[36:23] imagine só, eu digo que eu eu tenho um recurso aqui, eu tenho eh considerando
[36:26] recurso aqui, eu tenho eh considerando esse esse contexto religioso, né? Eu
[36:29] esse esse contexto religioso, né? Eu tenho toda a verdade da vida, eu tenho
[36:31] tenho toda a verdade da vida, eu tenho todas as as palavras divinas, eu tenho
[36:34] todas as as palavras divinas, eu tenho todas as passagens bíblicas, tudo aqui
[36:36] todas as passagens bíblicas, tudo aqui eh nas minhas mãos. Eu sei a verdade,
[36:39] eh nas minhas mãos. Eu sei a verdade, né? E aí eu conto pros outros o que está
[36:42] né? E aí eu conto pros outros o que está escrito, o que tá sendo dito, mas os
[36:44] escrito, o que tá sendo dito, mas os outros não têm o acesso a esse material.
[36:47] outros não têm o acesso a esse material. Então, quanta coisa poderia acontecer,
[36:50] Então, quanta coisa poderia acontecer, né? Quanta manipulação desse conteúdo,
[36:52] né? Quanta manipulação desse conteúdo, quanta manipulação dessa verdade, né?
[36:55] quanta manipulação dessa verdade, né? Eh, porque aquele que detém o o saber da
[36:59] Eh, porque aquele que detém o o saber da leitura, da interpretação desses signos,
[37:02] leitura, da interpretação desses signos, ele vai ser o tradutor e o mediador, né?
[37:05] ele vai ser o tradutor e o mediador, né? eh entre esse conteúdo e a população.
[37:08] eh entre esse conteúdo e a população. Então, ele detém esse recurso e ele
[37:10] Então, ele detém esse recurso e ele detém todo o conhecimento,
[37:11] detém todo o conhecimento, consequentemente ele detém um poder
[37:13] consequentemente ele detém um poder absurdo sobre os outros. Então, isso vai
[37:16] absurdo sobre os outros. Então, isso vai ser uma grande questão assim, né, que
[37:18] ser uma grande questão assim, né, que que em vários momentos isso vai ser eh
[37:22] que em vários momentos isso vai ser eh isso vai gerar algumas crises, né,
[37:24] isso vai gerar algumas crises, né, algumas contradições inclusive e
[37:26] algumas contradições inclusive e disputas também para que se tenha acesso
[37:29] disputas também para que se tenha acesso a esses a esses materiais, né?
[37:33] a esses a esses materiais, né? Eh, e aí a gente vai ter algo também que
[37:36] Eh, e aí a gente vai ter algo também que vai ser importante paraa difusão, né, do
[37:38] vai ser importante paraa difusão, né, do da escrita, que é o desenvolvimento da
[37:43] da escrita, que é o desenvolvimento da da imprensa, né? Então, a gente tem essa
[37:44] da imprensa, né? Então, a gente tem essa figura do Gutenberg aqui especialmente,
[37:47] figura do Gutenberg aqui especialmente, eh, que vai ser um uma um precursor ali
[37:50] eh, que vai ser um uma um precursor ali da imprensa aqui. Ele ele vai realizar
[37:53] da imprensa aqui. Ele ele vai realizar isso no século XV, né? Eh, e aí o que
[37:57] isso no século XV, né? Eh, e aí o que que ele vai desenvolver com isso? esse
[37:59] que ele vai desenvolver com isso? esse processo de ã de difusão desses
[38:03] processo de ã de difusão desses escritos,
[38:05] escritos, né? Porque a imprensa, então pensar,
[38:07] né? Porque a imprensa, então pensar, lógico que hoje a gente já tem algumas
[38:09] lógico que hoje a gente já tem algumas referências mais elaboradas, mas pensar
[38:11] referências mais elaboradas, mas pensar essa difusão de informações sobre a
[38:13] essa difusão de informações sobre a sociedade, eh informações sobre algum
[38:18] sociedade, eh informações sobre algum discurso, algum acontecimento, algum
[38:20] discurso, algum acontecimento, algum acordo, algum tratado, enfim, né?
[38:22] acordo, algum tratado, enfim, né? atualizações. Então, a imprensa, ela vai
[38:24] atualizações. Então, a imprensa, ela vai ter sempre essa função, né, de
[38:26] ter sempre essa função, né, de comunicar, de atualizar a sociedade
[38:28] comunicar, de atualizar a sociedade sobre os acontecimentos eh que
[38:30] sobre os acontecimentos eh que interessam essa sociedade, né,
[38:32] interessam essa sociedade, né, acontecimentos de interesse coletivo.
[38:35] acontecimentos de interesse coletivo. Então aqui com a a criação no
[38:38] Então aqui com a a criação no desenvolvimento da imprensa, a gente tem
[38:39] desenvolvimento da imprensa, a gente tem uma circulação bem significativa de
[38:41] uma circulação bem significativa de textos, mas é uma circulação de textos
[38:44] textos, mas é uma circulação de textos em uma comunidade não letrada, né, uma
[38:47] em uma comunidade não letrada, né, uma comunidade analfabeta. Então, eh também
[38:50] comunidade analfabeta. Então, eh também pensar nesse, nesses acessos e como que
[38:52] pensar nesse, nesses acessos e como que essa comunicação, né, por meio ali da
[38:55] essa comunicação, né, por meio ali da imprensa, eh, com textos escritos ainda
[38:58] imprensa, eh, com textos escritos ainda era muito limitada, né? Mas de certa
[39:01] era muito limitada, né? Mas de certa maneira era uma difusão também desses
[39:03] maneira era uma difusão também desses textos, desse acesso ao texto, ainda que
[39:06] textos, desse acesso ao texto, ainda que não seja diretamente o acesso ao recurso
[39:08] não seja diretamente o acesso ao recurso de leitura, né? A escolarização em
[39:11] de leitura, né? A escolarização em massa, a gente vai começar a ver isso só
[39:14] massa, a gente vai começar a ver isso só do século XIX e XX. Olha como que isso é
[39:17] do século XIX e XX. Olha como que isso é recente, né, gente? Então, é a partir
[39:19] recente, né, gente? Então, é a partir daqui que a gente começa a ter políticas
[39:21] daqui que a gente começa a ter políticas de alfabetização, a gente começa a ter
[39:24] de alfabetização, a gente começa a ter essa promessa, né, de acesso à leitura e
[39:26] essa promessa, né, de acesso à leitura e à escrita. Eh, e com isso transformações
[39:30] à escrita. Eh, e com isso transformações culturais, sociais, políticas, né? Eh,
[39:33] culturais, sociais, políticas, né? Eh, uma promessa de maior participação
[39:35] uma promessa de maior participação cidadã dessa democratização do
[39:37] cidadã dessa democratização do conhecimento. Eh, e isso é algo que tem
[39:40] conhecimento. Eh, e isso é algo que tem sido desenvolvido até hoje, né? A gente
[39:43] sido desenvolvido até hoje, né? A gente tem
[39:45] tem atualmente na população mundial cerca de
[39:48] atualmente na população mundial cerca de 87%
[39:49] 87% da população que já é alfabetizada.
[39:52] da população que já é alfabetizada. Eh, mas isso significa que nós temos aí
[39:55] Eh, mas isso significa que nós temos aí em média, né, oito em cada 10 pessoas no
[39:58] em média, né, oito em cada 10 pessoas no mundo, oito, nove em cada 10 pessoas no
[40:00] mundo, oito, nove em cada 10 pessoas no mundo que sabem ler e escrever e uma,
[40:02] mundo que sabem ler e escrever e uma, duas em cada 10 que não sabem. Então,
[40:05] duas em cada 10 que não sabem. Então, estamos falando de mais ou menos 13% que
[40:07] estamos falando de mais ou menos 13% que são analfabetes, né? Eh, e isso em uma
[40:11] são analfabetes, né? Eh, e isso em uma escala mundial, estamos falando de
[40:12] escala mundial, estamos falando de centenas de milhões de pessoas, gente.
[40:14] centenas de milhões de pessoas, gente. Então, é muita gente que ainda não tem
[40:16] Então, é muita gente que ainda não tem acesso. E aí essa alfabetização, né, eh,
[40:20] acesso. E aí essa alfabetização, né, eh, é muito desigual em diferentes regiões,
[40:22] é muito desigual em diferentes regiões, claro. Então, se a gente olha países
[40:24] claro. Então, se a gente olha países mais desenvolvidos, temos taxas quase,
[40:27] mais desenvolvidos, temos taxas quase, é, no 100%, regiões mais vulneráveis,
[40:30] é, no 100%, regiões mais vulneráveis, taxas mais baixas, diferenças, daí a
[40:32] taxas mais baixas, diferenças, daí a gente vai perceber entre homens e
[40:34] gente vai perceber entre homens e mulheres, também considerando diferentes
[40:35] mulheres, também considerando diferentes culturas, áreas urbanas e rurais, né? As
[40:39] culturas, áreas urbanas e rurais, né? As questões que a gente falou, considerando
[40:40] questões que a gente falou, considerando o nosso contexto brasileiro também aqui
[40:43] o nosso contexto brasileiro também aqui no caso do Brasil, a gente tá com uma
[40:46] no caso do Brasil, a gente tá com uma taxa relativamente alta, né? A gente
[40:48] taxa relativamente alta, né? A gente teve o último dado que eu, é um dado que
[40:51] teve o último dado que eu, é um dado que eu encontrei que eu acho que é o mais
[40:53] eu encontrei que eu acho que é o mais recente. Eu preciso ver se não tem um
[40:55] recente. Eu preciso ver se não tem um mais recente que esse, mas um de 2022
[40:59] mais recente que esse, mas um de 2022 que registra que eh a analisando pessoas
[41:02] que registra que eh a analisando pessoas acima de 15 anos de idade, nós estamos
[41:05] acima de 15 anos de idade, nós estamos com 93% de taxa de alfabetização, que é
[41:09] com 93% de taxa de alfabetização, que é o maior índice desde a década de 40, né?
[41:12] o maior índice desde a década de 40, né? Esse é um dado ali do IBGE mesmo. Apesar
[41:16] Esse é um dado ali do IBGE mesmo. Apesar de ser uma uma vitória, né, a gente
[41:19] de ser uma uma vitória, né, a gente perceber essa taxa crescendo e não não
[41:22] perceber essa taxa crescendo e não não diminuindo, eh a gente ainda fala de
[41:25] diminuindo, eh a gente ainda fala de cerca de 11, 12 milhões de brasileiros
[41:27] cerca de 11, 12 milhões de brasileiros que ainda são analfabetos, tá? Então,
[41:30] que ainda são analfabetos, tá? Então, eh, quando a gente olha essas
[41:31] eh, quando a gente olha essas perspectivas históricas, pensar também,
[41:33] perspectivas históricas, pensar também, né, onde que a gente vai deixando, né,
[41:37] né, onde que a gente vai deixando, né, essas essas lacunas, essas fragilidades
[41:39] essas essas lacunas, essas fragilidades e como que isso reflete ainda nesse
[41:41] e como que isso reflete ainda nesse cenário hoje, né? Porque aí se a gente
[41:43] cenário hoje, né? Porque aí se a gente olhar numa perspectiva mais eh mais
[41:46] olhar numa perspectiva mais eh mais detalhista ali, mais atenta, pensando
[41:48] detalhista ali, mais atenta, pensando quem são essas pessoas, né, qual é o
[41:50] quem são essas pessoas, né, qual é o perfil dessas pessoas, a gente vai
[41:52] perfil dessas pessoas, a gente vai identificar fatores muito próximos do
[41:55] identificar fatores muito próximos do que a gente viu no vídeo, né? Então,
[41:57] que a gente viu no vídeo, né? Então, certas comunidades, comunidades
[41:58] certas comunidades, comunidades indígenas, quilombolas, populações, né,
[42:01] indígenas, quilombolas, populações, né, regiões periféricas. Então, a gente vai
[42:03] regiões periféricas. Então, a gente vai identificar alguns fatores nesse sentido
[42:05] identificar alguns fatores nesse sentido que contribuem, né, e que eh localizam
[42:08] que contribuem, né, e que eh localizam esses grupos que ainda se encontram
[42:11] esses grupos que ainda se encontram nesse percentual, né, de analfabetismo.
[42:14] nesse percentual, né, de analfabetismo. O que eu ia falar para vocês, gente,
[42:16] O que eu ia falar para vocês, gente, antes de eu avançar aqui sobre essa
[42:19] antes de eu avançar aqui sobre essa questão do do alfabeto,
[42:23] eh, que eu eu tava buscando alguns
[42:26] eh, que eu eu tava buscando alguns exemplos assim, né? Porque a gente tem a
[42:29] exemplos assim, né? Porque a gente tem a nossa escrita, a partir dessa lógica da
[42:31] nossa escrita, a partir dessa lógica da consoante vogal, a nossa a escrita das
[42:35] consoante vogal, a nossa a escrita das palavras, ela busca dar conta de toda a
[42:38] palavras, ela busca dar conta de toda a sonoridade da palavra, né? Então, a
[42:40] sonoridade da palavra, né? Então, a gente utiliza as vogais justamente para
[42:42] gente utiliza as vogais justamente para preencher essas essas sonoridades e a
[42:45] preencher essas essas sonoridades e a palavra ficar toda preenchida, né?
[42:47] palavra ficar toda preenchida, né? Então, se vai falar casa, a gente
[42:49] Então, se vai falar casa, a gente escreve casa, c, né? Então, as
[42:52] escreve casa, c, né? Então, as consoantes e vogais eh disparando essa
[42:56] consoantes e vogais eh disparando essa sonoridade da palavra e preenchendo a
[42:58] sonoridade da palavra e preenchendo a sonoridade dessa palavra. Agora, quando
[43:01] sonoridade dessa palavra. Agora, quando a gente pensa eh em outros alfabetos,
[43:04] a gente pensa eh em outros alfabetos, nem todos seguem essa mesma lógica. O
[43:07] nem todos seguem essa mesma lógica. O alfabeto árabe, por exemplo, a gente tem
[43:10] alfabeto árabe, por exemplo, a gente tem como base, eh, a gente poderia criar um
[43:13] como base, eh, a gente poderia criar um comparativo com as nossas consoantes,
[43:15] comparativo com as nossas consoantes, né? E a escrita árabe é como se fosse
[43:18] né? E a escrita árabe é como se fosse uma escrita feita só com consoantes.
[43:21] uma escrita feita só com consoantes. Então, eles têm essa base do alfabeto e
[43:24] Então, eles têm essa base do alfabeto e da escrita a partir das consoantes e é a
[43:27] da escrita a partir das consoantes e é a leitura que vai preenchendo a
[43:29] leitura que vai preenchendo a sonoridade, né? Então, não é exatamente
[43:32] sonoridade, né? Então, não é exatamente isso, mas só atitudo de exemplo, tá? É
[43:34] isso, mas só atitudo de exemplo, tá? É como se fosse escrever casa e eu escrevo
[43:36] como se fosse escrever casa e eu escrevo CS e aí o meu pensamento ele preenche
[43:40] CS e aí o meu pensamento ele preenche casa. É mais ou menos como a a nova
[43:43] casa. É mais ou menos como a a nova geração tem se comunicado no WhatsApp,
[43:45] geração tem se comunicado no WhatsApp, né, gente? Assim, eu não sei vocês se
[43:47] né, gente? Assim, eu não sei vocês se vocês têm adolescentes, mas eu tenho uma
[43:50] vocês têm adolescentes, mas eu tenho uma sobrinha de 15 anos que ela vai falar
[43:52] sobrinha de 15 anos que ela vai falar depois, ela não escreve mais vogal, né?
[43:54] depois, ela não escreve mais vogal, né? É DPS. Aí você tem que preencher na
[43:57] É DPS. Aí você tem que preencher na palavra. Então ela tá usando quase que
[43:58] palavra. Então ela tá usando quase que uma referência de um outro alfabeto, né?
[44:01] uma referência de um outro alfabeto, né? Então, eh, a gente tem a a presença
[44:03] Então, eh, a gente tem a a presença dessas consoantes que orientam a a a
[44:07] dessas consoantes que orientam a a a construção da palavra e a nossa leitura
[44:10] construção da palavra e a nossa leitura contextual é que vai preenchendo a
[44:11] contextual é que vai preenchendo a palavra. Então, veja que é uma escrita,
[44:13] palavra. Então, veja que é uma escrita, né, que segue uma outra lógica. No
[44:16] né, que segue uma outra lógica. No alfabeto chinês, a gente tem ainda uma
[44:18] alfabeto chinês, a gente tem ainda uma outra organização dessas palavras, né, e
[44:21] outra organização dessas palavras, né, e desse alfabeto. A gente tem alguns
[44:23] desse alfabeto. A gente tem alguns símbolos que ele já eh isoladamente eles
[44:27] símbolos que ele já eh isoladamente eles já já são associados a um a um
[44:30] já já são associados a um a um significado completo, né? Então, de
[44:33] significado completo, né? Então, de repente para eu mais uma vez é só título
[44:36] repente para eu mais uma vez é só título de exemplo porque eh eu não não sou, né,
[44:40] de exemplo porque eh eu não não sou, né, uma conhecedora desses idiomas assim
[44:42] uma conhecedora desses idiomas assim para trazer um um exemplo concreto, mas
[44:45] para trazer um um exemplo concreto, mas só a título de aproximação, né? É como
[44:47] só a título de aproximação, né? É como se para escrever casa, eu não vou pensar
[44:50] se para escrever casa, eu não vou pensar em cada letra, né, desse alfabeto que
[44:52] em cada letra, né, desse alfabeto que compõe a palavra, mas eu vou ter um
[44:55] compõe a palavra, mas eu vou ter um símbolo direto que representa a casa.
[44:58] símbolo direto que representa a casa. Então, é um símbolo que dá conta de uma
[45:00] Então, é um símbolo que dá conta de uma palavra completa ou ainda que dá conta
[45:03] palavra completa ou ainda que dá conta de uma expressão um pouco mais completa,
[45:05] de uma expressão um pouco mais completa, né, um pouco mais ampla.
[45:08] né, um pouco mais ampla. Eh, então, enfim, só pra gente pensar
[45:10] Eh, então, enfim, só pra gente pensar nessas esses diferentes tipos de
[45:12] nessas esses diferentes tipos de alfabetos, né? Porque a gente tem, como
[45:14] alfabetos, né? Porque a gente tem, como a gente viu na semana passada, essa essa
[45:17] a gente viu na semana passada, essa essa esse surgimento, desenvolvimento da
[45:19] esse surgimento, desenvolvimento da escrita, a gente tem essa escrita que
[45:21] escrita, a gente tem essa escrita que deriva inclusive, né, desses símbolos
[45:23] deriva inclusive, né, desses símbolos quando a gente pensa ali os hieróglifos
[45:26] quando a gente pensa ali os hieróglifos a partir do Egito antigo. É, e isso de
[45:29] a partir do Egito antigo. É, e isso de alguma maneira isso permanece vivo, né,
[45:31] alguma maneira isso permanece vivo, né, quando a gente pensa especialmente
[45:33] quando a gente pensa especialmente outros modelos de alfabetos que têm essa
[45:35] outros modelos de alfabetos que têm essa essa referência dos símbolos, né, essa
[45:38] essa referência dos símbolos, né, essa referência eh que constrói sentidos
[45:42] referência eh que constrói sentidos completos e não letras, né, e e sílabas
[45:45] completos e não letras, né, e e sílabas isoladas, enfim, como é a lógica do da
[45:48] isoladas, enfim, como é a lógica do da construção do alfabeto que nós adotamos
[45:50] construção do alfabeto que nós adotamos hoje.
[45:53] hoje. E aí aqui pra pra gente fechar esse
[45:55] E aí aqui pra pra gente fechar esse tópico, né, traria essa reflexão que é o
[45:58] tópico, né, traria essa reflexão que é o que é afinal educar, né? Eh, na semana
[46:03] que é afinal educar, né? Eh, na semana passada nós estudamos sobre as
[46:05] passada nós estudamos sobre as sociedades ágrafas, né? Então a gente
[46:07] sociedades ágrafas, né? Então a gente viu esses essas esses sistemas também de
[46:10] viu esses essas esses sistemas também de educação em diferentes comunidades. A
[46:13] educação em diferentes comunidades. A gente viu que educar não necessariamente
[46:16] gente viu que educar não necessariamente é ensinar letras e números. a gente pode
[46:18] é ensinar letras e números. a gente pode ter formações, né, que se voltam a
[46:21] ter formações, né, que se voltam a formar esses humanos sensíveis ao tempo,
[46:23] formar esses humanos sensíveis ao tempo, a natureza, a comunidade, a memória, né,
[46:26] a natureza, a comunidade, a memória, né, tantas habilidades e possibilidades de
[46:28] tantas habilidades e possibilidades de formação, formações voltadas eh de uma
[46:32] formação, formações voltadas eh de uma maneira muito mais local e direcionada a
[46:35] maneira muito mais local e direcionada a essa experiência, né, eh, da comunidade,
[46:38] essa experiência, né, eh, da comunidade, de uma vivência local, eh saberes que
[46:41] de uma vivência local, eh saberes que buscam uma relação muito mais global de
[46:44] buscam uma relação muito mais global de conexão, né, com outras culturas, povos
[46:46] conexão, né, com outras culturas, povos e etc. etc. A gente tem várias várias
[46:49] e etc. etc. A gente tem várias várias maneiras e dinâmicas, né, para pensar e
[46:52] maneiras e dinâmicas, né, para pensar e sistematizar o conhecimento e esse
[46:54] sistematizar o conhecimento e esse processo de ensino, aprendizagem. Então,
[46:56] processo de ensino, aprendizagem. Então, o que seria educar, né, no fim das
[46:58] o que seria educar, né, no fim das contas? Aí aqui a gente tem uma um
[47:01] contas? Aí aqui a gente tem uma um comentário que tá no nosso livro mesmo
[47:04] comentário que tá no nosso livro mesmo da disciplina, tá? que diz assim: "A
[47:07] da disciplina, tá? que diz assim: "A escrita trouxe muitas possibilidades,
[47:09] escrita trouxe muitas possibilidades, mas também pôs uma visão de mundo onde o
[47:12] mas também pôs uma visão de mundo onde o que não está escrito muitas vezes é
[47:15] que não está escrito muitas vezes é desvalorizado.
[47:16] desvalorizado. Resgat Hoje o desafio é equilibrar esses
[47:19] Resgat Hoje o desafio é equilibrar esses saberes, resgatando o que há de mais
[47:22] saberes, resgatando o que há de mais humano, ancestral e sensível na
[47:24] humano, ancestral e sensível na educação. Eh, semana passada a gente fez
[47:27] educação. Eh, semana passada a gente fez falou sobre isso, né? o que que a gente
[47:29] falou sobre isso, né? o que que a gente poderia aprender observando essas esses
[47:32] poderia aprender observando essas esses essas outras dinâmicas, né, de educação.
[47:36] essas outras dinâmicas, né, de educação. E a gente falou um pouco sobre isso, né,
[47:38] E a gente falou um pouco sobre isso, né, a valorização eh da ancestralidade, né,
[47:41] a valorização eh da ancestralidade, né, a valorização desse saber também que se
[47:43] a valorização desse saber também que se dá pelo corpo, eh como que a gente pode
[47:47] dá pelo corpo, eh como que a gente pode amenizar essa fragmentação que foi
[47:50] amenizar essa fragmentação que foi feita, né, do do da sociedade, das
[47:53] feita, né, do do da sociedade, das pessoas, como se a mente fosse uma
[47:55] pessoas, como se a mente fosse uma coisa, o corpo fosse outra coisa, né?
[47:58] coisa, o corpo fosse outra coisa, né? Então, enfim, fica aí uma questão pra
[48:00] Então, enfim, fica aí uma questão pra gente seguir refletindo, mas acho que o
[48:03] gente seguir refletindo, mas acho que o que podemos pensar a respeito disso e
[48:06] que podemos pensar a respeito disso e fiquem muito à vontade para trazer
[48:08] fiquem muito à vontade para trazer comentários, tá gente? Hoje vocês estão
[48:10] comentários, tá gente? Hoje vocês estão mais quietinhos, não sei se eu que tô
[48:12] mais quietinhos, não sei se eu que tô mais acelerada também pode ser, né? Tem
[48:15] mais acelerada também pode ser, né? Tem dias que a gente tá um pouco mais
[48:16] dias que a gente tá um pouco mais agitada assim. Eh, mas fiquem bem à
[48:19] agitada assim. Eh, mas fiquem bem à vontade para trazer comentários, as
[48:21] vontade para trazer comentários, as percepções de vocês. Eh, mas acho que
[48:24] percepções de vocês. Eh, mas acho que uma coisa que poderíamos eh considerar
[48:26] uma coisa que poderíamos eh considerar aqui é que a educação ela vai muito além
[48:29] aqui é que a educação ela vai muito além eh da instrução pela instrução, né?
[48:32] eh da instrução pela instrução, né? Então, a gente tem essa essa esse
[48:36] Então, a gente tem essa essa esse entendimento, especialmente nas na nossa
[48:39] entendimento, especialmente nas na nossa sociedade atual. a gente vai perceber
[48:41] sociedade atual. a gente vai perceber que nas sociedades modernas a gente já
[48:43] que nas sociedades modernas a gente já começa a ter essa percepção, né, eh, de
[48:45] começa a ter essa percepção, né, eh, de que a educação tá muito associada a
[48:48] que a educação tá muito associada a ensinar um conteúdo, preparar para
[48:50] ensinar um conteúdo, preparar para provas, né, formar para o mercado de
[48:52] provas, né, formar para o mercado de trabalho, eh formar para uma profissão.
[48:56] trabalho, eh formar para uma profissão. E claro que tudo isso faz parte desse
[48:58] E claro que tudo isso faz parte desse desse processo de educação, mas pensar
[49:01] desse processo de educação, mas pensar também a educação como algo mais que
[49:04] também a educação como algo mais que isso, né? Como esse ato
[49:07] isso, né? Como esse ato eh como esse ato de enraizamento também,
[49:11] eh como esse ato de enraizamento também, né, dessa conexão com eh com o lugar,
[49:14] né, dessa conexão com eh com o lugar, com a sua comunidade, com a sua
[49:16] com a sua comunidade, com a sua existência, né, com a natureza, com os
[49:20] existência, né, com a natureza, com os elementos, enfim, que nos circundam.
[49:22] elementos, enfim, que nos circundam. Então, pensar essa essa educação de uma
[49:26] Então, pensar essa essa educação de uma perspectiva também eh ali um pouco
[49:29] perspectiva também eh ali um pouco conectada com aquela relação da paide
[49:31] conectada com aquela relação da paide assim, dessa formação integral, né,
[49:33] assim, dessa formação integral, né, dessa criticidade, né, desse sujeito
[49:36] dessa criticidade, né, desse sujeito consciente de si, consciente do mundo,
[49:38] consciente de si, consciente do mundo, consciente da comunidade, enfim, acho
[49:40] consciente da comunidade, enfim, acho que coisas pra gente tomar aqui como
[49:43] que coisas pra gente tomar aqui como referência.
[49:45] referência. Bom, gente, então, eh, agora nós vamos
[49:48] Bom, gente, então, eh, agora nós vamos falar um pouquinho da educação na idade
[49:50] falar um pouquinho da educação na idade média pra gente falar dessa mudança, né,
[49:52] média pra gente falar dessa mudança, né, dessa transição ali paraa era moderna.
[49:58] Tomar uma aguinha. Então, vamos lá. Olha
[50:01] Tomar uma aguinha. Então, vamos lá. Olha só, a Idade Média, né, a gente tem eh é
[50:06] só, a Idade Média, né, a gente tem eh é interessante porque a Idade Média e o
[50:08] interessante porque a Idade Média e o livro traz isso, assim, eu achei bem eh
[50:11] livro traz isso, assim, eu achei bem eh interessante, né, porque eu fui eh ler
[50:14] interessante, né, porque eu fui eh ler aquele a a segunda unidade ali para
[50:17] aquele a a segunda unidade ali para relembrar um pouco desse conteúdo, para
[50:19] relembrar um pouco desse conteúdo, para organizar também, né, o nosso material.
[50:23] organizar também, né, o nosso material. E aí fala sobre essa periodização da
[50:25] E aí fala sobre essa periodização da Idade Média no livro, né? Não sei se
[50:26] Idade Média no livro, né? Não sei se vocês fizeram a leitura ali da unidade
[50:29] vocês fizeram a leitura ali da unidade para quem acessou sabem do que eu tô
[50:30] para quem acessou sabem do que eu tô falando, mas eh fala como que a gente
[50:33] falando, mas eh fala como que a gente simplifica essa leitura, né? Sobre um
[50:36] simplifica essa leitura, né? Sobre um período que é um período muito extenso.
[50:37] período que é um período muito extenso. Porque quando a gente pensa a Idade
[50:40] Porque quando a gente pensa a Idade Média, a gente tá falando de um de um
[50:43] Média, a gente tá falando de um de um momento, né, de um período histórico,
[50:46] momento, né, de um período histórico, eh, que abrange cerca de 1000 anos, né?
[50:49] eh, que abrange cerca de 1000 anos, né? E aí a gente tem uma leitura da da Idade
[50:51] E aí a gente tem uma leitura da da Idade Médio como a Idade das Trevas, né? A
[50:53] Médio como a Idade das Trevas, né? A gente muitas vezes simplifica eh um
[50:56] gente muitas vezes simplifica eh um período que é muito complexo e uma
[50:58] período que é muito complexo e uma definição, né, muito muito objetiva,
[51:00] definição, né, muito muito objetiva, enfim. Eh, então, a surgir essa leitura.
[51:04] enfim. Eh, então, a surgir essa leitura. Eu não vou me aprofundar muito nessa
[51:06] Eu não vou me aprofundar muito nessa discussão, eu vou focar de fato nessa
[51:10] discussão, eu vou focar de fato nessa nessa sistematização da do conhecimento
[51:13] nessa sistematização da do conhecimento e das instituições, né, com fins eh
[51:17] e das instituições, né, com fins eh educativos, formativos nesse contexto,
[51:19] educativos, formativos nesse contexto, mas fica ali uma sugestão, sabe, para
[51:22] mas fica ali uma sugestão, sabe, para que vocês possam ler também e ver um
[51:24] que vocês possam ler também e ver um pouco do que o livro traz sobre esse
[51:26] pouco do que o livro traz sobre esse período. Eu acho que é uma, tá uma
[51:28] período. Eu acho que é uma, tá uma abordagem bem interessante, sabe? para
[51:30] abordagem bem interessante, sabe? para quem se interessa também pela pela Idade
[51:32] quem se interessa também pela pela Idade Média, né, por estudar esse contexto.
[51:36] Média, né, por estudar esse contexto. Eh, mas algo que é muito interessante,
[51:38] Eh, mas algo que é muito interessante, né, paraa gente
[51:41] né, paraa gente pensar a Idade Média é pensar mesmo eh
[51:44] pensar a Idade Média é pensar mesmo eh essa complexidade, porque tem algumas
[51:46] essa complexidade, porque tem algumas coisas muito diretas que a gente
[51:48] coisas muito diretas que a gente associa. A gente sabe que a Idade Média
[51:50] associa. A gente sabe que a Idade Média teve uma interferência da igreja, né,
[51:52] teve uma interferência da igreja, né, uma uma interferência muito direta da
[51:54] uma uma interferência muito direta da igreja. Eh, a Idade Média, ela vai ter
[51:58] igreja. Eh, a Idade Média, ela vai ter algumas eh quando a gente olha para um
[52:01] algumas eh quando a gente olha para um para um campo de produção artística, né,
[52:04] para um campo de produção artística, né, muitas vezes a gente olha como um
[52:05] muitas vezes a gente olha como um período em que a gente não tem tantas
[52:07] período em que a gente não tem tantas coisas sendo desenvolvidas num campo do
[52:10] coisas sendo desenvolvidas num campo do teatro. Eh, então, enfim, eu do campo do
[52:13] teatro. Eh, então, enfim, eu do campo do teatro, a gente sempre olha a Idade
[52:14] teatro, a gente sempre olha a Idade Média como um período eh que que
[52:17] Média como um período eh que que suspende um pouco esse processo de
[52:19] suspende um pouco esse processo de desenvolvimento, porque a gente vai ter
[52:21] desenvolvimento, porque a gente vai ter uma um processo de de atuação teatral
[52:25] uma um processo de de atuação teatral ali com essa finalidade catequética e
[52:27] ali com essa finalidade catequética e tudo mais. Eh, ao mesmo tempo, quando a
[52:30] tudo mais. Eh, ao mesmo tempo, quando a gente olha, por exemplo, paraa
[52:31] gente olha, por exemplo, paraa arquitetura, né, da Idade Média, a gente
[52:33] arquitetura, né, da Idade Média, a gente tem um período eh de desenvolvimentos
[52:36] tem um período eh de desenvolvimentos muito muito ricos, né? a gente olha pra
[52:40] muito muito ricos, né? a gente olha pra pra arquitetura gótica, por exemplo, né?
[52:43] pra arquitetura gótica, por exemplo, né? A gente tem referências e materiais que
[52:45] A gente tem referências e materiais que a gente estuda até hoje, assim. Então, é
[52:47] a gente estuda até hoje, assim. Então, é mais ou menos nessa perspectiva que o o
[52:49] mais ou menos nessa perspectiva que o o livro vai dizer, não voltado
[52:50] livro vai dizer, não voltado especificamente pra arte, mas pra gente
[52:52] especificamente pra arte, mas pra gente pensar também, né, essas contradições,
[52:55] pensar também, né, essas contradições, um período que muitas vezes em um
[52:57] um período que muitas vezes em um contexto ele acaba eh impedindo, né, uma
[53:01] contexto ele acaba eh impedindo, né, uma fluidez, um desenvolvimento. Em outro
[53:03] fluidez, um desenvolvimento. Em outro ponto ele apresenta um desenvolvimento
[53:04] ponto ele apresenta um desenvolvimento significativo.
[53:06] significativo. Enfim, né, gente, essa complexidade que
[53:08] Enfim, né, gente, essa complexidade que é estudar as coisas de uma perspectiva
[53:10] é estudar as coisas de uma perspectiva histórica, né, e olhar para isso para
[53:13] histórica, né, e olhar para isso para além de uma definição, de uma busca por
[53:15] além de uma definição, de uma busca por uma definição de, ah, foi um período
[53:17] uma definição de, ah, foi um período bom, foi um período ruim, né? Mas
[53:19] bom, foi um período ruim, né? Mas entender tantos fatores que atravessam
[53:21] entender tantos fatores que atravessam esses 1000 anos, né? Imagina, um período
[53:23] esses 1000 anos, né? Imagina, um período bem extenso. Então, como a gente tem um
[53:26] bem extenso. Então, como a gente tem um período extenso, a gente tem uma divisão
[53:28] período extenso, a gente tem uma divisão também, né, eh, proposta a partir de de
[53:31] também, né, eh, proposta a partir de de estudos já eh, mais clássicos, enfim,
[53:34] estudos já eh, mais clássicos, enfim, mais tradicionais sobre a Idade Média. A
[53:36] mais tradicionais sobre a Idade Média. A gente vai ter essa divisão, né, de
[53:38] gente vai ter essa divisão, né, de primeira Idade Média, alta Idade Média,
[53:40] primeira Idade Média, alta Idade Média, Idade Média Central e Baixa Idade Média.
[53:43] Idade Média Central e Baixa Idade Média. Então, algumas coisas que a gente começa
[53:45] Então, algumas coisas que a gente começa a perceber
[53:47] a perceber e que diferenciam um período do outro,
[53:49] e que diferenciam um período do outro, né? Eh, deixa eu só pegar aqui que eu tô
[53:53] né? Eh, deixa eu só pegar aqui que eu tô com uma anotação dos séculos para eu não
[53:55] com uma anotação dos séculos para eu não me perder para pra gente associar esse
[53:57] me perder para pra gente associar esse período temporal. Pronto, vamos lá.
[53:59] período temporal. Pronto, vamos lá. Olha, então, Primeira Idade Média,
[54:00] Olha, então, Primeira Idade Média, quando a gente olha para esse período, a
[54:02] quando a gente olha para esse período, a gente tá falando aqui eh de um século
[54:06] gente tá falando aqui eh de um século até um século VI, mais ou menos, tá?
[54:09] até um século VI, mais ou menos, tá? Período super extenso, né? Então aqui a
[54:11] Período super extenso, né? Então aqui a gente tem mais ou menos quatro séculos
[54:13] gente tem mais ou menos quatro séculos eh que comportam essa fase aqui da
[54:16] eh que comportam essa fase aqui da primeira idade média. que que a gente
[54:18] primeira idade média. que que a gente tem nesse período, né? A gente tem uma
[54:21] tem nesse período, né? A gente tem uma formação eh cultural que tá que herda
[54:24] formação eh cultural que tá que herda muito eh modelos romanos, né? Figuras,
[54:28] muito eh modelos romanos, né? Figuras, eh inclusive alguns preceitos
[54:30] eh inclusive alguns preceitos educacionais também. Depois a gente vai
[54:32] educacionais também. Depois a gente vai ver eh algumas coisas em relação a isso,
[54:35] ver eh algumas coisas em relação a isso, mas a gente vai partir, né, dessa
[54:37] mas a gente vai partir, né, dessa herança romana e já, claro, de uma
[54:39] herança romana e já, claro, de uma influência muito direta cristã, né?
[54:41] influência muito direta cristã, né? Então, desde a primeira Idade Média, a
[54:43] Então, desde a primeira Idade Média, a gente já começa a identificar o
[54:45] gente já começa a identificar o cristianismo como esse como esse eixo de
[54:49] cristianismo como esse como esse eixo de unificação desse sistema, desse tempo,
[54:52] unificação desse sistema, desse tempo, né, desse pensamento. Então, a educação,
[54:55] né, desse pensamento. Então, a educação, eh, nesse contexto, ela vai est muito
[54:57] eh, nesse contexto, ela vai est muito controlada pela igreja, né? Então, a
[55:00] controlada pela igreja, né? Então, a gente vai ter uma educação que tem como
[55:02] gente vai ter uma educação que tem como objetivo formação religiosa, a
[55:05] objetivo formação religiosa, a preservação de saberes mais antigos, né?
[55:08] preservação de saberes mais antigos, né? um ensino. Lembra que eu falei para
[55:11] um ensino. Lembra que eu falei para vocês que o a escrita eh ela também tem
[55:15] vocês que o a escrita eh ela também tem uma relação de poder muito forte nessa
[55:18] uma relação de poder muito forte nessa nessa especialmente aqui nessas
[55:20] nessa especialmente aqui nessas primeiras fases da da Idade Média,
[55:22] primeiras fases da da Idade Média, primeira até a Alta Idade Média aqui a
[55:24] primeira até a Alta Idade Média aqui a gente tem eh um saber preservado e muito
[55:28] gente tem eh um saber preservado e muito restrito ao clero, né?
[55:31] restrito ao clero, né? Então, a gente tem uma educação que tá
[55:33] Então, a gente tem uma educação que tá com foco em leitura, escrita, doutrina
[55:36] com foco em leitura, escrita, doutrina cristã, tudo mais, mas a gente tá
[55:37] cristã, tudo mais, mas a gente tá falando de um saber que é restrito ao
[55:39] falando de um saber que é restrito ao clero. Então, não temos, não estamos
[55:42] clero. Então, não temos, não estamos considerando nessas referências algumas
[55:44] considerando nessas referências algumas dessas pistas que eu tô dando, né, sobre
[55:47] dessas pistas que eu tô dando, né, sobre educação nesse contexto, uma educação de
[55:49] educação nesse contexto, uma educação de acesso popular, tá, gente? Importante
[55:52] acesso popular, tá, gente? Importante considerar isso.
[55:56] Vamos lá. Eh, alta idade média. Já eu
[56:00] Vamos lá. Eh, alta idade média. Já eu trago aqui o a a questão do chat, tá?
[56:03] trago aqui o a a questão do chat, tá? Alta idade média. Então, aqui nós temos
[56:06] Alta idade média. Então, aqui nós temos século VI século X. É um período um
[56:08] século VI século X. É um período um pouco menor, mas ainda é um período
[56:10] pouco menor, mas ainda é um período muito significativo. Aqui a gente vai
[56:13] muito significativo. Aqui a gente vai ter uma organização um pouco mais
[56:15] ter uma organização um pouco mais sistemática da educação, né? Então, a
[56:17] sistemática da educação, né? Então, a gente tem a criação de algumas escolas,
[56:20] gente tem a criação de algumas escolas, por exemplo, né? a gente começa a ter a
[56:22] por exemplo, né? a gente começa a ter a presença de algumas instituições, isso
[56:24] presença de algumas instituições, isso vai ser muito significativo e a criação
[56:27] vai ser muito significativo e a criação dessas escolas que estão muito ligadas,
[56:29] dessas escolas que estão muito ligadas, claro, sempre, né, ao poder religioso e
[56:32] claro, sempre, né, ao poder religioso e político, né? Então, pensando política e
[56:35] político, né? Então, pensando política e religião nessa relação eh muito muito
[56:39] religião nessa relação eh muito muito imbricada uma outra.
[56:41] imbricada uma outra. Aqui nós estamos pensando eh uma
[56:44] Aqui nós estamos pensando eh uma educação que ainda não tá
[56:48] educação que ainda não tá ah, como que eu posso como que eu posso
[56:51] ah, como que eu posso como que eu posso dizer, né? é uma educação que ela tá
[56:53] dizer, né? é uma educação que ela tá muito mais preocupada com uma
[56:55] muito mais preocupada com uma padronização do ensino e com uma
[56:58] padronização do ensino e com uma preservação da cultura, preservação do
[57:00] preservação da cultura, preservação do pensamento, preservação, né, dessa
[57:02] pensamento, preservação, né, dessa lógica eh cristã dominante do que
[57:06] lógica eh cristã dominante do que pensar, né, um processo de de difusão,
[57:10] pensar, né, um processo de de difusão, de ahã divulgação, né, de algumas
[57:14] de ahã divulgação, né, de algumas informações, de alguns escritos. Então,
[57:16] informações, de alguns escritos. Então, a gente tá nesse período, nesse período
[57:19] a gente tá nesse período, nesse período muito voltado à padronização do ensino,
[57:22] muito voltado à padronização do ensino, porque é um período em que a gente
[57:23] porque é um período em que a gente começa a ter essas estruturas, essas
[57:25] começa a ter essas estruturas, essas instituições escolares, por exemplo, né?
[57:27] instituições escolares, por exemplo, né? Então aqui a gente vai ter eh uma
[57:30] Então aqui a gente vai ter eh uma relação muito voltada a essa definição
[57:35] relação muito voltada a essa definição dessa estrutura, né, a essa eh a esse
[57:39] dessa estrutura, né, a essa eh a esse desenvolvimento de algumas estruturas
[57:41] desenvolvimento de algumas estruturas ali de ensino. Na Idade Média Central,
[57:44] ali de ensino. Na Idade Média Central, aqui a gente fala de um século X até um
[57:48] aqui a gente fala de um século X até um século XI. O que a gente tem nesse
[57:51] século XI. O que a gente tem nesse contexto é a consolidação do feudalismo,
[57:53] contexto é a consolidação do feudalismo, né? E com isso uma sociedade muito
[57:57] né? E com isso uma sociedade muito estratificada. Então a gente tá pensando
[57:59] estratificada. Então a gente tá pensando uma sociedade que tem divisões bem
[58:02] uma sociedade que tem divisões bem rígidas, bem definidas de grupos e
[58:04] rígidas, bem definidas de grupos e funções, né? Então é aqui que a gente
[58:06] funções, né? Então é aqui que a gente começa a ter aquela divisão, né? Então
[58:09] começa a ter aquela divisão, né? Então da nobreza, dos senhores feudais, eh que
[58:12] da nobreza, dos senhores feudais, eh que é quem detém a terra, que é quem detém
[58:14] é quem detém a terra, que é quem detém poder político, né? Eh, ali ao lado
[58:17] poder político, né? Eh, ali ao lado também, considerando esse topo, nós
[58:19] também, considerando esse topo, nós temos o clero, que é esse grupo de
[58:23] temos o clero, que é esse grupo de muita influência, responsável, né, por
[58:25] muita influência, responsável, né, por toda essa vida religiosa e é quem detém
[58:28] toda essa vida religiosa e é quem detém grande parte do conhecimento, do saber,
[58:31] grande parte do conhecimento, do saber, enfim, dos recursos de escrita e tudo
[58:33] enfim, dos recursos de escrita e tudo mais. E na base aí nós vamos ter os
[58:35] mais. E na base aí nós vamos ter os camponeses, né, que trabalham eh nas
[58:38] camponeses, né, que trabalham eh nas terras ali em troca de de enfim, de
[58:41] terras ali em troca de de enfim, de subsistência mesmo, né, de alguma
[58:43] subsistência mesmo, né, de alguma proteção e tudo mais. Então aqui nesse
[58:46] proteção e tudo mais. Então aqui nesse período, eh, a gente tem essa, a gente
[58:51] período, eh, a gente tem essa, a gente tá falando aqui da Idade Média Central,
[58:53] tá falando aqui da Idade Média Central, né? A gente vai ter eh a o surgimento
[58:56] né? A gente vai ter eh a o surgimento nesse contexto já das primeiras
[58:58] nesse contexto já das primeiras universidades. Então, vejam como que
[59:01] universidades. Então, vejam como que essas instituições elas vão evoluindo,
[59:03] essas instituições elas vão evoluindo, né? Então a gente começa ali na Alta
[59:06] né? Então a gente começa ali na Alta Idade Média ter um desenvolvimento de
[59:07] Idade Média ter um desenvolvimento de algumas escolas. Na Idade Média Central
[59:10] algumas escolas. Na Idade Média Central a gente já começa a ter essas primeiras
[59:12] a gente já começa a ter essas primeiras universidades. A gente com isso vai ter
[59:15] universidades. A gente com isso vai ter uma ampliação das práticas eh educativas
[59:18] uma ampliação das práticas eh educativas pensando esse ensino formal já, né?
[59:20] pensando esse ensino formal já, né? Então, tendo como referência às escolas
[59:23] Então, tendo como referência às escolas e à universidades. Mas aqui, eh, apesar
[59:26] e à universidades. Mas aqui, eh, apesar da gente já começar a ter alguns
[59:28] da gente já começar a ter alguns acessos, né, à educação, eh, não só
[59:31] acessos, né, à educação, eh, não só restrito ao clero e à nobreza, mas
[59:33] restrito ao clero e à nobreza, mas também de acesso a a aos camponeses, mas
[59:37] também de acesso a a aos camponeses, mas é um acesso ainda, né, muito muito
[59:41] é um acesso ainda, né, muito muito limitado e é uma educação muito
[59:43] limitado e é uma educação muito diferenciada também, né, conforme a
[59:46] diferenciada também, né, conforme a classe social. Então, a gente vai pensar
[59:48] classe social. Então, a gente vai pensar uma, por exemplo, né, uma formação que
[59:50] uma, por exemplo, né, uma formação que tem um desenvolvimento intelectual muito
[59:53] tem um desenvolvimento intelectual muito mais eh aprimorado, eh, que vai ser
[59:57] mais eh aprimorado, eh, que vai ser ofertado ali à nobreza e ao clero, e um
[01:00:00] ofertado ali à nobreza e ao clero, e um ensino que daí tá muito mais voltado a
[01:00:02] ensino que daí tá muito mais voltado a práticas, a trabalho, a mão de obra, que
[01:00:04] práticas, a trabalho, a mão de obra, que é voltado aos camponeses, né? Então,
[01:00:06] é voltado aos camponeses, né? Então, também tem essa essa diferenciação ali
[01:00:09] também tem essa essa diferenciação ali na estrutura. E a baixidade média a
[01:00:12] na estrutura. E a baixidade média a gente fala ali num período final. Então
[01:00:14] gente fala ali num período final. Então aqui a gente fala século X, século X.
[01:00:18] aqui a gente fala século X, século X. Aqui a gente já começa a ter um
[01:00:19] Aqui a gente já começa a ter um crescimento das cidades, da burguesia. A
[01:00:21] crescimento das cidades, da burguesia. A gente começa a ter um fortalecimento,
[01:00:23] gente começa a ter um fortalecimento, né, nesse período também eh, de
[01:00:26] né, nesse período também eh, de dinâmicas de mercado. Eh, lógico que a
[01:00:30] dinâmicas de mercado. Eh, lógico que a gente vai identificar, né,
[01:00:32] gente vai identificar, né, consequentemente um fortalecimento
[01:00:34] consequentemente um fortalecimento também dessas estruturas. Então, a gente
[01:00:37] também dessas estruturas. Então, a gente começa a ter uma um maior número de
[01:00:40] começa a ter uma um maior número de universidades sendo criadas, né? A gente
[01:00:42] universidades sendo criadas, né? A gente começa a ter um fortalecimento também
[01:00:44] começa a ter um fortalecimento também dessas universidades, né? O que
[01:00:46] dessas universidades, né? O que significa eh uma um aprimoramento do
[01:00:49] significa eh uma um aprimoramento do sistema de ensino, um aprimoramento
[01:00:51] sistema de ensino, um aprimoramento considerando as pessoas também que estão
[01:00:53] considerando as pessoas também que estão ali. Eh, ai gente, pera aí que apareceu
[01:00:57] ali. Eh, ai gente, pera aí que apareceu alguma coisa na minha tela. Pronto,
[01:00:59] alguma coisa na minha tela. Pronto, voltou. a gente começa a ter também a
[01:01:02] voltou. a gente começa a ter também a presença de pessoas, né, preparadas ali
[01:01:05] presença de pessoas, né, preparadas ali nesses espaços. Então, tudo isso vai
[01:01:07] nesses espaços. Então, tudo isso vai fortalecer e vai enriquecer essas
[01:01:10] fortalecer e vai enriquecer essas estruturas, né? Aqui na baixa Idade
[01:01:12] estruturas, né? Aqui na baixa Idade média a gente tem um momento que é muito
[01:01:15] média a gente tem um momento que é muito importante,
[01:01:16] importante, que vai inclusive construir essa ponte,
[01:01:19] que vai inclusive construir essa ponte, né, ali paraa era moderna, que é o
[01:01:22] né, ali paraa era moderna, que é o avanço da ciência de filosofias mais
[01:01:25] avanço da ciência de filosofias mais racionalistas, né, que é quando a gente
[01:01:27] racionalistas, né, que é quando a gente começa a a mudar o pensamento,
[01:01:31] começa a a mudar o pensamento, comportamento e se interessar por outros
[01:01:33] comportamento e se interessar por outros elementos eh a partir de algumas
[01:01:35] elementos eh a partir de algumas necessidades, né, o próprio avanço
[01:01:37] necessidades, né, o próprio avanço dessas instituições de ensino começa a
[01:01:39] dessas instituições de ensino começa a demandar essa essa essa pesquisa que não
[01:01:43] demandar essa essa essa pesquisa que não seja eh de um controle exclusivo da
[01:01:45] seja eh de um controle exclusivo da igreja que começa a atender essas suas
[01:01:48] igreja que começa a atender essas suas demandas, né? Então, a partir de uma
[01:01:49] demandas, né? Então, a partir de uma perspectiva eh científica, né? A partir
[01:01:52] perspectiva eh científica, né? A partir da lógica do humanismo que a gente vai
[01:01:54] da lógica do humanismo que a gente vai perceber que isso vai vir muito à tona.
[01:01:56] perceber que isso vai vir muito à tona. Então, enfim, a gente vai ter alguns
[01:01:58] Então, enfim, a gente vai ter alguns fatores aqui na baixa média que vão
[01:02:00] fatores aqui na baixa média que vão contribuir
[01:02:04] já para pra transição do
[01:02:08] já para pra transição do eh pra era moderna.
[01:02:12] eh pra era moderna. Vamos lá. Tem uma pergunta aqui. Natel
[01:02:14] Vamos lá. Tem uma pergunta aqui. Natel perguntou: "A idade média da primeira
[01:02:16] perguntou: "A idade média da primeira cruzada,
[01:02:18] cruzada, onde houve os primeiros templários?"
[01:02:22] Poxa vida, Natanael. Eh, não sei. Eu
[01:02:26] Poxa vida, Natanael. Eh, não sei. Eu preciso,
[01:02:28] preciso, eu preciso verificar isso, confesso para
[01:02:30] eu preciso verificar isso, confesso para você. Aí depois a gente pode trazer
[01:02:33] você. Aí depois a gente pode trazer aqui, tá? Para falar sobre isso,
[01:02:35] aqui, tá? Para falar sobre isso, mas eu não sei te responder agora.
[01:02:39] mas eu não sei te responder agora. Bom, gente, a gente vai ter algumas
[01:02:41] Bom, gente, a gente vai ter algumas concepções educacionais aqui. Eu vou
[01:02:43] concepções educacionais aqui. Eu vou tentar ser breve porque eu queria muito
[01:02:45] tentar ser breve porque eu queria muito passar ali para pra gente falar um
[01:02:46] passar ali para pra gente falar um pouquinho sobre a era moderna, mas eu
[01:02:49] pouquinho sobre a era moderna, mas eu quero falar um pouquinho sobre algumas
[01:02:51] quero falar um pouquinho sobre algumas correntes que foram desenvolvidas nesse
[01:02:53] correntes que foram desenvolvidas nesse período da Idade Média, né? Então, a
[01:02:55] período da Idade Média, né? Então, a gente tem algumas concepções
[01:02:56] gente tem algumas concepções educacionais que marcam esse período.
[01:03:00] educacionais que marcam esse período. Eh, aqui vocês podem perceber que tem
[01:03:02] Eh, aqui vocês podem perceber que tem uma uma indicação, né, de período de
[01:03:05] uma uma indicação, né, de período de tempo que não respeita exatamente aquela
[01:03:07] tempo que não respeita exatamente aquela divisão, eh, aquela periodização ali que
[01:03:09] divisão, eh, aquela periodização ali que a gente tem, né, aqui da da Idade Média,
[01:03:13] a gente tem, né, aqui da da Idade Média, considerando essas quatro divisões, mas
[01:03:16] considerando essas quatro divisões, mas que de alguma maneira localizam, se
[01:03:17] que de alguma maneira localizam, se aproximam a partir dessa dessas
[01:03:20] aproximam a partir dessa dessas indicações também. Então aqui essas
[01:03:23] indicações também. Então aqui essas correntes são patrística, escolástica e
[01:03:27] correntes são patrística, escolástica e nominalismo, né, que tá mais no final da
[01:03:30] nominalismo, né, que tá mais no final da Idade Média. Então, olha só, essas três
[01:03:33] Idade Média. Então, olha só, essas três correntes, né, elas eh expressam um
[01:03:36] correntes, né, elas eh expressam um movimento muito importante no pensamento
[01:03:38] movimento muito importante no pensamento medieval, que é especialmente um
[01:03:41] medieval, que é especialmente um movimento de tentar compreender uma
[01:03:44] movimento de tentar compreender uma relação entre a fé e entre a razão, que
[01:03:47] relação entre a fé e entre a razão, que é uma relação que ao longo do tempo vai
[01:03:49] é uma relação que ao longo do tempo vai se transformando, né? Então, ela não
[01:03:51] se transformando, né? Então, ela não começa de uma forma e segue da mesma
[01:03:53] começa de uma forma e segue da mesma forma. A gente vai perceber uma mudança
[01:03:55] forma. A gente vai perceber uma mudança de perspectiva em relação a isso também,
[01:03:58] de perspectiva em relação a isso também, especialmente, né, considerando essa
[01:04:01] especialmente, né, considerando essa essa relação muito eh muito voltada à
[01:04:05] essa relação muito eh muito voltada à interferência da igreja nesses processos
[01:04:08] interferência da igreja nesses processos educacionais, né? Então, olha só, vamos
[01:04:11] educacionais, né? Então, olha só, vamos lá. Aqui eu deixei um resuminho, vejam
[01:04:13] lá. Aqui eu deixei um resuminho, vejam se vocês querem tomar notas de algumas
[01:04:15] se vocês querem tomar notas de algumas coisas, mas tudo aqui tá baseado no
[01:04:18] coisas, mas tudo aqui tá baseado no nosso livro da disciplina, né? Então, só
[01:04:20] nosso livro da disciplina, né? Então, só trouxe de uma maneira resumida pra gente
[01:04:22] trouxe de uma maneira resumida pra gente ter um registro de cada corrente. Então,
[01:04:24] ter um registro de cada corrente. Então, vou fazer a leitura com vocês aqui da
[01:04:26] vou fazer a leitura com vocês aqui da tela pra gente comentar brevemente.
[01:04:29] tela pra gente comentar brevemente. Então, quando a gente olha, né, para
[01:04:30] Então, quando a gente olha, né, para essa corrente patrística, a gente tá
[01:04:32] essa corrente patrística, a gente tá falando de uma filosofia voltada à
[01:04:35] falando de uma filosofia voltada à defesa da fé cristã e à conversão, busca
[01:04:38] defesa da fé cristã e à conversão, busca de conciliação entre pensamento grego,
[01:04:41] de conciliação entre pensamento grego, especialmente platônico e cristianismo.
[01:04:44] especialmente platônico e cristianismo. educação centrada na formação moral e
[01:04:47] educação centrada na formação moral e religiosa, com a razão subordinada à fé,
[01:04:51] religiosa, com a razão subordinada à fé, destaque para Santo Agostinho e a
[01:04:53] destaque para Santo Agostinho e a valorização da interioridade e da
[01:04:55] valorização da interioridade e da iluminação divina, né? Então, esse
[01:04:58] iluminação divina, né? Então, esse período é um período em que existe uma
[01:05:00] período é um período em que existe uma uma clara prioridade da fé mesmo. E aqui
[01:05:03] uma clara prioridade da fé mesmo. E aqui a gente vai ter a filosofia sendo
[01:05:05] a gente vai ter a filosofia sendo utilizada como um instrumento de apoio,
[01:05:08] utilizada como um instrumento de apoio, de defesa, eh, de fortalecimento do
[01:05:11] de defesa, eh, de fortalecimento do cristianismo e da formação moral. Aqui
[01:05:14] cristianismo e da formação moral. Aqui na escolástica a gente tem sistema de
[01:05:17] na escolástica a gente tem sistema de pensamento que organiza o ensino
[01:05:19] pensamento que organiza o ensino medieval articulando fé e razão, uso de
[01:05:23] medieval articulando fé e razão, uso de métodos lógicos e argumentativos,
[01:05:27] métodos lógicos e argumentativos, consolidação das universidades,
[01:05:29] consolidação das universidades, tentativa de justificar racionalmente a
[01:05:32] tentativa de justificar racionalmente a fé e destaque para Tomás de Alquimia e a
[01:05:35] fé e destaque para Tomás de Alquimia e a influência de Aristóteles.
[01:05:37] influência de Aristóteles. aqui nesse nesse movimento da
[01:05:39] aqui nesse nesse movimento da escolástica, né, o que a gente percebe
[01:05:42] escolástica, né, o que a gente percebe um uma mudança eh e um início de uma
[01:05:46] um uma mudança eh e um início de uma valorização da razão, né? Então, veja
[01:05:48] valorização da razão, né? Então, veja ali no início a gente tem algo que tá
[01:05:50] ali no início a gente tem algo que tá voltado quase que exclusivamente à fé,
[01:05:53] voltado quase que exclusivamente à fé, né? Tudo que é utilizado é como
[01:05:54] né? Tudo que é utilizado é como fortalecimento da fé, como
[01:05:56] fortalecimento da fé, como fortalecimento do discurso religioso.
[01:05:59] fortalecimento do discurso religioso. Aqui a gente começa a ter uma
[01:06:00] Aqui a gente começa a ter uma valorização da razão. E como que a gente
[01:06:03] valorização da razão. E como que a gente vai perceber isso enquanto um reflexo
[01:06:05] vai perceber isso enquanto um reflexo nessa corrente? eh educacional, né? A
[01:06:08] nessa corrente? eh educacional, né? A gente começa a ter essa razão sendo
[01:06:11] gente começa a ter essa razão sendo também eh sistematizada e sendo
[01:06:14] também eh sistematizada e sendo utilizada para justificar as verdades
[01:06:17] utilizada para justificar as verdades religiosas. Então, eh a gente tem aqui
[01:06:21] religiosas. Então, eh a gente tem aqui uma razão que é valorizada, mas que
[01:06:23] uma razão que é valorizada, mas que ainda está a serviço, a em diálogo
[01:06:26] ainda está a serviço, a em diálogo direto também com a fé. É uma tentativa,
[01:06:29] direto também com a fé. É uma tentativa, inclusive de utilizar a razão como
[01:06:31] inclusive de utilizar a razão como justificativas, né, como explicação para
[01:06:35] justificativas, né, como explicação para eventos religiosos. Então isso
[01:06:37] eventos religiosos. Então isso especialmente já contexto de
[01:06:39] especialmente já contexto de universidades, né, no contexto de
[01:06:41] universidades, né, no contexto de educação formal.
[01:06:43] educação formal. A última corrente que é o nominalismo da
[01:06:45] A última corrente que é o nominalismo da final da Idade Média, ela valoriza os
[01:06:48] final da Idade Média, ela valoriza os indivíduos concretos em detrimento de
[01:06:50] indivíduos concretos em detrimento de conceitos universais, compreensão de que
[01:06:54] conceitos universais, compreensão de que eh os universais são construções da
[01:06:57] eh os universais são construções da linguagem. maior ênfase na razão humana
[01:06:59] linguagem. maior ênfase na razão humana como critério de verdade contribui para
[01:07:02] como critério de verdade contribui para o enfraquecimento da autoridade absoluta
[01:07:04] o enfraquecimento da autoridade absoluta da teologia e antecipa aspectos do
[01:07:07] da teologia e antecipa aspectos do pensamento moderno, né? Então, o que a
[01:07:10] pensamento moderno, né? Então, o que a gente percebe aqui por fim, quando a
[01:07:12] gente percebe aqui por fim, quando a gente olha pro nominalismo e quando a
[01:07:13] gente olha pro nominalismo e quando a gente olha para essas outras duas
[01:07:15] gente olha para essas outras duas correntes, eh, é um processo de
[01:07:20] correntes, eh, é um processo de é um processo de inflexão mesmo, né? que
[01:07:23] é um processo de inflexão mesmo, né? que a partir desse momento em que a gente
[01:07:24] a partir desse momento em que a gente começa a questionar essas noções mais
[01:07:26] começa a questionar essas noções mais universais e valorizar a experiência
[01:07:29] universais e valorizar a experiência concreta. Então aqui a gente tá eh se
[01:07:31] concreta. Então aqui a gente tá eh se interessando por um processo de saber,
[01:07:34] interessando por um processo de saber, né, por uma metodologia empírica. Então,
[01:07:36] né, por uma metodologia empírica. Então, a gente começa a olhar paraa
[01:07:37] a gente começa a olhar paraa experiência, a gente quer identificar eh
[01:07:40] experiência, a gente quer identificar eh essa resposta não a partir de conceitos
[01:07:43] essa resposta não a partir de conceitos universais, mas a partir da experiência,
[01:07:45] universais, mas a partir da experiência, né, a partir da prática, a partir dessa
[01:07:48] né, a partir da prática, a partir dessa dessa experiência empírica mesmo que
[01:07:51] dessa experiência empírica mesmo que começa a justificar, que começa a
[01:07:53] começa a justificar, que começa a desenvolver argumentos, que começa a
[01:07:55] desenvolver argumentos, que começa a materializar essa experiência e trazer
[01:07:58] materializar essa experiência e trazer elementos mais concretos, né? E com isso
[01:08:01] elementos mais concretos, né? E com isso a gente vai ter a razão humana abrindo
[01:08:03] a gente vai ter a razão humana abrindo eh caminhos para uma visão que não seja
[01:08:06] eh caminhos para uma visão que não seja tão dependente dessa teologia.
[01:08:10] tão dependente dessa teologia. Bom, gente, então a partir disso, eu já
[01:08:12] Bom, gente, então a partir disso, eu já vou puxar esse ganchinho pra gente se
[01:08:14] vou puxar esse ganchinho pra gente se encaminhar paraa era moderna, que a
[01:08:15] encaminhar paraa era moderna, que a gente percebe que a gente já começa a
[01:08:17] gente percebe que a gente já começa a ter uma transição de pensamento, uma
[01:08:19] ter uma transição de pensamento, uma mudança de perspectiva.
[01:08:23] Então aqui a gente vai ter eh na era
[01:08:26] Então aqui a gente vai ter eh na era moderna, né, uma mudança eh muito ah
[01:08:30] moderna, né, uma mudança eh muito ah aqui nessa imagem, gente, porque aqui a
[01:08:32] aqui nessa imagem, gente, porque aqui a gente vai ter uma algumas coisas, né,
[01:08:35] gente vai ter uma algumas coisas, né, que que já estão aqui como tópicos.
[01:08:38] que que já estão aqui como tópicos. Quando a gente olha para pra era
[01:08:39] Quando a gente olha para pra era moderna, a gente tem uma mudança
[01:08:41] moderna, a gente tem uma mudança importante, inclusive na organização da
[01:08:44] importante, inclusive na organização da sociedade, né? Então o próprio sistema
[01:08:47] sociedade, né? Então o próprio sistema feudal, ele começa a ser
[01:08:49] feudal, ele começa a ser descentralizado, ele começa a ser
[01:08:51] descentralizado, ele começa a ser enfraquecido. E aqui a gente, o que que
[01:08:54] enfraquecido. E aqui a gente, o que que a gente começa a ter como um elemento
[01:08:57] a gente começa a ter como um elemento que se apresenta, né? Eh, essa esse
[01:09:00] que se apresenta, né? Eh, essa esse enfraquecimento do feudalismo, ele vai
[01:09:03] enfraquecimento do feudalismo, ele vai eh dar espaço pro poder dos estados. E
[01:09:07] eh dar espaço pro poder dos estados. E com isso vai trazer ao centro o sistema
[01:09:11] com isso vai trazer ao centro o sistema de monarquia, né? Então aqui na imagem a
[01:09:14] de monarquia, né? Então aqui na imagem a gente tem o retrato do monarca, eh,
[01:09:18] gente tem o retrato do monarca, eh, Luiz,
[01:09:19] Luiz, ai Luís 14, que é dessa figura aqui. Aí
[01:09:24] ai Luís 14, que é dessa figura aqui. Aí eu trouxe uma figura dele de um monarca
[01:09:26] eu trouxe uma figura dele de um monarca aqui absolutista também que que é uma um
[01:09:29] aqui absolutista também que que é uma um retrato, né, aqui da era moderna pra
[01:09:31] retrato, né, aqui da era moderna pra gente ter também essa referência com eh
[01:09:35] gente ter também essa referência com eh com essa mudança de organização da
[01:09:37] com essa mudança de organização da sociedade, né, pra gente pensar que
[01:09:39] sociedade, né, pra gente pensar que obviamente isso vai de alguma maneira
[01:09:41] obviamente isso vai de alguma maneira gerar uma uma mudança, gerar alguma
[01:09:44] gerar uma uma mudança, gerar alguma alteração ali na dinâmica que vai também
[01:09:46] alteração ali na dinâmica que vai também reverberar ali no contexto da educação,
[01:09:48] reverberar ali no contexto da educação, né? a gente tem, ao mesmo tempo, a gente
[01:09:52] né? a gente tem, ao mesmo tempo, a gente tem um, com essa, esse enfraquecimento
[01:09:55] tem um, com essa, esse enfraquecimento do feudalismo, né, a gente tem também um
[01:09:58] do feudalismo, né, a gente tem também um fortalecimento do comércio, da
[01:10:00] fortalecimento do comércio, da indústria. É, aqui tem algo que não dá
[01:10:03] indústria. É, aqui tem algo que não dá pra gente deixar de mencionar, que é das
[01:10:05] pra gente deixar de mencionar, que é das grandes navegações, né, que vão eh
[01:10:08] grandes navegações, né, que vão eh ampliar algumas, tanto vão promover essa
[01:10:11] ampliar algumas, tanto vão promover essa expansão territorial, né, eh, e esse
[01:10:14] expansão territorial, né, eh, e esse processo de globalização, mas vão
[01:10:16] processo de globalização, mas vão ampliar mesmo esse contato, eh, e com
[01:10:19] ampliar mesmo esse contato, eh, e com diferentes povos, com diferentes
[01:10:20] diferentes povos, com diferentes culturas, né? E nesse cenário todo, a
[01:10:23] culturas, né? E nesse cenário todo, a gente já começa a ter a burguesia
[01:10:25] gente já começa a ter a burguesia ganhando força, tanto econômica quanto
[01:10:28] ganhando força, tanto econômica quanto força política mesmo, né? Que já começa
[01:10:31] força política mesmo, né? Que já começa a a mudar, começa a gerar um ruído ali,
[01:10:35] a a mudar, começa a gerar um ruído ali, eh, e uma mudança muito muito impactante
[01:10:37] eh, e uma mudança muito muito impactante em relação à antiga à antiga dinâmica
[01:10:40] em relação à antiga à antiga dinâmica social. Então tudo isso, gente, todas
[01:10:43] social. Então tudo isso, gente, todas essas mudanças, né, que é uma mudança eh
[01:10:47] essas mudanças, né, que é uma mudança eh que tá nessa esfera econômica, que tá
[01:10:49] que tá nessa esfera econômica, que tá nessa esfera de comportamento, nessa
[01:10:51] nessa esfera de comportamento, nessa esfera de organização social, tudo isso
[01:10:53] esfera de organização social, tudo isso vai criar base para que a gente possa
[01:10:55] vai criar base para que a gente possa olhar pro mundo, pensar o mundo de outra
[01:10:58] olhar pro mundo, pensar o mundo de outra maneira. Então, pra gente pensar que a
[01:11:00] maneira. Então, pra gente pensar que a educação ela tá sempre muito vinculada
[01:11:03] educação ela tá sempre muito vinculada eh a esse modo de pensar o mundo que tá
[01:11:07] eh a esse modo de pensar o mundo que tá muito associado a essas dinâmicas de
[01:11:09] muito associado a essas dinâmicas de organização da sociedade, né? Então,
[01:11:11] organização da sociedade, né? Então, dinâmicas de poder, dinâmicas de
[01:11:13] dinâmicas de poder, dinâmicas de comércio, dinâmicas de troca, né? Então,
[01:11:15] comércio, dinâmicas de troca, né? Então, tudo isso que vai de alguma maneira
[01:11:18] tudo isso que vai de alguma maneira interferir em como a gente pensa os
[01:11:19] interferir em como a gente pensa os nossos processos de formação.
[01:11:23] nossos processos de formação. Aqui nós vamos ter algumas informações
[01:11:25] Aqui nós vamos ter algumas informações também, só pra gente eh entender algumas
[01:11:29] também, só pra gente eh entender algumas coisas que para além do pensamento, né,
[01:11:31] coisas que para além do pensamento, né, além dessa dessa questão da da escola,
[01:11:34] além dessa dessa questão da da escola, da universidade, de conceitos que também
[01:11:36] da universidade, de conceitos que também vão gerar uma crise na na estrutura da
[01:11:40] vão gerar uma crise na na estrutura da Idade Média, a gente tem alguns fatores,
[01:11:43] Idade Média, a gente tem alguns fatores, como, por exemplo, aqui a peste negra,
[01:11:45] como, por exemplo, aqui a peste negra, né, que que vai gerar uma queda
[01:11:47] né, que que vai gerar uma queda populacional e consequentemente uma
[01:11:50] populacional e consequentemente uma crise de fé, né? Então, a gente vai
[01:11:53] crise de fé, né? Então, a gente vai pensar um contexto em que eh a gente
[01:11:56] pensar um contexto em que eh a gente tenta utilizar a razão para justificar
[01:11:59] tenta utilizar a razão para justificar alguns efeitos, para justificar alguns
[01:12:01] alguns efeitos, para justificar alguns acontecimentos, mas é uma razão que tá
[01:12:03] acontecimentos, mas é uma razão que tá muito vinculada a um discurso religioso
[01:12:06] muito vinculada a um discurso religioso e isso vai gerar uma crise muito grande
[01:12:08] e isso vai gerar uma crise muito grande de pensamento, de identificação, né?
[01:12:11] de pensamento, de identificação, né? Porque na peste negra a gente tem eh uma
[01:12:14] Porque na peste negra a gente tem eh uma uma morte em massa assim, né, da
[01:12:17] uma morte em massa assim, né, da população a partir dessa eh dessa dessa
[01:12:21] população a partir dessa eh dessa dessa peste. Então isso já vai gerar uma
[01:12:23] peste. Então isso já vai gerar uma crise. A gente tem a guerra dos 100
[01:12:26] crise. A gente tem a guerra dos 100 anos, né, que também acaba gerando uma
[01:12:30] anos, né, que também acaba gerando uma uma estabilidade muito significativa.
[01:12:32] uma estabilidade muito significativa. que na Guerra dos 100 anos a gente tem
[01:12:34] que na Guerra dos 100 anos a gente tem um conflito eh na verdade não é um
[01:12:37] um conflito eh na verdade não é um conflito, né? É uma série,
[01:12:39] conflito, né? É uma série, de conflito entre França e Inglaterra
[01:12:42] de conflito entre França e Inglaterra que tá ali disputando, né, o trono
[01:12:44] que tá ali disputando, né, o trono francês. E a gente vai ter com isso,
[01:12:47] francês. E a gente vai ter com isso, claro, um cenário de guerra, destruição,
[01:12:49] claro, um cenário de guerra, destruição, crise social, né? Eh, tudo isso também
[01:12:52] crise social, né? Eh, tudo isso também contribui com o fortalecimento da
[01:12:53] contribui com o fortalecimento da monarquia. Então, isso gera uma
[01:12:54] monarquia. Então, isso gera uma instabilidade que também vai interferir
[01:12:57] instabilidade que também vai interferir com uma mudança, né, de organização
[01:12:59] com uma mudança, né, de organização social. E o grande cisma do Ocidente,
[01:13:01] social. E o grande cisma do Ocidente, que é aquele momento em que a gente tem
[01:13:03] que é aquele momento em que a gente tem a Igreja Católica, ela tem mais de um
[01:13:06] a Igreja Católica, ela tem mais de um papa, né, ao mesmo tempo. E aí isso gera
[01:13:08] papa, né, ao mesmo tempo. E aí isso gera uma divisão religiosa, a própria igreja
[01:13:12] uma divisão religiosa, a própria igreja começa a perder autoridade porque há um
[01:13:14] começa a perder autoridade porque há um conflito interno ali, né? Então isso
[01:13:16] conflito interno ali, né? Então isso também vai gerar o enfraquecimento da da
[01:13:19] também vai gerar o enfraquecimento da da igreja. E aí a gente vai acompanhar essa
[01:13:21] igreja. E aí a gente vai acompanhar essa transição paraa modernidade, que aqui
[01:13:24] transição paraa modernidade, que aqui como, né, se se destaca
[01:13:27] como, né, se se destaca é um processo gradual, não imediato, né,
[01:13:29] é um processo gradual, não imediato, né, gente? Sempre reforçando isso, porque
[01:13:31] gente? Sempre reforçando isso, porque quando a gente olha diferentes períodos,
[01:13:33] quando a gente olha diferentes períodos, a gente pensa
[01:13:37] e é importante considerar que a gente
[01:13:39] e é importante considerar que a gente tem esse processo gradual de mudança
[01:13:41] tem esse processo gradual de mudança entre um período e outro, né? não é uma
[01:13:44] entre um período e outro, né? não é uma uma mudança brusca de de pensamento
[01:13:47] uma mudança brusca de de pensamento aqui. E aí a gente vai ter, né, nesse
[01:13:50] aqui. E aí a gente vai ter, né, nesse contexto todo, com toda essa crise, a
[01:13:53] contexto todo, com toda essa crise, a gente vai ter esse processo de
[01:13:55] gente vai ter esse processo de fortalecimento, de fortalecimento de
[01:13:58] fortalecimento, de fortalecimento de alguns ideais, de algumas maneiras de
[01:14:00] alguns ideais, de algumas maneiras de pensar, eh, que vão dar forma ao
[01:14:03] pensar, eh, que vão dar forma ao renascimento, né? o renascimento, que é
[01:14:05] renascimento, né? o renascimento, que é esse esse movimento que ele é tanto
[01:14:08] esse esse movimento que ele é tanto intelectual quanto cultural, artístico,
[01:14:11] intelectual quanto cultural, artístico, eh que ele representa essa mudança, eh,
[01:14:16] eh que ele representa essa mudança, eh, de de pensamento, de entendimento, de
[01:14:20] de de pensamento, de entendimento, de identificação, né? Então, o que a gente
[01:14:22] identificação, né? Então, o que a gente tem com o renascimento é uma valorização
[01:14:24] tem com o renascimento é uma valorização do ser humano, uma valorização da razão,
[01:14:26] do ser humano, uma valorização da razão, da natureza, algumas retomadas, né, da
[01:14:29] da natureza, algumas retomadas, né, da cultura greco-romana.
[01:14:31] cultura greco-romana. aqui só passando alguns pontos mesmo,
[01:14:33] aqui só passando alguns pontos mesmo, uma ruptura com o teocentrismo medieval
[01:14:35] uma ruptura com o teocentrismo medieval e uma separação entre fé e ciência, né?
[01:14:39] e uma separação entre fé e ciência, né? Esse momento em que a gente começa a ter
[01:14:41] Esse momento em que a gente começa a ter a secularização do saber. Mas aqui eu
[01:14:44] a secularização do saber. Mas aqui eu trouxe algumas coisas para falar um
[01:14:46] trouxe algumas coisas para falar um pouco mais sobre isso.
[01:14:53] Eh,
[01:14:55] Eh, vamos lá. Deixa eu só tentar finalizar
[01:14:57] vamos lá. Deixa eu só tentar finalizar esse aqui para ver se dá tempo da gente
[01:14:59] esse aqui para ver se dá tempo da gente fechar essa parte aqui do renascimento,
[01:15:02] fechar essa parte aqui do renascimento, tá gente? Aí depois depois eu volto ali
[01:15:04] tá gente? Aí depois depois eu volto ali pra gente comentar. Então, alguns dos
[01:15:07] pra gente comentar. Então, alguns dos valores que a gente tem muito presentes
[01:15:09] valores que a gente tem muito presentes aqui, né, na nesse período eh do
[01:15:13] aqui, né, na nesse período eh do renascimento, a gente vai ter o
[01:15:14] renascimento, a gente vai ter o humanismo que vai, né, inclusive dar
[01:15:17] humanismo que vai, né, inclusive dar espaço aqui paraa educação humanista.
[01:15:20] espaço aqui paraa educação humanista. Então, o que que a gente tem do
[01:15:21] Então, o que que a gente tem do humanismo, né? humanismo vai ser um um
[01:15:24] humanismo, né? humanismo vai ser um um dos dos pilares do renascimento e é uma
[01:15:28] dos dos pilares do renascimento e é uma uma linha de de pensamento, de
[01:15:30] uma linha de de pensamento, de entendimento, né, quase uma filosofia
[01:15:33] entendimento, né, quase uma filosofia mesmo que tem o homem como centro do
[01:15:36] mesmo que tem o homem como centro do universo. Então a gente vai ter essa
[01:15:37] universo. Então a gente vai ter essa substituição, né, do teocentrismo pelo
[01:15:40] substituição, né, do teocentrismo pelo antropocentrismo.
[01:15:42] antropocentrismo. Isso vai gerar eh algumas algumas
[01:15:46] Isso vai gerar eh algumas algumas mudanças importantes, né? Porque quando
[01:15:48] mudanças importantes, né? Porque quando a gente muda essa perspectiva, a gente
[01:15:50] a gente muda essa perspectiva, a gente começa a entender e olhar pro mundo de
[01:15:53] começa a entender e olhar pro mundo de outra maneira, né? Então, a gente deixa
[01:15:55] outra maneira, né? Então, a gente deixa de ter Deus e a religião no centro. A
[01:15:59] de ter Deus e a religião no centro. A gente coloca o sujeito como centro de
[01:16:01] gente coloca o sujeito como centro de todas as coisas, o sujeito como centro
[01:16:04] todas as coisas, o sujeito como centro da experiência e consequentemente como
[01:16:06] da experiência e consequentemente como esse centro também capaz de trazer
[01:16:09] esse centro também capaz de trazer justificativas, explicações,
[01:16:12] justificativas, explicações, eh conhecimentos, experiências, né?
[01:16:15] eh conhecimentos, experiências, né? Então, a gente vai ter um processo de
[01:16:17] Então, a gente vai ter um processo de estudos muito importante, de um avanço
[01:16:19] estudos muito importante, de um avanço da ciência, que vai olhar pro corpo
[01:16:21] da ciência, que vai olhar pro corpo humano, inclusive para entender esse
[01:16:23] humano, inclusive para entender esse corpo humano, não mais como um corpo
[01:16:26] corpo humano, não mais como um corpo sagrado, mas como um corpo, um material
[01:16:28] sagrado, mas como um corpo, um material de pesquisa também, né? Eh, então aqui a
[01:16:32] de pesquisa também, né? Eh, então aqui a gente vai ter, né, toda essa valorização
[01:16:34] gente vai ter, né, toda essa valorização da razão, esses elementos que a gente já
[01:16:36] da razão, esses elementos que a gente já começa a a acompanhar esse
[01:16:38] começa a a acompanhar esse fortalecimento, né? E com isso a gente
[01:16:41] fortalecimento, né? E com isso a gente também vai ter uma valorização das
[01:16:44] também vai ter uma valorização das humanidades, né? Que que seria isso?
[01:16:46] humanidades, né? Que que seria isso? Seria essa essa retomada e daí isso
[01:16:50] Seria essa essa retomada e daí isso muito vinculado a essa retomada, né, de
[01:16:52] muito vinculado a essa retomada, né, de saberes eh greco-romanos ali, que é
[01:16:55] saberes eh greco-romanos ali, que é pensar essa formação que contempla
[01:16:58] pensar essa formação que contempla letras, filosofia, história, arte, né?
[01:17:01] letras, filosofia, história, arte, né? Então, pensar também essa formação desse
[01:17:04] Então, pensar também essa formação desse sujeito, eh, mesmo porque o que se
[01:17:07] sujeito, eh, mesmo porque o que se interessa agora é pensar como que o
[01:17:09] interessa agora é pensar como que o sujeito interpreta o mundo, como que ele
[01:17:11] sujeito interpreta o mundo, como que ele interpreta a sua realidade. Então,
[01:17:13] interpreta a sua realidade. Então, pensar essa formação do indivíduo também
[01:17:16] pensar essa formação do indivíduo também como uma formação integral, né,
[01:17:18] como uma formação integral, né, intelectual, moral e cívica. Aqui a
[01:17:21] intelectual, moral e cívica. Aqui a gente vai ter também vai acompanhar um
[01:17:23] gente vai ter também vai acompanhar um novo ideal pedagógico com
[01:17:25] novo ideal pedagógico com desenvolvimento de uma maior autonomia,
[01:17:27] desenvolvimento de uma maior autonomia, maior participação social, né? Eh, e
[01:17:30] maior participação social, né? Eh, e isso tudo dá base para a educação
[01:17:32] isso tudo dá base para a educação moderna e para um pensamento científico.
[01:17:37] moderna e para um pensamento científico. Então, vejam só, né, gente, aqui a gente
[01:17:39] Então, vejam só, né, gente, aqui a gente já começa a a
[01:17:42] já começa a a pensar, né, e algumas áreas que são
[01:17:44] pensar, né, e algumas áreas que são contempladas, pensar alguns temas que
[01:17:47] contempladas, pensar alguns temas que começam a fortalecer esse processo de
[01:17:50] começam a fortalecer esse processo de elaboração do saber, de elaboração do
[01:17:52] elaboração do saber, de elaboração do conhecimento a partir de diversas vias,
[01:17:55] conhecimento a partir de diversas vias, mas sempre tendo o sujeito como esse
[01:17:58] mas sempre tendo o sujeito como esse norte, como essa referência, né?
[01:18:01] norte, como essa referência, né? Tem um outro elemento aqui, eh, que a
[01:18:04] Tem um outro elemento aqui, eh, que a gente vai considerar como um elemento
[01:18:06] gente vai considerar como um elemento que vai contribuir com esse processo,
[01:18:09] que vai contribuir com esse processo, que é a reforma protestante. Aqui já se
[01:18:11] que é a reforma protestante. Aqui já se encaminhando pra gente finalizar eh o
[01:18:14] encaminhando pra gente finalizar eh o nosso tópico aqui, né? Então, a gente
[01:18:16] nosso tópico aqui, né? Então, a gente vai ter a reforma protestante com uma
[01:18:19] vai ter a reforma protestante com uma ruptura importante ali com a Igreja
[01:18:21] ruptura importante ali com a Igreja Católica, que também vai gerar impactos
[01:18:24] Católica, que também vai gerar impactos paraa educação, especialmente quando a
[01:18:26] paraa educação, especialmente quando a gente começa a ter essa defesa do acesso
[01:18:29] gente começa a ter essa defesa do acesso direto às escrituras, né? Então, o que a
[01:18:32] direto às escrituras, né? Então, o que a gente tem nesse movimento é uma eh não
[01:18:36] gente tem nesse movimento é uma eh não só isso, né? A gente também acompanha
[01:18:38] só isso, né? A gente também acompanha uma crítica muito eh muito direta à
[01:18:42] uma crítica muito eh muito direta à própria corrupção do clero, né? Mas a
[01:18:45] própria corrupção do clero, né? Mas a gente vai ter um um discurso que tá
[01:18:47] gente vai ter um um discurso que tá muito voltado a essa defesa também do
[01:18:50] muito voltado a essa defesa também do acesso às escrituras. Então aqui a gente
[01:18:53] acesso às escrituras. Então aqui a gente tem com isso e com os reformadores aqui,
[01:18:56] tem com isso e com os reformadores aqui, né, com essas esses líderes aqui da
[01:18:58] né, com essas esses líderes aqui da reforma protestante, especialmente
[01:19:00] reforma protestante, especialmente Lutero, né, que vai ser uma figura
[01:19:02] Lutero, né, que vai ser uma figura importante nesse movimento, a gente tem
[01:19:05] importante nesse movimento, a gente tem uma defesa pela pelo processo de
[01:19:08] uma defesa pela pelo processo de alfabetização e de escolarização eh das
[01:19:12] alfabetização e de escolarização eh das classes populares, né, para que a gente
[01:19:15] classes populares, né, para que a gente possa então ter uma educação que não
[01:19:17] possa então ter uma educação que não fique restrita apenas ao clero, né,
[01:19:21] fique restrita apenas ao clero, né, apenas aos grupos grupos religiosos, mas
[01:19:23] apenas aos grupos grupos religiosos, mas que possa realmente ser um instrumento
[01:19:25] que possa realmente ser um instrumento de desenvolvimento social,
[01:19:27] de desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, né, mesmo
[01:19:29] desenvolvimento econômico, né, mesmo porque é um período em que a gente
[01:19:31] porque é um período em que a gente começa a acompanhar esse fortalecimento
[01:19:33] começa a acompanhar esse fortalecimento do comércio, né? E aí com isso a gente
[01:19:36] do comércio, né? E aí com isso a gente vai defender várias coisas, eh, como uma
[01:19:38] vai defender várias coisas, eh, como uma escola que seja mais organizada, uma
[01:19:40] escola que seja mais organizada, uma escola que seja mais acessível, né?
[01:19:43] escola que seja mais acessível, né? Então, a gente vai ter algumas coisas eh
[01:19:46] Então, a gente vai ter algumas coisas eh importantes aqui. Deixa eu repassar
[01:19:47] importantes aqui. Deixa eu repassar esses tópicos, ver se tem alguma coisa
[01:19:50] esses tópicos, ver se tem alguma coisa muito
[01:19:52] muito eh pra gente destacar aqui. Então, vamos
[01:19:56] eh pra gente destacar aqui. Então, vamos lá, né? Ruptura com a Igreja Católica,
[01:19:58] lá, né? Ruptura com a Igreja Católica, críticas à corrupção do clero, aos
[01:20:00] críticas à corrupção do clero, aos dogmas, a influência do humanismo e a
[01:20:02] dogmas, a influência do humanismo e a educação ganha um novo papel, né? que é
[01:20:04] educação ganha um novo papel, né? que é o que eu tava dizendo a vocês, que é
[01:20:06] o que eu tava dizendo a vocês, que é essa defesa desse processo de
[01:20:07] essa defesa desse processo de alfabetização também, meio de
[01:20:09] alfabetização também, meio de desenvolvimento social econômico, defesa
[01:20:11] desenvolvimento social econômico, defesa da escolarização para todos, ensino
[01:20:14] da escolarização para todos, ensino coletivo como responsabilidade do
[01:20:16] coletivo como responsabilidade do estado, município. Isso aqui, gente, é
[01:20:18] estado, município. Isso aqui, gente, é algo super interessante, né? Eh, porque
[01:20:21] algo super interessante, né? Eh, porque quando a gente tem ali, quando a gente
[01:20:23] quando a gente tem ali, quando a gente olha para esse contexto da da Idade
[01:20:26] olha para esse contexto da da Idade Média e a gente pensa eh essa
[01:20:30] Média e a gente pensa eh essa sistematização do conhecimento, né, e
[01:20:32] sistematização do conhecimento, né, e essa estrutura
[01:20:35] essa estrutura eh das escolas, das universidades e tudo
[01:20:39] eh das escolas, das universidades e tudo mais, a gente tá falando ainda de um
[01:20:42] mais, a gente tá falando ainda de um processo de educação, ai, deixa eu
[01:20:44] processo de educação, ai, deixa eu conectar meu carregador que abaixou aqui
[01:20:47] conectar meu carregador que abaixou aqui a bateria, de um processo de educação
[01:20:50] a bateria, de um processo de educação que ele é gerido eh pela igreja, né?
[01:20:53] que ele é gerido eh pela igreja, né? Então ele é todo pensado, ele é todo
[01:20:56] Então ele é todo pensado, ele é todo aprovado ali e organizado pela pela
[01:21:00] aprovado ali e organizado pela pela Igreja Católica. Aqui a gente começa a
[01:21:03] Igreja Católica. Aqui a gente começa a ter essa defesa de uma educação que ela
[01:21:07] ter essa defesa de uma educação que ela seja a responsabilidade do Estado, né?
[01:21:11] seja a responsabilidade do Estado, né? Então isso aqui também vai ser algo bem
[01:21:14] Então isso aqui também vai ser algo bem bem decisivo, né? para esse cenário
[01:21:17] bem decisivo, né? para esse cenário aqui. A gente tem, né, duas referências
[01:21:20] aqui. A gente tem, né, duas referências só para que a gente possa eh localizar,
[01:21:24] só para que a gente possa eh localizar, né? Então, a gente tem Martinho Lutéo,
[01:21:26] né? Então, a gente tem Martinho Lutéo, que vai incentivar a frequência escolar,
[01:21:29] que vai incentivar a frequência escolar, porque ele vai defender justamente que
[01:21:30] porque ele vai defender justamente que todo mundo tem acesso à leitura, né? eh
[01:21:33] todo mundo tem acesso à leitura, né? eh que todo mundo possa ter esse acesso e
[01:21:35] que todo mundo possa ter esse acesso e esse canal de interpretação da Bíblia
[01:21:37] esse canal de interpretação da Bíblia por conta própria. Então, ele vai
[01:21:40] por conta própria. Então, ele vai incentivar essa essa criação de escolas
[01:21:43] incentivar essa essa criação de escolas que possam ampliar o acesso, né, à
[01:21:46] que possam ampliar o acesso, né, à educação e vai incentivar o povo também
[01:21:48] educação e vai incentivar o povo também a essa frequência escolar, né? Então
[01:21:51] a essa frequência escolar, né? Então aqui esse movimento ele já vai pensar eh
[01:21:55] aqui esse movimento ele já vai pensar eh um modo de contemplar crianças que sejam
[01:21:58] um modo de contemplar crianças que sejam de diferentes classes.
[01:22:00] de diferentes classes. Aqui quando a gente pensa no João
[01:22:02] Aqui quando a gente pensa no João Calvino, eh ele também vai contribuir
[01:22:05] Calvino, eh ele também vai contribuir muito com esse pensamento. Eh, mas ele
[01:22:08] muito com esse pensamento. Eh, mas ele vai pensar uma uma educação muito mais
[01:22:11] vai pensar uma uma educação muito mais rigorosa e muito mais disciplinada
[01:22:13] rigorosa e muito mais disciplinada mesmo, né? Voltada a uma formação que é
[01:22:17] mesmo, né? Voltada a uma formação que é moral e que é intelectual. Então ele vai
[01:22:20] moral e que é intelectual. Então ele vai ter nos seus modelos, né, ele vai
[01:22:22] ter nos seus modelos, né, ele vai priorizar alguns estudos de línguas.
[01:22:25] priorizar alguns estudos de línguas. Então ele vai pensar, vai priorizar o
[01:22:27] Então ele vai pensar, vai priorizar o latim, o grego, vai priorizar estudo na
[01:22:30] latim, o grego, vai priorizar estudo na ciência, né? eh vai pensar em como
[01:22:33] ciência, né? eh vai pensar em como preparar esses indivíduos para que eles
[01:22:35] preparar esses indivíduos para que eles estejam mais
[01:22:38] estejam mais instruídos e possam se organizar para
[01:22:40] instruídos e possam se organizar para atuar na sociedade.
[01:22:42] atuar na sociedade. Com isso que a gente tem, né, o que a
[01:22:44] Com isso que a gente tem, né, o que a gente eh vê enquanto uma um resultado,
[01:22:47] gente eh vê enquanto uma um resultado, uma um reflexo desse movimento, a gente
[01:22:51] uma um reflexo desse movimento, a gente começa a ver esse processo de uma escola
[01:22:53] começa a ver esse processo de uma escola que seja laica, né? Então, que é o que
[01:22:56] que seja laica, né? Então, que é o que tem a ver lá também com o que a gente
[01:22:57] tem a ver lá também com o que a gente falou anteriormente da da secularização
[01:23:00] falou anteriormente da da secularização ali do conhecimento. Então, quando isso
[01:23:03] ali do conhecimento. Então, quando isso também, gente, tem a ver com essa
[01:23:06] também, gente, tem a ver com essa responsabilidade da educação pelo
[01:23:07] responsabilidade da educação pelo Estado, né? Então, uma vez que a o
[01:23:09] Estado, né? Então, uma vez que a o estado ele se se responsabiliza pela
[01:23:12] estado ele se se responsabiliza pela educação, a gente também eh acompanha
[01:23:16] educação, a gente também eh acompanha esse processo de encaminhamento de uma
[01:23:19] esse processo de encaminhamento de uma educação para uma educação laica, que a
[01:23:22] educação para uma educação laica, que a gente sabe que isso também vai ser muito
[01:23:24] gente sabe que isso também vai ser muito processual, né? Então, a gente vai ter
[01:23:27] processual, né? Então, a gente vai ter uma eh mas a gente vai começar a se
[01:23:30] uma eh mas a gente vai começar a se encaminhar para isso, tá? Estamos nos
[01:23:32] encaminhar para isso, tá? Estamos nos minutos finais, então não vamos
[01:23:35] minutos finais, então não vamos conseguir estender muito mais. Deixa eu
[01:23:38] conseguir estender muito mais. Deixa eu ver aqui. Tinha uma pergunta do
[01:23:39] ver aqui. Tinha uma pergunta do Natanael. Deixa eu ver se eu consigo te
[01:23:41] Natanael. Deixa eu ver se eu consigo te responder isso, Natanael. Vamos lá. No
[01:23:44] responder isso, Natanael. Vamos lá. No caso da idade da fé, foi quando houve um
[01:23:47] caso da idade da fé, foi quando houve um período em que o cristianismo,
[01:23:50] período em que o cristianismo, eh, regido pela Igreja Católica,
[01:23:52] eh, regido pela Igreja Católica, consolidou o poder absoluto na Europa,
[01:23:55] consolidou o poder absoluto na Europa, se referindo à Idade Média. Eh, quando a
[01:23:58] se referindo à Idade Média. Eh, quando a gente pensa eh a essa ideia de idade da
[01:24:02] gente pensa eh a essa ideia de idade da fé, acho que a gente já já costuma
[01:24:06] fé, acho que a gente já já costuma trazer uma referência eh a esse
[01:24:08] trazer uma referência eh a esse movimento, né, a esse eh cenário em que
[01:24:12] movimento, né, a esse eh cenário em que o cristianismo ele assume esse eixo
[01:24:16] o cristianismo ele assume esse eixo organizador da vida da vida europeia
[01:24:18] organizador da vida da vida europeia mesmo. Então, eh, diria que sim, que é
[01:24:21] mesmo. Então, eh, diria que sim, que é quando a gente tem a Igreja Católica
[01:24:23] quando a gente tem a Igreja Católica realmente consolidando esse poder na
[01:24:26] realmente consolidando esse poder na Europa, né? A partir daí que a gente vai
[01:24:28] Europa, né? A partir daí que a gente vai ter essa, esse entendimento dessa idade
[01:24:31] ter essa, esse entendimento dessa idade da fé.
[01:24:33] da fé. Bom, professor, eu acho que eu vou
[01:24:36] Bom, professor, eu acho que eu vou finalizando por aqui. Eh, hoje eu
[01:24:40] finalizando por aqui. Eh, hoje eu queria, né, já entrar ali no nesse nesse
[01:24:43] queria, né, já entrar ali no nesse nesse cenário ali nos aspectos históricos da
[01:24:45] cenário ali nos aspectos históricos da educação no Brasil, né, pra gente entrar
[01:24:48] educação no Brasil, né, pra gente entrar ali na educação jesuítica no Brasil.
[01:24:51] ali na educação jesuítica no Brasil. Eh, mas não tem problema porque eu ia só
[01:24:53] Eh, mas não tem problema porque eu ia só iniciar isso para que a gente tivesse
[01:24:55] iniciar isso para que a gente tivesse uma reflexão inicial. Então, na semana
[01:24:58] uma reflexão inicial. Então, na semana que vem, a gente se volta exclusivamente
[01:25:00] que vem, a gente se volta exclusivamente a esse conteúdo, né, dos aspectos
[01:25:02] a esse conteúdo, né, dos aspectos históricos da educação no Brasil. A
[01:25:04] históricos da educação no Brasil. A gente vai começar falando sobre a
[01:25:06] gente vai começar falando sobre a educação jesuítica, mas eh a gente vai
[01:25:10] educação jesuítica, mas eh a gente vai ganhar espaço para também se aproximar
[01:25:13] ganhar espaço para também se aproximar de pensadores mais contemporâneos e a
[01:25:15] de pensadores mais contemporâneos e a partir de tudo que a gente viu criar
[01:25:17] partir de tudo que a gente viu criar conexões, né, relações com modelos
[01:25:21] conexões, né, relações com modelos educacionais atuais, tá bom? Então, olha
[01:25:24] educacionais atuais, tá bom? Então, olha só, gente, essa nosso próximo encontro,
[01:25:27] só, gente, essa nosso próximo encontro, que será o último encontro da
[01:25:28] que será o último encontro da disciplina, será dia 29/04,
[01:25:31] disciplina, será dia 29/04, que é na próxima quarta-feira, às 20:30.
[01:25:34] que é na próxima quarta-feira, às 20:30. Então, eu espero por vocês, agradeço
[01:25:37] Então, eu espero por vocês, agradeço muito a participação de todos e todas,
[01:25:40] muito a participação de todos e todas, profe, agora eu te devolvo a palavra.
[01:25:44] profe, agora eu te devolvo a palavra. >> Pessoal, o código de saída já está aqui
[01:25:46] >> Pessoal, o código de saída já está aqui no chat, tá bom? É 950.
[01:25:50] no chat, tá bom? É 950. Eh, e a gente espera, né, como a prof
[01:25:52] Eh, e a gente espera, né, como a prof falou, vocês aqui na próxima semana, na
[01:25:54] falou, vocês aqui na próxima semana, na próxima quarta-feira, nesse mesmo
[01:25:56] próxima quarta-feira, nesse mesmo horário, tá? Às 20:30, horário de
[01:25:58] horário, tá? Às 20:30, horário de Brasília, pra nossa última aula, o nosso
[01:26:00] Brasília, pra nossa última aula, o nosso último encontro. Passou voando, né,
[01:26:02] último encontro. Passou voando, né, gente? Eu achei que passou voando.
[01:26:05] gente? Eu achei que passou voando. Então, como eu já disse para vocês, né?
[01:26:07] Então, como eu já disse para vocês, né? Qualquer dúvida que vocês tiverem,
[01:26:09] Qualquer dúvida que vocês tiverem, entrem em contato comigo, né? Abram um
[01:26:11] entrem em contato comigo, né? Abram um chamado lá no falecomediador que eu vou
[01:26:14] chamado lá no falecomediador que eu vou orientando, tá bom? Então, um beijo para
[01:26:17] orientando, tá bom? Então, um beijo para vocês, uma boa noite e até semana que
[01:26:19] vocês, uma boa noite e até semana que vem.
[01:26:22] vem. >> Obrigada, profe. Obrigada, gente. Boa
[01:26:24] >> Obrigada, profe. Obrigada, gente. Boa noite. Até a semana que vem. Tchau.
[01:26:27] noite. Até a semana que vem. Tchau. Ciao.
Full Transcript (Bilingual)
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Translation: pt-BR
[00:36] Boa noite, pessoal. Como vocês estão?
Boa noite, pessoal. Como vocês estão?
[00:39] Boa noite, pessoal. Como vocês estão? Espero que todos estejam bem. Chegamos ao nosso terceiro encontro de contexto histórico filosófico da educação.
Boa noite, pessoal. Como vocês estão? Espero que todos estejam bem. Chegamos ao nosso terceiro encontro de contexto histórico filosófico da educação.
[00:47] Pessoal, o código de entrada é 783. Eu já deixei aqui no chat para vocês, tá fixado que fica mais fácil de vocês visualizarem.
Pessoal, o código de entrada é 783. Eu já deixei aqui no chat para vocês, tá fixado que fica mais fácil de vocês visualizarem.
[00:58] Lembrando, esse código deve ser colocado lá no aplicativo, no LU app, né? E o aplicativo precisa estar atualizado e a localização precisa estar ativada, tá? Porque senão não aparece essa opção de colocar o código.
Lembrando, esse código deve ser colocado lá no aplicativo, no LU app, né? E o aplicativo precisa estar atualizado e a localização precisa estar ativada, tá? Porque senão não aparece essa opção de colocar o código.
[01:10] E aí ao final da aula, faltando uns 10 minutinhos, eu libero para vocês o código de saída, tá bom?
E aí ao final da aula, faltando uns 10 minutinhos, eu libero para vocês o código de saída, tá bom?
[01:18] Gente, recadinho de hoje. A única coisa que eu tenho para falar para vocês é referente às avaliações, tá?
Gente, recadinho de hoje. A única coisa que eu tenho para falar para vocês é referente às avaliações, tá?
[01:25] Então eu sempre bato nessa tecla, né, para vocês tomarem cuidado com os prazos das avaliações.
Então eu sempre bato nessa tecla, né, para vocês tomarem cuidado com os prazos das avaliações.
[01:30] Então, nesse momento, não sei se vocês viram, mas nós estamos com as três avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3. A
Então, nesse momento, não sei se vocês viram, mas nós estamos com as três avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3. A
[01:39] avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3.
Avaliações em aberto, AV1, AV2 e AV3.
[01:42] V1 vocês terão até o dia 27 de abril para responder, então até segunda-feira da semana que vem.
V1 vocês terão até o dia 27 de abril para responder, então até segunda-feira da semana que vem.
[01:47] A AV2 abriu essa semana e vocês terão até o dia 4 de maio para responder.
A AV2 abriu essa semana e vocês terão até o dia 4 de maio para responder.
[01:52] E a AV3 é o nosso desafio profissional que já está aberto, né, desde a nossa primeira semana da disciplina e ficará aberto, né, até o final da disciplina.
E a AV3 é o nosso desafio profissional que já está aberto, né, desde a nossa primeira semana da disciplina e ficará aberto, né, até o final da disciplina.
[02:01] Então, até a o final da semana que vem vocês ainda conseguirão responder, né, ao desafio profissional.
Então, até o final da semana que vem vocês ainda conseguirão responder, né, ao desafio profissional.
[02:08] Então, não deixem pra última hora, tá, pessoal?
Então, não deixem para a última hora, tá, pessoal?
[02:10] Cuidado para não perderem esses prazos, para vocês não serem prejudicados, tá?
Cuidado para não perderem esses prazos, para vocês não serem prejudicados, tá?
[02:15] E a AV4 é aquela avaliação que vocês fazem no polo, né?
E a AV4 é aquela avaliação que vocês fazem no polo, né?
[02:18] Vocês precisam fazer o agendamento.
Vocês precisam fazer o agendamento.
[02:21] É só entrar lá em notas e avaliações e clicar em realizar agendamento.
É só entrar lá em notas e avaliações e clicar em realizar agendamento.
[02:25] Assim vocês conseguem escolher o melhor dia e horário para ir até o Polo realizar essa avaliação.
Assim vocês conseguem escolher o melhor dia e horário para ir até o Polo realizar essa avaliação.
[02:30] Tá bom, gente?
Tá bom, gente?
[02:33] A Joelma perguntou aqui como que adiciona o código.
A Joelma perguntou aqui como que adiciona o código.
[02:35] Primeiro dia de Alai.
Primeiro dia de Alai.
[02:37] Seja bem-vinda, Joelma.
Seja bem-vinda, Joelma.
[02:39] Eh, pessoal, para quem não sabe ainda, né, esse código ele é colocado lá no
Eh, pessoal, para quem não sabe ainda, né, esse código ele é colocado lá no
[02:41] Esse código ele é colocado lá no aplicativo.
Esse código é colocado no aplicativo.
[02:43] Então, Joelma, você precisa baixar o aplicativo, né, que é o Leo app.
Então, Joelma, você precisa baixar o aplicativo, né, que é o Leo app.
[02:45] E aí, quando você entra no aplicativo, no horário da aula, ele já aparece a opção de colocar o código, tá?
E aí, quando você entra no aplicativo, no horário da aula, ele já aparece a opção de colocar o código, tá?
[02:50] Então, ele já solicita o código para você.
Então, ele já solicita o código para você.
[02:54] Então, esse código a gente sempre dá aqui no início da aula e ao final da aula a gente libera também o código de saída, tá bom?
Então, esse código a gente sempre dá aqui no início da aula e ao final da aula a gente libera também o código de saída, tá bom?
[02:59] Mas atenção, porque o aplicativo ele precisa estar atualizado.
Mas atenção, porque o aplicativo precisa estar atualizado.
[03:05] Então sempre verifica, né, as atualizações, porque senão não aparece essa opção.
Então sempre verifica, né, as atualizações, porque senão não aparece essa opção.
[03:07] E o GPS, né, a localização do celular também precisa estar ativa, porque senão não aparece essa opção também, tá bom?
E o GPS, né, a localização do celular também precisa estar ativa, porque senão não aparece essa opção também, tá bom?
[03:13] Então, tenta aí, né, fala para mim se você conseguiu.
Então, tenta aí, né, fala para mim se você conseguiu.
[03:15] Eh, se não conseguir, entra em contato comigo, né?
Eh, se não conseguir, entra em contato comigo, né?
[03:18] A gente tem o canal que é o Fale com o Mediador.
A gente tem o canal que é o Fale com o Mediador.
[03:20] Depois eu te explico direitinho como que funciona.
Depois eu te explico direitinho como que funciona.
[03:22] E pessoal, eh para quem tiver problema, né, com o código, não conseguir colocar por algum motivo, eh não precisam se preocupar em relação a isso, porque ninguém aqui será prejudicado, tá, gente?
E pessoal, eh para quem tiver problema, né, com o código, não conseguir colocar por algum motivo, eh não precisam se preocupar em relação a isso, porque ninguém aqui será prejudicado, tá, gente?
[03:25] Então, ah, não
Então, ah, não
[03:43] prejudicado, tá, gente?
prejudicado, certo, pessoal?
[03:43] Então, ah, não consegui, professora, eh, travou, eh, o aplicativo fechou, não apareceu essa opção, não se preocupem, tá?
Então, ah, não consegui, professora, eh, travou, eh, o aplicativo fechou, não apareceu essa opção, não se preocupem, certo?
[03:51] a gente usa esse código para ter um controle de quantos alunos estão acessando a aula, tá?
a gente usa esse código para ter um controle de quantos alunos estão acessando a aula, certo?
[04:00] Então não se preocupem caso eh vocês não consigam colocar esse código, é mais para um controle nosso mesmo, tá?
Então não se preocupem caso eh vocês não consigam colocar esse código, é mais para um controle nosso mesmo, certo?
[04:04] Vocês não ficarão com falta.
Vocês não ficarão com falta.
[04:07] Beleza, gente?
Beleza, pessoal?
[04:07] Então, de recadinho para hoje era isso.
Então, o recadinho para hoje era isso.
[04:10] Deixa eu dar uma olhadinha aqui no chat novamente.
Deixa eu dar uma olhadinha aqui no chat novamente.
[04:16] Felipe tá perguntando da nota do simulado.
Felipe está perguntando da nota do simulado.
[04:20] Felipe, a gente não tem mais simulado, tá?
Felipe, a gente não tem mais simulado, certo?
[04:23] Com essa essa nova metodologia de avaliação, né, que iniciou esse ano com o desafio profissional.
Com essa nova metodologia de avaliação, né, que iniciou este ano com o desafio profissional.
[04:30] Não sei se em que semestre que vocês estão, né, mas o desafio profissional começou a partir desse semestre, né, 2026/1.
Não sei em que semestre vocês estão, né, mas o desafio profissional começou a partir deste semestre, né, 2026/1.
[04:37] Eh, é um novo modelo de avaliação.
Eh, é um novo modelo de avaliação.
[04:38] Então, infelizmente os simulados eles foram descontinuados.
Então, infelizmente os simulados foram descontinuados.
[04:40] A gente ainda não tem eh previsão da volta deles, tá?
A gente ainda não tem eh previsão da volta deles, certo?
[04:45] Tem, eh, previsão da volta deles, tá?
Há, eh, previsão do retorno deles, tá?
[04:47] Mas aí qualquer informação será passada para vocês novamente.
Mas aí qualquer informação será passada para vocês novamente.
[04:50] Ah, você tá falando do simulado avance.
Ah, você está falando do simulado avance.
[04:52] Entendi.
Entendi.
[04:55] O simulado avance, pessoal, para quem atingiu, né, o mínimo de questões lá que é exigido, eh, serve para todas as disciplinas que estão ativas no momento, tá?
O simulado avance, pessoal, para quem atingiu, né, o mínimo de questões lá que é exigido, eh, serve para todas as disciplinas que estão ativas no momento, tá?
[05:04] Então, para todas as disciplinas desse semestre, tá?
Então, para todas as disciplinas desse semestre, tá?
[05:06] Então, se vocês fizeram o simulado avance e atingiram lá a pontuação necessária, vai ser incluso, né, essa nota para todas as as matérias desse semestre, tá bom?
Então, se vocês fizeram o simulado avance e atingiram lá a pontuação necessária, vai ser incluída, né, essa nota para todas as matérias desse semestre, tá bom?
[05:22] Bom, eu acho que eu respondi todas as perguntinhas que estavam aqui, pessoal.
Bom, eu acho que respondi todas as perguntinhas que estavam aqui, pessoal.
[05:27] Como eu sempre falo, né, conforme vocês foram tendo perguntas, vocês podem ir colocando aqui no chat no decorrer da nossa aula que eu vou respondendo, tá?
Como eu sempre falo, né, conforme vocês foram tendo perguntas, vocês podem ir colocando aqui no chat no decorrer da nossa aula que eu vou respondendo, tá?
[05:34] Na medida do possível.
Na medida do possível.
[05:37] Mas o nosso canal oficial é o Fale com mediador, né?
Mas o nosso canal oficial é o Fale com mediador, né?
[05:39] Então, se é uma dúvida mais específica, se vocês querem eh falar assim diretamente comigo, né?
Então, se é uma dúvida mais específica, se vocês querem eh falar assim diretamente comigo, né?
[05:43] É uma coisa, ai,
É uma coisa, ai,
[05:46] diretamente comigo, né?
diretamente comigo, né?
[05:47] Professor, eu tô com dúvida, por exemplo, no desafio profissional, né?
Professor, eu estou com dúvida, por exemplo, no desafio profissional, né?
[05:49] Como que eu faço tal etapa?
Como eu faço tal etapa?
[05:51] Então, eu prefiro que vocês me chamem, né?
Então, eu prefiro que vocês me chamem, né?
[05:52] É, abram o chamado lá no Fale com mediador,
É, abram o chamado lá no Fale com mediador,
[05:55] porque aí desse jeito eu consigo ajudar da melhor forma possível, tá bom?
porque aí desse jeito eu consigo ajudar da melhor forma possível, tá bom?
[05:58] A única coisa que eu peço, pessoal, é para que quando vocês abram o chamado, vocês coloquem a dúvida de vocês com o máximo de detalhes possíveis para eu que eu consiga realmente entender, né, qual é a dúvida de vocês e conseguir ajudar.
A única coisa que eu peço, pessoal, é para que quando vocês abram o chamado, vocês coloquem a dúvida de vocês com o máximo de detalhes possíveis para que eu consiga realmente entender, né, qual é a dúvida de vocês e conseguir ajudar.
[06:12] Tá bom?
Tá bom?
[06:12] Deixa eu ver que o Felipe falou.
Deixa eu ver o que o Felipe falou.
[06:17] Dá sim, Felipe.
Dá sim, Felipe.
[06:19] Pode ficar tranquilo, tá bom?
Pode ficar tranquilo, tá bom?
[06:22] Imagina.
Imagina.
[06:22] Pessoal, então agora eu vou passar a palavra paraa nossa professora Regente, eh, pra gente dar, né, continuidade ao nosso conteúdo.
Pessoal, então agora eu vou passar a palavra para a nossa professora Regente, eh, para a gente dar, né, continuidade ao nosso conteúdo.
[06:29] Boa noite, profe.
Boa noite, profe.
[06:31] Boa noite, professora.
Boa noite, professora.
[06:31] Boa noite, gente.
Boa noite, gente.
[06:35] Sejam bem-vindos, bem-vindas à nossa terceira aula.
Sejam bem-vindos, bem-vindas à nossa terceira aula.
[06:37] A quem tá chegando agora também, né, temos algumas pessoas novas chegando no primeiro dia, então, sejam
A quem está chegando agora também, né, temos algumas pessoas novas chegando no primeiro dia, então, sejam
[06:46] Chegando no primeiro dia, então, sejam muito bem-vindos e bem-vindas.
Chegando no primeiro dia, então, sejam muito bem-vindos e bem-vindas.
[06:49] Muito bem-vindos e bem-vindas.
Muito bem-vindos e bem-vindas.
[06:52] Eh, eu vou, tô subindo o nosso material aqui, então vou pedir só um segundinho para vocês.
Eh, eu vou, estou subindo o nosso material aqui, então vou pedir só um segundinho para vocês.
[06:58] Até esse material carregar aqui, ficar disponível, visível.
Até esse material carregar aqui, ficar disponível, visível.
[07:07] Pronto, acho que já vai.
Pronto, acho que já vai.
[07:11] Acho que sim, né? Tão visualizando.
Acho que sim, né? Estão visualizando.
[07:15] Bom, gente, vamos lá.
Bom, gente, vamos lá.
[07:17] Então, hoje é o nosso terceiro encontro ao vivo da disciplina, né?
Então, hoje é o nosso terceiro encontro ao vivo da disciplina, né?
[07:23] Então, eh, nós estamos na nossa penúltima aula, né?
Então, eh, nós estamos na nossa penúltima aula, né?
[07:25] Na semana que vem nós já encerraremos a nossa disciplina e com esse encerramento da disciplina vocês também têm o fechamento do prazo do desafio profissional que a professora eh Luana destacou, né?
Na semana que vem nós já encerraremos a nossa disciplina e com esse encerramento da disciplina vocês também têm o fechamento do prazo do desafio profissional que a professora eh Luana destacou, né?
[07:39] Então, não percam de vista esses prazos, tá?
Então, não percam de vista esses prazos, tá?
[07:41] Sempre se organizem para entregar tudo dentro do tempo, limite, né, para que
Sempre se organizem para entregar tudo dentro do tempo, limite, né, para que
[07:47] dentro do tempo, limite, né, para que depois vocês não fiquem com nenhuma pendência ali nas avaliações.
Dentro do prazo, limite, né, para que depois vocês não fiquem com nenhuma pendência ali nas avaliações.
[07:51] E para quem tá chegando agora, gente, eh nós já tivemos duas aulas, eu vou pedir que vocês acessem essas aulas gravadas, né?
E para quem está chegando agora, gente, eh, nós já tivemos duas aulas, eu vou pedir que vocês acessem essas aulas gravadas, né?
[08:00] Então vocês têm acesso às aulas gravadas pelo AVA de vocês.
Então vocês têm acesso às aulas gravadas pelo AVA de vocês.
[08:02] Quando vocês acessam lá semestre 2026/1, a disciplina, né, contexto histórico filosófico da educação, lá vocês têm um espacinho de aulas gravadas.
Quando vocês acessam lá semestre 2026/1, a disciplina, né, contexto histórico filosófico da educação, lá vocês têm um espacinho de aulas gravadas.
[08:14] Todas as aulas que a gente realiza aqui ao vivo, elas são gravadas e elas são disponibilizadas, né, lá no AVA de vocês.
Todas as aulas que a gente realiza aqui ao vivo, elas são gravadas e elas são disponibilizadas, né, lá no AVA de vocês.
[08:21] Então, acessem essas gravações, eh, para que vocês possam se atualizar em relação ao conteúdo e conseguir avançar com essa disciplina, né?
Então, acessem essas gravações, eh, para que vocês possam se atualizar em relação ao conteúdo e conseguir avançar com essa disciplina, né?
[08:33] Então, lá na primeira aula nós falamos bastante sobre o desafio profissional, por exemplo, né?
Então, lá na primeira aula nós falamos bastante sobre o desafio profissional, por exemplo, né?
[08:39] foi um encontro bem voltado à orientação sobre essa atividade.
Foi um encontro bem voltado à orientação sobre essa atividade.
[08:41] Então, vejam essa aula, entendam o que é essa avaliação para que vocês possam concluir a
Então, vejam essa aula, entendam o que é essa avaliação para que vocês possam concluir a
[08:49] para que vocês possam concluir a atividade e realizar a postagem, tudo certinho, tá?
para que vocês possam concluir a atividade e realizar a postagem, tudo certinho, tá?
[08:53] E a partir da segunda aula, a gente tem, né, uma dedicação eh bem mais voltada ao conteúdo.
E a partir da segunda aula, a gente tem, né, uma dedicação eh bem mais voltada ao conteúdo.
[08:58] Na primeira aula a gente também falou um pouco do conteúdo, mas a partir da segunda a gente tem se dedicado exclusivamente ao conteúdo, assim como, né, faremos na aula de hoje.
Na primeira aula a gente também falou um pouco do conteúdo, mas a partir da segunda a gente tem se dedicado exclusivamente ao conteúdo, assim como, né, faremos na aula de hoje.
[09:08] Então, só para deixar esse recadinho para vocês, especialmente para quem tá chegando agora, eh, não deixem de se atualizar, tá gente?
Então, só para deixar esse recadinho para vocês, especialmente para quem tá chegando agora, eh, não deixem de se atualizar, tá gente?
[09:15] É importante acessar essas gravações, acessar esses materiais para que vocês possam avançar no conteúdo e não ficar com nenhuma pendência ali das avaliações, tá bom?
É importante acessar essas gravações, acessar esses materiais para que vocês possam avançar no conteúdo e não ficar com nenhuma pendência ali das avaliações, tá bom?
[09:26] Gente, vamos lá.
Gente, vamos lá.
[09:26] Eu trouxe um vídeo pra gente começar a nossa aula com uma reflexão, né?
Eu trouxe um vídeo pra gente começar a nossa aula com uma reflexão, né?
[09:33] Eh, hoje a gente vai seguir falando, eh, na semana passada, vou jogar aqui pras nossas metas de aprendizagem, só pra gente relembrar, né, onde a gente parou, o que que a gente avançou.
Eh, hoje a gente vai seguir falando, eh, na semana passada, vou jogar aqui pras nossas metas de aprendizagem, só pra gente relembrar, né, onde a gente parou, o que que a gente avançou.
[09:44] a gente falou sobre o surgimento da escrita, né?
a gente falou sobre o surgimento da escrita, né?
[09:46] Nós falamos sobre alguns modelos de educação, educação na Grécia antiga, em
Nós falamos sobre alguns modelos de educação, educação na Grécia antiga, em
[09:49] Educação, educação na Grécia antiga, em Roma.
Educação, educação na Grécia antiga, em Roma.
[09:54] Eh, nós falamos sobre a educação Roma.
Eh, nós falamos sobre a educação em Roma.
[09:56] Eh, nós falamos sobre a educação do hebraica, né, egípcia, enfim, nós falamos de alguns modelos educacionais,
Eh, nós falamos sobre a educação hebraica, egípcia, enfim, nós falamos de alguns modelos educacionais,
[09:59] como que esses modelos educacionais da antiguidade também de alguma maneira
como que esses modelos educacionais da antiguidade também de alguma maneira
[10:02] refletem a maneira como nós, né, organizamos a nossa educação atualmente.
refletem a maneira como nós, né, organizamos a nossa educação atualmente.
[10:08] Hoje nós vamos avançar, né, para essas transformações da era moderna.
Hoje nós vamos avançar, né, para essas transformações da era moderna.
[10:10] Então nós vamos falar um pouquinho ali do período medieval,
Então nós vamos falar um pouquinho ali do período medieval,
[10:14] essa organização educacional do período medieval, que já é algo que tá ali, né, da nossa segunda unidade,
essa organização educacional do período medieval, que já é algo que está ali, né, da nossa segunda unidade,
[10:17] as transformações que ocorrem para essa transição, paraa era moderna, né,
as transformações que ocorrem para essa transição para a era moderna, né,
[10:21] em que também a gente vai identificar algumas mudanças que são apresentadas pelo renascimento, né, eh, pela reforma protestante.
em que também a gente vai identificar algumas mudanças que são apresentadas pelo Renascimento, né, eh, pela Reforma Protestante.
[10:34] Então, a gente vai ter alguns movimentos ali que vão refletir nos modelos educacionais e que vão construindo um caminho, entendimento pra gente identificar também como que o nosso modelo atual ele vai sendo construído, né?
Então, a gente vai ter alguns movimentos ali que vão refletir nos modelos educacionais e que vão construindo um caminho, um entendimento para a gente identificar também como que o nosso modelo atual ele vai sendo construído, né?
[10:49] Eh, e por fim, a gente
Eh, e por fim, a gente
[10:52] construído, né?
construído, né?
[10:54] E, por fim, a gente já vai se aproximar, vamos ver, eu espero que a gente consiga dar conta disso no nosso tempo, mas se der esse tempinho final, a gente já vai se aproximar da educação, da história da educação brasileira, né?
E, por fim, a gente já vai se aproximar, vamos ver, eu espero que a gente consiga dar conta disso no nosso tempo, mas se der esse tempinho final, a gente já vai se aproximar da educação, da história da educação brasileira, né?
[11:05] Então, já olhando uma perspectiva mais local, eh, trabalhando especialmente esse contexto da educação colonial jesuítica, né, para que depois a gente possa então eh olhar para as principais referências, olhar para pros principais pensadores da educação, né, brasileira, as nossas referências, como que a gente foi organizando o nosso currículo, eh, a referência que hoje temos com a BNCC, né?
Então, já olhando uma perspectiva mais local, eh, trabalhando especialmente esse contexto da educação colonial jesuítica, né, para que depois a gente possa então eh olhar para as principais referências, olhar para pros principais pensadores da educação, né, brasileira, as nossas referências, como que a gente foi organizando o nosso currículo, eh, a referência que hoje temos com a BNCC, né?
[11:30] Então, na próxima aula, nós vamos ter esse olhar um pouco mais dessa concepção que a gente já identifica, que já se materializa, né, na referência que nós temos hoje de educação.
Então, na próxima aula, nós vamos ter esse olhar um pouco mais dessa concepção que a gente já identifica, que já se materializa, né, na referência que nós temos hoje de educação.
[11:40] Eh, mas eu queria trazer na aula de hoje e na semana que vem também a proposta que a gente possa fazer isso, trazer um vídeo que que gere uma reflexão, né?
Eh, mas eu queria trazer na aula de hoje e na semana que vem também a proposta que a gente possa fazer isso, trazer um vídeo que que gere uma reflexão, né?
[11:50] Então, não necessariamente é um vídeo que ele tá localizado nessa distribuição eh
Então, não necessariamente é um vídeo que ele tá localizado nessa distribuição eh
[11:55] tá localizado nessa distribuição eh desses períodos aqui, né, eh históricos,
Está localizado nessa distribuição, desses períodos aqui, né, históricos,
[11:58] desses períodos aqui, né, eh históricos, considerando uma certa cronologia.
Dessas épocas aqui, né, históricas, considerando uma certa cronologia.
[12:00] considerando uma certa cronologia.
Considerando uma certa cronologia.
[12:03] um debate já mais atual, mas para isso para que isso possa acompanhar, possa eh
Um debate já mais atual, mas para isso, para que isso possa acompanhar, possa eh
[12:06] contribuir também com as nossas
Contribuir também com as nossas
[12:08] reflexões ao longo da disciplina.
Reflexões ao longo da disciplina.
[12:11] Então vamos lá, gente.
Então vamos lá, gente.
[12:13] Vou passar o vídeo aqui para vocês.
Vou passar o vídeo aqui para vocês.
[12:16] Eu espero que todo mundo consiga acompanhar, consiga ouvir.
Eu espero que todo mundo consiga acompanhar, consiga ouvir.
[12:19] Caso não, deixa eu copiar o link aqui.
Caso não, deixa eu copiar o link aqui.
[12:23] Eu vou deixar já ele aqui disponível para vocês.
Eu vou deixar já ele aqui disponível para vocês.
[12:25] Caso alguém não consiga, né, acompanhar ou, enfim, não reproduza
Caso alguém não consiga, né, acompanhar ou, enfim, não reproduza
[12:27] corretamente aqui o vídeo, aí eu vou
Corretamente aqui o vídeo, aí eu vou
[12:29] deixar o link para que vocês possam assistir depois, tá?
Deixar o link para que vocês possam assistir depois, tá?
[12:32] Então aqui o nome do do vídeo é a educação dos povos indígenas e
Então aqui o nome do vídeo é a educação dos povos indígenas e
[12:34] quilombolas.
Quilombolas.
[12:36] Então vamos lá, gente.
Então vamos lá, gente.
[12:39] É um vídeo curtinho.
É um vídeo curtinho.
[12:41] Tá saindo som prof normal
Está saindo som prof normal
[17:12] Er.
Er.
[17:31] Gente, quem não conseguiu acompanhar aqui, acesse o link ali que eu encaminhei.
Gente, quem não conseguiu acompanhar aqui, acesse o link ali que eu encaminhei.
[17:35] Eu até testei o link aqui, tá abrindo normalmente eh, esse link que eu mandei para vocês.
Eu até testei o link aqui, está abrindo normalmente, esse link que eu mandei para vocês.
[17:42] Mas bom, vamos lá.
Mas bom, vamos lá.
[17:46] Então esse esse é um vídeo, né, que eu selecionei, eu já tinha assistido ele há algum tempo e deixei ele separado pra gente trabalhar em algum momento aqui na aula, conversar a respeito.
Então esse é um vídeo, né, que eu selecionei, eu já tinha assistido ele há algum tempo e deixei ele separado para a gente trabalhar em algum momento aqui na aula, conversar a respeito.
[17:55] Daí eu queria trazer, né, no início da aula de hoje, eh, é desse canal Aurê.
Daí eu queria trazer, né, no início da aula de hoje, eh, é desse canal Aurê.
[18:03] E e quem fala aqui no vídeo, né, especialmente é a Maria eh Lopes, que ela é uma pesquisadora das relações étnico-raciais na educação.
E quem fala aqui no vídeo, né, especialmente é a Maria eh Lopes, que ela é uma pesquisadora das relações étnico-raciais na educação.
[18:11] E ela vai apresentar alguns pontos importantes,
E ela vai apresentar alguns pontos importantes,
[18:14] apresentar alguns pontos importantes, né?
apresentar alguns pontos importantes, né?
[18:16] Então, ela vai falar da necessidade da LDB ela cumprir, né, com o seu objetivo, com aquilo que está apresentado nessa estrutura, né, nesse conteúdo da LDB, para que se alcance de alguma maneira uma efetivação para uma prática educacional que leve em consideração saberes e culturas dos povos indígenas, da população negra, de comunidades remanescentes de quilombo, né?
Então, ela vai falar da necessidade da LDB ela cumprir, né, com o seu objetivo, com aquilo que está apresentado nessa estrutura, né, nesse conteúdo da LDB, para que se alcance de alguma maneira uma efetivação para uma prática educacional que leve em consideração saberes e culturas dos povos indígenas, da população negra, de comunidades remanescentes de quilombo, né?
[18:42] Então ela vai falar dessa importância, ela vai destacar alguns aspectos ali, tanto essa questão das referências, quais são as referências que estão na escola hoje, né?
Então ela vai falar dessa importância, ela vai destacar alguns aspectos ali, tanto essa questão das referências, quais são as referências que estão na escola hoje, né?
[18:50] Que referências, que livros, que histórias estão sendo contadas.
Que referências, que livros, que histórias estão sendo contadas.
[18:55] Então, pensar como que esse currículo ele também levea em consideração esses saberes, né?
Então, pensar como que esse currículo ele também levea em consideração esses saberes, né?
[19:00] e não siga apenas como uma estrutura que reproduza uma única via do conhecimento.
e não siga apenas como uma estrutura que reproduza uma única via do conhecimento.
[19:06] Eh, eu acho que isso já cabe muito pra nossa discussão inicial, porque tem uma relação muito profunda com o que a gente discutiu nas aulas anteriores, né?
Eh, eu acho que isso já cabe muito pra nossa discussão inicial, porque tem uma relação muito profunda com o que a gente discutiu nas aulas anteriores, né?
[19:16] discutiu nas aulas anteriores, né?
discutiu nas aulas anteriores, né?
[19:18] quando a gente falou das sociedades ágrafas, quando a gente fala de outras vias de produção do conhecimento, que não só o caminho do da do conhecimento escrito, né, que nem é isso que a a pesquisadora tá falando, né, porque eh ela não diz eh eh de não contemplar esses conhecimentos escritos, mesmo porque temos autores, né, eh de diferentes etnias, enfim.
quando a gente falou das sociedades ágrafas, quando a gente fala de outras vias de produção do conhecimento, que não só o caminho do conhecimento escrito, né, que nem é isso que a pesquisadora está falando, né, porque ela não diz de não contemplar esses conhecimentos escritos, mesmo porque temos autores, né, de diferentes etnias, enfim.
[19:40] E o que ela vai trazer é contemplar essas diferentes perspectivas mesmo, né?
E o que ela vai trazer é contemplar essas diferentes perspectivas mesmo, né?
[19:45] Então, pensar essas referências diversas, pensar experiências diversas, né, pensar como que essas narrativas elas também estão ali contempladas nesse currículo para que a gente não siga refém de um currículo que ainda é uma herança colonial, que é algo que a gente vai ver, por exemplo, na aula de hoje, né, desse processo da educação jesuística, né, de uma de uma educação eh muito imbricada nessa nos morais e preceitos religiosos.
Então, pensar essas referências diversas, pensar experiências diversas, né, pensar como que essas narrativas elas também estão ali contempladas nesse currículo para que a gente não siga refém de um currículo que ainda é uma herança colonial, que é algo que a gente vai ver, por exemplo, na aula de hoje, né, desse processo da educação jesuística, né, de uma educação muito imbricada nesses morais e preceitos religiosos.
[20:15] Então, eh, como contemplar esses outros saberes?
Então, eh, como contemplar esses outros saberes?
[20:15] Para além disso,
Para além disso,
[20:17] esses outros saberes?
esses outros saberes?
[20:21] Para além disso, ela vai falar também de algo que é muito importante, né, que é pensar eh os dados em relação a essas populações a partir de uma perspectiva eh educacional,
Além disso, ela também falará de algo que é muito importante, né, que é pensar os dados em relação a essas populações a partir de uma perspectiva educacional,
[20:30] considerando taxa de evasão escolar, eh taxa de analfabetismo, né, fatores como desigualdade, enfim, como que a educação, quando a gente olha para esses índices, né, de desigualdade, de acesso, de analfabetismo, de evasão, escolar,
considerando taxa de evasão escolar, taxa de analfabetismo, né, fatores como desigualdade, enfim, como a educação, quando olhamos para esses índices, né, de desigualdade, de acesso, de analfabetismo, de evasão, escolar,
[20:47] como que ela denuncia que ainda isso reflete em alguns marcadores sociais, né?
como ela denuncia que isso ainda se reflete em alguns marcadores sociais, né?
[20:53] Então, nós podemos considerar aqui marcadores de gênero, mas especialmente, considerando o contexto brasileiro, marcadores raciais e étnicos, né?
Então, podemos considerar aqui marcadores de gênero, mas especialmente, considerando o contexto brasileiro, marcadores raciais e étnicos, né?
[21:03] Eh, e também essas localizações.
Eh, e também essas localizações.
[21:07] Então, a gente pensar em comunidades de maior vulnerabilidade, pensar em comunidades indígenas, né?
Então, pensarmos em comunidades de maior vulnerabilidade, pensarmos em comunidades indígenas, né?
[21:12] ou seja, populações que não estão em grandes centros, em espaços
ou seja, populações que não estão em grandes centros, em espaços
[21:18] não estão em grandes centros, em espaços eh mais privilegiados de acesso, com eh mais privilegiados de acesso, com vias de acesso facilitadas a esses vias de acesso facilitadas a esses centros escolares, né?
não estão em grandes centros, em espaços mais privilegiados de acesso, com vias de acesso facilitadas a esses centros escolares, né?
[21:24] Então, ela vai trazer vários aspectos aqui pra gente refletir e pensar eh a importância de levar a sério o plano de educação nacional eh que prevê, né, as diretrizes, eh as diretrizes educacionais voltadas a a essa área de debate, né, como escolas em zonas rurais, né, escolas eh para crianças quilombolas.
Então, ela vai trazer vários aspectos aqui para a gente refletir e pensar a importância de levar a sério o plano de educação nacional que prevê as diretrizes educacionais voltadas a essa área de debate, como escolas em zonas rurais, escolas para crianças quilombolas.
[21:50] Então, ela vai trazer esses assuntos à tona para quê? Para escancarar que ainda exige uma existe uma falha, existe uma desigualdade muito grande nesses acessos.
Então, ela vai trazer esses assuntos à tona para quê? Para escancarar que ainda existe uma falha, existe uma desigualdade muito grande nesses acessos.
[21:59] Eh, inclusive na semana passada alguém trouxe esse tópico, né, como como um disparador assim de uma reflexão e eu disse que a gente teria um vídeo.
Inclusive, na semana passada, alguém trouxe esse tópico como um disparador de reflexão e eu disse que a gente teria um vídeo.
[22:10] Acabou não dando tempo da gente trabalhar esse vídeo na semana passada, então eu optei por abrir a aula com ele para que a gente possa trazer essa reflexão eh como
Acabou não dando tempo da gente trabalhar esse vídeo na semana passada, então eu optei por abrir a aula com ele para que a gente possa trazer essa reflexão como
[22:20] gente possa trazer essa reflexão eh como uma provocação, né, essa esse debate
que possamos trazer essa reflexão como uma provocação, né, esse debate
[22:22] uma provocação, né, essa esse debate proporcionado pela pesquisadora, mas
uma provocação, né, esse debate proporcionado pela pesquisadora, mas
[22:25] proporcionado pela pesquisadora, mas também esse tema, né, da desigualdade no
proporcionado pela pesquisadora, mas também esse tema, né, da desigualdade no
[22:27] também esse tema, né, da desigualdade no acesso educacional para que a gente
também esse tema, né, da desigualdade no acesso educacional para que a gente
[22:29] acesso educacional para que a gente possa pensar eh como que aí aqui eu
acesso educacional para que a gente possa pensar eh como que aí aqui eu
[22:33] possa pensar eh como que aí aqui eu trouxe essa questão aqui pra gente
possa pensar eh como que aí aqui eu trouxe essa questão aqui para a gente
[22:35] trouxe essa questão aqui pra gente refletir, né, como garantir que a
trouxe essa questão aqui para a gente refletir, né, como garantir que a
[22:37] refletir, né, como garantir que a educação seja de fato para todos
refletir, né, como garantir que a educação seja de fato para todos
[22:40] educação seja de fato para todos respeitando e valorizando as culturas e
educação seja de fato para todos respeitando e valorizando as culturas e
[22:42] respeitando e valorizando as culturas e realidades diversas, né? Então, acho que
respeitando e valorizando as culturas e realidades diversas, né? Então, acho que
[22:45] realidades diversas, né? Então, acho que esse é o ainda é um desafio, eh, essa
realidades diversas, né? Então, acho que esse é o ainda é um desafio, eh, essa
[22:48] esse é o ainda é um desafio, eh, essa ainda é uma grande falha educacional,
esse é o ainda é um desafio, eh, essa ainda é uma grande falha educacional,
[22:50] ainda é uma grande falha educacional, né? Algo que a gente percebe nos
ainda é uma grande falha educacional, né? Algo que a gente percebe nos
[22:52] né? Algo que a gente percebe nos índices, a gente percebe nessas taxas,
né? Algo que a gente percebe nos índices, a gente percebe nessas taxas,
[22:55] índices, a gente percebe nessas taxas, né, de evasão, a gente percebe nessas
índices, a gente percebe nessas taxas, né, de evasão, a gente percebe nessas
[22:57] né, de evasão, a gente percebe nessas taxas de analfabetismo.
né, de evasão, a gente percebe nessas taxas de analfabetismo.
[23:00] taxas de analfabetismo. Eh, então, como que a gente olha para
taxas de analfabetismo. Eh, então, como que a gente olha para
[23:02] Eh, então, como que a gente olha para esses cenários? E essa é uma disciplina
Eh, então, como que a gente olha para esses cenários? E essa é uma disciplina
[23:05] que é muito bacana, porque a gente olha
que é muito bacana, porque a gente olha
[23:07] o contexto histórico filosófico da
o contexto histórico filosófico da
[23:09] educação. Então, a gente vai olhar toda
educação. Então, a gente vai olhar toda
[23:12] essa essa a gente tem estudado essa
essa essa a gente tem estudado essa
[23:14] perspectiva histórica da educação. Hoje
perspectiva histórica da educação. Hoje
[23:17] iniciamos esse conteúdo, né, da educação
iniciamos esse conteúdo, né, da educação
[23:20] iniciamos esse conteúdo, né, da educação no Brasil.
Iniciamos este conteúdo, né, da educação no Brasil.
[23:21] Então, a gente também vai no Brasil.
Então, a gente também vai no Brasil.
[23:24] Então, a gente também vai perceber como que a educação no Brasil enquanto enquanto instituição, né,
Então, a gente também vai perceber como que a educação no Brasil enquanto instituição, né,
[23:27] enquanto eh instituição escolar, como que ela ela nasce, né, a partir de uma de uma estrutura com uma base religiosa muito
enquanto eh instituição escolar, como que ela ela nasce, né, a partir de uma estrutura com uma base religiosa muito
[23:37] muito forte nessa eh que dá sustentação a ela, como que ela tá aliada a um objetivo, né, de colonização do saber,
muito forte nessa eh que dá sustentação a ela, como que ela está aliada a um objetivo, né, de colonização do saber,
[23:45] do pensamento e como que isso de alguma maneira ainda herança, né, que a gente eh com efeitos que a gente tem percebido
do pensamento e como que isso de alguma maneira ainda é herança, né, que a gente eh com efeitos que a gente tem percebido
[23:53] e tem colhido até hoje.
e tem colhido até hoje.
[23:55] Eu vou deixar essa questão aqui para que vocês possam trazer algumas percepções, alguns algumas reflexões a respeito, né?
Eu vou deixar essa questão aqui para que vocês possam trazer algumas percepções, algumas reflexões a respeito, né?
[24:03] a gente pode manter isso como um tema, na próxima aula, voltar a discutir, trazer um outro vídeo, um outro material pra gente seguir discutindo sobre isso aqui.
a gente pode manter isso como um tema, na próxima aula, voltar a discutir, trazer um outro vídeo, um outro material pra gente seguir discutindo sobre isso aqui.
[24:15] Eu queria aproveitar antes de seguir, né, pro para um nosso conteúdo aqui mais
Eu queria aproveitar antes de seguir, né, pro para um nosso conteúdo aqui mais
[24:20] né, pro para um nosso conteúdo aqui mais pensado, uma estrutura cronológica, né?
Certo, para um conteúdo nosso aqui mais pensado, uma estrutura cronológica, né?
[24:23] pensado, uma estrutura cronológica, né, eu queria ler esse comentário da Virna que diz o seguinte:
pensado, uma estrutura cronológica, né, eu queria ler esse comentário da Virna que diz o seguinte:
[24:27] que diz o seguinte: "É muito importante a formação de professores indígenas e quilombolas para contribuição na estrutura curricular, considerar a realidade dos alunos.
que diz o seguinte: "É muito importante a formação de professores indígenas e quilombolas para contribuição na estrutura curricular, considerar a realidade dos alunos.
[24:37] Fui educadora socioambiental em uma ONG, em uma região vulnerabilizada.
Fui educadora socioambiental em uma ONG, em uma região vulnerabilizada.
[24:42] E no início era muito difícil relacionar meio ambiente com a realidade deles, porque eu não vivi lá.
E no início era muito difícil relacionar meio ambiente com a realidade deles, porque eu não vivi lá.
[24:50] Acho essa fala que fala importante, né, da Virna, aqui como um caminho de reflexão pra gente pensar também eh esses profissionais, né, que estão presentes.
Acho essa fala importante, né, da Virna, aqui como um caminho de reflexão para a gente pensar também esses profissionais, né, que estão presentes.
[24:57] Então, pensar como que a formação, quando a gente pensa, né, a formação que leva em consideração diferentes saberes, diferentes experiências, a gente não fala só de uma formação de nível básico, né, gente?
Então, pensar como que a formação, quando a gente pensa, né, a formação que leva em consideração diferentes saberes, diferentes experiências, a gente não fala só de uma formação de nível básico, né, gente?
[25:11] é pensar essa formação e essa continuidade, uma formação que inclusive possa ali conduzir a uma profissão que inclusive vá render eh frutos paraa sua
é pensar essa formação e essa continuidade, uma formação que inclusive possa ali conduzir a uma profissão que inclusive vá render frutos para a sua
[25:22] inclusive vá render eh frutos paraa sua própria comunidade, né? Então, tantas
[25:24] própria comunidade, né? Então, tantas pessoas que têm inclusive cada vez mais,
[25:27] pessoas que têm inclusive cada vez mais, né? Que bom que a gente tem visto, eh,
[25:29] né? Que bom que a gente tem visto, eh, cada vez mais, né? Pessoas indígenas,
[25:32] cada vez mais, né? Pessoas indígenas, pessoas quilombolas ocupando as
[25:34] pessoas quilombolas ocupando as universidades, eh se formando, né? e
[25:38] universidades, eh se formando, né? e provocando mesmo essa tensão nessas
[25:40] provocando mesmo essa tensão nessas reflexões e nessas estruturas, né?
[25:43] reflexões e nessas estruturas, né? Quando a gente vê esse vídeo da
[25:45] Quando a gente vê esse vídeo da pesquisadora Maria aqui, a gente tem eh
[25:48] pesquisadora Maria aqui, a gente tem eh um retrato disso, de uma pessoa que
[25:50] um retrato disso, de uma pessoa que acessou esse campo da academia e que
[25:52] acessou esse campo da academia e que aqui dentro, né, da academia consegue
[25:55] aqui dentro, né, da academia consegue provocar essas reflexões, consegue falar
[25:58] provocar essas reflexões, consegue falar sobre a estrutura falha, consegue
[26:00] sobre a estrutura falha, consegue escancarar ainda uma estrutura, eh, que
[26:04] escancarar ainda uma estrutura, eh, que que expressa, né, essa desigualdade
[26:06] que expressa, né, essa desigualdade racial. étnica. Então, a importância
[26:09] racial. étnica. Então, a importância dessas pessoas também estarem nesses
[26:11] dessas pessoas também estarem nesses lugares, eh, e cada vez mais, né, agindo
[26:15] lugares, eh, e cada vez mais, né, agindo com propriedade, trazendo outras
[26:17] com propriedade, trazendo outras perspectivas, outras referências, assim
[26:20] perspectivas, outras referências, assim que a gente vai pouco a pouco
[26:21] que a gente vai pouco a pouco modificando, né, gente, a nossa nossas
[26:24] modificando, né, gente, a nossa nossas instituições. Isso é algo que a gente
[26:26] instituições. Isso é algo que a gente vai perceber ao longo da história como
[26:28] vai perceber ao longo da história como um todo, né?
[26:32] Bom, então a partir desse gancho,
[26:35] Bom, então a partir desse gancho, eh, eu vou só relembrar aqui de uma
[26:37] eh, eu vou só relembrar aqui de uma maneira muito muito resumida mesmo, mas
[26:39] maneira muito muito resumida mesmo, mas só para vocês se conectarem, retomarem
[26:42] só para vocês se conectarem, retomarem um pouco do que a gente falou na semana
[26:44] um pouco do que a gente falou na semana passada, né? A gente falou de alguns
[26:46] passada, né? A gente falou de alguns modelos educacionais da antiguidade.
[26:49] modelos educacionais da antiguidade. Então, a gente falou ali da Grécia
[26:51] Então, a gente falou ali da Grécia antiga, né? a gente falou dessa educação
[26:53] antiga, né? a gente falou dessa educação a partir dessa desse ideal educativo que
[26:57] a partir dessa desse ideal educativo que é a paideia, que é essa noção de uma
[26:59] é a paideia, que é essa noção de uma educação eh que que eh alcance uma
[27:04] educação eh que que eh alcance uma formação integral do indivíduo, né?
[27:06] formação integral do indivíduo, né? Então aqui a gente vai pensar uma
[27:07] Então aqui a gente vai pensar uma formação que une corpo e mente, que
[27:09] formação que une corpo e mente, que pensa essa formação que acontece
[27:11] pensa essa formação que acontece inclusive no convívio social, na
[27:13] inclusive no convívio social, na participação com a sociedade, né? Claro
[27:16] participação com a sociedade, né? Claro que ali, considerando, né, um grupo
[27:18] que ali, considerando, né, um grupo restrito, então as pessoas que são
[27:20] restrito, então as pessoas que são contempladas com essa formação são
[27:22] contempladas com essa formação são homens, né, livres, eh, daquela cidade.
[27:26] homens, né, livres, eh, daquela cidade. Então, é uma é um modelo que a gente vai
[27:30] Então, é uma é um modelo que a gente vai ter essa referência da democracia, mas
[27:32] ter essa referência da democracia, mas que é uma democracia
[27:34] que é uma democracia eh limitada assim, né? Então, a gente
[27:36] eh limitada assim, né? Então, a gente não tem todos os os habitantes desse
[27:40] não tem todos os os habitantes desse dessa sociedade atuando ativamente,
[27:42] dessa sociedade atuando ativamente, sendo beneficiados com essa percepção,
[27:44] sendo beneficiados com essa percepção, com essa eh proposta da Paideia de uma
[27:48] com essa eh proposta da Paideia de uma formação integral do sujeito, né, que a
[27:50] formação integral do sujeito, né, que a gente vai considerar esses homens livres
[27:52] gente vai considerar esses homens livres que nasceram na cidade, que são maiores
[27:54] que nasceram na cidade, que são maiores de idade, né, excluindo mulheres,
[27:57] de idade, né, excluindo mulheres, pessoas estrangeiras, enfim.
[28:00] pessoas estrangeiras, enfim. Eh, diferente ali do modelo educacional
[28:02] Eh, diferente ali do modelo educacional de Esparta, onde a gente tem uma
[28:04] de Esparta, onde a gente tem uma educação mais voltada a essa esse
[28:07] educação mais voltada a essa esse desenvolvimento de habilidades físicas,
[28:10] desenvolvimento de habilidades físicas, eh, de força, né, que visava justamente
[28:13] eh, de força, né, que visava justamente essa formação muito muito associada a
[28:16] essa formação muito muito associada a essa educação militar, que era a
[28:18] essa educação militar, que era a formação desses guerreiros, de homens
[28:20] formação desses guerreiros, de homens que estivessem preparados para defender
[28:23] que estivessem preparados para defender o seu povo, para defender a sua cidade
[28:26] o seu povo, para defender a sua cidade em conflitos, né? Então aqui a gente tem
[28:28] em conflitos, né? Então aqui a gente tem uma educação com outra finalidade que
[28:30] uma educação com outra finalidade que não essa finalidade de sujeitos críticos
[28:33] não essa finalidade de sujeitos críticos pensantes, mas essa finalidade de um
[28:35] pensantes, mas essa finalidade de um corpo eh que esteja pronto, né, para o
[28:38] corpo eh que esteja pronto, né, para o combate.
[28:40] combate. Em Roma, a gente vai ter essa figura do
[28:42] Em Roma, a gente vai ter essa figura do pai de família, né, como uma figura,
[28:45] pai de família, né, como uma figura, eh, que vai que vai ter uma forte
[28:48] eh, que vai que vai ter uma forte influência nesse processo educacional.
[28:50] influência nesse processo educacional. Então, a gente tem eh na Roma antiga, a
[28:53] Então, a gente tem eh na Roma antiga, a partir das leis das 12 tábuas que a
[28:55] partir das leis das 12 tábuas que a gente falou também, né, na semana
[28:56] gente falou também, né, na semana passada, a gente tem essa forte
[28:59] passada, a gente tem essa forte influência eh dessa dessa figura do pai
[29:04] influência eh dessa dessa figura do pai que eh atua nesse processo educacional
[29:07] que eh atua nesse processo educacional de uma maneira muito direta, que a gente
[29:09] de uma maneira muito direta, que a gente nem tá falando de uma educação de
[29:12] nem tá falando de uma educação de jovens, de crianças, mas inclusive na
[29:15] jovens, de crianças, mas inclusive na fase adulta, né, naquele contexto e a
[29:17] fase adulta, né, naquele contexto e a partir das leis das 12 tábuas, os pais
[29:20] partir das leis das 12 tábuas, os pais eles tinham eh muito poder sobre os
[29:23] eles tinham eh muito poder sobre os filhos, mesmo na fase adulta, assim,
[29:25] filhos, mesmo na fase adulta, assim, poder de punição, poder de definir, né,
[29:28] poder de punição, poder de definir, né, algumas eh definir o destino, né, dessas
[29:32] algumas eh definir o destino, né, dessas desses jovens, dessas crianças. Então
[29:35] desses jovens, dessas crianças. Então aqui é uma influência muito forte mesmo
[29:37] aqui é uma influência muito forte mesmo de decisão e de formação, né, de
[29:39] de decisão e de formação, né, de educação a partir dessa figura eh do
[29:42] educação a partir dessa figura eh do Páter Família, que seria essa educação
[29:44] Páter Família, que seria essa educação gerida pelo pai. Depois Roma imperial,
[29:47] gerida pelo pai. Depois Roma imperial, aí a gente já começa a ter uma
[29:49] aí a gente já começa a ter uma influência de ideais gregos,
[29:50] influência de ideais gregos, especialmente a partir da Paideia, né?
[29:54] especialmente a partir da Paideia, né? Também mais uma vez lembrando que essa
[29:55] Também mais uma vez lembrando que essa formação, né, de um sujeito mais
[29:57] formação, né, de um sujeito mais crítico, mais pensante. E lá na educação
[30:00] crítico, mais pensante. E lá na educação egípcia hebraica, aí a gente tem uma
[30:03] egípcia hebraica, aí a gente tem uma educação muito ligada à religião, a ao
[30:06] educação muito ligada à religião, a ao poder político também, porque aqui, né,
[30:08] poder político também, porque aqui, né, a gente tá falando de uma relação ehem
[30:10] a gente tá falando de uma relação ehem que uma coisa está muito embricada na
[30:13] que uma coisa está muito embricada na outra, né? Então, a religião, o poder
[30:15] outra, né? Então, a religião, o poder político, estão dissociados ali. Eh, e a
[30:18] político, estão dissociados ali. Eh, e a gente vai ter a figura dos sacerdotes
[30:20] gente vai ter a figura dos sacerdotes como esses principais responsáveis pelo
[30:22] como esses principais responsáveis pelo ensino, né? Então, eles tinham um
[30:24] ensino, né? Então, eles tinham um conhecimento que era considerado o
[30:26] conhecimento que era considerado o conhecimento sagrado, mas não só, eles
[30:29] conhecimento sagrado, mas não só, eles também tinham um conhecimento
[30:30] também tinham um conhecimento administrativo. Então, veja como que eh
[30:33] administrativo. Então, veja como que eh tem uma relação muito próxima, né,
[30:35] tem uma relação muito próxima, né, desses eh desses preceitos ali sagrados,
[30:38] desses eh desses preceitos ali sagrados, religiosos e também desses aspectos
[30:41] religiosos e também desses aspectos administrativos.
[30:42] administrativos. Então, algumas coisas que vão vão se
[30:45] Então, algumas coisas que vão vão se fazer presente nessa formação, né,
[30:47] fazer presente nessa formação, né, considerando inclusive essas esses
[30:50] considerando inclusive essas esses diferentes campos. aqui a gente tem como
[30:52] diferentes campos. aqui a gente tem como base, né, a religião e esse processo já
[30:55] base, né, a religião e esse processo já de aprendizado, de transmissão de eh de
[30:59] de aprendizado, de transmissão de eh de conhecimento sobre a escrita, né,
[31:02] conhecimento sobre a escrita, né, especialmente a partir dos hieróglifos
[31:03] especialmente a partir dos hieróglifos lá que a gente viu da da escrita
[31:06] lá que a gente viu da da escrita egípcia, dos símbolos, né, dos dos
[31:08] egípcia, dos símbolos, né, dos dos signos ali, mas também a gente vai ter
[31:11] signos ali, mas também a gente vai ter um desenvolvimento de alguns saberes e
[31:13] um desenvolvimento de alguns saberes e alguns conteúdos que começam a ser
[31:15] alguns conteúdos que começam a ser discutidos, como matemática, astronomia,
[31:18] discutidos, como matemática, astronomia, história natural e etc, tá?
[31:21] história natural e etc, tá? Bom, isso aqui só pra gente relembrar
[31:23] Bom, isso aqui só pra gente relembrar algumas coisas, tá? Eh, e aí uma coisa
[31:27] algumas coisas, tá? Eh, e aí uma coisa que eu queria falar aqui com vocês é
[31:30] que eu queria falar aqui com vocês é sobre a difusão dessa cultura escrita,
[31:33] sobre a difusão dessa cultura escrita, né, pra gente fechar um pouco esse
[31:35] né, pra gente fechar um pouco esse conteúdo e e passar ali para pro
[31:37] conteúdo e e passar ali para pro contexto da Idade Média, da Modernidade,
[31:39] contexto da Idade Média, da Modernidade, etc.
[31:41] etc. Vejam só, a gente tem um processo de
[31:43] Vejam só, a gente tem um processo de difusão da cultura escrita
[31:46] difusão da cultura escrita que acontece eh em diferentes momentos
[31:49] que acontece eh em diferentes momentos da história. Então, olha só, uma coisa
[31:52] da história. Então, olha só, uma coisa que vai ser muito eh muito importante
[31:55] que vai ser muito eh muito importante nesse processo, né, vai ser o
[31:58] nesse processo, né, vai ser o desenvolvimento do alfabeto fonético,
[32:01] desenvolvimento do alfabeto fonético, né, desenvolvido pelos fenícios, depois
[32:04] né, desenvolvido pelos fenícios, depois aprimorado, desenvolvido, enfim, eh,
[32:07] aprimorado, desenvolvido, enfim, eh, também pelos gregos. O que que é o
[32:09] também pelos gregos. O que que é o alfabeto fonético, né, gente? É o
[32:11] alfabeto fonético, né, gente? É o alfabeto que a gente utiliza até os dias
[32:13] alfabeto que a gente utiliza até os dias de hoje. Essa noção eh de alfabeto
[32:17] de hoje. Essa noção eh de alfabeto fonético, ela justifica um alfabeto que
[32:19] fonético, ela justifica um alfabeto que ele é elaborado baseado em sons, né?
[32:23] ele é elaborado baseado em sons, né? Então, cada letra é associada a um som.
[32:26] Então, cada letra é associada a um som. Então, a gente tem vogais e consoantes e
[32:29] Então, a gente tem vogais e consoantes e a gente vai ter essa eh distinção a
[32:33] a gente vai ter essa eh distinção a partir dos sons produzidos, né? Então,
[32:35] partir dos sons produzidos, né? Então, as consoantes geralmente elas são alguns
[32:37] as consoantes geralmente elas são alguns efeitos que não são preenchidos, que
[32:39] efeitos que não são preenchidos, que precisam das vogais para serem
[32:41] precisam das vogais para serem preenchidos, né? Então, o som de,
[32:43] preenchidos, né? Então, o som de, [roncando]
[32:44] [roncando] né, a gente tem alguns sons que são
[32:46] né, a gente tem alguns sons que são produzidos eh a partir, né, dessa dessa
[32:51] produzidos eh a partir, né, dessa dessa dessas possibilidades aqui da da nossa
[32:54] dessas possibilidades aqui da da nossa fonética. A gente tem alguns sons que
[32:55] fonética. A gente tem alguns sons que vão ser assimilados como essas
[32:56] vão ser assimilados como essas consoantes. E aí os sons abertos, né,
[32:59] consoantes. E aí os sons abertos, né, preenchidos, a, e, i, o, u, que dão
[33:02] preenchidos, a, e, i, o, u, que dão corpo a essas palavras. Então, o
[33:04] corpo a essas palavras. Então, o alfabeto fonético, ele tá diretamente
[33:07] alfabeto fonético, ele tá diretamente associado aos sons que a gente produz,
[33:09] associado aos sons que a gente produz, né? Então, os nossos sons começam a ser
[33:12] né? Então, os nossos sons começam a ser observados, modulados, para que a gente
[33:15] observados, modulados, para que a gente possa desenvolver palavras e o nosso
[33:17] possa desenvolver palavras e o nosso alfabeto vai sendo eh desenvolvido a
[33:20] alfabeto vai sendo eh desenvolvido a partir disso, tá?
[33:23] partir disso, tá? Aqui a gente tem também eh a tem uma
[33:27] Aqui a gente tem também eh a tem uma coisa que eu queria eu queria falar para
[33:29] coisa que eu queria eu queria falar para vocês, mas deixa eu terminar os tópicos
[33:31] vocês, mas deixa eu terminar os tópicos aqui do do slide, depois eu trago
[33:33] aqui do do slide, depois eu trago algumas curiosidades assim, é só porque
[33:35] algumas curiosidades assim, é só porque o nosso alfabeto eh ele a gente tem
[33:39] o nosso alfabeto eh ele a gente tem lugares que tem alfabetos com modelos
[33:41] lugares que tem alfabetos com modelos distintos, assim, né? Então, eu queria
[33:42] distintos, assim, né? Então, eu queria comentar um pouquinho disso, só a título
[33:45] comentar um pouquinho disso, só a título de curiosidade, mas deixa eu só terminar
[33:46] de curiosidade, mas deixa eu só terminar esses tópicos do slide para não me
[33:49] esses tópicos do slide para não me perder aqui no no ratínio. Então, olha
[33:51] perder aqui no no ratínio. Então, olha só, eh, com o tempo, o que que essa
[33:54] só, eh, com o tempo, o que que essa escrita ela vai ela vai proporcionar,
[33:57] escrita ela vai ela vai proporcionar, né? Ela vai justamente alcançar o seu
[33:59] né? Ela vai justamente alcançar o seu objetivo inicial, né? Ela vai cumprir
[34:01] objetivo inicial, né? Ela vai cumprir com aquele objetivo, eh, que é ser
[34:04] com aquele objetivo, eh, que é ser utilizada em documentos legais,
[34:05] utilizada em documentos legais, comerciais, religiosos, né? que é
[34:08] comerciais, religiosos, né? que é inclusive o que o que dá eh esse pontapé
[34:11] inclusive o que o que dá eh esse pontapé inicial para esse processo de
[34:12] inicial para esse processo de desenvolvimento, né, que expressa essa
[34:14] desenvolvimento, né, que expressa essa necessidade do povo em relação à
[34:16] necessidade do povo em relação à escrita, algo que possa eh registrar,
[34:20] escrita, algo que possa eh registrar, né, que possa registrar esses acordos,
[34:23] né, que possa registrar esses acordos, algo que possa registrar esses acordos
[34:25] algo que possa registrar esses acordos comerciais, algo que possa também
[34:28] comerciais, algo que possa também registrar e preservar alguns saberes,
[34:31] registrar e preservar alguns saberes, né, alguns preceitos, as morais, as
[34:33] né, alguns preceitos, as morais, as passagens religiosas. Então, a a escrita
[34:38] passagens religiosas. Então, a a escrita ela vai cumprir com esse objetivo
[34:39] ela vai cumprir com esse objetivo inicial porque ela vai começar a ser
[34:42] inicial porque ela vai começar a ser utilizada justamente para essas funções,
[34:44] utilizada justamente para essas funções, né? Então ela começa a ter uma
[34:46] né? Então ela começa a ter uma importante função aqui, tanto social
[34:49] importante função aqui, tanto social quanto administrativa.
[34:51] quanto administrativa. Eh, e aí a gente tem, claro, né,
[34:54] Eh, e aí a gente tem, claro, né, importante, eh, destacar que aqui a
[34:57] importante, eh, destacar que aqui a gente tá falando de um acesso muito
[34:59] gente tá falando de um acesso muito restrito a esse recurso, né, a essa
[35:02] restrito a esse recurso, né, a essa linguagem. Então, a gente tem a escrita
[35:05] linguagem. Então, a gente tem a escrita como um recurso, como uma produção de
[35:08] como um recurso, como uma produção de símbolos que permitem, né, uma
[35:10] símbolos que permitem, né, uma comunicação e um registro dessas
[35:12] comunicação e um registro dessas comunicações, desses materiais, desses
[35:14] comunicações, desses materiais, desses saberes. Mas isso vai ser muito
[35:16] saberes. Mas isso vai ser muito restrito, né, esse acesso a esses
[35:19] restrito, né, esse acesso a esses processos de desenvolvimento dessa
[35:21] processos de desenvolvimento dessa escrita, né, ou seja, o que hoje a gente
[35:23] escrita, né, ou seja, o que hoje a gente conhece como processo de alfabetização,
[35:26] conhece como processo de alfabetização, eh, ele vai ser muito lento, né, muito
[35:29] eh, ele vai ser muito lento, né, muito demorado. Então, o acesso à escrita, a
[35:33] demorado. Então, o acesso à escrita, a esse saber, a esse recurso do ler e
[35:35] esse saber, a esse recurso do ler e escrever, ele vai também representar eh
[35:39] escrever, ele vai também representar eh muito poder para determinados grupos,
[35:42] muito poder para determinados grupos, né, especialmente aqui pro clero. Quando
[35:45] né, especialmente aqui pro clero. Quando a gente avançar ali pra Idade Média,
[35:46] a gente avançar ali pra Idade Média, vocês vão ver isso, né? depois quando a
[35:48] vocês vão ver isso, né? depois quando a gente tá em reforma protestante,
[35:50] gente tá em reforma protestante, inclusive ela se encontra muito nesse
[35:52] inclusive ela se encontra muito nesse lugar desse conflito, né, eh, da Igreja
[35:54] lugar desse conflito, né, eh, da Igreja Católica, tentando, eh, ser a a única
[35:58] Católica, tentando, eh, ser a a única que tem acesso, tem esse acesso mais
[36:01] que tem acesso, tem esse acesso mais restrito, né, eh, que detém todo esse
[36:03] restrito, né, eh, que detém todo esse conhecimento. E aí a gente tem essa eh
[36:07] conhecimento. E aí a gente tem essa eh essa relação ali com a reforma que busca
[36:10] essa relação ali com a reforma que busca justamente democratizar o acesso a essas
[36:13] justamente democratizar o acesso a essas escrituras bíblicas, né? Então, isso
[36:15] escrituras bíblicas, né? Então, isso depois vai gerar um conflito. Por quê?
[36:17] depois vai gerar um conflito. Por quê? que isso é poder, né, gente? Então,
[36:19] que isso é poder, né, gente? Então, imagine só, eu digo que eu eu tenho um
[36:23] imagine só, eu digo que eu eu tenho um recurso aqui, eu tenho eh considerando
[36:26] recurso aqui, eu tenho eh considerando esse esse contexto religioso, né? Eu
[36:29] esse esse contexto religioso, né? Eu tenho toda a verdade da vida, eu tenho
[36:31] tenho toda a verdade da vida, eu tenho todas as as palavras divinas, eu tenho
[36:34] todas as as palavras divinas, eu tenho todas as passagens bíblicas, tudo aqui
[36:36] todas as passagens bíblicas, tudo aqui eh nas minhas mãos. Eu sei a verdade,
[36:39] eh nas minhas mãos. Eu sei a verdade, né? E aí eu conto pros outros o que está
[36:42] né? E aí eu conto pros outros o que está escrito, o que tá sendo dito, mas os
[36:44] escrito, o que tá sendo dito, mas os outros não têm o acesso a esse material.
[36:47] outros não têm o acesso a esse material. Então, quanta coisa poderia acontecer,
[36:50] Então, quanta coisa poderia acontecer, né? Quanta manipulação desse conteúdo,
[36:52] né? Quanta manipulação desse conteúdo, quanta manipulação dessa verdade, né?
[36:55] quanta manipulação dessa verdade, né? Eh, porque aquele que detém o o saber da
[36:59] Eh, porque aquele que detém o o saber da leitura, da interpretação desses signos,
[37:02] leitura, da interpretação desses signos, ele vai ser o tradutor e o mediador, né?
[37:05] ele vai ser o tradutor e o mediador, né? eh entre esse conteúdo e a população.
[37:08] eh entre esse conteúdo e a população. Então, ele detém esse recurso e ele
[37:10] Então, ele detém esse recurso e ele detém todo o conhecimento,
[37:11] detém todo o conhecimento, consequentemente ele detém um poder
[37:13] consequentemente ele detém um poder absurdo sobre os outros. Então, isso vai
[37:16] absurdo sobre os outros. Então, isso vai ser uma grande questão assim, né, que
[37:18] ser uma grande questão assim, né, que que em vários momentos isso vai ser eh
[37:22] que em vários momentos isso vai ser eh isso vai gerar algumas crises, né,
[37:24] isso vai gerar algumas crises, né, algumas contradições inclusive e
[37:26] algumas contradições inclusive e disputas também para que se tenha acesso
[37:29] disputas também para que se tenha acesso a esses a esses materiais, né?
[37:33] a esses a esses materiais, né? Eh, e aí a gente vai ter algo também que
[37:36] Eh, e aí a gente vai ter algo também que vai ser importante paraa difusão, né, do
[37:38] vai ser importante paraa difusão, né, do da escrita, que é o desenvolvimento da
[37:43] da escrita, que é o desenvolvimento da da imprensa, né? Então, a gente tem essa
[37:44] da imprensa, né? Então, a gente tem essa figura do Gutenberg aqui especialmente,
[37:47] figura do Gutenberg aqui especialmente, eh, que vai ser um uma um precursor ali
[37:50] eh, que vai ser um uma um precursor ali da imprensa aqui. Ele ele vai realizar
[37:53] da imprensa aqui. Ele ele vai realizar isso no século XV, né? Eh, e aí o que
[37:57] isso no século XV, né? Eh, e aí o que que ele vai desenvolver com isso? esse
[37:59] que ele vai desenvolver com isso? esse processo de ã de difusão desses
[38:03] processo de ã de difusão desses escritos,
[38:05] escritos, né? Porque a imprensa, então pensar,
[38:07] né? Porque a imprensa, então pensar, lógico que hoje a gente já tem algumas
[38:09] lógico que hoje a gente já tem algumas referências mais elaboradas, mas pensar
[38:11] referências mais elaboradas, mas pensar essa difusão de informações sobre a
[38:13] essa difusão de informações sobre a sociedade, eh informações sobre algum
[38:18] sociedade, eh informações sobre algum discurso, algum acontecimento, algum
[38:20] discurso, algum acontecimento, algum acordo, algum tratado, enfim, né?
[38:22] acordo, algum tratado, enfim, né? atualizações. Então, a imprensa, ela vai
[38:24] atualizações. Então, a imprensa, ela vai ter sempre essa função, né, de
[38:26] ter sempre essa função, né, de comunicar, de atualizar a sociedade
[38:28] comunicar, de atualizar a sociedade sobre os acontecimentos eh que
[38:30] sobre os acontecimentos eh que interessam essa sociedade, né,
[38:32] interessam essa sociedade, né, acontecimentos de interesse coletivo.
[38:35] acontecimentos de interesse coletivo. Então aqui com a a criação no
[38:38] Então aqui com a a criação no desenvolvimento da imprensa, a gente tem
[38:39] desenvolvimento da imprensa, a gente tem uma circulação bem significativa de
[38:41] uma circulação bem significativa de textos, mas é uma circulação de textos
[38:44] textos, mas é uma circulação de textos em uma comunidade não letrada, né, uma
[38:47] em uma comunidade não letrada, né, uma comunidade analfabeta. Então, eh também
[38:50] comunidade analfabeta. Então, eh também pensar nesse, nesses acessos e como que
[38:52] pensar nesse, nesses acessos e como que essa comunicação, né, por meio ali da
[38:55] essa comunicação, né, por meio ali da imprensa, eh, com textos escritos ainda
[38:58] imprensa, eh, com textos escritos ainda era muito limitada, né? Mas de certa
[39:01] era muito limitada, né? Mas de certa maneira era uma difusão também desses
[39:03] maneira era uma difusão também desses textos, desse acesso ao texto, ainda que
[39:06] textos, desse acesso ao texto, ainda que não seja diretamente o acesso ao recurso
[39:08] não seja diretamente o acesso ao recurso de leitura, né? A escolarização em
[39:11] de leitura, né? A escolarização em massa, a gente vai começar a ver isso só
[39:14] massa, a gente vai começar a ver isso só do século XIX e XX. Olha como que isso é
[39:17] do século XIX e XX. Olha como que isso é recente, né, gente? Então, é a partir
[39:19] recente, né, gente? Então, é a partir daqui que a gente começa a ter políticas
[39:21] daqui que a gente começa a ter políticas de alfabetização, a gente começa a ter
[39:24] de alfabetização, a gente começa a ter essa promessa, né, de acesso à leitura e
[39:26] essa promessa, né, de acesso à leitura e à escrita. Eh, e com isso transformações
[39:30] à escrita. Eh, e com isso transformações culturais, sociais, políticas, né? Eh,
[39:33] culturais, sociais, políticas, né? Eh, uma promessa de maior participação
[39:35] uma promessa de maior participação cidadã dessa democratização do
[39:37] cidadã dessa democratização do conhecimento. Eh, e isso é algo que tem
[39:40] conhecimento. Eh, e isso é algo que tem sido desenvolvido até hoje, né? A gente
[39:43] sido desenvolvido até hoje, né? A gente tem
[39:45] tem atualmente na população mundial cerca de
[39:48] atualmente na população mundial cerca de 87%
[39:49] 87% da população que já é alfabetizada.
[39:52] da população que já é alfabetizada. Eh, mas isso significa que nós temos aí
[39:55] Eh, mas isso significa que nós temos aí em média, né, oito em cada 10 pessoas no
[39:58] em média, né, oito em cada 10 pessoas no mundo, oito, nove em cada 10 pessoas no
[40:00] mundo, oito, nove em cada 10 pessoas no mundo que sabem ler e escrever e uma,
[40:02] mundo que sabem ler e escrever e uma, duas em cada 10 que não sabem. Então,
[40:05] duas em cada 10 que não sabem. Então, estamos falando de mais ou menos 13% que
[40:07] estamos falando de mais ou menos 13% que são analfabetes, né? Eh, e isso em uma
[40:11] são analfabetes, né? Eh, e isso em uma escala mundial, estamos falando de
[40:12] escala mundial, estamos falando de centenas de milhões de pessoas, gente.
[40:14] centenas de milhões de pessoas, gente. Então, é muita gente que ainda não tem
[40:16] Então, é muita gente que ainda não tem acesso. E aí essa alfabetização, né, eh,
[40:20] acesso. E aí essa alfabetização, né, eh, é muito desigual em diferentes regiões,
[40:22] é muito desigual em diferentes regiões, claro. Então, se a gente olha países
[40:24] claro. Então, se a gente olha países mais desenvolvidos, temos taxas quase,
[40:27] mais desenvolvidos, temos taxas quase, é, no 100%, regiões mais vulneráveis,
[40:30] é, no 100%, regiões mais vulneráveis, taxas mais baixas, diferenças, daí a
[40:32] taxas mais baixas, diferenças, daí a gente vai perceber entre homens e
[40:34] gente vai perceber entre homens e mulheres, também considerando diferentes
[40:35] mulheres, também considerando diferentes culturas, áreas urbanas e rurais, né? As
[40:39] culturas, áreas urbanas e rurais, né? As questões que a gente falou, considerando
[40:40] questões que a gente falou, considerando o nosso contexto brasileiro também aqui
[40:43] o nosso contexto brasileiro também aqui no caso do Brasil, a gente tá com uma
[40:46] no caso do Brasil, a gente tá com uma taxa relativamente alta, né? A gente
[40:48] taxa relativamente alta, né? A gente teve o último dado que eu, é um dado que
[40:51] teve o último dado que eu, é um dado que eu encontrei que eu acho que é o mais
[40:53] eu encontrei que eu acho que é o mais recente. Eu preciso ver se não tem um
[40:55] recente. Eu preciso ver se não tem um mais recente que esse, mas um de 2022
[40:59] mais recente que esse, mas um de 2022 que registra que eh a analisando pessoas
[41:02] que registra que eh a analisando pessoas acima de 15 anos de idade, nós estamos
[41:05] acima de 15 anos de idade, nós estamos com 93% de taxa de alfabetização, que é
[41:09] com 93% de taxa de alfabetização, que é o maior índice desde a década de 40, né?
[41:12] o maior índice desde a década de 40, né? Esse é um dado ali do IBGE mesmo. Apesar
[41:16] Esse é um dado ali do IBGE mesmo. Apesar de ser uma uma vitória, né, a gente
[41:19] de ser uma uma vitória, né, a gente perceber essa taxa crescendo e não não
[41:22] perceber essa taxa crescendo e não não diminuindo, eh a gente ainda fala de
[41:25] diminuindo, eh a gente ainda fala de cerca de 11, 12 milhões de brasileiros
[41:27] cerca de 11, 12 milhões de brasileiros que ainda são analfabetos, tá? Então,
[41:30] que ainda são analfabetos, tá? Então, eh, quando a gente olha essas
[41:31] eh, quando a gente olha essas perspectivas históricas, pensar também,
[41:33] perspectivas históricas, pensar também, né, onde que a gente vai deixando, né,
[41:37] né, onde que a gente vai deixando, né, essas essas lacunas, essas fragilidades
[41:39] essas essas lacunas, essas fragilidades e como que isso reflete ainda nesse
[41:41] e como que isso reflete ainda nesse cenário hoje, né? Porque aí se a gente
[41:43] cenário hoje, né? Porque aí se a gente olhar numa perspectiva mais eh mais
[41:46] olhar numa perspectiva mais eh mais detalhista ali, mais atenta, pensando
[41:48] detalhista ali, mais atenta, pensando quem são essas pessoas, né, qual é o
[41:50] quem são essas pessoas, né, qual é o perfil dessas pessoas, a gente vai
[41:52] perfil dessas pessoas, a gente vai identificar fatores muito próximos do
[41:55] identificar fatores muito próximos do que a gente viu no vídeo, né? Então,
[41:57] que a gente viu no vídeo, né? Então, certas comunidades, comunidades
[41:58] certas comunidades, comunidades indígenas, quilombolas, populações, né,
[42:01] indígenas, quilombolas, populações, né, regiões periféricas. Então, a gente vai
[42:03] regiões periféricas. Então, a gente vai identificar alguns fatores nesse sentido
[42:05] identificar alguns fatores nesse sentido que contribuem, né, e que eh localizam
[42:08] que contribuem, né, e que eh localizam esses grupos que ainda se encontram
[42:11] esses grupos que ainda se encontram nesse percentual, né, de analfabetismo.
[42:14] nesse percentual, né, de analfabetismo. O que eu ia falar para vocês, gente,
[42:16] O que eu ia falar para vocês, gente, antes de eu avançar aqui sobre essa
[42:19] antes de eu avançar aqui sobre essa questão do do alfabeto,
[42:23] eh, que eu eu tava buscando alguns
[42:26] eh, que eu eu tava buscando alguns exemplos assim, né? Porque a gente tem a
[42:29] exemplos assim, né? Porque a gente tem a nossa escrita, a partir dessa lógica da
[42:31] nossa escrita, a partir dessa lógica da consoante vogal, a nossa a escrita das
[42:35] consoante vogal, a nossa a escrita das palavras, ela busca dar conta de toda a
[42:38] palavras, ela busca dar conta de toda a sonoridade da palavra, né? Então, a
[42:40] sonoridade da palavra, né? Então, a gente utiliza as vogais justamente para
[42:42] gente utiliza as vogais justamente para preencher essas essas sonoridades e a
[42:45] preencher essas essas sonoridades e a palavra ficar toda preenchida, né?
[42:47] palavra ficar toda preenchida, né? Então, se vai falar casa, a gente
[42:49] Então, se vai falar casa, a gente escreve casa, c, né? Então, as
[42:52] escreve casa, c, né? Então, as consoantes e vogais eh disparando essa
[42:56] consoantes e vogais eh disparando essa sonoridade da palavra e preenchendo a
[42:58] sonoridade da palavra e preenchendo a sonoridade dessa palavra. Agora, quando
[43:01] sonoridade dessa palavra. Agora, quando a gente pensa eh em outros alfabetos,
[43:04] a gente pensa eh em outros alfabetos, nem todos seguem essa mesma lógica. O
[43:07] nem todos seguem essa mesma lógica. O alfabeto árabe, por exemplo, a gente tem
[43:10] alfabeto árabe, por exemplo, a gente tem como base, eh, a gente poderia criar um
[43:13] como base, eh, a gente poderia criar um comparativo com as nossas consoantes,
[43:15] comparativo com as nossas consoantes, né? E a escrita árabe é como se fosse
[43:18] né? E a escrita árabe é como se fosse uma escrita feita só com consoantes.
[43:21] uma escrita feita só com consoantes. Então, eles têm essa base do alfabeto e
[43:24] Então, eles têm essa base do alfabeto e da escrita a partir das consoantes e é a
[43:27] da escrita a partir das consoantes e é a leitura que vai preenchendo a
[43:29] leitura que vai preenchendo a sonoridade, né? Então, não é exatamente
[43:32] sonoridade, né? Então, não é exatamente isso, mas só atitudo de exemplo, tá? É
[43:34] isso, mas só atitudo de exemplo, tá? É como se fosse escrever casa e eu escrevo
[43:36] como se fosse escrever casa e eu escrevo CS e aí o meu pensamento ele preenche
[43:40] CS e aí o meu pensamento ele preenche casa. É mais ou menos como a a nova
[43:43] casa. É mais ou menos como a a nova geração tem se comunicado no WhatsApp,
[43:45] geração tem se comunicado no WhatsApp, né, gente? Assim, eu não sei vocês se
[43:47] né, gente? Assim, eu não sei vocês se vocês têm adolescentes, mas eu tenho uma
[43:50] vocês têm adolescentes, mas eu tenho uma sobrinha de 15 anos que ela vai falar
[43:52] sobrinha de 15 anos que ela vai falar depois, ela não escreve mais vogal, né?
[43:54] depois, ela não escreve mais vogal, né? É DPS. Aí você tem que preencher na
[43:57] É DPS. Aí você tem que preencher na palavra. Então ela tá usando quase que
[43:58] palavra. Então ela tá usando quase que uma referência de um outro alfabeto, né?
[44:01] uma referência de um outro alfabeto, né? Então, eh, a gente tem a a presença
[44:03] Então, eh, a gente tem a a presença dessas consoantes que orientam a a a
[44:07] dessas consoantes que orientam a a a construção da palavra e a nossa leitura
[44:10] construção da palavra e a nossa leitura contextual é que vai preenchendo a
[44:11] contextual é que vai preenchendo a palavra. Então, veja que é uma escrita,
[44:13] palavra. Então, veja que é uma escrita, né, que segue uma outra lógica. No
[44:16] né, que segue uma outra lógica. No alfabeto chinês, a gente tem ainda uma
[44:18] alfabeto chinês, a gente tem ainda uma outra organização dessas palavras, né, e
[44:21] outra organização dessas palavras, né, e desse alfabeto. A gente tem alguns
[44:23] desse alfabeto. A gente tem alguns símbolos que ele já eh isoladamente eles
[44:27] símbolos que ele já eh isoladamente eles já já são associados a um a um
[44:30] já já são associados a um a um significado completo, né? Então, de
[44:33] significado completo, né? Então, de repente para eu mais uma vez é só título
[44:36] repente para eu mais uma vez é só título de exemplo porque eh eu não não sou, né,
[44:40] de exemplo porque eh eu não não sou, né, uma conhecedora desses idiomas assim
[44:42] uma conhecedora desses idiomas assim para trazer um um exemplo concreto, mas
[44:45] para trazer um um exemplo concreto, mas só a título de aproximação, né? É como
[44:47] só a título de aproximação, né? É como se para escrever casa, eu não vou pensar
[44:50] se para escrever casa, eu não vou pensar em cada letra, né, desse alfabeto que
[44:52] em cada letra, né, desse alfabeto que compõe a palavra, mas eu vou ter um
[44:55] compõe a palavra, mas eu vou ter um símbolo direto que representa a casa.
[44:58] símbolo direto que representa a casa. Então, é um símbolo que dá conta de uma
[45:00] Então, é um símbolo que dá conta de uma palavra completa ou ainda que dá conta
[45:03] palavra completa ou ainda que dá conta de uma expressão um pouco mais completa,
[45:05] de uma expressão um pouco mais completa, né, um pouco mais ampla.
[45:08] né, um pouco mais ampla. Eh, então, enfim, só pra gente pensar
[45:10] Eh, então, enfim, só pra gente pensar nessas esses diferentes tipos de
[45:12] nessas esses diferentes tipos de alfabetos, né? Porque a gente tem, como
[45:14] alfabetos, né? Porque a gente tem, como a gente viu na semana passada, essa essa
[45:17] a gente viu na semana passada, essa essa esse surgimento, desenvolvimento da
[45:19] esse surgimento, desenvolvimento da escrita, a gente tem essa escrita que
[45:21] escrita, a gente tem essa escrita que deriva inclusive, né, desses símbolos
[45:23] deriva inclusive, né, desses símbolos quando a gente pensa ali os hieróglifos
[45:26] quando a gente pensa ali os hieróglifos a partir do Egito antigo. É, e isso de
[45:29] a partir do Egito antigo. É, e isso de alguma maneira isso permanece vivo, né,
[45:31] alguma maneira isso permanece vivo, né, quando a gente pensa especialmente
[45:33] quando a gente pensa especialmente outros modelos de alfabetos que têm essa
[45:35] outros modelos de alfabetos que têm essa essa referência dos símbolos, né, essa
[45:38] essa referência dos símbolos, né, essa referência eh que constrói sentidos
[45:42] referência eh que constrói sentidos completos e não letras, né, e e sílabas
[45:45] completos e não letras, né, e e sílabas isoladas, enfim, como é a lógica do da
[45:48] isoladas, enfim, como é a lógica do da construção do alfabeto que nós adotamos
[45:50] construção do alfabeto que nós adotamos hoje.
[45:53] hoje. E aí aqui pra pra gente fechar esse
[45:55] E aí aqui pra pra gente fechar esse tópico, né, traria essa reflexão que é o
[45:58] tópico, né, traria essa reflexão que é o que é afinal educar, né? Eh, na semana
[46:03] que é afinal educar, né? Eh, na semana passada nós estudamos sobre as
[46:05] passada nós estudamos sobre as sociedades ágrafas, né? Então a gente
[46:07] sociedades ágrafas, né? Então a gente viu esses essas esses sistemas também de
[46:10] viu esses essas esses sistemas também de educação em diferentes comunidades. A
[46:13] educação em diferentes comunidades. A gente viu que educar não necessariamente
[46:16] gente viu que educar não necessariamente é ensinar letras e números. a gente pode
[46:18] é ensinar letras e números. a gente pode ter formações, né, que se voltam a
[46:21] ter formações, né, que se voltam a formar esses humanos sensíveis ao tempo,
[46:23] formar esses humanos sensíveis ao tempo, a natureza, a comunidade, a memória, né,
[46:26] a natureza, a comunidade, a memória, né, tantas habilidades e possibilidades de
[46:28] tantas habilidades e possibilidades de formação, formações voltadas eh de uma
[46:32] formação, formações voltadas eh de uma maneira muito mais local e direcionada a
[46:35] maneira muito mais local e direcionada a essa experiência, né, eh, da comunidade,
[46:38] essa experiência, né, eh, da comunidade, de uma vivência local, eh saberes que
[46:41] de uma vivência local, eh saberes que buscam uma relação muito mais global de
[46:44] buscam uma relação muito mais global de conexão, né, com outras culturas, povos
[46:46] conexão, né, com outras culturas, povos e etc. etc. A gente tem várias várias
[46:49] e etc. etc. A gente tem várias várias maneiras e dinâmicas, né, para pensar e
[46:52] maneiras e dinâmicas, né, para pensar e sistematizar o conhecimento e esse
[46:54] sistematizar o conhecimento e esse processo de ensino, aprendizagem. Então,
[46:56] processo de ensino, aprendizagem. Então, o que seria educar, né, no fim das
[46:58] o que seria educar, né, no fim das contas? Aí aqui a gente tem uma um
[47:01] contas? Aí aqui a gente tem uma um comentário que tá no nosso livro mesmo
[47:04] comentário que tá no nosso livro mesmo da disciplina, tá? que diz assim: "A
[47:07] da disciplina, tá? que diz assim: "A escrita trouxe muitas possibilidades,
[47:09] escrita trouxe muitas possibilidades, mas também pôs uma visão de mundo onde o
[47:12] mas também pôs uma visão de mundo onde o que não está escrito muitas vezes é
[47:15] que não está escrito muitas vezes é desvalorizado.
[47:16] desvalorizado. Resgat Hoje o desafio é equilibrar esses
[47:19] Resgat Hoje o desafio é equilibrar esses saberes, resgatando o que há de mais
[47:22] saberes, resgatando o que há de mais humano, ancestral e sensível na
[47:24] humano, ancestral e sensível na educação. Eh, semana passada a gente fez
[47:27] educação. Eh, semana passada a gente fez falou sobre isso, né? o que que a gente
[47:29] falou sobre isso, né? o que que a gente poderia aprender observando essas esses
[47:32] poderia aprender observando essas esses essas outras dinâmicas, né, de educação.
[47:36] essas outras dinâmicas, né, de educação. E a gente falou um pouco sobre isso, né,
[47:38] E a gente falou um pouco sobre isso, né, a valorização eh da ancestralidade, né,
[47:41] a valorização eh da ancestralidade, né, a valorização desse saber também que se
[47:43] a valorização desse saber também que se dá pelo corpo, eh como que a gente pode
[47:47] dá pelo corpo, eh como que a gente pode amenizar essa fragmentação que foi
[47:50] amenizar essa fragmentação que foi feita, né, do do da sociedade, das
[47:53] feita, né, do do da sociedade, das pessoas, como se a mente fosse uma
[47:55] pessoas, como se a mente fosse uma coisa, o corpo fosse outra coisa, né?
[47:58] coisa, o corpo fosse outra coisa, né? Então, enfim, fica aí uma questão pra
[48:00] Então, enfim, fica aí uma questão pra gente seguir refletindo, mas acho que o
[48:03] gente seguir refletindo, mas acho que o que podemos pensar a respeito disso e
[48:06] que podemos pensar a respeito disso e fiquem muito à vontade para trazer
[48:08] fiquem muito à vontade para trazer comentários, tá gente? Hoje vocês estão
[48:10] comentários, tá gente? Hoje vocês estão mais quietinhos, não sei se eu que tô
[48:12] mais quietinhos, não sei se eu que tô mais acelerada também pode ser, né? Tem
[48:15] mais acelerada também pode ser, né? Tem dias que a gente tá um pouco mais
[48:16] dias que a gente tá um pouco mais agitada assim. Eh, mas fiquem bem à
[48:19] agitada assim. Eh, mas fiquem bem à vontade para trazer comentários, as
[48:21] vontade para trazer comentários, as percepções de vocês. Eh, mas acho que
[48:24] percepções de vocês. Eh, mas acho que uma coisa que poderíamos eh considerar
[48:26] uma coisa que poderíamos eh considerar aqui é que a educação ela vai muito além
[48:29] aqui é que a educação ela vai muito além eh da instrução pela instrução, né?
[48:32] eh da instrução pela instrução, né? Então, a gente tem essa essa esse
[48:36] Então, a gente tem essa essa esse entendimento, especialmente nas na nossa
[48:39] entendimento, especialmente nas na nossa sociedade atual. a gente vai perceber
[48:41] sociedade atual. a gente vai perceber que nas sociedades modernas a gente já
[48:43] que nas sociedades modernas a gente já começa a ter essa percepção, né, eh, de
[48:45] começa a ter essa percepção, né, eh, de que a educação tá muito associada a
[48:48] que a educação tá muito associada a ensinar um conteúdo, preparar para
[48:50] ensinar um conteúdo, preparar para provas, né, formar para o mercado de
[48:52] provas, né, formar para o mercado de trabalho, eh formar para uma profissão.
[48:56] trabalho, eh formar para uma profissão. E claro que tudo isso faz parte desse
[48:58] E claro que tudo isso faz parte desse desse processo de educação, mas pensar
[49:01] desse processo de educação, mas pensar também a educação como algo mais que
[49:04] também a educação como algo mais que isso, né? Como esse ato
[49:07] isso, né? Como esse ato eh como esse ato de enraizamento também,
[49:11] eh como esse ato de enraizamento também, né, dessa conexão com eh com o lugar,
[49:14] né, dessa conexão com eh com o lugar, com a sua comunidade, com a sua
[49:16] com a sua comunidade, com a sua existência, né, com a natureza, com os
[49:20] existência, né, com a natureza, com os elementos, enfim, que nos circundam.
[49:22] elementos, enfim, que nos circundam. Então, pensar essa essa educação de uma
[49:26] Então, pensar essa essa educação de uma perspectiva também eh ali um pouco
[49:29] perspectiva também eh ali um pouco conectada com aquela relação da paide
[49:31] conectada com aquela relação da paide assim, dessa formação integral, né,
[49:33] assim, dessa formação integral, né, dessa criticidade, né, desse sujeito
[49:36] dessa criticidade, né, desse sujeito consciente de si, consciente do mundo,
[49:38] consciente de si, consciente do mundo, consciente da comunidade, enfim, acho
[49:40] consciente da comunidade, enfim, acho que coisas pra gente tomar aqui como
[49:43] que coisas pra gente tomar aqui como referência.
[49:45] referência. Bom, gente, então, eh, agora nós vamos
[49:48] Bom, gente, então, eh, agora nós vamos falar um pouquinho da educação na idade
[49:50] falar um pouquinho da educação na idade média pra gente falar dessa mudança, né,
[49:52] média pra gente falar dessa mudança, né, dessa transição ali paraa era moderna.
[49:58] Tomar uma aguinha. Então, vamos lá. Olha
[50:01] Tomar uma aguinha. Então, vamos lá. Olha só, a Idade Média, né, a gente tem eh é
[50:06] só, a Idade Média, né, a gente tem eh é interessante porque a Idade Média e o
[50:08] interessante porque a Idade Média e o livro traz isso, assim, eu achei bem eh
[50:11] livro traz isso, assim, eu achei bem eh interessante, né, porque eu fui eh ler
[50:14] interessante, né, porque eu fui eh ler aquele a a segunda unidade ali para
[50:17] aquele a a segunda unidade ali para relembrar um pouco desse conteúdo, para
[50:19] relembrar um pouco desse conteúdo, para organizar também, né, o nosso material.
[50:23] organizar também, né, o nosso material. E aí fala sobre essa periodização da
[50:25] E aí fala sobre essa periodização da Idade Média no livro, né? Não sei se
[50:26] Idade Média no livro, né? Não sei se vocês fizeram a leitura ali da unidade
[50:29] vocês fizeram a leitura ali da unidade para quem acessou sabem do que eu tô
[50:30] para quem acessou sabem do que eu tô falando, mas eh fala como que a gente
[50:33] falando, mas eh fala como que a gente simplifica essa leitura, né? Sobre um
[50:36] simplifica essa leitura, né? Sobre um período que é um período muito extenso.
[50:37] período que é um período muito extenso. Porque quando a gente pensa a Idade
[50:40] Porque quando a gente pensa a Idade Média, a gente tá falando de um de um
[50:43] Média, a gente tá falando de um de um momento, né, de um período histórico,
[50:46] momento, né, de um período histórico, eh, que abrange cerca de 1000 anos, né?
[50:49] eh, que abrange cerca de 1000 anos, né? E aí a gente tem uma leitura da da Idade
[50:51] E aí a gente tem uma leitura da da Idade Médio como a Idade das Trevas, né? A
[50:53] Médio como a Idade das Trevas, né? A gente muitas vezes simplifica eh um
[50:56] gente muitas vezes simplifica eh um período que é muito complexo e uma
[50:58] período que é muito complexo e uma definição, né, muito muito objetiva,
[51:00] definição, né, muito muito objetiva, enfim. Eh, então, a surgir essa leitura.
[51:04] enfim. Eh, então, a surgir essa leitura. Eu não vou me aprofundar muito nessa
[51:06] Eu não vou me aprofundar muito nessa discussão, eu vou focar de fato nessa
[51:10] discussão, eu vou focar de fato nessa nessa sistematização da do conhecimento
[51:13] nessa sistematização da do conhecimento e das instituições, né, com fins eh
[51:17] e das instituições, né, com fins eh educativos, formativos nesse contexto,
[51:19] educativos, formativos nesse contexto, mas fica ali uma sugestão, sabe, para
[51:22] mas fica ali uma sugestão, sabe, para que vocês possam ler também e ver um
[51:24] que vocês possam ler também e ver um pouco do que o livro traz sobre esse
[51:26] pouco do que o livro traz sobre esse período. Eu acho que é uma, tá uma
[51:28] período. Eu acho que é uma, tá uma abordagem bem interessante, sabe? para
[51:30] abordagem bem interessante, sabe? para quem se interessa também pela pela Idade
[51:32] quem se interessa também pela pela Idade Média, né, por estudar esse contexto.
[51:36] Média, né, por estudar esse contexto. Eh, mas algo que é muito interessante,
[51:38] Eh, mas algo que é muito interessante, né, paraa gente
[51:41] né, paraa gente pensar a Idade Média é pensar mesmo eh
[51:44] pensar a Idade Média é pensar mesmo eh essa complexidade, porque tem algumas
[51:46] essa complexidade, porque tem algumas coisas muito diretas que a gente
[51:48] coisas muito diretas que a gente associa. A gente sabe que a Idade Média
[51:50] associa. A gente sabe que a Idade Média teve uma interferência da igreja, né,
[51:52] teve uma interferência da igreja, né, uma uma interferência muito direta da
[51:54] uma uma interferência muito direta da igreja. Eh, a Idade Média, ela vai ter
[51:58] igreja. Eh, a Idade Média, ela vai ter algumas eh quando a gente olha para um
[52:01] algumas eh quando a gente olha para um para um campo de produção artística, né,
[52:04] para um campo de produção artística, né, muitas vezes a gente olha como um
[52:05] muitas vezes a gente olha como um período em que a gente não tem tantas
[52:07] período em que a gente não tem tantas coisas sendo desenvolvidas num campo do
[52:10] coisas sendo desenvolvidas num campo do teatro. Eh, então, enfim, eu do campo do
[52:13] teatro. Eh, então, enfim, eu do campo do teatro, a gente sempre olha a Idade
[52:14] teatro, a gente sempre olha a Idade Média como um período eh que que
[52:17] Média como um período eh que que suspende um pouco esse processo de
[52:19] suspende um pouco esse processo de desenvolvimento, porque a gente vai ter
[52:21] desenvolvimento, porque a gente vai ter uma um processo de de atuação teatral
[52:25] uma um processo de de atuação teatral ali com essa finalidade catequética e
[52:27] ali com essa finalidade catequética e tudo mais. Eh, ao mesmo tempo, quando a
[52:30] tudo mais. Eh, ao mesmo tempo, quando a gente olha, por exemplo, paraa
[52:31] gente olha, por exemplo, paraa arquitetura, né, da Idade Média, a gente
[52:33] arquitetura, né, da Idade Média, a gente tem um período eh de desenvolvimentos
[52:36] tem um período eh de desenvolvimentos muito muito ricos, né? a gente olha pra
[52:40] muito muito ricos, né? a gente olha pra pra arquitetura gótica, por exemplo, né?
[52:43] pra arquitetura gótica, por exemplo, né? A gente tem referências e materiais que
[52:45] A gente tem referências e materiais que a gente estuda até hoje, assim. Então, é
[52:47] a gente estuda até hoje, assim. Então, é mais ou menos nessa perspectiva que o o
[52:49] mais ou menos nessa perspectiva que o o livro vai dizer, não voltado
[52:50] livro vai dizer, não voltado especificamente pra arte, mas pra gente
[52:52] especificamente pra arte, mas pra gente pensar também, né, essas contradições,
[52:55] pensar também, né, essas contradições, um período que muitas vezes em um
[52:57] um período que muitas vezes em um contexto ele acaba eh impedindo, né, uma
[53:01] contexto ele acaba eh impedindo, né, uma fluidez, um desenvolvimento. Em outro
[53:03] fluidez, um desenvolvimento. Em outro ponto ele apresenta um desenvolvimento
[53:04] ponto ele apresenta um desenvolvimento significativo.
[53:06] significativo. Enfim, né, gente, essa complexidade que
[53:08] Enfim, né, gente, essa complexidade que é estudar as coisas de uma perspectiva
[53:10] é estudar as coisas de uma perspectiva histórica, né, e olhar para isso para
[53:13] histórica, né, e olhar para isso para além de uma definição, de uma busca por
[53:15] além de uma definição, de uma busca por uma definição de, ah, foi um período
[53:17] uma definição de, ah, foi um período bom, foi um período ruim, né? Mas
[53:19] bom, foi um período ruim, né? Mas entender tantos fatores que atravessam
[53:21] entender tantos fatores que atravessam esses 1000 anos, né? Imagina, um período
[53:23] esses 1000 anos, né? Imagina, um período bem extenso. Então, como a gente tem um
[53:26] bem extenso. Então, como a gente tem um período extenso, a gente tem uma divisão
[53:28] período extenso, a gente tem uma divisão também, né, eh, proposta a partir de de
[53:31] também, né, eh, proposta a partir de de estudos já eh, mais clássicos, enfim,
[53:34] estudos já eh, mais clássicos, enfim, mais tradicionais sobre a Idade Média. A
[53:36] mais tradicionais sobre a Idade Média. A gente vai ter essa divisão, né, de
[53:38] gente vai ter essa divisão, né, de primeira Idade Média, alta Idade Média,
[53:40] primeira Idade Média, alta Idade Média, Idade Média Central e Baixa Idade Média.
[53:43] Idade Média Central e Baixa Idade Média. Então, algumas coisas que a gente começa
[53:45] Então, algumas coisas que a gente começa a perceber
[53:47] a perceber e que diferenciam um período do outro,
[53:49] e que diferenciam um período do outro, né? Eh, deixa eu só pegar aqui que eu tô
[53:53] né? Eh, deixa eu só pegar aqui que eu tô com uma anotação dos séculos para eu não
[53:55] com uma anotação dos séculos para eu não me perder para pra gente associar esse
[53:57] me perder para pra gente associar esse período temporal. Pronto, vamos lá.
[53:59] período temporal. Pronto, vamos lá. Olha, então, Primeira Idade Média,
[54:00] Olha, então, Primeira Idade Média, quando a gente olha para esse período, a
[54:02] quando a gente olha para esse período, a gente tá falando aqui eh de um século
[54:06] gente tá falando aqui eh de um século até um século VI, mais ou menos, tá?
[54:09] até um século VI, mais ou menos, tá? Período super extenso, né? Então aqui a
[54:11] Período super extenso, né? Então aqui a gente tem mais ou menos quatro séculos
[54:13] gente tem mais ou menos quatro séculos eh que comportam essa fase aqui da
[54:16] eh que comportam essa fase aqui da primeira idade média. que que a gente
[54:18] primeira idade média. que que a gente tem nesse período, né? A gente tem uma
[54:21] tem nesse período, né? A gente tem uma formação eh cultural que tá que herda
[54:24] formação eh cultural que tá que herda muito eh modelos romanos, né? Figuras,
[54:28] muito eh modelos romanos, né? Figuras, eh inclusive alguns preceitos
[54:30] eh inclusive alguns preceitos educacionais também. Depois a gente vai
[54:32] educacionais também. Depois a gente vai ver eh algumas coisas em relação a isso,
[54:35] ver eh algumas coisas em relação a isso, mas a gente vai partir, né, dessa
[54:37] mas a gente vai partir, né, dessa herança romana e já, claro, de uma
[54:39] herança romana e já, claro, de uma influência muito direta cristã, né?
[54:41] influência muito direta cristã, né? Então, desde a primeira Idade Média, a
[54:43] Então, desde a primeira Idade Média, a gente já começa a identificar o
[54:45] gente já começa a identificar o cristianismo como esse como esse eixo de
[54:49] cristianismo como esse como esse eixo de unificação desse sistema, desse tempo,
[54:52] unificação desse sistema, desse tempo, né, desse pensamento. Então, a educação,
[54:55] né, desse pensamento. Então, a educação, eh, nesse contexto, ela vai est muito
[54:57] eh, nesse contexto, ela vai est muito controlada pela igreja, né? Então, a
[55:00] controlada pela igreja, né? Então, a gente vai ter uma educação que tem como
[55:02] gente vai ter uma educação que tem como objetivo formação religiosa, a
[55:05] objetivo formação religiosa, a preservação de saberes mais antigos, né?
[55:08] preservação de saberes mais antigos, né? um ensino. Lembra que eu falei para
[55:11] um ensino. Lembra que eu falei para vocês que o a escrita eh ela também tem
[55:15] vocês que o a escrita eh ela também tem uma relação de poder muito forte nessa
[55:18] uma relação de poder muito forte nessa nessa especialmente aqui nessas
[55:20] nessa especialmente aqui nessas primeiras fases da da Idade Média,
[55:22] primeiras fases da da Idade Média, primeira até a Alta Idade Média aqui a
[55:24] primeira até a Alta Idade Média aqui a gente tem eh um saber preservado e muito
[55:28] gente tem eh um saber preservado e muito restrito ao clero, né?
[55:31] restrito ao clero, né? Então, a gente tem uma educação que tá
[55:33] Então, a gente tem uma educação que tá com foco em leitura, escrita, doutrina
[55:36] com foco em leitura, escrita, doutrina cristã, tudo mais, mas a gente tá
[55:37] cristã, tudo mais, mas a gente tá falando de um saber que é restrito ao
[55:39] falando de um saber que é restrito ao clero. Então, não temos, não estamos
[55:42] clero. Então, não temos, não estamos considerando nessas referências algumas
[55:44] considerando nessas referências algumas dessas pistas que eu tô dando, né, sobre
[55:47] dessas pistas que eu tô dando, né, sobre educação nesse contexto, uma educação de
[55:49] educação nesse contexto, uma educação de acesso popular, tá, gente? Importante
[55:52] acesso popular, tá, gente? Importante considerar isso.
[55:56] Vamos lá. Eh, alta idade média. Já eu
[56:00] Vamos lá. Eh, alta idade média. Já eu trago aqui o a a questão do chat, tá?
[56:03] trago aqui o a a questão do chat, tá? Alta idade média. Então, aqui nós temos
[56:06] Alta idade média. Então, aqui nós temos século VI século X. É um período um
[56:08] século VI século X. É um período um pouco menor, mas ainda é um período
[56:10] pouco menor, mas ainda é um período muito significativo. Aqui a gente vai
[56:13] muito significativo. Aqui a gente vai ter uma organização um pouco mais
[56:15] ter uma organização um pouco mais sistemática da educação, né? Então, a
[56:17] sistemática da educação, né? Então, a gente tem a criação de algumas escolas,
[56:20] gente tem a criação de algumas escolas, por exemplo, né? a gente começa a ter a
[56:22] por exemplo, né? a gente começa a ter a presença de algumas instituições, isso
[56:24] presença de algumas instituições, isso vai ser muito significativo e a criação
[56:27] vai ser muito significativo e a criação dessas escolas que estão muito ligadas,
[56:29] dessas escolas que estão muito ligadas, claro, sempre, né, ao poder religioso e
[56:32] claro, sempre, né, ao poder religioso e político, né? Então, pensando política e
[56:35] político, né? Então, pensando política e religião nessa relação eh muito muito
[56:39] religião nessa relação eh muito muito imbricada uma outra.
[56:41] imbricada uma outra. Aqui nós estamos pensando eh uma
[56:44] Aqui nós estamos pensando eh uma educação que ainda não tá
[56:48] educação que ainda não tá ah, como que eu posso como que eu posso
[56:51] ah, como que eu posso como que eu posso dizer, né? é uma educação que ela tá
[56:53] dizer, né? é uma educação que ela tá muito mais preocupada com uma
[56:55] muito mais preocupada com uma padronização do ensino e com uma
[56:58] padronização do ensino e com uma preservação da cultura, preservação do
[57:00] preservação da cultura, preservação do pensamento, preservação, né, dessa
[57:02] pensamento, preservação, né, dessa lógica eh cristã dominante do que
[57:06] lógica eh cristã dominante do que pensar, né, um processo de de difusão,
[57:10] pensar, né, um processo de de difusão, de ahã divulgação, né, de algumas
[57:14] de ahã divulgação, né, de algumas informações, de alguns escritos. Então,
[57:16] informações, de alguns escritos. Então, a gente tá nesse período, nesse período
[57:19] a gente tá nesse período, nesse período muito voltado à padronização do ensino,
[57:22] muito voltado à padronização do ensino, porque é um período em que a gente
[57:23] porque é um período em que a gente começa a ter essas estruturas, essas
[57:25] começa a ter essas estruturas, essas instituições escolares, por exemplo, né?
[57:27] instituições escolares, por exemplo, né? Então aqui a gente vai ter eh uma
[57:30] Então aqui a gente vai ter eh uma relação muito voltada a essa definição
[57:35] relação muito voltada a essa definição dessa estrutura, né, a essa eh a esse
[57:39] dessa estrutura, né, a essa eh a esse desenvolvimento de algumas estruturas
[57:41] desenvolvimento de algumas estruturas ali de ensino. Na Idade Média Central,
[57:44] ali de ensino. Na Idade Média Central, aqui a gente fala de um século X até um
[57:48] aqui a gente fala de um século X até um século XI. O que a gente tem nesse
[57:51] século XI. O que a gente tem nesse contexto é a consolidação do feudalismo,
[57:53] contexto é a consolidação do feudalismo, né? E com isso uma sociedade muito
[57:57] né? E com isso uma sociedade muito estratificada. Então a gente tá pensando
[57:59] estratificada. Então a gente tá pensando uma sociedade que tem divisões bem
[58:02] uma sociedade que tem divisões bem rígidas, bem definidas de grupos e
[58:04] rígidas, bem definidas de grupos e funções, né? Então é aqui que a gente
[58:06] funções, né? Então é aqui que a gente começa a ter aquela divisão, né? Então
[58:09] começa a ter aquela divisão, né? Então da nobreza, dos senhores feudais, eh que
[58:12] da nobreza, dos senhores feudais, eh que é quem detém a terra, que é quem detém
[58:14] é quem detém a terra, que é quem detém poder político, né? Eh, ali ao lado
[58:17] poder político, né? Eh, ali ao lado também, considerando esse topo, nós
[58:19] também, considerando esse topo, nós temos o clero, que é esse grupo de
[58:23] temos o clero, que é esse grupo de muita influência, responsável, né, por
[58:25] muita influência, responsável, né, por toda essa vida religiosa e é quem detém
[58:28] toda essa vida religiosa e é quem detém grande parte do conhecimento, do saber,
[58:31] grande parte do conhecimento, do saber, enfim, dos recursos de escrita e tudo
[58:33] enfim, dos recursos de escrita e tudo mais. E na base aí nós vamos ter os
[58:35] mais. E na base aí nós vamos ter os camponeses, né, que trabalham eh nas
[58:38] camponeses, né, que trabalham eh nas terras ali em troca de de enfim, de
[58:41] terras ali em troca de de enfim, de subsistência mesmo, né, de alguma
[58:43] subsistência mesmo, né, de alguma proteção e tudo mais. Então aqui nesse
[58:46] proteção e tudo mais. Então aqui nesse período, eh, a gente tem essa, a gente
[58:51] período, eh, a gente tem essa, a gente tá falando aqui da Idade Média Central,
[58:53] tá falando aqui da Idade Média Central, né? A gente vai ter eh a o surgimento
[58:56] né? A gente vai ter eh a o surgimento nesse contexto já das primeiras
[58:58] nesse contexto já das primeiras universidades. Então, vejam como que
[59:01] universidades. Então, vejam como que essas instituições elas vão evoluindo,
[59:03] essas instituições elas vão evoluindo, né? Então a gente começa ali na Alta
[59:06] né? Então a gente começa ali na Alta Idade Média ter um desenvolvimento de
[59:07] Idade Média ter um desenvolvimento de algumas escolas. Na Idade Média Central
[59:10] algumas escolas. Na Idade Média Central a gente já começa a ter essas primeiras
[59:12] a gente já começa a ter essas primeiras universidades. A gente com isso vai ter
[59:15] universidades. A gente com isso vai ter uma ampliação das práticas eh educativas
[59:18] uma ampliação das práticas eh educativas pensando esse ensino formal já, né?
[59:20] pensando esse ensino formal já, né? Então, tendo como referência às escolas
[59:23] Então, tendo como referência às escolas e à universidades. Mas aqui, eh, apesar
[59:26] e à universidades. Mas aqui, eh, apesar da gente já começar a ter alguns
[59:28] da gente já começar a ter alguns acessos, né, à educação, eh, não só
[59:31] acessos, né, à educação, eh, não só restrito ao clero e à nobreza, mas
[59:33] restrito ao clero e à nobreza, mas também de acesso a a aos camponeses, mas
[59:37] também de acesso a a aos camponeses, mas é um acesso ainda, né, muito muito
[59:41] é um acesso ainda, né, muito muito limitado e é uma educação muito
[59:43] limitado e é uma educação muito diferenciada também, né, conforme a
[59:46] diferenciada também, né, conforme a classe social. Então, a gente vai pensar
[59:48] classe social. Então, a gente vai pensar uma, por exemplo, né, uma formação que
[59:50] uma, por exemplo, né, uma formação que tem um desenvolvimento intelectual muito
[59:53] tem um desenvolvimento intelectual muito mais eh aprimorado, eh, que vai ser
[59:57] mais eh aprimorado, eh, que vai ser ofertado ali à nobreza e ao clero, e um
[01:00:00] ofertado ali à nobreza e ao clero, e um ensino que daí tá muito mais voltado a
[01:00:02] ensino que daí tá muito mais voltado a práticas, a trabalho, a mão de obra, que
[01:00:04] práticas, a trabalho, a mão de obra, que é voltado aos camponeses, né? Então,
[01:00:06] é voltado aos camponeses, né? Então, também tem essa essa diferenciação ali
[01:00:09] também tem essa essa diferenciação ali na estrutura. E a baixidade média a
[01:00:12] na estrutura. E a baixidade média a gente fala ali num período final. Então
[01:00:14] gente fala ali num período final. Então aqui a gente fala século X, século X.
[01:00:18] aqui a gente fala século X, século X. Aqui a gente já começa a ter um
[01:00:19] Aqui a gente já começa a ter um crescimento das cidades, da burguesia. A
[01:00:21] crescimento das cidades, da burguesia. A gente começa a ter um fortalecimento,
[01:00:23] gente começa a ter um fortalecimento, né, nesse período também eh, de
[01:00:26] né, nesse período também eh, de dinâmicas de mercado. Eh, lógico que a
[01:00:30] dinâmicas de mercado. Eh, lógico que a gente vai identificar, né,
[01:00:32] gente vai identificar, né, consequentemente um fortalecimento
[01:00:34] consequentemente um fortalecimento também dessas estruturas. Então, a gente
[01:00:37] também dessas estruturas. Então, a gente começa a ter uma um maior número de
[01:00:40] começa a ter uma um maior número de universidades sendo criadas, né? A gente
[01:00:42] universidades sendo criadas, né? A gente começa a ter um fortalecimento também
[01:00:44] começa a ter um fortalecimento também dessas universidades, né? O que
[01:00:46] dessas universidades, né? O que significa eh uma um aprimoramento do
[01:00:49] significa eh uma um aprimoramento do sistema de ensino, um aprimoramento
[01:00:51] sistema de ensino, um aprimoramento considerando as pessoas também que estão
[01:00:53] considerando as pessoas também que estão ali. Eh, ai gente, pera aí que apareceu
[01:00:57] ali. Eh, ai gente, pera aí que apareceu alguma coisa na minha tela. Pronto,
[01:00:59] alguma coisa na minha tela. Pronto, voltou. a gente começa a ter também a
[01:01:02] voltou. a gente começa a ter também a presença de pessoas, né, preparadas ali
[01:01:05] presença de pessoas, né, preparadas ali nesses espaços. Então, tudo isso vai
[01:01:07] nesses espaços. Então, tudo isso vai fortalecer e vai enriquecer essas
[01:01:10] fortalecer e vai enriquecer essas estruturas, né? Aqui na baixa Idade
[01:01:12] estruturas, né? Aqui na baixa Idade média a gente tem um momento que é muito
[01:01:15] média a gente tem um momento que é muito importante,
[01:01:16] importante, que vai inclusive construir essa ponte,
[01:01:19] que vai inclusive construir essa ponte, né, ali paraa era moderna, que é o
[01:01:22] né, ali paraa era moderna, que é o avanço da ciência de filosofias mais
[01:01:25] avanço da ciência de filosofias mais racionalistas, né, que é quando a gente
[01:01:27] racionalistas, né, que é quando a gente começa a a mudar o pensamento,
[01:01:31] começa a a mudar o pensamento, comportamento e se interessar por outros
[01:01:33] comportamento e se interessar por outros elementos eh a partir de algumas
[01:01:35] elementos eh a partir de algumas necessidades, né, o próprio avanço
[01:01:37] necessidades, né, o próprio avanço dessas instituições de ensino começa a
[01:01:39] dessas instituições de ensino começa a demandar essa essa essa pesquisa que não
[01:01:43] demandar essa essa essa pesquisa que não seja eh de um controle exclusivo da
[01:01:45] seja eh de um controle exclusivo da igreja que começa a atender essas suas
[01:01:48] igreja que começa a atender essas suas demandas, né? Então, a partir de uma
[01:01:49] demandas, né? Então, a partir de uma perspectiva eh científica, né? A partir
[01:01:52] perspectiva eh científica, né? A partir da lógica do humanismo que a gente vai
[01:01:54] da lógica do humanismo que a gente vai perceber que isso vai vir muito à tona.
[01:01:56] perceber que isso vai vir muito à tona. Então, enfim, a gente vai ter alguns
[01:01:58] Então, enfim, a gente vai ter alguns fatores aqui na baixa média que vão
[01:02:00] fatores aqui na baixa média que vão contribuir
[01:02:04] já para pra transição do
[01:02:08] já para pra transição do eh pra era moderna.
[01:02:12] eh pra era moderna. Vamos lá. Tem uma pergunta aqui. Natel
[01:02:14] Vamos lá. Tem uma pergunta aqui. Natel perguntou: "A idade média da primeira
[01:02:16] perguntou: "A idade média da primeira cruzada,
[01:02:18] cruzada, onde houve os primeiros templários?"
[01:02:22] Poxa vida, Natanael. Eh, não sei. Eu
[01:02:26] Poxa vida, Natanael. Eh, não sei. Eu preciso,
[01:02:28] preciso, eu preciso verificar isso, confesso para
[01:02:30] eu preciso verificar isso, confesso para você. Aí depois a gente pode trazer
[01:02:33] você. Aí depois a gente pode trazer aqui, tá? Para falar sobre isso,
[01:02:35] aqui, tá? Para falar sobre isso, mas eu não sei te responder agora.
[01:02:39] mas eu não sei te responder agora. Bom, gente, a gente vai ter algumas
[01:02:41] Bom, gente, a gente vai ter algumas concepções educacionais aqui. Eu vou
[01:02:43] concepções educacionais aqui. Eu vou tentar ser breve porque eu queria muito
[01:02:45] tentar ser breve porque eu queria muito passar ali para pra gente falar um
[01:02:46] passar ali para pra gente falar um pouquinho sobre a era moderna, mas eu
[01:02:49] pouquinho sobre a era moderna, mas eu quero falar um pouquinho sobre algumas
[01:02:51] quero falar um pouquinho sobre algumas correntes que foram desenvolvidas nesse
[01:02:53] correntes que foram desenvolvidas nesse período da Idade Média, né? Então, a
[01:02:55] período da Idade Média, né? Então, a gente tem algumas concepções
[01:02:56] gente tem algumas concepções educacionais que marcam esse período.
[01:03:00] educacionais que marcam esse período. Eh, aqui vocês podem perceber que tem
[01:03:02] Eh, aqui vocês podem perceber que tem uma uma indicação, né, de período de
[01:03:05] uma uma indicação, né, de período de tempo que não respeita exatamente aquela
[01:03:07] tempo que não respeita exatamente aquela divisão, eh, aquela periodização ali que
[01:03:09] divisão, eh, aquela periodização ali que a gente tem, né, aqui da da Idade Média,
[01:03:13] a gente tem, né, aqui da da Idade Média, considerando essas quatro divisões, mas
[01:03:16] considerando essas quatro divisões, mas que de alguma maneira localizam, se
[01:03:17] que de alguma maneira localizam, se aproximam a partir dessa dessas
[01:03:20] aproximam a partir dessa dessas indicações também. Então aqui essas
[01:03:23] indicações também. Então aqui essas correntes são patrística, escolástica e
[01:03:27] correntes são patrística, escolástica e nominalismo, né, que tá mais no final da
[01:03:30] nominalismo, né, que tá mais no final da Idade Média. Então, olha só, essas três
[01:03:33] Idade Média. Então, olha só, essas três correntes, né, elas eh expressam um
[01:03:36] correntes, né, elas eh expressam um movimento muito importante no pensamento
[01:03:38] movimento muito importante no pensamento medieval, que é especialmente um
[01:03:41] medieval, que é especialmente um movimento de tentar compreender uma
[01:03:44] movimento de tentar compreender uma relação entre a fé e entre a razão, que
[01:03:47] relação entre a fé e entre a razão, que é uma relação que ao longo do tempo vai
[01:03:49] é uma relação que ao longo do tempo vai se transformando, né? Então, ela não
[01:03:51] se transformando, né? Então, ela não começa de uma forma e segue da mesma
[01:03:53] começa de uma forma e segue da mesma forma. A gente vai perceber uma mudança
[01:03:55] forma. A gente vai perceber uma mudança de perspectiva em relação a isso também,
[01:03:58] de perspectiva em relação a isso também, especialmente, né, considerando essa
[01:04:01] especialmente, né, considerando essa essa relação muito eh muito voltada à
[01:04:05] essa relação muito eh muito voltada à interferência da igreja nesses processos
[01:04:08] interferência da igreja nesses processos educacionais, né? Então, olha só, vamos
[01:04:11] educacionais, né? Então, olha só, vamos lá. Aqui eu deixei um resuminho, vejam
[01:04:13] lá. Aqui eu deixei um resuminho, vejam se vocês querem tomar notas de algumas
[01:04:15] se vocês querem tomar notas de algumas coisas, mas tudo aqui tá baseado no
[01:04:18] coisas, mas tudo aqui tá baseado no nosso livro da disciplina, né? Então, só
[01:04:20] nosso livro da disciplina, né? Então, só trouxe de uma maneira resumida pra gente
[01:04:22] trouxe de uma maneira resumida pra gente ter um registro de cada corrente. Então,
[01:04:24] ter um registro de cada corrente. Então, vou fazer a leitura com vocês aqui da
[01:04:26] vou fazer a leitura com vocês aqui da tela pra gente comentar brevemente.
[01:04:29] tela pra gente comentar brevemente. Então, quando a gente olha, né, para
[01:04:30] Então, quando a gente olha, né, para essa corrente patrística, a gente tá
[01:04:32] essa corrente patrística, a gente tá falando de uma filosofia voltada à
[01:04:35] falando de uma filosofia voltada à defesa da fé cristã e à conversão, busca
[01:04:38] defesa da fé cristã e à conversão, busca de conciliação entre pensamento grego,
[01:04:41] de conciliação entre pensamento grego, especialmente platônico e cristianismo.
[01:04:44] especialmente platônico e cristianismo. educação centrada na formação moral e
[01:04:47] educação centrada na formação moral e religiosa, com a razão subordinada à fé,
[01:04:51] religiosa, com a razão subordinada à fé, destaque para Santo Agostinho e a
[01:04:53] destaque para Santo Agostinho e a valorização da interioridade e da
[01:04:55] valorização da interioridade e da iluminação divina, né? Então, esse
[01:04:58] iluminação divina, né? Então, esse período é um período em que existe uma
[01:05:00] período é um período em que existe uma uma clara prioridade da fé mesmo. E aqui
[01:05:03] uma clara prioridade da fé mesmo. E aqui a gente vai ter a filosofia sendo
[01:05:05] a gente vai ter a filosofia sendo utilizada como um instrumento de apoio,
[01:05:08] utilizada como um instrumento de apoio, de defesa, eh, de fortalecimento do
[01:05:11] de defesa, eh, de fortalecimento do cristianismo e da formação moral. Aqui
[01:05:14] cristianismo e da formação moral. Aqui na escolástica a gente tem sistema de
[01:05:17] na escolástica a gente tem sistema de pensamento que organiza o ensino
[01:05:19] pensamento que organiza o ensino medieval articulando fé e razão, uso de
[01:05:23] medieval articulando fé e razão, uso de métodos lógicos e argumentativos,
[01:05:27] métodos lógicos e argumentativos, consolidação das universidades,
[01:05:29] consolidação das universidades, tentativa de justificar racionalmente a
[01:05:32] tentativa de justificar racionalmente a fé e destaque para Tomás de Alquimia e a
[01:05:35] fé e destaque para Tomás de Alquimia e a influência de Aristóteles.
[01:05:37] influência de Aristóteles. aqui nesse nesse movimento da
[01:05:39] aqui nesse nesse movimento da escolástica, né, o que a gente percebe
[01:05:42] escolástica, né, o que a gente percebe um uma mudança eh e um início de uma
[01:05:46] um uma mudança eh e um início de uma valorização da razão, né? Então, veja
[01:05:48] valorização da razão, né? Então, veja ali no início a gente tem algo que tá
[01:05:50] ali no início a gente tem algo que tá voltado quase que exclusivamente à fé,
[01:05:53] voltado quase que exclusivamente à fé, né? Tudo que é utilizado é como
[01:05:54] né? Tudo que é utilizado é como fortalecimento da fé, como
[01:05:56] fortalecimento da fé, como fortalecimento do discurso religioso.
[01:05:59] fortalecimento do discurso religioso. Aqui a gente começa a ter uma
[01:06:00] Aqui a gente começa a ter uma valorização da razão. E como que a gente
[01:06:03] valorização da razão. E como que a gente vai perceber isso enquanto um reflexo
[01:06:05] vai perceber isso enquanto um reflexo nessa corrente? eh educacional, né? A
[01:06:08] nessa corrente? eh educacional, né? A gente começa a ter essa razão sendo
[01:06:11] gente começa a ter essa razão sendo também eh sistematizada e sendo
[01:06:14] também eh sistematizada e sendo utilizada para justificar as verdades
[01:06:17] utilizada para justificar as verdades religiosas. Então, eh a gente tem aqui
[01:06:21] religiosas. Então, eh a gente tem aqui uma razão que é valorizada, mas que
[01:06:23] uma razão que é valorizada, mas que ainda está a serviço, a em diálogo
[01:06:26] ainda está a serviço, a em diálogo direto também com a fé. É uma tentativa,
[01:06:29] direto também com a fé. É uma tentativa, inclusive de utilizar a razão como
[01:06:31] inclusive de utilizar a razão como justificativas, né, como explicação para
[01:06:35] justificativas, né, como explicação para eventos religiosos. Então isso
[01:06:37] eventos religiosos. Então isso especialmente já contexto de
[01:06:39] especialmente já contexto de universidades, né, no contexto de
[01:06:41] universidades, né, no contexto de educação formal.
[01:06:43] educação formal. A última corrente que é o nominalismo da
[01:06:45] A última corrente que é o nominalismo da final da Idade Média, ela valoriza os
[01:06:48] final da Idade Média, ela valoriza os indivíduos concretos em detrimento de
[01:06:50] indivíduos concretos em detrimento de conceitos universais, compreensão de que
[01:06:54] conceitos universais, compreensão de que eh os universais são construções da
[01:06:57] eh os universais são construções da linguagem. maior ênfase na razão humana
[01:06:59] linguagem. maior ênfase na razão humana como critério de verdade contribui para
[01:07:02] como critério de verdade contribui para o enfraquecimento da autoridade absoluta
[01:07:04] o enfraquecimento da autoridade absoluta da teologia e antecipa aspectos do
[01:07:07] da teologia e antecipa aspectos do pensamento moderno, né? Então, o que a
[01:07:10] pensamento moderno, né? Então, o que a gente percebe aqui por fim, quando a
[01:07:12] gente percebe aqui por fim, quando a gente olha pro nominalismo e quando a
[01:07:13] gente olha pro nominalismo e quando a gente olha para essas outras duas
[01:07:15] gente olha para essas outras duas correntes, eh, é um processo de
[01:07:20] correntes, eh, é um processo de é um processo de inflexão mesmo, né? que
[01:07:23] é um processo de inflexão mesmo, né? que a partir desse momento em que a gente
[01:07:24] a partir desse momento em que a gente começa a questionar essas noções mais
[01:07:26] começa a questionar essas noções mais universais e valorizar a experiência
[01:07:29] universais e valorizar a experiência concreta. Então aqui a gente tá eh se
[01:07:31] concreta. Então aqui a gente tá eh se interessando por um processo de saber,
[01:07:34] interessando por um processo de saber, né, por uma metodologia empírica. Então,
[01:07:36] né, por uma metodologia empírica. Então, a gente começa a olhar paraa
[01:07:37] a gente começa a olhar paraa experiência, a gente quer identificar eh
[01:07:40] experiência, a gente quer identificar eh essa resposta não a partir de conceitos
[01:07:43] essa resposta não a partir de conceitos universais, mas a partir da experiência,
[01:07:45] universais, mas a partir da experiência, né, a partir da prática, a partir dessa
[01:07:48] né, a partir da prática, a partir dessa dessa experiência empírica mesmo que
[01:07:51] dessa experiência empírica mesmo que começa a justificar, que começa a
[01:07:53] começa a justificar, que começa a desenvolver argumentos, que começa a
[01:07:55] desenvolver argumentos, que começa a materializar essa experiência e trazer
[01:07:58] materializar essa experiência e trazer elementos mais concretos, né? E com isso
[01:08:01] elementos mais concretos, né? E com isso a gente vai ter a razão humana abrindo
[01:08:03] a gente vai ter a razão humana abrindo eh caminhos para uma visão que não seja
[01:08:06] eh caminhos para uma visão que não seja tão dependente dessa teologia.
[01:08:10] tão dependente dessa teologia. Bom, gente, então a partir disso, eu já
[01:08:12] Bom, gente, então a partir disso, eu já vou puxar esse ganchinho pra gente se
[01:08:14] vou puxar esse ganchinho pra gente se encaminhar paraa era moderna, que a
[01:08:15] encaminhar paraa era moderna, que a gente percebe que a gente já começa a
[01:08:17] gente percebe que a gente já começa a ter uma transição de pensamento, uma
[01:08:19] ter uma transição de pensamento, uma mudança de perspectiva.
[01:08:23] Então aqui a gente vai ter eh na era
[01:08:26] Então aqui a gente vai ter eh na era moderna, né, uma mudança eh muito ah
[01:08:30] moderna, né, uma mudança eh muito ah aqui nessa imagem, gente, porque aqui a
[01:08:32] aqui nessa imagem, gente, porque aqui a gente vai ter uma algumas coisas, né,
[01:08:35] gente vai ter uma algumas coisas, né, que que já estão aqui como tópicos.
[01:08:38] que que já estão aqui como tópicos. Quando a gente olha para pra era
[01:08:39] Quando a gente olha para pra era moderna, a gente tem uma mudança
[01:08:41] moderna, a gente tem uma mudança importante, inclusive na organização da
[01:08:44] importante, inclusive na organização da sociedade, né? Então o próprio sistema
[01:08:47] sociedade, né? Então o próprio sistema feudal, ele começa a ser
[01:08:49] feudal, ele começa a ser descentralizado, ele começa a ser
[01:08:51] descentralizado, ele começa a ser enfraquecido. E aqui a gente, o que que
[01:08:54] enfraquecido. E aqui a gente, o que que a gente começa a ter como um elemento
[01:08:57] a gente começa a ter como um elemento que se apresenta, né? Eh, essa esse
[01:09:00] que se apresenta, né? Eh, essa esse enfraquecimento do feudalismo, ele vai
[01:09:03] enfraquecimento do feudalismo, ele vai eh dar espaço pro poder dos estados. E
[01:09:07] eh dar espaço pro poder dos estados. E com isso vai trazer ao centro o sistema
[01:09:11] com isso vai trazer ao centro o sistema de monarquia, né? Então aqui na imagem a
[01:09:14] de monarquia, né? Então aqui na imagem a gente tem o retrato do monarca, eh,
[01:09:18] gente tem o retrato do monarca, eh, Luiz,
[01:09:19] Luiz, ai Luís 14, que é dessa figura aqui. Aí
[01:09:24] ai Luís 14, que é dessa figura aqui. Aí eu trouxe uma figura dele de um monarca
[01:09:26] eu trouxe uma figura dele de um monarca aqui absolutista também que que é uma um
[01:09:29] aqui absolutista também que que é uma um retrato, né, aqui da era moderna pra
[01:09:31] retrato, né, aqui da era moderna pra gente ter também essa referência com eh
[01:09:35] gente ter também essa referência com eh com essa mudança de organização da
[01:09:37] com essa mudança de organização da sociedade, né, pra gente pensar que
[01:09:39] sociedade, né, pra gente pensar que obviamente isso vai de alguma maneira
[01:09:41] obviamente isso vai de alguma maneira gerar uma uma mudança, gerar alguma
[01:09:44] gerar uma uma mudança, gerar alguma alteração ali na dinâmica que vai também
[01:09:46] alteração ali na dinâmica que vai também reverberar ali no contexto da educação,
[01:09:48] reverberar ali no contexto da educação, né? a gente tem, ao mesmo tempo, a gente
[01:09:52] né? a gente tem, ao mesmo tempo, a gente tem um, com essa, esse enfraquecimento
[01:09:55] tem um, com essa, esse enfraquecimento do feudalismo, né, a gente tem também um
[01:09:58] do feudalismo, né, a gente tem também um fortalecimento do comércio, da
[01:10:00] fortalecimento do comércio, da indústria. É, aqui tem algo que não dá
[01:10:03] indústria. É, aqui tem algo que não dá pra gente deixar de mencionar, que é das
[01:10:05] pra gente deixar de mencionar, que é das grandes navegações, né, que vão eh
[01:10:08] grandes navegações, né, que vão eh ampliar algumas, tanto vão promover essa
[01:10:11] ampliar algumas, tanto vão promover essa expansão territorial, né, eh, e esse
[01:10:14] expansão territorial, né, eh, e esse processo de globalização, mas vão
[01:10:16] processo de globalização, mas vão ampliar mesmo esse contato, eh, e com
[01:10:19] ampliar mesmo esse contato, eh, e com diferentes povos, com diferentes
[01:10:20] diferentes povos, com diferentes culturas, né? E nesse cenário todo, a
[01:10:23] culturas, né? E nesse cenário todo, a gente já começa a ter a burguesia
[01:10:25] gente já começa a ter a burguesia ganhando força, tanto econômica quanto
[01:10:28] ganhando força, tanto econômica quanto força política mesmo, né? Que já começa
[01:10:31] força política mesmo, né? Que já começa a a mudar, começa a gerar um ruído ali,
[01:10:35] a a mudar, começa a gerar um ruído ali, eh, e uma mudança muito muito impactante
[01:10:37] eh, e uma mudança muito muito impactante em relação à antiga à antiga dinâmica
[01:10:40] em relação à antiga à antiga dinâmica social. Então tudo isso, gente, todas
[01:10:43] social. Então tudo isso, gente, todas essas mudanças, né, que é uma mudança eh
[01:10:47] essas mudanças, né, que é uma mudança eh que tá nessa esfera econômica, que tá
[01:10:49] que tá nessa esfera econômica, que tá nessa esfera de comportamento, nessa
[01:10:51] nessa esfera de comportamento, nessa esfera de organização social, tudo isso
[01:10:53] esfera de organização social, tudo isso vai criar base para que a gente possa
[01:10:55] vai criar base para que a gente possa olhar pro mundo, pensar o mundo de outra
[01:10:58] olhar pro mundo, pensar o mundo de outra maneira. Então, pra gente pensar que a
[01:11:00] maneira. Então, pra gente pensar que a educação ela tá sempre muito vinculada
[01:11:03] educação ela tá sempre muito vinculada eh a esse modo de pensar o mundo que tá
[01:11:07] eh a esse modo de pensar o mundo que tá muito associado a essas dinâmicas de
[01:11:09] muito associado a essas dinâmicas de organização da sociedade, né? Então,
[01:11:11] organização da sociedade, né? Então, dinâmicas de poder, dinâmicas de
[01:11:13] dinâmicas de poder, dinâmicas de comércio, dinâmicas de troca, né? Então,
[01:11:15] comércio, dinâmicas de troca, né? Então, tudo isso que vai de alguma maneira
[01:11:18] tudo isso que vai de alguma maneira interferir em como a gente pensa os
[01:11:19] interferir em como a gente pensa os nossos processos de formação.
[01:11:23] nossos processos de formação. Aqui nós vamos ter algumas informações
[01:11:25] Aqui nós vamos ter algumas informações também, só pra gente eh entender algumas
[01:11:29] também, só pra gente eh entender algumas coisas que para além do pensamento, né,
[01:11:31] coisas que para além do pensamento, né, além dessa dessa questão da da escola,
[01:11:34] além dessa dessa questão da da escola, da universidade, de conceitos que também
[01:11:36] da universidade, de conceitos que também vão gerar uma crise na na estrutura da
[01:11:40] vão gerar uma crise na na estrutura da Idade Média, a gente tem alguns fatores,
[01:11:43] Idade Média, a gente tem alguns fatores, como, por exemplo, aqui a peste negra,
[01:11:45] como, por exemplo, aqui a peste negra, né, que que vai gerar uma queda
[01:11:47] né, que que vai gerar uma queda populacional e consequentemente uma
[01:11:50] populacional e consequentemente uma crise de fé, né? Então, a gente vai
[01:11:53] crise de fé, né? Então, a gente vai pensar um contexto em que eh a gente
[01:11:56] pensar um contexto em que eh a gente tenta utilizar a razão para justificar
[01:11:59] tenta utilizar a razão para justificar alguns efeitos, para justificar alguns
[01:12:01] alguns efeitos, para justificar alguns acontecimentos, mas é uma razão que tá
[01:12:03] acontecimentos, mas é uma razão que tá muito vinculada a um discurso religioso
[01:12:06] muito vinculada a um discurso religioso e isso vai gerar uma crise muito grande
[01:12:08] e isso vai gerar uma crise muito grande de pensamento, de identificação, né?
[01:12:11] de pensamento, de identificação, né? Porque na peste negra a gente tem eh uma
[01:12:14] Porque na peste negra a gente tem eh uma uma morte em massa assim, né, da
[01:12:17] uma morte em massa assim, né, da população a partir dessa eh dessa dessa
[01:12:21] população a partir dessa eh dessa dessa peste. Então isso já vai gerar uma
[01:12:23] peste. Então isso já vai gerar uma crise. A gente tem a guerra dos 100
[01:12:26] crise. A gente tem a guerra dos 100 anos, né, que também acaba gerando uma
[01:12:30] anos, né, que também acaba gerando uma uma estabilidade muito significativa.
[01:12:32] uma estabilidade muito significativa. que na Guerra dos 100 anos a gente tem
[01:12:34] que na Guerra dos 100 anos a gente tem um conflito eh na verdade não é um
[01:12:37] um conflito eh na verdade não é um conflito, né? É uma série,
[01:12:39] conflito, né? É uma série, de conflito entre França e Inglaterra
[01:12:42] de conflito entre França e Inglaterra que tá ali disputando, né, o trono
[01:12:44] que tá ali disputando, né, o trono francês. E a gente vai ter com isso,
[01:12:47] francês. E a gente vai ter com isso, claro, um cenário de guerra, destruição,
[01:12:49] claro, um cenário de guerra, destruição, crise social, né? Eh, tudo isso também
[01:12:52] crise social, né? Eh, tudo isso também contribui com o fortalecimento da
[01:12:53] contribui com o fortalecimento da monarquia. Então, isso gera uma
[01:12:54] monarquia. Então, isso gera uma instabilidade que também vai interferir
[01:12:57] instabilidade que também vai interferir com uma mudança, né, de organização
[01:12:59] com uma mudança, né, de organização social. E o grande cisma do Ocidente,
[01:13:01] social. E o grande cisma do Ocidente, que é aquele momento em que a gente tem
[01:13:03] que é aquele momento em que a gente tem a Igreja Católica, ela tem mais de um
[01:13:06] a Igreja Católica, ela tem mais de um papa, né, ao mesmo tempo. E aí isso gera
[01:13:08] papa, né, ao mesmo tempo. E aí isso gera uma divisão religiosa, a própria igreja
[01:13:12] uma divisão religiosa, a própria igreja começa a perder autoridade porque há um
[01:13:14] começa a perder autoridade porque há um conflito interno ali, né? Então isso
[01:13:16] conflito interno ali, né? Então isso também vai gerar o enfraquecimento da da
[01:13:19] também vai gerar o enfraquecimento da da igreja. E aí a gente vai acompanhar essa
[01:13:21] igreja. E aí a gente vai acompanhar essa transição paraa modernidade, que aqui
[01:13:24] transição paraa modernidade, que aqui como, né, se se destaca
[01:13:27] como, né, se se destaca é um processo gradual, não imediato, né,
[01:13:29] é um processo gradual, não imediato, né, gente? Sempre reforçando isso, porque
[01:13:31] gente? Sempre reforçando isso, porque quando a gente olha diferentes períodos,
[01:13:33] quando a gente olha diferentes períodos, a gente pensa
[01:13:37] e é importante considerar que a gente
[01:13:39] e é importante considerar que a gente tem esse processo gradual de mudança
[01:13:41] tem esse processo gradual de mudança entre um período e outro, né? não é uma
[01:13:44] entre um período e outro, né? não é uma uma mudança brusca de de pensamento
[01:13:47] uma mudança brusca de de pensamento aqui. E aí a gente vai ter, né, nesse
[01:13:50] aqui. E aí a gente vai ter, né, nesse contexto todo, com toda essa crise, a
[01:13:53] contexto todo, com toda essa crise, a gente vai ter esse processo de
[01:13:55] gente vai ter esse processo de fortalecimento, de fortalecimento de
[01:13:58] fortalecimento, de fortalecimento de alguns ideais, de algumas maneiras de
[01:14:00] alguns ideais, de algumas maneiras de pensar, eh, que vão dar forma ao
[01:14:03] pensar, eh, que vão dar forma ao renascimento, né? o renascimento, que é
[01:14:05] renascimento, né? o renascimento, que é esse esse movimento que ele é tanto
[01:14:08] esse esse movimento que ele é tanto intelectual quanto cultural, artístico,
[01:14:11] intelectual quanto cultural, artístico, eh que ele representa essa mudança, eh,
[01:14:16] eh que ele representa essa mudança, eh, de de pensamento, de entendimento, de
[01:14:20] de de pensamento, de entendimento, de identificação, né? Então, o que a gente
[01:14:22] identificação, né? Então, o que a gente tem com o renascimento é uma valorização
[01:14:24] tem com o renascimento é uma valorização do ser humano, uma valorização da razão,
[01:14:26] do ser humano, uma valorização da razão, da natureza, algumas retomadas, né, da
[01:14:29] da natureza, algumas retomadas, né, da cultura greco-romana.
[01:14:31] cultura greco-romana. aqui só passando alguns pontos mesmo,
[01:14:33] aqui só passando alguns pontos mesmo, uma ruptura com o teocentrismo medieval
[01:14:35] uma ruptura com o teocentrismo medieval e uma separação entre fé e ciência, né?
[01:14:39] e uma separação entre fé e ciência, né? Esse momento em que a gente começa a ter
[01:14:41] Esse momento em que a gente começa a ter a secularização do saber. Mas aqui eu
[01:14:44] a secularização do saber. Mas aqui eu trouxe algumas coisas para falar um
[01:14:46] trouxe algumas coisas para falar um pouco mais sobre isso.
[01:14:53] Eh,
[01:14:55] Eh, vamos lá. Deixa eu só tentar finalizar
[01:14:57] vamos lá. Deixa eu só tentar finalizar esse aqui para ver se dá tempo da gente
[01:14:59] esse aqui para ver se dá tempo da gente fechar essa parte aqui do renascimento,
[01:15:02] fechar essa parte aqui do renascimento, tá gente? Aí depois depois eu volto ali
[01:15:04] tá gente? Aí depois depois eu volto ali pra gente comentar. Então, alguns dos
[01:15:07] pra gente comentar. Então, alguns dos valores que a gente tem muito presentes
[01:15:09] valores que a gente tem muito presentes aqui, né, na nesse período eh do
[01:15:13] aqui, né, na nesse período eh do renascimento, a gente vai ter o
[01:15:14] renascimento, a gente vai ter o humanismo que vai, né, inclusive dar
[01:15:17] humanismo que vai, né, inclusive dar espaço aqui paraa educação humanista.
[01:15:20] espaço aqui paraa educação humanista. Então, o que que a gente tem do
[01:15:21] Então, o que que a gente tem do humanismo, né? humanismo vai ser um um
[01:15:24] humanismo, né? humanismo vai ser um um dos dos pilares do renascimento e é uma
[01:15:28] dos dos pilares do renascimento e é uma uma linha de de pensamento, de
[01:15:30] uma linha de de pensamento, de entendimento, né, quase uma filosofia
[01:15:33] entendimento, né, quase uma filosofia mesmo que tem o homem como centro do
[01:15:36] mesmo que tem o homem como centro do universo. Então a gente vai ter essa
[01:15:37] universo. Então a gente vai ter essa substituição, né, do teocentrismo pelo
[01:15:40] substituição, né, do teocentrismo pelo antropocentrismo.
[01:15:42] antropocentrismo. Isso vai gerar eh algumas algumas
[01:15:46] Isso vai gerar eh algumas algumas mudanças importantes, né? Porque quando
[01:15:48] mudanças importantes, né? Porque quando a gente muda essa perspectiva, a gente
[01:15:50] a gente muda essa perspectiva, a gente começa a entender e olhar pro mundo de
[01:15:53] começa a entender e olhar pro mundo de outra maneira, né? Então, a gente deixa
[01:15:55] outra maneira, né? Então, a gente deixa de ter Deus e a religião no centro. A
[01:15:59] de ter Deus e a religião no centro. A gente coloca o sujeito como centro de
[01:16:01] gente coloca o sujeito como centro de todas as coisas, o sujeito como centro
[01:16:04] todas as coisas, o sujeito como centro da experiência e consequentemente como
[01:16:06] da experiência e consequentemente como esse centro também capaz de trazer
[01:16:09] esse centro também capaz de trazer justificativas, explicações,
[01:16:12] justificativas, explicações, eh conhecimentos, experiências, né?
[01:16:15] eh conhecimentos, experiências, né? Então, a gente vai ter um processo de
[01:16:17] Então, a gente vai ter um processo de estudos muito importante, de um avanço
[01:16:19] estudos muito importante, de um avanço da ciência, que vai olhar pro corpo
[01:16:21] da ciência, que vai olhar pro corpo humano, inclusive para entender esse
[01:16:23] humano, inclusive para entender esse corpo humano, não mais como um corpo
[01:16:26] corpo humano, não mais como um corpo sagrado, mas como um corpo, um material
[01:16:28] sagrado, mas como um corpo, um material de pesquisa também, né? Eh, então aqui a
[01:16:32] de pesquisa também, né? Eh, então aqui a gente vai ter, né, toda essa valorização
[01:16:34] gente vai ter, né, toda essa valorização da razão, esses elementos que a gente já
[01:16:36] da razão, esses elementos que a gente já começa a a acompanhar esse
[01:16:38] começa a a acompanhar esse fortalecimento, né? E com isso a gente
[01:16:41] fortalecimento, né? E com isso a gente também vai ter uma valorização das
[01:16:44] também vai ter uma valorização das humanidades, né? Que que seria isso?
[01:16:46] humanidades, né? Que que seria isso? Seria essa essa retomada e daí isso
[01:16:50] Seria essa essa retomada e daí isso muito vinculado a essa retomada, né, de
[01:16:52] muito vinculado a essa retomada, né, de saberes eh greco-romanos ali, que é
[01:16:55] saberes eh greco-romanos ali, que é pensar essa formação que contempla
[01:16:58] pensar essa formação que contempla letras, filosofia, história, arte, né?
[01:17:01] letras, filosofia, história, arte, né? Então, pensar também essa formação desse
[01:17:04] Então, pensar também essa formação desse sujeito, eh, mesmo porque o que se
[01:17:07] sujeito, eh, mesmo porque o que se interessa agora é pensar como que o
[01:17:09] interessa agora é pensar como que o sujeito interpreta o mundo, como que ele
[01:17:11] sujeito interpreta o mundo, como que ele interpreta a sua realidade. Então,
[01:17:13] interpreta a sua realidade. Então, pensar essa formação do indivíduo também
[01:17:16] pensar essa formação do indivíduo também como uma formação integral, né,
[01:17:18] como uma formação integral, né, intelectual, moral e cívica. Aqui a
[01:17:21] intelectual, moral e cívica. Aqui a gente vai ter também vai acompanhar um
[01:17:23] gente vai ter também vai acompanhar um novo ideal pedagógico com
[01:17:25] novo ideal pedagógico com desenvolvimento de uma maior autonomia,
[01:17:27] desenvolvimento de uma maior autonomia, maior participação social, né? Eh, e
[01:17:30] maior participação social, né? Eh, e isso tudo dá base para a educação
[01:17:32] isso tudo dá base para a educação moderna e para um pensamento científico.
[01:17:37] moderna e para um pensamento científico. Então, vejam só, né, gente, aqui a gente
[01:17:39] Então, vejam só, né, gente, aqui a gente já começa a a
[01:17:42] já começa a a pensar, né, e algumas áreas que são
[01:17:44] pensar, né, e algumas áreas que são contempladas, pensar alguns temas que
[01:17:47] contempladas, pensar alguns temas que começam a fortalecer esse processo de
[01:17:50] começam a fortalecer esse processo de elaboração do saber, de elaboração do
[01:17:52] elaboração do saber, de elaboração do conhecimento a partir de diversas vias,
[01:17:55] conhecimento a partir de diversas vias, mas sempre tendo o sujeito como esse
[01:17:58] mas sempre tendo o sujeito como esse norte, como essa referência, né?
[01:18:01] norte, como essa referência, né? Tem um outro elemento aqui, eh, que a
[01:18:04] Tem um outro elemento aqui, eh, que a gente vai considerar como um elemento
[01:18:06] gente vai considerar como um elemento que vai contribuir com esse processo,
[01:18:09] que vai contribuir com esse processo, que é a reforma protestante. Aqui já se
[01:18:11] que é a reforma protestante. Aqui já se encaminhando pra gente finalizar eh o
[01:18:14] encaminhando pra gente finalizar eh o nosso tópico aqui, né? Então, a gente
[01:18:16] nosso tópico aqui, né? Então, a gente vai ter a reforma protestante com uma
[01:18:19] vai ter a reforma protestante com uma ruptura importante ali com a Igreja
[01:18:21] ruptura importante ali com a Igreja Católica, que também vai gerar impactos
[01:18:24] Católica, que também vai gerar impactos paraa educação, especialmente quando a
[01:18:26] paraa educação, especialmente quando a gente começa a ter essa defesa do acesso
[01:18:29] gente começa a ter essa defesa do acesso direto às escrituras, né? Então, o que a
[01:18:32] direto às escrituras, né? Então, o que a gente tem nesse movimento é uma eh não
[01:18:36] gente tem nesse movimento é uma eh não só isso, né? A gente também acompanha
[01:18:38] só isso, né? A gente também acompanha uma crítica muito eh muito direta à
[01:18:42] uma crítica muito eh muito direta à própria corrupção do clero, né? Mas a
[01:18:45] própria corrupção do clero, né? Mas a gente vai ter um um discurso que tá
[01:18:47] gente vai ter um um discurso que tá muito voltado a essa defesa também do
[01:18:50] muito voltado a essa defesa também do acesso às escrituras. Então aqui a gente
[01:18:53] acesso às escrituras. Então aqui a gente tem com isso e com os reformadores aqui,
[01:18:56] tem com isso e com os reformadores aqui, né, com essas esses líderes aqui da
[01:18:58] né, com essas esses líderes aqui da reforma protestante, especialmente
[01:19:00] reforma protestante, especialmente Lutero, né, que vai ser uma figura
[01:19:02] Lutero, né, que vai ser uma figura importante nesse movimento, a gente tem
[01:19:05] importante nesse movimento, a gente tem uma defesa pela pelo processo de
[01:19:08] uma defesa pela pelo processo de alfabetização e de escolarização eh das
[01:19:12] alfabetização e de escolarização eh das classes populares, né, para que a gente
[01:19:15] classes populares, né, para que a gente possa então ter uma educação que não
[01:19:17] possa então ter uma educação que não fique restrita apenas ao clero, né,
[01:19:21] fique restrita apenas ao clero, né, apenas aos grupos grupos religiosos, mas
[01:19:23] apenas aos grupos grupos religiosos, mas que possa realmente ser um instrumento
[01:19:25] que possa realmente ser um instrumento de desenvolvimento social,
[01:19:27] de desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, né, mesmo
[01:19:29] desenvolvimento econômico, né, mesmo porque é um período em que a gente
[01:19:31] porque é um período em que a gente começa a acompanhar esse fortalecimento
[01:19:33] começa a acompanhar esse fortalecimento do comércio, né? E aí com isso a gente
[01:19:36] do comércio, né? E aí com isso a gente vai defender várias coisas, eh, como uma
[01:19:38] vai defender várias coisas, eh, como uma escola que seja mais organizada, uma
[01:19:40] escola que seja mais organizada, uma escola que seja mais acessível, né?
[01:19:43] escola que seja mais acessível, né? Então, a gente vai ter algumas coisas eh
[01:19:46] Então, a gente vai ter algumas coisas eh importantes aqui. Deixa eu repassar
[01:19:47] importantes aqui. Deixa eu repassar esses tópicos, ver se tem alguma coisa
[01:19:50] esses tópicos, ver se tem alguma coisa muito
[01:19:52] muito eh pra gente destacar aqui. Então, vamos
[01:19:56] eh pra gente destacar aqui. Então, vamos lá, né? Ruptura com a Igreja Católica,
[01:19:58] lá, né? Ruptura com a Igreja Católica, críticas à corrupção do clero, aos
[01:20:00] críticas à corrupção do clero, aos dogmas, a influência do humanismo e a
[01:20:02] dogmas, a influência do humanismo e a educação ganha um novo papel, né? que é
[01:20:04] educação ganha um novo papel, né? que é o que eu tava dizendo a vocês, que é
[01:20:06] o que eu tava dizendo a vocês, que é essa defesa desse processo de
[01:20:07] essa defesa desse processo de alfabetização também, meio de
[01:20:09] alfabetização também, meio de desenvolvimento social econômico, defesa
[01:20:11] desenvolvimento social econômico, defesa da escolarização para todos, ensino
[01:20:14] da escolarização para todos, ensino coletivo como responsabilidade do
[01:20:16] coletivo como responsabilidade do estado, município. Isso aqui, gente, é
[01:20:18] estado, município. Isso aqui, gente, é algo super interessante, né? Eh, porque
[01:20:21] algo super interessante, né? Eh, porque quando a gente tem ali, quando a gente
[01:20:23] quando a gente tem ali, quando a gente olha para esse contexto da da Idade
[01:20:26] olha para esse contexto da da Idade Média e a gente pensa eh essa
[01:20:30] Média e a gente pensa eh essa sistematização do conhecimento, né, e
[01:20:32] sistematização do conhecimento, né, e essa estrutura
[01:20:35] essa estrutura eh das escolas, das universidades e tudo
[01:20:39] eh das escolas, das universidades e tudo mais, a gente tá falando ainda de um
[01:20:42] mais, a gente tá falando ainda de um processo de educação, ai, deixa eu
[01:20:44] processo de educação, ai, deixa eu conectar meu carregador que abaixou aqui
[01:20:47] conectar meu carregador que abaixou aqui a bateria, de um processo de educação
[01:20:50] a bateria, de um processo de educação que ele é gerido eh pela igreja, né?
[01:20:53] que ele é gerido eh pela igreja, né? Então ele é todo pensado, ele é todo
[01:20:56] Então ele é todo pensado, ele é todo aprovado ali e organizado pela pela
[01:21:00] aprovado ali e organizado pela pela Igreja Católica. Aqui a gente começa a
[01:21:03] Igreja Católica. Aqui a gente começa a ter essa defesa de uma educação que ela
[01:21:07] ter essa defesa de uma educação que ela seja a responsabilidade do Estado, né?
[01:21:11] seja a responsabilidade do Estado, né? Então isso aqui também vai ser algo bem
[01:21:14] Então isso aqui também vai ser algo bem bem decisivo, né? para esse cenário
[01:21:17] bem decisivo, né? para esse cenário aqui. A gente tem, né, duas referências
[01:21:20] aqui. A gente tem, né, duas referências só para que a gente possa eh localizar,
[01:21:24] só para que a gente possa eh localizar, né? Então, a gente tem Martinho Lutéo,
[01:21:26] né? Então, a gente tem Martinho Lutéo, que vai incentivar a frequência escolar,
[01:21:29] que vai incentivar a frequência escolar, porque ele vai defender justamente que
[01:21:30] porque ele vai defender justamente que todo mundo tem acesso à leitura, né? eh
[01:21:33] todo mundo tem acesso à leitura, né? eh que todo mundo possa ter esse acesso e
[01:21:35] que todo mundo possa ter esse acesso e esse canal de interpretação da Bíblia
[01:21:37] esse canal de interpretação da Bíblia por conta própria. Então, ele vai
[01:21:40] por conta própria. Então, ele vai incentivar essa essa criação de escolas
[01:21:43] incentivar essa essa criação de escolas que possam ampliar o acesso, né, à
[01:21:46] que possam ampliar o acesso, né, à educação e vai incentivar o povo também
[01:21:48] educação e vai incentivar o povo também a essa frequência escolar, né? Então
[01:21:51] a essa frequência escolar, né? Então aqui esse movimento ele já vai pensar eh
[01:21:55] aqui esse movimento ele já vai pensar eh um modo de contemplar crianças que sejam
[01:21:58] um modo de contemplar crianças que sejam de diferentes classes.
[01:22:00] de diferentes classes. Aqui quando a gente pensa no João
[01:22:02] Aqui quando a gente pensa no João Calvino, eh ele também vai contribuir
[01:22:05] Calvino, eh ele também vai contribuir muito com esse pensamento. Eh, mas ele
[01:22:08] muito com esse pensamento. Eh, mas ele vai pensar uma uma educação muito mais
[01:22:11] vai pensar uma uma educação muito mais rigorosa e muito mais disciplinada
[01:22:13] rigorosa e muito mais disciplinada mesmo, né? Voltada a uma formação que é
[01:22:17] mesmo, né? Voltada a uma formação que é moral e que é intelectual. Então ele vai
[01:22:20] moral e que é intelectual. Então ele vai ter nos seus modelos, né, ele vai
[01:22:22] ter nos seus modelos, né, ele vai priorizar alguns estudos de línguas.
[01:22:25] priorizar alguns estudos de línguas. Então ele vai pensar, vai priorizar o
[01:22:27] Então ele vai pensar, vai priorizar o latim, o grego, vai priorizar estudo na
[01:22:30] latim, o grego, vai priorizar estudo na ciência, né? eh vai pensar em como
[01:22:33] ciência, né? eh vai pensar em como preparar esses indivíduos para que eles
[01:22:35] preparar esses indivíduos para que eles estejam mais
[01:22:38] estejam mais instruídos e possam se organizar para
[01:22:40] instruídos e possam se organizar para atuar na sociedade.
[01:22:42] atuar na sociedade. Com isso que a gente tem, né, o que a
[01:22:44] Com isso que a gente tem, né, o que a gente eh vê enquanto uma um resultado,
[01:22:47] gente eh vê enquanto uma um resultado, uma um reflexo desse movimento, a gente
[01:22:51] uma um reflexo desse movimento, a gente começa a ver esse processo de uma escola
[01:22:53] começa a ver esse processo de uma escola que seja laica, né? Então, que é o que
[01:22:56] que seja laica, né? Então, que é o que tem a ver lá também com o que a gente
[01:22:57] tem a ver lá também com o que a gente falou anteriormente da da secularização
[01:23:00] falou anteriormente da da secularização ali do conhecimento. Então, quando isso
[01:23:03] ali do conhecimento. Então, quando isso também, gente, tem a ver com essa
[01:23:06] também, gente, tem a ver com essa responsabilidade da educação pelo
[01:23:07] responsabilidade da educação pelo Estado, né? Então, uma vez que a o
[01:23:09] Estado, né? Então, uma vez que a o estado ele se se responsabiliza pela
[01:23:12] estado ele se se responsabiliza pela educação, a gente também eh acompanha
[01:23:16] educação, a gente também eh acompanha esse processo de encaminhamento de uma
[01:23:19] esse processo de encaminhamento de uma educação para uma educação laica, que a
[01:23:22] educação para uma educação laica, que a gente sabe que isso também vai ser muito
[01:23:24] gente sabe que isso também vai ser muito processual, né? Então, a gente vai ter
[01:23:27] processual, né? Então, a gente vai ter uma eh mas a gente vai começar a se
[01:23:30] uma eh mas a gente vai começar a se encaminhar para isso, tá? Estamos nos
[01:23:32] encaminhar para isso, tá? Estamos nos minutos finais, então não vamos
[01:23:35] minutos finais, então não vamos conseguir estender muito mais. Deixa eu
[01:23:38] conseguir estender muito mais. Deixa eu ver aqui. Tinha uma pergunta do
[01:23:39] ver aqui. Tinha uma pergunta do Natanael. Deixa eu ver se eu consigo te
[01:23:41] Natanael. Deixa eu ver se eu consigo te responder isso, Natanael. Vamos lá. No
[01:23:44] responder isso, Natanael. Vamos lá. No caso da idade da fé, foi quando houve um
[01:23:47] caso da idade da fé, foi quando houve um período em que o cristianismo,
[01:23:50] período em que o cristianismo, eh, regido pela Igreja Católica,
[01:23:52] eh, regido pela Igreja Católica, consolidou o poder absoluto na Europa,
[01:23:55] consolidou o poder absoluto na Europa, se referindo à Idade Média. Eh, quando a
[01:23:58] se referindo à Idade Média. Eh, quando a gente pensa eh a essa ideia de idade da
[01:24:02] gente pensa eh a essa ideia de idade da fé, acho que a gente já já costuma
[01:24:06] fé, acho que a gente já já costuma trazer uma referência eh a esse
[01:24:08] trazer uma referência eh a esse movimento, né, a esse eh cenário em que
[01:24:12] movimento, né, a esse eh cenário em que o cristianismo ele assume esse eixo
[01:24:16] o cristianismo ele assume esse eixo organizador da vida da vida europeia
[01:24:18] organizador da vida da vida europeia mesmo. Então, eh, diria que sim, que é
[01:24:21] mesmo. Então, eh, diria que sim, que é quando a gente tem a Igreja Católica
[01:24:23] quando a gente tem a Igreja Católica realmente consolidando esse poder na
[01:24:26] realmente consolidando esse poder na Europa, né? A partir daí que a gente vai
[01:24:28] Europa, né? A partir daí que a gente vai ter essa, esse entendimento dessa idade
[01:24:31] ter essa, esse entendimento dessa idade da fé.
[01:24:33] da fé. Bom, professor, eu acho que eu vou
[01:24:36] Bom, professor, eu acho que eu vou finalizando por aqui. Eh, hoje eu
[01:24:40] finalizando por aqui. Eh, hoje eu queria, né, já entrar ali no nesse nesse
[01:24:43] queria, né, já entrar ali no nesse nesse cenário ali nos aspectos históricos da
[01:24:45] cenário ali nos aspectos históricos da educação no Brasil, né, pra gente entrar
[01:24:48] educação no Brasil, né, pra gente entrar ali na educação jesuítica no Brasil.
[01:24:51] ali na educação jesuítica no Brasil. Eh, mas não tem problema porque eu ia só
[01:24:53] Eh, mas não tem problema porque eu ia só iniciar isso para que a gente tivesse
[01:24:55] iniciar isso para que a gente tivesse uma reflexão inicial. Então, na semana
[01:24:58] uma reflexão inicial. Então, na semana que vem, a gente se volta exclusivamente
[01:25:00] que vem, a gente se volta exclusivamente a esse conteúdo, né, dos aspectos
[01:25:02] a esse conteúdo, né, dos aspectos históricos da educação no Brasil. A
[01:25:04] históricos da educação no Brasil. A gente vai começar falando sobre a
[01:25:06] gente vai começar falando sobre a educação jesuítica, mas eh a gente vai
[01:25:10] educação jesuítica, mas eh a gente vai ganhar espaço para também se aproximar
[01:25:13] ganhar espaço para também se aproximar de pensadores mais contemporâneos e a
[01:25:15] de pensadores mais contemporâneos e a partir de tudo que a gente viu criar
[01:25:17] partir de tudo que a gente viu criar conexões, né, relações com modelos
[01:25:21] conexões, né, relações com modelos educacionais atuais, tá bom? Então, olha
[01:25:24] educacionais atuais, tá bom? Então, olha só, gente, essa nosso próximo encontro,
[01:25:27] só, gente, essa nosso próximo encontro, que será o último encontro da
[01:25:28] que será o último encontro da disciplina, será dia 29/04,
[01:25:31] disciplina, será dia 29/04, que é na próxima quarta-feira, às 20:30.
[01:25:34] que é na próxima quarta-feira, às 20:30. Então, eu espero por vocês, agradeço
[01:25:37] Então, eu espero por vocês, agradeço muito a participação de todos e todas,
[01:25:40] muito a participação de todos e todas, profe, agora eu te devolvo a palavra.
[01:25:44] profe, agora eu te devolvo a palavra. >> Pessoal, o código de saída já está aqui
[01:25:46] >> Pessoal, o código de saída já está aqui no chat, tá bom? É 950.
[01:25:50] no chat, tá bom? É 950. Eh, e a gente espera, né, como a prof
[01:25:52] Eh, e a gente espera, né, como a prof falou, vocês aqui na próxima semana, na
[01:25:54] falou, vocês aqui na próxima semana, na próxima quarta-feira, nesse mesmo
[01:25:56] próxima quarta-feira, nesse mesmo horário, tá? Às 20:30, horário de
[01:25:58] horário, tá? Às 20:30, horário de Brasília, pra nossa última aula, o nosso
[01:26:00] Brasília, pra nossa última aula, o nosso último encontro. Passou voando, né,
[01:26:02] último encontro. Passou voando, né, gente? Eu achei que passou voando.
[01:26:05] gente? Eu achei que passou voando. Então, como eu já disse para vocês, né?
[01:26:07] Então, como eu já disse para vocês, né? Qualquer dúvida que vocês tiverem,
[01:26:09] Qualquer dúvida que vocês tiverem, entrem em contato comigo, né? Abram um
[01:26:11] entrem em contato comigo, né? Abram um chamado lá no falecomediador que eu vou
[01:26:14] chamado lá no falecomediador que eu vou orientando, tá bom? Então, um beijo para
[01:26:17] orientando, tá bom? Então, um beijo para vocês, uma boa noite e até semana que
[01:26:19] vocês, uma boa noite e até semana que vem.
[01:26:22] vem. >> Obrigada, profe. Obrigada, gente. Boa
[01:26:24] >> Obrigada, profe. Obrigada, gente. Boa noite. Até a semana que vem. Tchau.
[01:26:27] noite. Até a semana que vem. Tchau. Ciao.