A Verdade Sobre Ordens Secretas (Muito Além da Conspiração)
https://www.youtube.com/watch?v=Jcmm5TjgXYA
[00:00] O que que tem de tão secreto nas ordens?
[00:02] Não é algo assim para qualquer um ter acesso.
[00:06] Certas guildas precisaram se ocultar.
[00:09] Todas as religiões tem o seu lado não secreto, que é o lado do povo, e o lado secreto.
[00:14] Só você pode mudar a sua realidade.
[00:16] Tudo tem causa e efeito.
[00:17] Então, o verdadeiro conhecimento esotérico é cada vez mais entrar nessa camada da cebola.
[00:22] A ascensão não é para cima, não é para fora, não é para outro lugar.
[00:26] A ascensão é para dentro.
[00:27] Yuri Mocelin, empresário, polímata e alquimista.
[00:29] A alquimia, ela é uma linguagem muito simbólica, porque o simbolismo poético perdura mais no tempo.
[00:37] Trinosofia é justamente a alquimia da alma, é o hermetismo alexandrino e acaba lá esênia.
[00:43] Se a gente olhar o que é magia, é intenção direcionada, é vontade direcionada para um objetivo.
[00:49] Eu falaria pras pessoas buscarem o caminho do coração.
[00:53] O caminho do coração é o cadinho do alquimista que precisa existir de forma isolada do resto e um fogo constante e fazer o famoso vitriol.
[01:00] Visita o interior da Terra, retifica-te de encontras a pedra oculta.
[01:05] É dentro de você que está essa verdade fundamental.
[01:15] Você só precisa percebê-lo.
[01:15] Yuri, o que que tem de tão secreto nas ordens secretas?
[01:20] Bom, o grande mistério, como chamam, é aquilo que a gente não pode ver no cotidiano.
[01:29] Então, se você toma algo como secreto, em primeiro lugar, já é aquilo que é o desconhecido pelas massas, desconhecido pela população.
[01:44] Quando a gente entende o que é secreto, a gente entende o fundamento do da figura que aquilo representa, né, simbolicamente para nós, pro secreto, mas tem aquilo que
[01:54] a sombra é aquilo que a gente não enxerga, o mistério.
[01:59] É exato. Que é abstrato, sabe? Ah, secreto. É um segredo. Eu quero saber um
[02:02] secreto.
[02:02] É um segredo.
[02:02] Eu quero saber um segredo.
[02:02] Mas existe aquilo que é secreto.
[02:05] Mas existe aquilo que é arquetípico,
[02:06] arquetípico, tá?
[02:08] que é o fundamento por trás do do secreto.
[02:09] O que que quer dizer ser arquetípico?
[02:11] O que que quer dizer ser arquetípico?
[02:11] Arque, tudo que é arqueitura,
[02:14] arqueologia, né?
[02:17] Tudo isso significa o princípio da coisa,
[02:18] tá?
[02:19] Tá?
[02:19] Então, arquetipos,
[02:22] tipos principiais, protótipos, vamos
[02:24] dizer, protótipos de consciência que
[02:26] nascem lá com o Platão, né, antes de
[02:29] Cristo e vai nos trazer essa visão de
[02:33] mundo de que existe um plano das ideias.
[02:35] E nesse plano das ideias, as formas são
[02:39] conceitualmente perfeitas e a natureza
[02:42] humana tenta chegar na perfeição, não
[02:46] consegue, por isso evolui.
[02:48] Coisas imperfeitas que tentam chegar
[02:50] numa forma perfeita evolui.
[02:53] Entende?
[02:53] Mas isso aí, isso aí já passa por muitos
[02:55] conceitos, né?
[02:55] Na verdade, como que o
[02:58] ser humano saberia esse sentido do que é
[03:00] perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] O que é o que é bom e o que é ruim.
[03:05] Aí a são questões fundamentais da filosofia, né?
[03:09] Bom, belo, verdadeiro, né?
[03:11] Todas essas questões que são vão sendo argumentadas desde lá da antiga Grécia até os tempos atuais, né?
[03:17] Então, realmente a gente passa por tudo isso e aí a gente volta na pergunta, né?
[03:22] O que existe de tão secreto nas ordens secretas?
[03:23] Talvez essas respostas, né?
[03:25] É. E é o arcano.
[03:27] O que que é um arcano?
[03:28] O arquétipo. É o arquettipo. É o arcano da coisa.
[03:33] É a ideia primordial. é a sabedoria que dá o fundamento para que essas mitologias, situações e tudo mais existam.
[03:40] Mas então a as ordens secretas, de alguma maneira elas sabem coisas secretas, né?
[03:45] Mas essas coisas secretas que elas sabem são verdades de alguma forma.
[03:50] São verdades. E é verdade.
[03:54] Não, num O que eu quero dizer é o seguinte, tentando simplificar.
[03:57] Não precisa simplificar não.
[03:59] Tu pode.
[04:00] A audiência vai entender.
[04:02] Então tá. Ó, deixa um like aí se você acho que
[04:03] Deixa um like aí se você achou que simplifica.
[04:05] Vai entender tudo.
[04:05] Simplifica.
[04:05] Simplifica, senão é.
[04:06] Senão é, mas simplifica, mas sem perder a.
[04:08] Mas simplifica, mas sem perder a complexidade, né?
[04:10] Complexidade, né?
[04:10] Então o arcano é aquilo que é guardado pelo segredo.
[04:13] E o segredo quando ele se ordena, um grupo de pessoas, tá?
[04:16] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:18] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:21] Ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:23] Um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:25] Que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:27] A gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:29] Disso.
[04:30] É um exemplo, tá?
[04:30] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:31] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:34] Uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:36] De alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:38] Realizável daquilo.
[04:39] Uhum.
[04:39] Isso é uma coisa que geralmente quando você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:41] Você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:44] Revoluciona.
[04:46] Eletricidade, os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:48] Os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:51] São fazendas redes sociais, olha que louco isso.
[04:53] Isso.
[04:53] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[04:56] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:01] E a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:03] A pessoa tá vendo nós aqui agora por
[05:05] né? A pessoa tá vendo nós aqui agora por causa de um feudo tecnológico.
[05:08] causa de um feudo tecnológico.
[05:09] que alguém é dono
[05:10] e que a gente tem que respeitar a regra,
[05:10] que eu e você como criadores e pessoas que trabalhamos dentro desse meio, a gente tem que respeitar as regras, diretrizes e a gente tem que pagar certas tarifas.
[05:20] É, mas não existe lado de fora do feudo, né, cara?
[05:22] O último feudo é o governo, tu já nasce cidadão.
[05:25] Exato. Exato. Então, tudo se ordena.
[05:28] Sim. tu entende que existem ordens intrínsecas do universo e as sociedades conforme elas aumentam seu nível de complexibilidade, elas entram naquilo que eu chamo de princípio da ressonância harmônica.
[05:39] Que que isso quer dizer?
[05:41] Ressonância harmônica. Por exemplo, você vai tocar piano, aí o piano tá um pouquinho desafinado.
[05:46] Acontece, acontece.
[05:49] E aí esse pianinho meio desafinado, ele gera uma progressão de harmônicos, certo?
[05:57] Tem a tonal, né? a o harmônico tonal e os outros que são subarmônicos da série harmônica.
[06:01] Esse é o nome técnico da música para falar sobre isso.
[06:04] Então, quando você tem uma série harmônica, todos os subharmônicos estão
[06:08] harmônica, todos os subharmônicos estão com estão em frequências ressonantes.
[06:13] É, agora se vem uma outra nota e entra em outro padrão de de frequências, fica dissonante.
[06:19] dissonante.
[06:19] Uhum.
[06:21] E aí essas duas séries harmônicas se batem e elas dão efeitos subarmônicos diferentes que dá uma estranheza no nosso ouvido.
[06:27] A gente julga isso como, ah, isso está desafinado, né?
[06:29] Isso é uma questão cultural, inclusive afinação das notas é uma questão cultural.
[06:33] Na Índia existem 22 notas, sabe?
[06:37] Que são os ragas indianos, né?
[06:40] Em vez de modos gregos, como a gente usa na na Arábia existem os macãs, né?
[06:45] Que são as escalas aquelas árabes que que é bonito, aqueles floreios e tal, né?
[06:49] Então a nossa percepção ela é moldada pela nossa cultura, por onde nós estamos, ambientação, padrões ou, né, a vertical que você nasceu, né?
[06:59] Se você nasceu, por exemplo, num num ambiente que às vezes, pô, mais precário, até a situação sanitária, tudo, você tá exposto a muitas outras coisas que quem não nasceu
[07:10] muitas outras coisas que quem não nasceu nisso já não precisa passar por esse padrão de sobrevivência.
[07:12] O teu livre arbítrio é menos livre ali, né?
[07:14] Se for entrado nessa questão, tu tem menos opções, né?
[07:19] tu tem outros outros outra disponibilidade de das escolhas que tu pode ter, mas eh voltando à compreensão desses princípios do do universo, então essas ordens elas supostamente compreendem princípios.
[07:32] Mas que ordens que a gente tá falando aqui?
[07:33] A gente pode citar nomes ou é isso é perigoso também de alguma forma?
[07:36] Não, talvez batam aí na na porta do podcast.
[07:39] Não sei.
[07:40] Eu não sei, cara.
[07:42] Realmente [risadas] tem existem,
[07:44] cara.
[07:44] É que assim, ó, eu acho que se você mexe com coisas que entram nas teorias da conspiração e a galera começa a fomentar sobre grandes famílias que t grandes impérios, a impérios que começaram há três séculos atrás, cinco séculos atrás, sabe?
[07:59] Então tem gente ali que tá no poder há muito tempo.
[08:02] Então é óbvio que existe uma ordem social, econômica e política.
[08:05] Uhum.
[08:05] Que se ordena do poder.
[08:07] É estrutura de poder, né?
[08:09] Quem tem poder é quem tem o dinheiro.
[08:09] Exato.
[08:09] Quem controla até Adam
[08:12] dinheiro.
[08:12] Exato.
[08:12] Quem controla até Adam Smith, né, o pai da economia moderna,
[08:13] Smith, né, o pai da economia moderna, ele vai nos falar isso,
[08:15] ele vai nos falar isso, >> né, que existem forças e aí o dinheiro
[08:18] né, que existem forças e aí o dinheiro está acima do governo.
[08:20] está acima do governo.
[08:20] E [limpando a garganta] se o governo
[08:21] E [limpando a garganta] se o governo fala qualquer merda aí a reação
[08:23] fala qualquer merda aí a reação econômica é macro, eles opa, né, não dá
[08:26] econômica é macro, eles opa, né, não dá para fazer isso aí.
[08:26] Então o dinheiro
[08:28] para fazer isso aí. Então o dinheiro sempre mandou.
[08:28] É a energia do poder
[08:31] sempre mandou. É a energia do poder condensada que a gente deu o nome, né?
[08:33] condensada que a gente deu o nome, né? a nossa forma de troca é o
[08:33] nossa forma de troca é o
[08:35] é o dinheiro.
[08:36] é o dinheiro.
[08:36] É o dinheiro.
[08:37] É o dinheiro.
[08:37] Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Uhum.
[08:40] Uhum.
[08:40] Tá.
[08:40] Tem ordens que realmente tem esse
[08:42] lado, mas existem ordens que, vamos
[08:45] lado, mas existem ordens que, vamos dizer assim, trabalham um espectro de
[08:48] dizer assim, trabalham um espectro de evolução humana, de autoconhecimento, um
[08:50] evolução humana, de autoconhecimento, um espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] Tipo, pr uma religião, de certa forma, é
[08:56] uma espécie de ordem, né?
[08:56] Só que ela não
[08:57] é tão secreta.
[08:57] Exato.
[08:57] É, na verdade,
[09:00] olha, olha só que interessante.
[09:00] Todas as
[09:02] religiões têm o seu lado não secreto,
[09:04] que é o lado do povo, e o lado secreto.
[09:08] Todas,
[09:08] todas, todas, todas,
[09:09] todas.
[09:09] Todas.
[09:09] O cristianismo, por exemplo, ele
[09:12] Todas.
[09:12] O cristianismo, por exemplo, ele vai ter a Igreja Ortodoxa Romana, que se vai ter a Igreja Ortodoxa Romana, que se forma e a Russa, que é outra vertente de cristianismo, né?
[09:18] Bem diferentes.
[09:20] E essas duas vertentes vão fomentando todas as outras.
[09:24] Depois vai vindo, vindo, vindo até chegar agora evangélicos e tudo mais.
[09:28] vai evoluindo a a cadeia ali, né?
[09:30] Porém, existem vertentes que ficaram nas sombras,
[09:34] tá?
[09:35] Que são essas vertentes secretas mais gnósticas,
[09:38] que normalmente elas são de certa forma mais poderosas, cara.
[09:40] Por isso que elas até ficam mais escondidas assim, tu não dá essas pérolas aos porcos, vamos dizer assim.
[09:46] Tem isso, tá?
[09:46] Tem isso e também tem uma questão de quando você tá num local também operando por trás dos bastidores, você, vamos dizer assim, não corre tantos riscos da exposição,
[10:03] entende?
[10:03] Então, existem locais que é vantagem você ficar atrás do palco, situações da vida.
[10:08] Então, depende que a ordem quer, né?
[10:10] Mas eu acho que assim,
[10:13] ordem quer, né?
[10:13] Mas eu acho que assim, ó, tem essas ordens, por exemplo, estilo religião, que penetram todas as camadas sociais, né, política, econômica, tudo, né, o Vaticano, tudo influencia.
[10:24] Hoje menos, muito menos, mas já influenciou muito mais e já foi a soberania de poder, né, na Idade Média, antes da Renascência.
[10:31] Uhum.
[10:34] Então, é uma questão assim que a gente eh precisa entender que por ordem social também da instauração de religiões no comando, certas guildas precisaram se ocultar.
[10:46] Então, por exemplo, a maçonaria, ela nasce como uma guilda de construtores, que é pedreiros mesmo.
[10:50] Maçom significa pedreiros, né? Obreiros, né, dessa obra alquímica.
[10:58] E eles vão começar a a fomentar um exercício, tipo uma irmandade, uma fraternidade, aonde eles se ajudavam entre si e também buscavam elevação moral, principalmente.
[11:10] Uhum.
[11:11] Sabe? Vamos, >> mas com um que bem religioso também, né,
[11:15] mas com um que bem religioso também, né, cara?
[11:17] E até ironicamente eles serem pedreiros, porque eles seguem o grande arquiteto do universo, né, cara?
[11:21] Legal, cara.
[11:22] Exato.
[11:24] Exato.
[11:24] É isso.
[11:24] Entende?
[11:24] Então eles seguem o grande arquiteto do universo.
[11:28] Eles tentam descaracterizar os conceitos construídos, né, por grandes religiões que às vezes cultuam um Deus.
[11:34] Mas de onde vem a sabedoria deles?
[11:36] Por exemplo?
[11:38] Da onde vem a sabedoria das grandes ordens?
[11:42] A sabedoria das grandes ordens, elas vêm da observação daquilo que é o arcano, tá?
[11:47] São os princípios, que são esses princípios que fundamentam as estruturas de todas as coisas.
[11:52] Quando a gente entende esses princípios, a gente entende as vigas mestras que fundamentam a realidade.
[12:01] Por exemplo, Sir Isaac Newton, é pai da física moderna, ele foi um grande alquimista, muito mais do que cientista, ele estudava textos alquímicos.
[12:12] E isso vocês podem pesquisar no Google, inclusive, sabe?
[12:14] A maior parte da biblioteca do
[12:16] sabe?
[12:16] A maior parte da biblioteca do Newton, ela era sobre alquimia.
[12:18] Todas as alegorias que ele fala ali, a própria gravitação, a teoria que ele conseguiu trazer ali caindo,
[12:25] é o momento de eureca, é a maçã caindo na cabeça dele e ele tá sentado embaixo da árvore, né?
[12:30] Então o que que é isso?
[12:32] Na Cabalá, que é uma estrutura epistemológica e ontológica da realidade, para você ler a realidade e a sua relação diante dela, você consegue ter a árvore da vida.
[12:40] É cabalá é isso, é Ithein é a árvore da vida.
[12:43] E essa Itin, ela vai ter simbolicamente uma fruta lá em cima, que é alegoricamente no mito do Gênesis de Moisés,
[12:54] a maçã,
[12:54] o o pecado original, que na verdade foi o Agostinho que criou, né?
[12:59] O pecado original.
[12:59] A ideia é é na verdade fruto proibido.
[13:03] Fruto proibido diferente de pecado, né?
[13:05] Fruto proibido é diferente de pecado.
[13:07] É, a associação de pecado foi tardia, eh, sabe?
[13:11] Mas a ideia fundamental aí que tá o princípio, o arquétipoendo.
[13:16] E aí a maçã ela tem qual formato?
[13:16] Toro
[13:18] E aí a maçã ela tem qual formato?
[13:18] Toro eidal.
[13:19] Ela é um torus.
[13:21] Ela é um torus.
[13:21] Sabe o toros?
[13:22] Sabe o toros?
[13:22] Não.
[13:22] Não.
[13:22] Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] sei.
[13:25] É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
[13:29] sei.
[13:29] É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
[13:29] Só que ele vai se se autocirculando
[13:31] Só que ele vai se se autocirculando assim, sabe?
[13:32] assim, sabe?
[13:32] Aham.
[13:32] Aham.
[13:32] Esse você fizer por exemplo, uma bobina,
[13:34] Esse você fizer por exemplo, uma bobina, vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre,
[13:39] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre, eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] bobina, né?
[13:41] Se eu enrolar de forma
[13:43] bobina, né?
[13:43] Se eu enrolar de forma toroidal, é comprovado que você aumenta
[13:46] toroidal, é comprovado que você aumenta o coeficiente energético da parada.
[13:48] o coeficiente energético da parada.
[13:48] É tipo uma organização ótima.
[13:50] É tipo uma organização ótima.
[13:50] Exato.
[13:50] Uma organização ótima do fluxo
[13:53] Exato.
[13:53] Uma organização ótima do fluxo energético da coisa.
[13:55] energético da coisa.
[13:55] Sim.
[13:55] Sim.
[13:55] Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Sei.
[13:59] Sei.
[13:59] Então, se você organiza as coisas na
[14:01] Então, se você organiza as coisas na forma correta, você tem aumento de
[14:03] forma correta, você tem aumento de eficiência.
[14:04] eficiência.
[14:04] Tu acredita que as coisas tenham uma
[14:06] Tu acredita que as coisas tenham uma organização ótima?
[14:07] organização ótima?
[14:07] Eu acredito, cara.
[14:08] Eu acredito, cara.
[14:08] Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
[14:09] Absolutamente tudo,
[14:09] Todas as coisas. Absolutamente tudo, porque se uma um plank do universo não
[14:10] porque se uma um plank do universo não tiver,
[14:14] tiver,
[14:14] abre margem pro caos perdurar.
[14:16] tiver,
[14:16] abre margem pro caos perdurar.
[14:19] abre margem pro caos perdurar.
[14:21] Mas e o caos não tá perdurando?
[14:23] Como é que tu sabe se a nossa realidade é ordem ou caos?
[14:24] Não é uma questão de ponto de vista?
[14:29] Eu acho que existem verdades universais e verdades relativas.
[14:32] E a verdade relativa, ela é relativa à tua percepção sobre a vida.
[14:34] Isso pode ser as experiências, os teus contatos com outras pessoas.
[14:40] Isso pode ser a tua relação interna.
[14:43] E aí a gente pode até dividir isso aqui num quadrante assim, tá?
[14:48] E aí tem os os quatro lados aqui e você coloca aqui um eu individual,
[14:53] o eu na percepção coletiva,
[14:55] o nós no individual e o nós na percepção coletiva.
[15:01] Isso vai fazer você olhar paraa sua realidade de uma outra ótica.
[15:08] Porque se você olha somente pela tua percepção, que era o que você tinha falado,
[15:13] você olha para a minha percepção, percebe a ordem ou caos,
[15:15] percebe a forma, percebe o bom, o belo e
[15:19] percebe a forma, percebe o bom, o belo e verdadeiro.
[15:21] Isso é a tua ótica.
[15:21] Por exemplo, eu tô doente.
[15:23] Aí se eu estou doente, eu vou me sentir mal e tal e tá beleza.
[15:28] Tem fatores biológicos, tem.
[15:30] Às vezes é psicológico, às vezes é psicossomático a coisa, sabe?
[15:32] que vai te colocar num estado ali e tal e vai te fazer sentir aquilo.
[15:36] Aquilo é uma experiência sua particular, interna.
[15:39] Então é eu individual.
[15:42] A experiência do médico é o coletivo olhando pro teu eu, vamos dizer assim.
[15:47] Ele vai olhar para ti particularmente, vai falar: "Ah, ele tá com esse problema, essa bactéria, isso, tem que tomar esse antibiótico e tal, tem que fazer esse tratamento".
[15:52] Mas ele não tá considerando o sentir individual da pessoa.
[15:57] >> Uhum.
[15:57] >> Sacou?
[15:59] Ele só vai medicar aquilo que precisa.
[15:59] >> É, se ele for considerar o sentir, ele vai considerar eh a dor, né?
[16:01] a escala de dor da pessoa, a percepção dela tá com tal sintoma, tal, tá sentindo tal coisa, mas
[16:08] >> mas é um outro campo, sim, é um sentido diferente.
[16:10] É um sentido diferente, sabe?
[16:12] Então a gente tem diferentes ângulos da percepção, só que esses quatro quadrantes aqui, eu falei do eu, falta o nós, né?
[16:16] Que o nós individual seria um
[16:20] nós, né? Que o nós individual seria um nós olhando de dentro do coletivo.
[16:22] Nós nós olhando de dentro do coletivo.
[16:24] Nós estamos certos aqui na nossa mesma a gente só fala verdade, isso, isso, aquilo.
[16:27] Aí tem o outro cara lá do outro lado, sei lá onde, enganando um monte de gente e tal, falando aqui eu falo a verdade, entendeu?
[16:33] Então, o nós individual é um senso que forma uma egrégora, uma ordem, uma religião, um grupo ideológico, político, né?
[16:39] Mas todos buscam a verdade de alguma forma.
[16:42] Todos tentam buscar a verdade, só que alguns dentro de uma verdade individual focada no eu, na relação do ganho que o eu tenho sobre os outros.
[16:49] Yeah.
A Verdade Sobre Ordens Secretas (Muito Além da Conspiração)
https://www.youtube.com/watch?v=Jcmm5TjgXYA
Translation: pt-BR
[00:00] O que há de tão secreto nas ordens?
[00:02] Não é algo que qualquer um possa ter acesso.
[00:06] Certas guildas precisaram se ocultar.
[00:09] Todas as religiões têm seu lado não secreto, que é o lado do povo, e o lado secreto.
[00:14] Só você pode mudar sua realidade.
[00:16] Tudo tem causa e efeito.
[00:17] Então, o verdadeiro conhecimento esotérico é cada vez mais entrar nessa camada da cebola.
[00:22] A ascensão não é para cima, não é para fora, não é para outro lugar.
[00:26] A ascensão é para dentro.
[00:27] Yuri Mocelin, empresário, polímata e alquimista.
[00:29] A alquimia é uma linguagem muito simbólica, porque o simbolismo poético perdura mais no tempo.
[00:37] Trinosofia é justamente a alquimia da alma, é o hermetismo alexandrino e acaba lá esênia.
[00:43] Se olharmos o que é magia, é intenção direcionada, é vontade direcionada para um objetivo.
[00:49] Eu diria às pessoas para buscarem o caminho do coração.
[00:53] O caminho do coração é o cadinho do alquimista que precisa existir de forma isolada do resto e um fogo constante e fazer o famoso vitriol.
[01:00] Visite o interior da Terra, retifique-se de encontrar a pedra oculta.
[01:05] É dentro de você que está essa verdade fundamental.
[01:15] Você só precisa percebê-lo.
[01:15] Yuri, o que há de tão secreto nas ordens secretas?
[01:20] Bem, o grande mistério, como chamam, é aquilo que a gente não pode ver no cotidiano.
[01:29] Então, se você toma algo como secreto, em primeiro lugar, já é aquilo que é o desconhecido pelas massas, desconhecido pela população.
[01:44] Quando a gente entende o que é secreto, a gente entende o fundamento da figura que aquilo representa, né, simbolicamente para nós, para o secreto, mas tem aquilo que
[01:54] a sombra é aquilo que a gente não enxerga, o mistério.
[01:59] É exato. Que é abstrato, sabe? Ah, secreto. É um segredo. Eu quero saber um
[02:02] Secreto.
[02:02] É um segredo.
[02:02] Eu quero saber um segredo.
[02:02] Mas existe aquilo que é secreto.
[02:05] Mas existe aquilo que é arquetípico,
[02:06] arquetípico, certo?
[02:08] que é o fundamento por trás do secreto.
[02:09] O que significa ser arquetípico?
[02:11] O que significa ser arquetípico?
[02:11] Arque, tudo que é arqueitura,
[02:14] arqueologia, né?
[02:17] Tudo isso significa o princípio da coisa,
[02:18] certo?
[02:19] Certo?
[02:19] Então, arquétipos,
[02:22] tipos principiais, protótipos, vamos
[02:24] dizer, protótipos de consciência que
[02:26] nascem lá com Platão, né, antes de
[02:29] Cristo e vai nos trazer essa visão de
[02:33] mundo de que existe um plano das ideias.
[02:35] E nesse plano das ideias, as formas são
[02:39] conceitualmente perfeitas e a natureza
[02:42] humana tenta chegar à perfeição, não
[02:46] consegue, por isso evolui.
[02:48] Coisas imperfeitas que tentam chegar
[02:50] a uma forma perfeita evoluem.
[02:53] Entende?
[02:53] Mas isso aí, isso aí já passa por muitos
[02:55] conceitos, né?
[02:55] Na verdade, como que o
[02:58] ser humano saberia esse sentido do que é
[03:00] perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] O que é o que é bom e o que é ruim.
[03:05] Aí são questões fundamentais da filosofia, né?
[03:09] Bom, belo, verdadeiro, né?
[03:11] Todas essas questões que vão sendo argumentadas desde a antiga Grécia até os tempos atuais, né?
[03:17] Então, realmente a gente passa por tudo isso e aí a gente volta na pergunta, né?
[03:22] O que existe de tão secreto nas ordens secretas?
[03:23] Talvez essas respostas, né?
[03:25] É. E é o arcano.
[03:27] O que que é um arcano?
[03:28] O arquétipo. É o arquétipo. É o arcano da coisa.
[03:33] É a ideia primordial. É a sabedoria que dá o fundamento para que essas mitologias, situações e tudo mais existam.
[03:40] Mas então as ordens secretas, de alguma maneira elas sabem coisas secretas, né?
[03:45] Mas essas coisas secretas que elas sabem são verdades de alguma forma.
[03:50] São verdades. E é verdade.
[03:54] Não, o que eu quero dizer é o seguinte, tentando simplificar.
[03:57] Não precisa simplificar não.
[03:59] Você pode.
[04:00] A audiência vai entender.
[04:02] Então tá. Ó, deixe um like aí se você acha que
[04:03] Deixe um like aí se você achou que simplifica.
[04:05] Vai entender tudo.
[04:05] Simplifica.
[04:05] Simplifica, senão é.
[04:06] Senão é, mas simplifica, mas sem perder a.
[04:08] Mas simplifica, mas sem perder a complexidade, né?
[04:10] Complexidade, né?
[04:10] Então o arcano é aquilo que é guardado pelo segredo.
[04:13] E o segredo quando ele se ordena, um grupo de pessoas, tá?
[04:16] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:18] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:21] Ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:23] Um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:25] Que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:27] A gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:29] Disso.
[04:30] É um exemplo, tá?
[04:30] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:31] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:34] Uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:36] De alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:38] Realizável daquilo.
[04:39] Uhum.
[04:39] Isso é uma coisa que geralmente quando você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:41] Você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:44] Revoluciona.
[04:46] Eletricidade, os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:48] Os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:51] São fazendas redes sociais, olha que louco isso.
[04:53] Isso.
[04:53] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[04:56] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:01] E a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:03] A pessoa tá vendo nós aqui agora por
[05:05] né? A pessoa está nos vendo aqui agora por causa de um feudo tecnológico.
[05:08] causa de um feudo tecnológico.
[05:09] que alguém é dono
[05:10] e que a gente tem que respeitar a regra,
[05:10] que eu e você como criadores e pessoas que trabalhamos dentro desse meio, a gente tem que respeitar as regras, diretrizes e a gente tem que pagar certas tarifas.
[05:20] É, mas não existe lado de fora do feudo, né, cara?
[05:22] O último feudo é o governo, tu já nasce cidadão.
[05:25] Exato. Exato. Então, tudo se ordena.
[05:28] Sim. tu entende que existem ordens intrínsecas do universo e as sociedades conforme elas aumentam seu nível de complexibilidade, elas entram naquilo que eu chamo de princípio da ressonância harmônica.
[05:39] Que que isso quer dizer?
[05:41] Ressonância harmônica. Por exemplo, você vai tocar piano, aí o piano está um pouquinho desafinado.
[05:46] Acontece, acontece.
[05:49] E aí esse pianinho meio desafinado, ele gera uma progressão de harmônicos, certo?
[05:57] Tem a tonal, né? o harmônico tonal e os outros que são subarmônicos da série harmônica.
[06:01] Esse é o nome técnico da música para falar sobre isso.
[06:04] Então, quando você tem uma série harmônica, todos os subharmônicos estão
[06:08] harmônica, todos os sub-harmônicos estão em frequências ressonantes.
[06:13] É, agora se vem uma outra nota e entra em outro padrão de frequências, fica dissonante.
[06:19] dissonante.
[06:19] Uhum.
[06:21] E aí essas duas séries harmônicas se batem e elas dão efeitos sub-harmônicos diferentes que dá uma estranheza ao nosso ouvido.
[06:27] A gente julga isso como, ah, isso está desafinado, né?
[06:29] Isso é uma questão cultural, inclusive a afinação das notas é uma questão cultural.
[06:33] Na Índia existem 22 notas, sabe?
[06:37] Que são os ragas indianos, né?
[06:40] Em vez de modos gregos, como a gente usa, na Arábia existem os macãs, né?
[06:45] Que são as escalas árabes, que é bonito, aqueles floreios e tal, né?
[06:49] Então a nossa percepção é moldada pela nossa cultura, por onde nós estamos, ambientação, padrões ou, né, a vertical em que você nasceu, né?
[06:59] Se você nasceu, por exemplo, num ambiente que às vezes, pô, mais precário, até a situação sanitária, tudo, você está exposto a muitas outras coisas que quem não nasceu
[07:10] muitas outras coisas que quem não nasceu nisso já não precisa passar por esse padrão de sobrevivência.
[07:12] Seu livre arbítrio é menos livre ali, né?
[07:14] Se você entrar nessa questão, você tem menos opções, né?
[07:19] você tem outras outras outra disponibilidade de escolhas que você pode ter, mas voltando à compreensão desses princípios do universo, então essas ordens supostamente compreendem princípios.
[07:32] Mas que ordens estamos falando aqui?
[07:33] Podemos citar nomes ou isso é perigoso também de alguma forma?
[07:36] Não, talvez batam aí na porta do podcast.
[07:39] Não sei.
[07:40] Eu não sei, cara.
[07:42] Realmente [risadas] existem,
[07:44] cara.
[07:44] É que assim, olha, eu acho que se você mexe com coisas que entram nas teorias da conspiração e a galera começa a fomentar sobre grandes famílias que têm grandes impérios, impérios que começaram há três séculos atrás, cinco séculos atrás, sabe?
[07:59] Então tem gente ali que está no poder há muito tempo.
[08:02] Então é óbvio que existe uma ordem social, econômica e política.
[08:05] Uhum.
[08:05] Que se ordena do poder.
[08:07] É estrutura de poder, né?
[08:09] Quem tem poder é quem tem o dinheiro.
[08:09] Exato.
[08:09] Quem controla até Adam
[08:12] Dinheiro.
[08:12] Exato.
[08:12] Quem controla até Adam Smith, né, o pai da economia moderna,
[08:13] Smith, né, o pai da economia moderna, ele vai nos falar isso,
[08:15] ele vai nos falar isso, >> né, que existem forças e aí o dinheiro
[08:18] né, que existem forças e aí o dinheiro está acima do governo.
[08:20] está acima do governo.
[08:20] E [limpando a garganta] se o governo
[08:21] E [limpando a garganta] se o governo fala qualquer merda aí a reação
[08:23] fala qualquer merda aí a reação econômica é macro, eles opa, né, não dá
[08:26] econômica é macro, eles opa, né, não dá para fazer isso aí.
[08:26] Então o dinheiro
[08:28] para fazer isso aí. Então o dinheiro sempre mandou.
[08:28] É a energia do poder
[08:31] sempre mandou. É a energia do poder condensada que a gente deu o nome, né?
[08:33] condensada que a gente deu o nome, né? a nossa forma de troca é o
[08:33] nossa forma de troca é o
[08:35] é o dinheiro.
[08:36] é o dinheiro.
[08:36] É o dinheiro.
[08:37] É o dinheiro.
[08:37] Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Uhum.
[08:40] Uhum.
[08:40] Tá.
[08:40] Tem ordens que realmente tem esse
[08:42] lado, mas existem ordens que, vamos
[08:45] lado, mas existem ordens que, vamos dizer assim, trabalham um espectro de
[08:48] dizer assim, trabalham um espectro de evolução humana, de autoconhecimento, um
[08:50] evolução humana, de autoconhecimento, um espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] Tipo, pr uma religião, de certa forma, é
[08:56] uma espécie de ordem, né?
[08:56] Só que ela não
[08:57] é tão secreta.
[08:57] Exato.
[08:57] É, na verdade,
[09:00] olha, olha só que interessante.
[09:00] Todas as
[09:02] religiões têm o seu lado não secreto,
[09:04] que é o lado do povo, e o lado secreto.
[09:08] Todas,
[09:08] todas, todas, todas,
[09:09] todas.
[09:09] Todas.
[09:09] O cristianismo, por exemplo, ele
[09:12] Todas.
[09:12] O cristianismo, por exemplo, terá a Igreja Ortodoxa Romana, que se formará e a Russa, que é outra vertente do cristianismo, né?
[09:18] Bem diferentes.
[09:20] E essas duas vertentes vão fomentando todas as outras.
[09:24] Depois vai vindo, vindo, vindo até chegar agora evangélicos e tudo mais.
[09:28] a cadeia vai evoluindo ali, né?
[09:30] Porém, existem vertentes que ficaram nas sombras,
[09:34] tá?
[09:35] Que são essas vertentes secretas mais gnósticas,
[09:38] que normalmente elas são de certa forma mais poderosas, cara.
[09:40] Por isso que elas até ficam mais escondidas assim, tu não dá essas pérolas aos porcos, vamos dizer assim.
[09:46] Tem isso, tá?
[09:46] Tem isso e também tem uma questão de quando você está em um local operando por trás dos bastidores, você, vamos dizer assim, não corre tantos riscos de exposição,
[10:03] entende?
[10:03] Então, existem locais onde é vantagem você ficar atrás do palco, situações da vida.
[10:08] Então, depende do que a ordem quer, né?
[10:10] Mas eu acho que assim,
[10:13] ordem quer, né?
[10:13] Mas eu acho que assim, ó, tem essas ordens, por exemplo, estilo religião, que penetram todas as camadas sociais, né, política, econômica, tudo, né, o Vaticano, tudo influencia.
[10:24] Hoje menos, muito menos, mas já influenciou muito mais e já foi a soberania de poder, né, na Idade Média, antes da Renascência.
[10:31] Uhum.
[10:34] Então, é uma questão assim que a gente eh precisa entender que por ordem social também da instauração de religiões no comando, certas guildas precisaram se ocultar.
[10:46] Então, por exemplo, a maçonaria, ela nasce como uma guilda de construtores, que é pedreiros mesmo.
[10:50] Maçom significa pedreiros, né? Obreiros, né, dessa obra alquímica.
[10:58] E eles vão começar a a fomentar um exercício, tipo uma irmandade, uma fraternidade, aonde eles se ajudavam entre si e também buscavam elevação moral, principalmente.
[11:10] Uhum.
[11:11] Sabe? Vamos, >> mas com um que bem religioso também, né,
[11:15] Mas com um que é bem religioso também, né, cara?
[11:17] E até ironicamente eles serem pedreiros, porque eles seguem o Grande Arquiteto do Universo, né, cara?
[11:21] Legal, cara.
[11:22] Exato.
[11:24] Exato.
[11:24] É isso.
[11:24] Entende?
[11:24] Então eles seguem o Grande Arquiteto do Universo.
[11:28] Eles tentam descaracterizar os conceitos construídos, né, por grandes religiões que às vezes cultuam um Deus.
[11:34] Mas de onde vem a sabedoria deles?
[11:36] Por exemplo?
[11:38] De onde vem a sabedoria das grandes ordens?
[11:42] A sabedoria das grandes ordens, elas vêm da observação daquilo que é o arcano, tá?
[11:47] São os princípios, que são esses princípios que fundamentam as estruturas de todas as coisas.
[11:52] Quando a gente entende esses princípios, a gente entende as vigas mestras que fundamentam a realidade.
[12:01] Por exemplo, Sir Isaac Newton, é pai da física moderna, ele foi um grande alquimista, muito mais do que cientista, ele estudava textos alquímicos.
[12:12] E isso vocês podem pesquisar no Google, inclusive, sabe?
[12:14] A maior parte da biblioteca do
[12:16] sabe?
[12:16] A maior parte da biblioteca de Newton era sobre alquimia.
[12:18] Todas as alegorias que ele fala ali, a própria gravitação, a teoria que ele conseguiu trazer ali caindo,
[12:25] é o momento eureka, é a maçã caindo na cabeça dele e ele está sentado debaixo da árvore, né?
[12:30] Então o que é isso?
[12:32] Na Cabalá, que é uma estrutura epistemológica e ontológica da realidade, para você ler a realidade e a sua relação diante dela, você consegue ter a árvore da vida.
[12:40] É Cabalá é isso, é Ithein é a árvore da vida.
[12:43] E essa Itin, ela terá simbolicamente uma fruta lá em cima, que é alegoricamente no mito do Gênesis de Moisés,
[12:54] a maçã,
[12:54] o pecado original, que na verdade foi Agostinho quem criou, né?
[12:59] O pecado original.
[12:59] A ideia é na verdade fruto proibido.
[13:03] Fruto proibido diferente de pecado, né?
[13:05] Fruto proibido é diferente de pecado.
[13:07] É, a associação de pecado foi tardia, eh, sabe?
[13:11] Mas a ideia fundamental aí que está o princípio, o arquétipo.
[13:16] E aí a maçã tem qual formato?
[13:16] Toro
[13:18] E aí a maçã ela tem qual formato?
[13:18] Toro eidal.
[13:19] Ela é um torus.
[13:21] Ela é um torus.
[13:21] Sabe o toros?
[13:22] Sabe o toros?
[13:22] Não.
[13:22] Não.
[13:22] Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] sei.
[13:25] É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
[13:29] sei.
[13:29] É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
[13:29] Só que ele vai se se autocirculando
[13:31] Só que ele vai se se autocirculando assim, sabe?
[13:32] assim, sabe?
[13:32] Aham.
[13:32] Aham.
[13:32] Esse você fizer por exemplo, uma bobina,
[13:34] Esse você fizer por exemplo, uma bobina, vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre,
[13:39] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre, eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] bobina, né?
[13:41] Se eu enrolar de forma
[13:43] bobina, né?
[13:43] Se eu enrolar de forma toroidal, é comprovado que você aumenta
[13:46] toroidal, é comprovado que você aumenta o coeficiente energético da parada.
[13:48] o coeficiente energético da parada.
[13:48] É tipo uma organização ótima.
[13:50] É tipo uma organização ótima.
[13:50] Exato.
[13:50] Uma organização ótima do fluxo
[13:53] Exato.
[13:53] Uma organização ótima do fluxo energético da coisa.
[13:55] energético da coisa.
[13:55] Sim.
[13:55] Sim.
[13:55] Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Sei.
[13:59] Sei.
[13:59] Então, se você organiza as coisas na
[14:01] Então, se você organiza as coisas na forma correta, você tem aumento de
[14:03] forma correta, você tem aumento de eficiência.
[14:04] eficiência.
[14:04] Tu acredita que as coisas tenham uma
[14:06] Tu acredita que as coisas tenham uma organização ótima?
[14:07] organização ótima?
[14:07] Eu acredito, cara.
[14:08] Eu acredito, cara.
[14:08] Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
[14:09] Absolutamente tudo,
[14:09] Todas as coisas. Absolutamente tudo, porque se uma um plank do universo não
[14:10] porque se uma um plank do universo não tiver,
[14:14] tiver,
[14:14] abre margem pro caos perdurar.
[14:16] tiver,
[14:16] abre margem pro caos perdurar.
[14:19] abre espaço para o caos perdurar.
[14:21] Mas o caos não está perdurando?
[14:23] Como você sabe se a nossa realidade é ordem ou caos?
[14:24] Não é uma questão de ponto de vista?
[14:29] Eu acho que existem verdades universais e verdades relativas.
[14:32] E a verdade relativa, ela é relativa à sua percepção sobre a vida.
[14:34] Isso pode ser as experiências, seus contatos com outras pessoas.
[14:40] Isso pode ser a sua relação interna.
[14:43] E aí a gente pode até dividir isso aqui em um quadrante assim, tá?
[14:48] E aí tem os quatro lados aqui e você coloca aqui um eu individual,
[14:53] o eu na percepção coletiva,
[14:55] o nós no individual e o nós na percepção coletiva.
[15:01] Isso vai fazer você olhar para a sua realidade de uma outra ótica.
[15:08] Porque se você olha somente pela sua percepção, que era o que você tinha falado,
[15:13] você olha para a minha percepção, percebe a ordem ou caos,
[15:15] percebe a forma, percebe o bom, o belo e
[15:19] Percebe a forma, percebe o bom, o belo e o verdadeiro.
[15:21] Isso é a sua ótica.
[15:21] Por exemplo, eu estou doente.
[15:23] Aí se eu estou doente, eu vou me sentir mal e tal e está tudo bem.
[15:28] Tem fatores biológicos, tem.
[15:30] Às vezes é psicológico, às vezes é psicossomático, a coisa, sabe?
[15:32] que vai te colocar num estado ali e tal e vai te fazer sentir aquilo.
[15:36] Aquilo é uma experiência sua particular, interna.
[15:39] Então é o eu individual.
[15:42] A experiência do médico é o coletivo olhando para o seu eu, vamos dizer assim.
[15:47] Ele vai olhar para você particularmente, vai falar: "Ah, ele está com esse problema, essa bactéria, isso, tem que tomar esse antibiótico e tal, tem que fazer esse tratamento".
[15:52] Mas ele não está considerando o sentir individual da pessoa.
[15:57] >> Uhum.
[15:57] >> Sacou?
[15:59] Ele só vai medicar aquilo que precisa.
[15:59] >> É, se ele for considerar o sentir, ele vai considerar eh a dor, né?
[16:01] a escala de dor da pessoa, a percepção dela está com tal sintoma, tal, está sentindo tal coisa, mas
[16:08] >> mas é um outro campo, sim, é um sentido diferente.
[16:10] É um sentido diferente, sabe?
[16:12] Então a gente tem diferentes ângulos da percepção, só que esses quatro quadrantes aqui, eu falei do eu, falta o nós, né?
[16:16] Que o nós individual seria um
[16:20] Nós, né? Que o nós individual seria um nós olhando de dentro do coletivo.
[16:22] Nós nós olhando de dentro do coletivo.
[16:24] Nós estamos certos aqui na nossa mesma a gente só fala verdade, isso, isso, aquilo.
[16:27] Aí tem o outro cara lá do outro lado, sei lá onde, enganando um monte de gente e tal, falando aqui eu falo a verdade, entendeu?
[16:33] Então, o nós individual é um senso que forma uma egrégora, uma ordem, uma religião, um grupo ideológico, político, né?
[16:39] Mas todos buscam a verdade de alguma forma.
[16:42] Todos tentam buscar a verdade, só que alguns dentro de uma verdade individual focada no eu, na relação do ganho que o eu tenho sobre os outros.
[16:49] Yeah.
A Verdade Sobre Ordens Secretas (Muito Além da Conspiração)
https://www.youtube.com/watch?v=Jcmm5TjgXYA
Translation: pt-BR
[00:00] O que que tem de tão secreto nas ordens?
O que há de tão secreto nas ordens?
[00:02] Não é algo assim para qualquer um ter acesso.
Não é algo que qualquer um possa ter acesso.
[00:06] Certas guildas precisaram se ocultar.
Certas guildas precisaram se ocultar.
[00:09] Todas as religiões tem o seu lado não secreto, que é o lado do povo, e o lado secreto.
Todas as religiões têm seu lado não secreto, que é o lado do povo, e o lado secreto.
[00:14] Só você pode mudar a sua realidade.
Só você pode mudar sua realidade.
[00:16] Tudo tem causa e efeito.
Tudo tem causa e efeito.
[00:17] Então, o verdadeiro conhecimento esotérico é cada vez mais entrar nessa camada da cebola.
Então, o verdadeiro conhecimento esotérico é cada vez mais entrar nessa camada da cebola.
[00:22] A ascensão não é para cima, não é para fora, não é para outro lugar.
A ascensão não é para cima, não é para fora, não é para outro lugar.
[00:26] A ascensão é para dentro.
A ascensão é para dentro.
[00:27] Yuri Mocelin, empresário, polímata e alquimista.
Yuri Mocelin, empresário, polímata e alquimista.
[00:29] A alquimia, ela é uma linguagem muito simbólica, porque o simbolismo poético perdura mais no tempo.
A alquimia é uma linguagem muito simbólica, porque o simbolismo poético perdura mais no tempo.
[00:37] Trinosofia é justamente a alquimia da alma, é o hermetismo alexandrino e acaba lá esênia.
Trinosofia é justamente a alquimia da alma, é o hermetismo alexandrino e acaba lá esênia.
[00:43] Se a gente olhar o que é magia, é intenção direcionada, é vontade direcionada para um objetivo.
Se olharmos o que é magia, é intenção direcionada, é vontade direcionada para um objetivo.
[00:49] Eu falaria pras pessoas buscarem o caminho do coração.
Eu diria às pessoas para buscarem o caminho do coração.
[00:53] O caminho do coração é o cadinho do alquimista que precisa existir de forma isolada do resto e um fogo constante e fazer o famoso vitriol.
O caminho do coração é o cadinho do alquimista que precisa existir de forma isolada do resto e um fogo constante e fazer o famoso vitriol.
[01:00] Visita o interior da Terra, retifica-te de encontras a pedra oculta.
Visite o interior da Terra, retifique-se de encontrar a pedra oculta.
[01:05] É dentro de você que está essa verdade fundamental.
É dentro de você que está essa verdade fundamental.
[01:15] Você só precisa percebê-lo.
Você só precisa percebê-lo.
[01:15] Yuri, o que que tem de tão secreto nas ordens secretas?
Yuri, o que há de tão secreto nas ordens secretas?
[01:20] Bom, o grande mistério, como chamam, é aquilo que a gente não pode ver no cotidiano.
Bem, o grande mistério, como chamam, é aquilo que a gente não pode ver no cotidiano.
[01:29] Então, se você toma algo como secreto, em primeiro lugar, já é aquilo que é o desconhecido pelas massas, desconhecido pela população.
Então, se você toma algo como secreto, em primeiro lugar, já é aquilo que é o desconhecido pelas massas, desconhecido pela população.
[01:44] Quando a gente entende o que é secreto, a gente entende o fundamento do da figura que aquilo representa, né, simbolicamente para nós, pro secreto, mas tem aquilo que
Quando a gente entende o que é secreto, a gente entende o fundamento da figura que aquilo representa, né, simbolicamente para nós, para o secreto, mas tem aquilo que
[01:54] a sombra é aquilo que a gente não enxerga, o mistério.
a sombra é aquilo que a gente não enxerga, o mistério.
[01:59] É exato. Que é abstrato, sabe? Ah, secreto. É um segredo. Eu quero saber um
É exato. Que é abstrato, sabe? Ah, secreto. É um segredo. Eu quero saber um
[02:02] secreto.
Secreto.
[02:02] É um segredo.
É um segredo.
[02:02] Eu quero saber um segredo.
Eu quero saber um segredo.
[02:02] Mas existe aquilo que é secreto.
Mas existe aquilo que é secreto.
[02:05] Mas existe aquilo que é arquetípico,
Mas existe aquilo que é arquetípico,
[02:06] arquetípico, tá?
arquetípico, certo?
[02:08] que é o fundamento por trás do do secreto.
que é o fundamento por trás do secreto.
[02:09] O que que quer dizer ser arquetípico?
O que significa ser arquetípico?
[02:11] O que que quer dizer ser arquetípico?
O que significa ser arquetípico?
[02:11] Arque, tudo que é arqueitura,
Arque, tudo que é arqueitura,
[02:14] arqueologia, né?
arqueologia, né?
[02:17] Tudo isso significa o princípio da coisa,
Tudo isso significa o princípio da coisa,
[02:18] tá?
certo?
[02:19] Tá?
Certo?
[02:19] Então, arquetipos,
Então, arquétipos,
[02:22] tipos principiais, protótipos, vamos
tipos principiais, protótipos, vamos
[02:24] dizer, protótipos de consciência que
dizer, protótipos de consciência que
[02:26] nascem lá com o Platão, né, antes de
nascem lá com Platão, né, antes de
[02:29] Cristo e vai nos trazer essa visão de
Cristo e vai nos trazer essa visão de
[02:33] mundo de que existe um plano das ideias.
mundo de que existe um plano das ideias.
[02:35] E nesse plano das ideias, as formas são
E nesse plano das ideias, as formas são
[02:39] conceitualmente perfeitas e a natureza
conceitualmente perfeitas e a natureza
[02:42] humana tenta chegar na perfeição, não
humana tenta chegar à perfeição, não
[02:46] consegue, por isso evolui.
consegue, por isso evolui.
[02:48] Coisas imperfeitas que tentam chegar
Coisas imperfeitas que tentam chegar
[02:50] numa forma perfeita evolui.
a uma forma perfeita evoluem.
[02:53] Entende?
Entende?
[02:53] Mas isso aí, isso aí já passa por muitos
Mas isso aí, isso aí já passa por muitos
[02:55] conceitos, né?
conceitos, né?
[02:55] Na verdade, como que o
Na verdade, como que o
[02:58] ser humano saberia esse sentido do que é
ser humano saberia esse sentido do que é
[03:00] perfeito e o que não é perfeito, né?
perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] perfeito e o que não é perfeito, né?
perfeito e o que não é perfeito, né?
[03:02] O que é o que é bom e o que é ruim.
O que é o que é bom e o que é ruim.
[03:05] Aí a são questões fundamentais da filosofia, né?
Aí são questões fundamentais da filosofia, né?
[03:09] Bom, belo, verdadeiro, né?
Bom, belo, verdadeiro, né?
[03:11] Todas essas questões que são vão sendo argumentadas desde lá da antiga Grécia até os tempos atuais, né?
Todas essas questões que vão sendo argumentadas desde a antiga Grécia até os tempos atuais, né?
[03:17] Então, realmente a gente passa por tudo isso e aí a gente volta na pergunta, né?
Então, realmente a gente passa por tudo isso e aí a gente volta na pergunta, né?
[03:22] O que existe de tão secreto nas ordens secretas?
O que existe de tão secreto nas ordens secretas?
[03:23] Talvez essas respostas, né?
Talvez essas respostas, né?
[03:25] É. E é o arcano.
É. E é o arcano.
[03:27] O que que é um arcano?
O que que é um arcano?
[03:28] O arquétipo. É o arquettipo. É o arcano da coisa.
O arquétipo. É o arquétipo. É o arcano da coisa.
[03:33] É a ideia primordial. é a sabedoria que dá o fundamento para que essas mitologias, situações e tudo mais existam.
É a ideia primordial. É a sabedoria que dá o fundamento para que essas mitologias, situações e tudo mais existam.
[03:40] Mas então a as ordens secretas, de alguma maneira elas sabem coisas secretas, né?
Mas então as ordens secretas, de alguma maneira elas sabem coisas secretas, né?
[03:45] Mas essas coisas secretas que elas sabem são verdades de alguma forma.
Mas essas coisas secretas que elas sabem são verdades de alguma forma.
[03:50] São verdades. E é verdade.
São verdades. E é verdade.
[03:54] Não, num O que eu quero dizer é o seguinte, tentando simplificar.
Não, o que eu quero dizer é o seguinte, tentando simplificar.
[03:57] Não precisa simplificar não.
Não precisa simplificar não.
[03:59] Tu pode.
Você pode.
[04:00] A audiência vai entender.
A audiência vai entender.
[04:02] Então tá. Ó, deixa um like aí se você acho que
Então tá. Ó, deixe um like aí se você acha que
[04:03] Deixa um like aí se você achou que simplifica.
Deixe um like aí se você achou que simplifica.
[04:05] Vai entender tudo.
Vai entender tudo.
[04:05] Simplifica.
Simplifica.
[04:05] Simplifica, senão é.
Simplifica, senão é.
[04:06] Senão é, mas simplifica, mas sem perder a.
Senão é, mas simplifica, mas sem perder a.
[04:08] Mas simplifica, mas sem perder a complexidade, né?
Mas simplifica, mas sem perder a complexidade, né?
[04:10] Complexidade, né?
Complexidade, né?
[04:10] Então o arcano é aquilo que é guardado pelo segredo.
Então o arcano é aquilo que é guardado pelo segredo.
[04:13] E o segredo quando ele se ordena, um grupo de pessoas, tá?
E o segredo quando ele se ordena, um grupo de pessoas, tá?
[04:16] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:18] Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
Se você pega duas ou mais pessoas e tem ali uma ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:21] Ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
Ideia, pô, descobrimos aqui, fermento, um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:23] Um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
Um princípio do universo que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:25] Que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
Que se eu aplicar aqui, gera eletricidade e a gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:27] A gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
A gente pode ganhar muito dinheiro em cima disso.
[04:29] Disso.
Disso.
[04:30] É um exemplo, tá?
É um exemplo, tá?
[04:30] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:31] É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
É um exemplo, uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:34] Uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
Uma descoberta que alguém faz e que pode de alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:36] De alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
De alguma forma tirar um objetivo concreto realizável daquilo.
[04:38] Realizável daquilo.
Realizável daquilo.
[04:39] Uhum.
Uhum.
[04:39] Isso é uma coisa que geralmente quando você descobre um princípio, você revoluciona.
Isso é uma coisa que geralmente quando você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:41] Você descobre um princípio, você revoluciona.
Você descobre um princípio, você revoluciona.
[04:44] Revoluciona.
Revoluciona.
[04:46] Eletricidade, os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
Eletricidade, os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:48] Os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
Os próprios mercados da internet, agora redes sociais, né?
[04:51] São fazendas redes sociais, olha que louco isso.
São fazendas redes sociais, olha que louco isso.
[04:53] Isso.
Isso.
[04:53] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[04:56] As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
As redes sociais hoje são como grandes centros ou feudos e a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:01] E a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
E a gente vive dentro da rede social que está agora, né?
[05:03] A pessoa tá vendo nós aqui agora por
A pessoa tá vendo nós aqui agora por
[05:05] né? A pessoa tá vendo nós aqui agora por causa de um feudo tecnológico.
né? A pessoa está nos vendo aqui agora por causa de um feudo tecnológico.
[05:08] causa de um feudo tecnológico.
causa de um feudo tecnológico.
[05:09] que alguém é dono
que alguém é dono
[05:10] e que a gente tem que respeitar a regra,
e que a gente tem que respeitar a regra,
[05:10] que eu e você como criadores e pessoas que trabalhamos dentro desse meio, a gente tem que respeitar as regras, diretrizes e a gente tem que pagar certas tarifas.
que eu e você como criadores e pessoas que trabalhamos dentro desse meio, a gente tem que respeitar as regras, diretrizes e a gente tem que pagar certas tarifas.
[05:20] É, mas não existe lado de fora do feudo, né, cara?
É, mas não existe lado de fora do feudo, né, cara?
[05:22] O último feudo é o governo, tu já nasce cidadão.
O último feudo é o governo, tu já nasce cidadão.
[05:25] Exato. Exato. Então, tudo se ordena.
Exato. Exato. Então, tudo se ordena.
[05:28] Sim. tu entende que existem ordens intrínsecas do universo e as sociedades conforme elas aumentam seu nível de complexibilidade, elas entram naquilo que eu chamo de princípio da ressonância harmônica.
Sim. tu entende que existem ordens intrínsecas do universo e as sociedades conforme elas aumentam seu nível de complexibilidade, elas entram naquilo que eu chamo de princípio da ressonância harmônica.
[05:39] Que que isso quer dizer?
Que que isso quer dizer?
[05:41] Ressonância harmônica. Por exemplo, você vai tocar piano, aí o piano tá um pouquinho desafinado.
Ressonância harmônica. Por exemplo, você vai tocar piano, aí o piano está um pouquinho desafinado.
[05:46] Acontece, acontece.
Acontece, acontece.
[05:49] E aí esse pianinho meio desafinado, ele gera uma progressão de harmônicos, certo?
E aí esse pianinho meio desafinado, ele gera uma progressão de harmônicos, certo?
[05:57] Tem a tonal, né? a o harmônico tonal e os outros que são subarmônicos da série harmônica.
Tem a tonal, né? o harmônico tonal e os outros que são subarmônicos da série harmônica.
[06:01] Esse é o nome técnico da música para falar sobre isso.
Esse é o nome técnico da música para falar sobre isso.
[06:04] Então, quando você tem uma série harmônica, todos os subharmônicos estão
Então, quando você tem uma série harmônica, todos os subharmônicos estão
[06:08] harmônica, todos os subharmônicos estão com estão em frequências ressonantes.
harmônica, todos os sub-harmônicos estão em frequências ressonantes.
[06:13] É, agora se vem uma outra nota e entra em outro padrão de de frequências, fica dissonante.
É, agora se vem uma outra nota e entra em outro padrão de frequências, fica dissonante.
[06:19] dissonante.
dissonante.
[06:19] Uhum.
Uhum.
[06:21] E aí essas duas séries harmônicas se batem e elas dão efeitos subarmônicos diferentes que dá uma estranheza no nosso ouvido.
E aí essas duas séries harmônicas se batem e elas dão efeitos sub-harmônicos diferentes que dá uma estranheza ao nosso ouvido.
[06:27] A gente julga isso como, ah, isso está desafinado, né?
A gente julga isso como, ah, isso está desafinado, né?
[06:29] Isso é uma questão cultural, inclusive afinação das notas é uma questão cultural.
Isso é uma questão cultural, inclusive a afinação das notas é uma questão cultural.
[06:33] Na Índia existem 22 notas, sabe?
Na Índia existem 22 notas, sabe?
[06:37] Que são os ragas indianos, né?
Que são os ragas indianos, né?
[06:40] Em vez de modos gregos, como a gente usa na na Arábia existem os macãs, né?
Em vez de modos gregos, como a gente usa, na Arábia existem os macãs, né?
[06:45] Que são as escalas aquelas árabes que que é bonito, aqueles floreios e tal, né?
Que são as escalas árabes, que é bonito, aqueles floreios e tal, né?
[06:49] Então a nossa percepção ela é moldada pela nossa cultura, por onde nós estamos, ambientação, padrões ou, né, a vertical que você nasceu, né?
Então a nossa percepção é moldada pela nossa cultura, por onde nós estamos, ambientação, padrões ou, né, a vertical em que você nasceu, né?
[06:59] Se você nasceu, por exemplo, num num ambiente que às vezes, pô, mais precário, até a situação sanitária, tudo, você tá exposto a muitas outras coisas que quem não nasceu
Se você nasceu, por exemplo, num ambiente que às vezes, pô, mais precário, até a situação sanitária, tudo, você está exposto a muitas outras coisas que quem não nasceu
[07:10] muitas outras coisas que quem não nasceu nisso já não precisa passar por esse padrão de sobrevivência.
muitas outras coisas que quem não nasceu nisso já não precisa passar por esse padrão de sobrevivência.
[07:12] O teu livre arbítrio é menos livre ali, né?
Seu livre arbítrio é menos livre ali, né?
[07:14] Se for entrado nessa questão, tu tem menos opções, né?
Se você entrar nessa questão, você tem menos opções, né?
[07:19] tu tem outros outros outra disponibilidade de das escolhas que tu pode ter, mas eh voltando à compreensão desses princípios do do universo, então essas ordens elas supostamente compreendem princípios.
você tem outras outras outra disponibilidade de escolhas que você pode ter, mas voltando à compreensão desses princípios do universo, então essas ordens supostamente compreendem princípios.
[07:32] Mas que ordens que a gente tá falando aqui?
Mas que ordens estamos falando aqui?
[07:33] A gente pode citar nomes ou é isso é perigoso também de alguma forma?
Podemos citar nomes ou isso é perigoso também de alguma forma?
[07:36] Não, talvez batam aí na na porta do podcast.
Não, talvez batam aí na porta do podcast.
[07:39] Não sei.
Não sei.
[07:40] Eu não sei, cara.
Eu não sei, cara.
[07:42] Realmente [risadas] tem existem,
Realmente [risadas] existem,
[07:44] cara.
cara.
[07:44] É que assim, ó, eu acho que se você mexe com coisas que entram nas teorias da conspiração e a galera começa a fomentar sobre grandes famílias que t grandes impérios, a impérios que começaram há três séculos atrás, cinco séculos atrás, sabe?
É que assim, olha, eu acho que se você mexe com coisas que entram nas teorias da conspiração e a galera começa a fomentar sobre grandes famílias que têm grandes impérios, impérios que começaram há três séculos atrás, cinco séculos atrás, sabe?
[07:59] Então tem gente ali que tá no poder há muito tempo.
Então tem gente ali que está no poder há muito tempo.
[08:02] Então é óbvio que existe uma ordem social, econômica e política.
Então é óbvio que existe uma ordem social, econômica e política.
[08:05] Uhum.
Uhum.
[08:05] Que se ordena do poder.
Que se ordena do poder.
[08:07] É estrutura de poder, né?
É estrutura de poder, né?
[08:09] Quem tem poder é quem tem o dinheiro.
Quem tem poder é quem tem o dinheiro.
[08:09] Exato.
Exato.
[08:09] Quem controla até Adam
Quem controla até Adam
[08:12] dinheiro.
Dinheiro.
[08:12] Exato.
Exato.
[08:12] Quem controla até Adam Smith, né, o pai da economia moderna,
Quem controla até Adam Smith, né, o pai da economia moderna,
[08:13] Smith, né, o pai da economia moderna, ele vai nos falar isso,
Smith, né, o pai da economia moderna, ele vai nos falar isso,
[08:15] ele vai nos falar isso, >> né, que existem forças e aí o dinheiro
ele vai nos falar isso, >> né, que existem forças e aí o dinheiro
[08:18] né, que existem forças e aí o dinheiro está acima do governo.
né, que existem forças e aí o dinheiro está acima do governo.
[08:20] está acima do governo.
está acima do governo.
[08:20] E [limpando a garganta] se o governo
E [limpando a garganta] se o governo
[08:21] E [limpando a garganta] se o governo fala qualquer merda aí a reação
E [limpando a garganta] se o governo fala qualquer merda aí a reação
[08:23] fala qualquer merda aí a reação econômica é macro, eles opa, né, não dá
fala qualquer merda aí a reação econômica é macro, eles opa, né, não dá
[08:26] econômica é macro, eles opa, né, não dá para fazer isso aí.
econômica é macro, eles opa, né, não dá para fazer isso aí.
[08:26] Então o dinheiro
Então o dinheiro
[08:28] para fazer isso aí. Então o dinheiro sempre mandou.
para fazer isso aí. Então o dinheiro sempre mandou.
[08:28] É a energia do poder
É a energia do poder
[08:31] sempre mandou. É a energia do poder condensada que a gente deu o nome, né?
sempre mandou. É a energia do poder condensada que a gente deu o nome, né?
[08:33] condensada que a gente deu o nome, né? a nossa forma de troca é o
condensada que a gente deu o nome, né? a nossa forma de troca é o
[08:33] nossa forma de troca é o
nossa forma de troca é o
[08:35] é o dinheiro.
é o dinheiro.
[08:36] é o dinheiro.
é o dinheiro.
[08:36] É o dinheiro.
É o dinheiro.
[08:37] É o dinheiro.
É o dinheiro.
[08:37] Então assim, essas ordens têm esse lado.
Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Então assim, essas ordens têm esse lado.
Então assim, essas ordens têm esse lado.
[08:40] Uhum.
Uhum.
[08:40] Uhum.
Uhum.
[08:40] Tá.
Tá.
[08:40] Tem ordens que realmente tem esse
Tem ordens que realmente tem esse
[08:42] lado, mas existem ordens que, vamos
lado, mas existem ordens que, vamos
[08:45] lado, mas existem ordens que, vamos dizer assim, trabalham um espectro de
lado, mas existem ordens que, vamos dizer assim, trabalham um espectro de
[08:48] dizer assim, trabalham um espectro de evolução humana, de autoconhecimento, um
dizer assim, trabalham um espectro de evolução humana, de autoconhecimento, um
[08:50] evolução humana, de autoconhecimento, um espectro mais nesse local, sabe?
evolução humana, de autoconhecimento, um espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] espectro mais nesse local, sabe?
espectro mais nesse local, sabe?
[08:53] Tipo, pr uma religião, de certa forma, é
Tipo, pr uma religião, de certa forma, é
[08:56] uma espécie de ordem, né?
uma espécie de ordem, né?
[08:56] Só que ela não
Só que ela não
[08:57] é tão secreta.
é tão secreta.
[08:57] Exato.
Exato.
[08:57] É, na verdade,
É, na verdade,
[09:00] olha, olha só que interessante.
olha, olha só que interessante.
[09:00] Todas as
Todas as
[09:02] religiões têm o seu lado não secreto,
religiões têm o seu lado não secreto,
[09:04] que é o lado do povo, e o lado secreto.
que é o lado do povo, e o lado secreto.
[09:08] Todas,
Todas,
[09:08] todas, todas, todas,
todas, todas, todas,
[09:09] todas.
todas.
[09:09] Todas.
Todas.
[09:09] O cristianismo, por exemplo, ele
O cristianismo, por exemplo, ele
[09:12] Todas.
Todas.
[09:12] O cristianismo, por exemplo, ele vai ter a Igreja Ortodoxa Romana, que se vai ter a Igreja Ortodoxa Romana, que se forma e a Russa, que é outra vertente de cristianismo, né?
O cristianismo, por exemplo, terá a Igreja Ortodoxa Romana, que se formará e a Russa, que é outra vertente do cristianismo, né?
[09:18] Bem diferentes.
Bem diferentes.
[09:20] E essas duas vertentes vão fomentando todas as outras.
E essas duas vertentes vão fomentando todas as outras.
[09:24] Depois vai vindo, vindo, vindo até chegar agora evangélicos e tudo mais.
Depois vai vindo, vindo, vindo até chegar agora evangélicos e tudo mais.
[09:28] vai evoluindo a a cadeia ali, né?
a cadeia vai evoluindo ali, né?
[09:30] Porém, existem vertentes que ficaram nas sombras,
Porém, existem vertentes que ficaram nas sombras,
[09:34] tá?
tá?
[09:35] Que são essas vertentes secretas mais gnósticas,
Que são essas vertentes secretas mais gnósticas,
[09:38] que normalmente elas são de certa forma mais poderosas, cara.
que normalmente elas são de certa forma mais poderosas, cara.
[09:40] Por isso que elas até ficam mais escondidas assim, tu não dá essas pérolas aos porcos, vamos dizer assim.
Por isso que elas até ficam mais escondidas assim, tu não dá essas pérolas aos porcos, vamos dizer assim.
[09:46] Tem isso, tá?
Tem isso, tá?
[09:46] Tem isso e também tem uma questão de quando você tá num local também operando por trás dos bastidores, você, vamos dizer assim, não corre tantos riscos da exposição,
Tem isso e também tem uma questão de quando você está em um local operando por trás dos bastidores, você, vamos dizer assim, não corre tantos riscos de exposição,
[10:03] entende?
entende?
[10:03] Então, existem locais que é vantagem você ficar atrás do palco, situações da vida.
Então, existem locais onde é vantagem você ficar atrás do palco, situações da vida.
[10:08] Então, depende que a ordem quer, né?
Então, depende do que a ordem quer, né?
[10:10] Mas eu acho que assim,
Mas eu acho que assim,
[10:13] ordem quer, né?
ordem quer, né?
[10:13] Mas eu acho que assim, ó, tem essas ordens, por exemplo, estilo religião, que penetram todas as camadas sociais, né, política, econômica, tudo, né, o Vaticano, tudo influencia.
Mas eu acho que assim, ó, tem essas ordens, por exemplo, estilo religião, que penetram todas as camadas sociais, né, política, econômica, tudo, né, o Vaticano, tudo influencia.
[10:24] Hoje menos, muito menos, mas já influenciou muito mais e já foi a soberania de poder, né, na Idade Média, antes da Renascência.
Hoje menos, muito menos, mas já influenciou muito mais e já foi a soberania de poder, né, na Idade Média, antes da Renascência.
[10:31] Uhum.
Uhum.
[10:34] Então, é uma questão assim que a gente eh precisa entender que por ordem social também da instauração de religiões no comando, certas guildas precisaram se ocultar.
Então, é uma questão assim que a gente eh precisa entender que por ordem social também da instauração de religiões no comando, certas guildas precisaram se ocultar.
[10:46] Então, por exemplo, a maçonaria, ela nasce como uma guilda de construtores, que é pedreiros mesmo.
Então, por exemplo, a maçonaria, ela nasce como uma guilda de construtores, que é pedreiros mesmo.
[10:50] Maçom significa pedreiros, né? Obreiros, né, dessa obra alquímica.
Maçom significa pedreiros, né? Obreiros, né, dessa obra alquímica.
[10:58] E eles vão começar a a fomentar um exercício, tipo uma irmandade, uma fraternidade, aonde eles se ajudavam entre si e também buscavam elevação moral, principalmente.
E eles vão começar a a fomentar um exercício, tipo uma irmandade, uma fraternidade, aonde eles se ajudavam entre si e também buscavam elevação moral, principalmente.
[11:10] Uhum.
Uhum.
[11:11] Sabe? Vamos, >> mas com um que bem religioso também, né,
Sabe? Vamos, >> mas com um que bem religioso também, né,
[11:15] mas com um que bem religioso também, né, cara?
Mas com um que é bem religioso também, né, cara?
[11:17] E até ironicamente eles serem pedreiros, porque eles seguem o grande arquiteto do universo, né, cara?
E até ironicamente eles serem pedreiros, porque eles seguem o Grande Arquiteto do Universo, né, cara?
[11:21] Legal, cara.
Legal, cara.
[11:22] Exato.
Exato.
[11:24] Exato.
Exato.
[11:24] É isso.
É isso.
[11:24] Entende?
Entende?
[11:24] Então eles seguem o grande arquiteto do universo.
Então eles seguem o Grande Arquiteto do Universo.
[11:28] Eles tentam descaracterizar os conceitos construídos, né, por grandes religiões que às vezes cultuam um Deus.
Eles tentam descaracterizar os conceitos construídos, né, por grandes religiões que às vezes cultuam um Deus.
[11:34] Mas de onde vem a sabedoria deles?
Mas de onde vem a sabedoria deles?
[11:36] Por exemplo?
Por exemplo?
[11:38] Da onde vem a sabedoria das grandes ordens?
De onde vem a sabedoria das grandes ordens?
[11:42] A sabedoria das grandes ordens, elas vêm da observação daquilo que é o arcano, tá?
A sabedoria das grandes ordens, elas vêm da observação daquilo que é o arcano, tá?
[11:47] São os princípios, que são esses princípios que fundamentam as estruturas de todas as coisas.
São os princípios, que são esses princípios que fundamentam as estruturas de todas as coisas.
[11:52] Quando a gente entende esses princípios, a gente entende as vigas mestras que fundamentam a realidade.
Quando a gente entende esses princípios, a gente entende as vigas mestras que fundamentam a realidade.
[12:01] Por exemplo, Sir Isaac Newton, é pai da física moderna, ele foi um grande alquimista, muito mais do que cientista, ele estudava textos alquímicos.
Por exemplo, Sir Isaac Newton, é pai da física moderna, ele foi um grande alquimista, muito mais do que cientista, ele estudava textos alquímicos.
[12:12] E isso vocês podem pesquisar no Google, inclusive, sabe?
E isso vocês podem pesquisar no Google, inclusive, sabe?
[12:14] A maior parte da biblioteca do
A maior parte da biblioteca do
[12:16] sabe?
sabe?
[12:16] A maior parte da biblioteca do Newton, ela era sobre alquimia.
A maior parte da biblioteca de Newton era sobre alquimia.
[12:18] Todas as alegorias que ele fala ali, a própria gravitação, a teoria que ele conseguiu trazer ali caindo,
Todas as alegorias que ele fala ali, a própria gravitação, a teoria que ele conseguiu trazer ali caindo,
[12:25] é o momento de eureca, é a maçã caindo na cabeça dele e ele tá sentado embaixo da árvore, né?
é o momento eureka, é a maçã caindo na cabeça dele e ele está sentado debaixo da árvore, né?
[12:30] Então o que que é isso?
Então o que é isso?
[12:32] Na Cabalá, que é uma estrutura epistemológica e ontológica da realidade, para você ler a realidade e a sua relação diante dela, você consegue ter a árvore da vida.
Na Cabalá, que é uma estrutura epistemológica e ontológica da realidade, para você ler a realidade e a sua relação diante dela, você consegue ter a árvore da vida.
[12:40] É cabalá é isso, é Ithein é a árvore da vida.
É Cabalá é isso, é Ithein é a árvore da vida.
[12:43] E essa Itin, ela vai ter simbolicamente uma fruta lá em cima, que é alegoricamente no mito do Gênesis de Moisés,
E essa Itin, ela terá simbolicamente uma fruta lá em cima, que é alegoricamente no mito do Gênesis de Moisés,
[12:54] a maçã,
a maçã,
[12:54] o o pecado original, que na verdade foi o Agostinho que criou, né?
o pecado original, que na verdade foi Agostinho quem criou, né?
[12:59] O pecado original.
O pecado original.
[12:59] A ideia é é na verdade fruto proibido.
A ideia é na verdade fruto proibido.
[13:03] Fruto proibido diferente de pecado, né?
Fruto proibido diferente de pecado, né?
[13:05] Fruto proibido é diferente de pecado.
Fruto proibido é diferente de pecado.
[13:07] É, a associação de pecado foi tardia, eh, sabe?
É, a associação de pecado foi tardia, eh, sabe?
[13:11] Mas a ideia fundamental aí que tá o princípio, o arquétipoendo.
Mas a ideia fundamental aí que está o princípio, o arquétipo.
[13:16] E aí a maçã ela tem qual formato?
E aí a maçã tem qual formato?
[13:16] Toro
Toro
[13:18] E aí a maçã ela tem qual formato?
E aí a maçã ela tem qual formato?
[13:18] Toro eidal.
Toro eidal.
[13:19] Ela é um torus.
Ela é um torus.
[13:21] Ela é um torus.
Ela é um torus.
[13:21] Sabe o toros?
Sabe o toros?
[13:22] Sabe o toros?
Sabe o toros?
[13:22] Não.
Não.
[13:22] Não.
Não.
[13:22] Toros é tipo uma rosquinha que se
Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] Toros é tipo uma rosquinha que se
Toros é tipo uma rosquinha que se
[13:25] sei.
sei.
[13:25] É o tipo a oro boros lá ous.
É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
Exato.
[13:29] sei.
sei.
[13:29] É o tipo a oro boros lá ous.
É o tipo a oro boros lá ous.
[13:29] Exato.
Exato.
[13:29] Só que ele vai se se autocirculando
Só que ele vai se se autocirculando
[13:31] Só que ele vai se se autocirculando assim, sabe?
Só que ele vai se se autocirculando assim, sabe?
[13:32] assim, sabe?
assim, sabe?
[13:32] Aham.
Aham.
[13:32] Aham.
Aham.
[13:32] Esse você fizer por exemplo, uma bobina,
Esse você fizer por exemplo, uma bobina,
[13:34] Esse você fizer por exemplo, uma bobina, vamos pegar eletricidade realidade aqui.
Esse você fizer por exemplo, uma bobina, vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] vamos pegar eletricidade realidade aqui.
vamos pegar eletricidade realidade aqui.
[13:36] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre,
Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre,
[13:39] Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre, eu vou ter um um nível de potência.
Eu pego uma bobina, eu enrolo o cobre, eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] eu vou ter um um nível de potência.
eu vou ter um um nível de potência.
[13:41] bobina, né?
bobina, né?
[13:41] Se eu enrolar de forma
Se eu enrolar de forma
[13:43] bobina, né?
bobina, né?
[13:43] Se eu enrolar de forma toroidal, é comprovado que você aumenta
Se eu enrolar de forma toroidal, é comprovado que você aumenta
[13:46] toroidal, é comprovado que você aumenta o coeficiente energético da parada.
toroidal, é comprovado que você aumenta o coeficiente energético da parada.
[13:48] o coeficiente energético da parada.
o coeficiente energético da parada.
[13:48] É tipo uma organização ótima.
É tipo uma organização ótima.
[13:50] É tipo uma organização ótima.
É tipo uma organização ótima.
[13:50] Exato.
Exato.
[13:50] Uma organização ótima do fluxo
Uma organização ótima do fluxo
[13:53] Exato.
Exato.
[13:53] Uma organização ótima do fluxo energético da coisa.
Uma organização ótima do fluxo energético da coisa.
[13:55] energético da coisa.
energético da coisa.
[13:55] Sim.
Sim.
[13:55] Sim.
Sim.
[13:55] Que no caso é eletricidade, sabe?
Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Que no caso é eletricidade, sabe?
Que no caso é eletricidade, sabe?
[13:58] Sei.
Sei.
[13:59] Sei.
Sei.
[13:59] Então, se você organiza as coisas na
Então, se você organiza as coisas na
[14:01] Então, se você organiza as coisas na forma correta, você tem aumento de
Então, se você organiza as coisas na forma correta, você tem aumento de
[14:03] forma correta, você tem aumento de eficiência.
forma correta, você tem aumento de eficiência.
[14:04] eficiência.
eficiência.
[14:04] Tu acredita que as coisas tenham uma
Tu acredita que as coisas tenham uma
[14:06] Tu acredita que as coisas tenham uma organização ótima?
Tu acredita que as coisas tenham uma organização ótima?
[14:07] organização ótima?
organização ótima?
[14:07] Eu acredito, cara.
Eu acredito, cara.
[14:08] Eu acredito, cara.
Eu acredito, cara.
[14:08] Todas as coisas.
Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
Todas as coisas.
[14:09] Todas as coisas.
Todas as coisas.
[14:09] Absolutamente tudo,
Absolutamente tudo,
[14:09] Todas as coisas. Absolutamente tudo, porque se uma um plank do universo não
Todas as coisas. Absolutamente tudo, porque se uma um plank do universo não
[14:10] porque se uma um plank do universo não tiver,
porque se uma um plank do universo não tiver,
[14:14] tiver,
tiver,
[14:14] abre margem pro caos perdurar.
abre margem pro caos perdurar.
[14:16] tiver,
tiver,
[14:16] abre margem pro caos perdurar.
abre margem pro caos perdurar.
[14:19] abre margem pro caos perdurar.
abre espaço para o caos perdurar.
[14:21] Mas e o caos não tá perdurando?
Mas o caos não está perdurando?
[14:23] Como é que tu sabe se a nossa realidade é ordem ou caos?
Como você sabe se a nossa realidade é ordem ou caos?
[14:24] Não é uma questão de ponto de vista?
Não é uma questão de ponto de vista?
[14:29] Eu acho que existem verdades universais e verdades relativas.
Eu acho que existem verdades universais e verdades relativas.
[14:32] E a verdade relativa, ela é relativa à tua percepção sobre a vida.
E a verdade relativa, ela é relativa à sua percepção sobre a vida.
[14:34] Isso pode ser as experiências, os teus contatos com outras pessoas.
Isso pode ser as experiências, seus contatos com outras pessoas.
[14:40] Isso pode ser a tua relação interna.
Isso pode ser a sua relação interna.
[14:43] E aí a gente pode até dividir isso aqui num quadrante assim, tá?
E aí a gente pode até dividir isso aqui em um quadrante assim, tá?
[14:48] E aí tem os os quatro lados aqui e você coloca aqui um eu individual,
E aí tem os quatro lados aqui e você coloca aqui um eu individual,
[14:53] o eu na percepção coletiva,
o eu na percepção coletiva,
[14:55] o nós no individual e o nós na percepção coletiva.
o nós no individual e o nós na percepção coletiva.
[15:01] Isso vai fazer você olhar paraa sua realidade de uma outra ótica.
Isso vai fazer você olhar para a sua realidade de uma outra ótica.
[15:08] Porque se você olha somente pela tua percepção, que era o que você tinha falado,
Porque se você olha somente pela sua percepção, que era o que você tinha falado,
[15:13] você olha para a minha percepção, percebe a ordem ou caos,
você olha para a minha percepção, percebe a ordem ou caos,
[15:15] percebe a forma, percebe o bom, o belo e
percebe a forma, percebe o bom, o belo e
[15:19] percebe a forma, percebe o bom, o belo e verdadeiro.
Percebe a forma, percebe o bom, o belo e o verdadeiro.
[15:21] Isso é a tua ótica.
Isso é a sua ótica.
[15:21] Por exemplo, eu tô doente.
Por exemplo, eu estou doente.
[15:23] Aí se eu estou doente, eu vou me sentir mal e tal e tá beleza.
Aí se eu estou doente, eu vou me sentir mal e tal e está tudo bem.
[15:28] Tem fatores biológicos, tem.
Tem fatores biológicos, tem.
[15:30] Às vezes é psicológico, às vezes é psicossomático a coisa, sabe?
Às vezes é psicológico, às vezes é psicossomático, a coisa, sabe?
[15:32] que vai te colocar num estado ali e tal e vai te fazer sentir aquilo.
que vai te colocar num estado ali e tal e vai te fazer sentir aquilo.
[15:36] Aquilo é uma experiência sua particular, interna.
Aquilo é uma experiência sua particular, interna.
[15:39] Então é eu individual.
Então é o eu individual.
[15:42] A experiência do médico é o coletivo olhando pro teu eu, vamos dizer assim.
A experiência do médico é o coletivo olhando para o seu eu, vamos dizer assim.
[15:47] Ele vai olhar para ti particularmente, vai falar: "Ah, ele tá com esse problema, essa bactéria, isso, tem que tomar esse antibiótico e tal, tem que fazer esse tratamento".
Ele vai olhar para você particularmente, vai falar: "Ah, ele está com esse problema, essa bactéria, isso, tem que tomar esse antibiótico e tal, tem que fazer esse tratamento".
[15:52] Mas ele não tá considerando o sentir individual da pessoa.
Mas ele não está considerando o sentir individual da pessoa.
[15:57] >> Uhum.
>> Uhum.
[15:57] >> Sacou?
>> Sacou?
[15:59] Ele só vai medicar aquilo que precisa.
Ele só vai medicar aquilo que precisa.
[15:59] >> É, se ele for considerar o sentir, ele vai considerar eh a dor, né?
>> É, se ele for considerar o sentir, ele vai considerar eh a dor, né?
[16:01] a escala de dor da pessoa, a percepção dela tá com tal sintoma, tal, tá sentindo tal coisa, mas
a escala de dor da pessoa, a percepção dela está com tal sintoma, tal, está sentindo tal coisa, mas
[16:08] >> mas é um outro campo, sim, é um sentido diferente.
>> mas é um outro campo, sim, é um sentido diferente.
[16:10] É um sentido diferente, sabe?
É um sentido diferente, sabe?
[16:12] Então a gente tem diferentes ângulos da percepção, só que esses quatro quadrantes aqui, eu falei do eu, falta o nós, né?
Então a gente tem diferentes ângulos da percepção, só que esses quatro quadrantes aqui, eu falei do eu, falta o nós, né?
[16:16] Que o nós individual seria um
Que o nós individual seria um
[16:20] nós, né? Que o nós individual seria um nós olhando de dentro do coletivo.
Nós, né? Que o nós individual seria um nós olhando de dentro do coletivo.
[16:22] Nós nós olhando de dentro do coletivo.
Nós nós olhando de dentro do coletivo.
[16:24] Nós estamos certos aqui na nossa mesma a gente só fala verdade, isso, isso, aquilo.
Nós estamos certos aqui na nossa mesma a gente só fala verdade, isso, isso, aquilo.
[16:27] Aí tem o outro cara lá do outro lado, sei lá onde, enganando um monte de gente e tal, falando aqui eu falo a verdade, entendeu?
Aí tem o outro cara lá do outro lado, sei lá onde, enganando um monte de gente e tal, falando aqui eu falo a verdade, entendeu?
[16:33] Então, o nós individual é um senso que forma uma egrégora, uma ordem, uma religião, um grupo ideológico, político, né?
Então, o nós individual é um senso que forma uma egrégora, uma ordem, uma religião, um grupo ideológico, político, né?
[16:39] Mas todos buscam a verdade de alguma forma.
Mas todos buscam a verdade de alguma forma.
[16:42] Todos tentam buscar a verdade, só que alguns dentro de uma verdade individual focada no eu, na relação do ganho que o eu tenho sobre os outros.
Todos tentam buscar a verdade, só que alguns dentro de uma verdade individual focada no eu, na relação do ganho que o eu tenho sobre os outros.
[16:49] Yeah.
Yeah.